Futebol
Ao vivo: acompanhe o AeroFla para a chegada de Lucas Paquetá ao Flamengo
29 Jan 2026 | 09:27
Futebol
29 Jul 2024 | 09:41 |
O Flamego venceu o Atlético-Go no maracanã, pelo Brasileirão, no último domingo. A vitória fez o rubro-negro voltar a liderença do campeonato, objetivo inicial de Tite. Contudo, o time carioca precisa virar a chave para a Copa do Brasil, onde encara o Palmeiras. Nesse sentido, Tite anunciou que para os duelos de copas, usará o goleiro reserva, Matheus Cunha.
Essa decisão foi duramente criticada pelo jornalista Renato Maurício Prado em sua coluna no portal Uol. Para o comentarista, Tite está copiando um modelo europeu sem sentido.
Segue o que escreveu o jornalista:
" Após tranquila vitória sobe o Atlético Goianiense, lanterna da competição, Tite anunciou que Matheus Cunha (que jogou esse último jogo) será o goleiro titular do Flamengo nos jogos de mata-mata contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil. Boa parte da torcida detestou a ideia. Com razão. Trata-se de uma cópia bizarra do futebol europeu.
Há diferença fundamental entre o valor que se dá às Copas lá e aqui. Lá, não somente o goleiro reserva é usado, mas boa parte do time, pois os europeus consideram suas copas competições menores. O foco é no campeonato nacional e na Liga dos Campeões, ou na Liga Europa.
Na verdade, nas principais equipes do velho continente não existe um "goleiro de copas", mas um "time praticamente inteiro (e reserva) de Copas, salpicado com alguns titulares.
Aqui, não. Uma competição como a Copa do Brasil leva a maioria dos técnicos a poupar seus titulares no Brasileiro para priorizar as copas. Qual o sentido, então, de apenas o goleiro ser o reserva? Demagogia. Barata.
Matheus Cunha é bom goleiro (e foi bem diante do Atlético-GO), mas inferior a Rossi. Se por acaso tiver alguma falha comprometedora, o mundo cairá sobre ele e sobre Tite. Pra que?
AGOSTO SANGRENTO
Após dois tropeços lamentáveis, contra o Cuiabá e o Fortaleza, no Maracanã, o Flamengo se recuperou ao ganhar nove pontos em nove disputados nas três últimas rodadas. Graças à boa sequência, reassumiu a liderança do Brasileiro.
Mas agora é que a porca torce o rabo. Não somente para o rubro-negro carioca, mas também para o Botafogo e o Palmeiras, que disputam com ele os primeiros lugares do Brasileiro.
Os três duelarão ferozmente na Copa do Brasil e na Libertadores. Façam suas apostas. Alguém estará vivo nas três principais competições do calendário, ao chegar em setembro? Façam suas apostas.""
-Renato Maurício Prado
Treinador argentino exalta importância do meia para o elenco tricolor, mas ressalta que decisão cabe aos dirigentes; clube paulista exige pagamento integral
29 Jan 2026 | 11:00 |
Após resolver a situação de Lucas Paquetá, o Flamengo voltou suas atenções para o mercado nacional e retomou, nesta quarta-feira (28), as investidas pelo meio-campista Marcos Antônio, do São Paulo. O assédio rubro-negro foi pauta na entrevista do técnico Hernán Crespo, que comentou a valorização de seu comandado e a postura do clube diante das especulações de transferência.
O treinador tricolor foi direto ao analisar o cenário: para ele, a procura de um rival reforça o bom desempenho do atleta em campo, mas as decisões administrativas transcendem seu desejo de permanência e cabem à alta cúpula do Morumbis.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de perder o camisa 20, Crespo não escondeu o desejo de manter o elenco intacto, mas adotou um discurso institucional. O argentino enfatizou que, desde que assumiu o comando técnico, sempre colocou os interesses da entidade São Paulo acima de suas preferências pessoais.
“Acho que o motivo porque o Flamengo tem a disposição de comprar ele é porque é importante. É simples. Se você me pergunta a mim, eu quero todo mundo aqui. Todo mundo comigo”, declarou o treinador, complementando sobre a hierarquia das decisões:
“Nunca pensei em mim. Sempre pensei em São Paulo. Então acho que o mercado… você tem que carregar, Rui Costa e Rafinha, e eles vão escolher o que é melhor para São Paulo, como todo mundo, como o presidente Massis. Aqui, a coisa mais importante é São Paulo”, finalizou Crespo.
Nos bastidores, a movimentação é intensa. Segundo informações iniciais da Rádio Itatiaia, José Boto, diretor de futebol do Flamengo, esteve reunido com a diretoria são-paulina nesta quarta-feira para discutir a situação do volante. O clube carioca tenta aproveitar o canal aberto após as tratativas por Paquetá para buscar um novo reforço.
Comandante rubro-negro valoriza gestão do clube ao comentar a contratação recorde de R$ 260 milhões e destaca impacto técnico e emocional do meia
29 Jan 2026 | 10:15 |
Apesar do resultado adverso na estreia do Campeonato Brasileiro de 2026, onde o Flamengo foi superado pelo São Paulo por 2 a 1 no MorumBis, o técnico Filipe Luís dedicou parte de sua entrevista coletiva para celebrar uma vitória fora das quatro linhas. O treinador comentou com entusiasmo o retorno de Lucas Paquetá, oficializado na última quarta-feira (28), enfatizando o peso simbólico e a qualidade técnica que o meio-campista trará ao elenco.
O comandante aproveitou o momento para elogiar a postura da diretoria e a capacidade financeira da instituição, que viabilizou uma operação de tamanha magnitude no mercado da bola para conseguir a contratação de um atleta da Premier League.
Para Filipe Luís, a chegada do atleta transcende a questão tática. O técnico vê no movimento de repatriar o atleta um sinal claro de força institucional. Durante a coletiva, ele não poupou elogios ao novo reforço e aos responsáveis pela negociação.
“Sem nenhuma dúvida é um jogador gigantesco. Uma contratação incrível do clube. Repatriar um ídolo, um craque, por esse valor, quer dizer que o clube está em um momento interno espetacular, muito bem organizado, muito bem gerido pelas pessoas que cuidam do clube”, analisou o treinador.
A oficialização do negócio colocou o Flamengo em um novo patamar de investimento no cenário nacional. O clube desembolsou 42 milhões de euros (aproximadamente R$ 260 milhões) para tirar o jogador do West Ham, da Inglaterra. O montante estabelece o retorno de Paquetá como a contratação mais cara já realizada por um clube brasileiro em todos os tempos.
Meia uruguaio fez sua primeira partida em 2026 contra o São Paulo e apontou o calendário apertado como obstáculo, além de reclamar de penalidade ignorada
29 Jan 2026 | 09:40 |
A estreia de Arrascaeta na temporada de 2026 não ocorreu como o planejado. O meia uruguaio entrou no segundo tempo da derrota do Flamengo por 2 a 1 para o São Paulo, nesta quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés no Morumbis, as declarações pós-jogo do camisa 10 chamaram atenção tanto pela crítica à arbitragem quanto pelo desabafo sobre o calendário do futebol nacional, que, segundo ele, cobra um preço alto pelo êxito do ano anterior.
O jogador destacou que o Rubro-Negro vive uma situação física atípica em relação aos rivais, fruto da participação na Copa Intercontinental até meados de dezembro de 2025, após a conquista da Libertadores e o Campeonato Brasileiro daquela temporada.
A pré-temporada do elenco principal do Flamengo começou apenas no dia 12 de janeiro, dando ao grupo cerca de duas semanas de trabalho antes da estreia no Brasileirão. Para Arrascaeta, essa discrepância física em comparação aos adversários é uma consequência direta das conquistas recentes, mas que exige cuidados imediatos, especialmente com uma nova decisão no horizonte.
"Feliz por voltar, aos poucos para pegar ritmo. A gente está pagando um pouco do sucesso de 2025, acabamos a temporada mais tarde e estamos voltando aos poucos. Mas sabemos que já são jogos importantes, como esse Brasileirão. Agora temos uma final pela frente e precisamos estar o melhor possível para conquistar mais uma taça", afirmou o meia em entrevista ao canal SporTV, referindo-se à Supercopa do Brasil.
Além das questões físicas, o resultado final da partida gerou insatisfação. Arrascaeta foi o protagonista de um lance polêmico nos minutos finais, quando caiu na área após contato com o zagueiro Alan Franco. O uruguaio foi enfático ao afirmar que sofreu a penalidade e criticou a postura da arbitragem e do VAR, que não recomendou a revisão do lance.
Segundo o jogador, o contato do defensor adversário foi determinante para impedir a finalização correta. "O cara, além de encostar no meu pé na hora de chutar, também me tira totalmente de eu bater 100% na bola. A bola muda a direção, a velocidade do chute também dá para ver que não sai do jeito que eu quero. O lance era muito fácil para fazer o gol", protestou.
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29 Jan 2026 | 09:27
Jorginho detona arbitragem e vê pênalti não marcado na derrota do Flamengo
29 Jan 2026 | 00:43
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28 Jan 2026 | 23:11