Futebol
31 Mai 2024 | 00:59 |
O apresentador do Sportv, André Rizek, abordou as comparações entre os jogadores Pedro e Gabigol, que disputam a mesma posição no Flamengo. Durante uma análise recente, Rizek ressaltou como as atuações de Pedro frequentemente são ofuscadas pela idolatria em torno de Gabigol, mesmo quando este está no banco de reservas.
Rizek começou destacando a performance de Pedro, especialmente em uma partida no Maracanã. Ele mencionou que o ambiente em torno do Flamengo está voltando a uma situação de normalidade, onde se pode falar de um jogador que está atuando e daquele que está na reserva de forma justa. Segundo ele, é incomum que um atleta como Pedro, artilheiro do Brasil com 22 gols em 27 jogos, ainda seja ofuscado pela presença de Gabigol no banco.
ATACANTES BONS E DE RETORNO
"A partida que o Pedro fez no A fala de André Rizek revela um cenário de tensão e expectativas dentro do Flamengo somada à indiferença como Gabigol foi tratado no estádio, o noticiário do Flamengo, enfim, entra no clima de mais normalidade. A gente vai falar de um jogador que atua e de quem é reserva dele. Porque não é normal o Pedro fazer gol atrás de gol, sendo artilheiro do Brasil esse ano, e a gente falar só do Gabigol", comentou Rizek.
Ele relembrou situações em que Pedro, mesmo marcando gols decisivos, foi vaiado pelos torcedores simplesmente porque Gabigol estava no banco. "Não foi normal o Pedro ser vaiado no jogo de estadual onde ele fez gol, pelo único motivo de no banco dele, estar um ídolo do tamanho do Gabigol. Não foi normal um profissional dessa categoria levar um soco na cara de um preparador físico. O normal deveria ser a gente falar dos números, dos gols do Pedro, que aliás são ótimos. Só nesse ano, ele tem 22 gols em 27 jogos e é artilheiro do futebol brasileiro", acrescentou.
Por fim, Rizek comentou sobre o desafio que Gabigol terá pela frente se quiser voltar a ser uma peça chave para o Flamengo. "Gabigol vai ter que lutar muito para voltar a ser um jogador competitivo, ser útil dentro do Flamengo e ele pode ser. E o Pedro seguir fazendo gol atrás de gol. O melhor para o Flamengo é falar apenas de futebol e na bola, é bola pro Pedro que resolve", concluiu.
Jogador é destaque do Coxa mesmo com 17 anos e é visto como uma grande promessa do futebol brasileiro, chamando a atenção do Mengão
04 Mar 2026 | 15:35 |
O volante Khensane não vestirá a camisa do Flamengo em 2026. O Coritiba recusou a proposta rubro-negra e decidiu manter o jovem de 17 anos, nascido em Belo Horizonte. A ideia era reforçar a equipe sub-20, mas o clube paranaense travou a negociação.
Segundo o jornalista Venê Casagrande, o jogador só será liberado mediante o pagamento integral da multa rescisória, fixada em R$ 30 milhões para o mercado nacional. O contrato com o Coritiba é válido até o fim de 2028, o que dá segurança jurídica ao Alviverde na condução do caso.
Internamente, Khensane é tratado como o “Pogba brasileiro”, apelido que remete à força física, boa estatura e qualidade na saída de bola. Antes mesmo do interesse do Flamengo se tornar público, o atleta já despertava atenção fora do país.
Clubes como a Roma e o Olympique de Marselha solicitaram período de testes no exterior, mas a diretoria do Coritiba recusou qualquer possibilidade de liberação, priorizando o desenvolvimento do volante no elenco profissional.
Filho de pai moçambicano, Khensane também já foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-17 e é considerado uma das principais promessas da base do clube paranaense. Caso o acordo tivesse avançado, o jogador chegaria ao Flamengo para fortalecer o projeto das categorias de base.
Clima pesado com os jogadores fica mais claro após a demissão do técnico Filipe Luís e postura no dia a dia incomoda outros profissionais do Ninho
04 Mar 2026 | 13:45 |
A saída de Filipe Luís deixou ainda mais visível a situação do diretor de futebol do Flamengo, José Boto, que já vinha enfrentando insatisfação interna no Ninho do Urubu. Atletas e funcionários apontam vaidade, pouca comunicação direta e até exigências de serviços particulares como motivos de incômodo. A informação é da ESPN.
Boto mantém contato diário com o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e é descrito como inflexível e, em algumas situações, grosseiro. Entre suas exigências inusitadas, funcionários devem se dirigir a sua residência na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, a cada duas semanas para limpeza e organização, mesmo com toda a infraestrutura do Ninho do Urubu, que conta com serviço de hotelaria interno.
No dia a dia do futebol, o diretor português circula sempre acompanhado por três seguranças e impõe regras inusitadas, como impedir que qualquer pessoa passe em frente ao banco de reservas durante o aquecimento dos jogadores, seja em partidas dentro ou fora de casa.
O distanciamento entre Boto e os atletas ficou mais evidente após a reunião no CT, na terça-feira (3), que ocorreu logo depois da demissão de Filipe Luís. Na ocasião, o diretor destacou que os jogadores tiveram responsabilidade na saída do técnico, e o grupo absorveu a fala sem reagir. O comportamento vaidoso do dirigente é frequentemente notado pelos atletas.
Após vitórias, Boto cumpre o protocolo e entra em campo para cumprimentar os jogadores. No entanto, durante derrotas, como na Supercopa do Brasil contra o em Brasília, ele permaneceu no túnel de acesso ao gramado, fumando, gerando comentários internos: “Ué, cadê o chefe? Agora não aparece?”, comentou um dos líderes do elenco, segundo a ESPN.
3ª Vara Cível do Rio de Janeiro acatou pedido de empresa de eventos que alega que o Mengão não pagou valores previstos em contratos de publicidade
04 Mar 2026 | 13:00 |
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Flamengo apresente, no prazo de até 15 dias, documentos e informações financeiras referentes às receitas de publicidade do Maracanã entre 2023 e 2025. A decisão atende a uma ação movida pela empresa Futuro Eventos, que afirma ser parceira na operação dos painéis de LED do estádio e alega não ter recebido valores previstos em contrato de divisão de receitas. A informação é do portal ‘GE’.
O processo tramita na 3ª Vara Cível da Capital e trata de obrigações decorrentes de relação contratual entre as partes. Na decisão, a juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi reconheceu a existência de vínculo que obriga o clube a prestar contas, determinando a apresentação de contratos firmados, valores arrecadados e comprovantes de repasses. A magistrada também rejeitou preliminares levantadas pela defesa rubro-negra e negou o pedido para incluir o Fluminense como réu na ação.
Com a entrega dos documentos, o caso avançará para a fase de análise das contas e possível auditoria dos valores envolvidos. Caso o Flamengo não cumpra o prazo estabelecido, poderá sofrer consequências processuais, como a perda do direito de contestar posteriormente os números apresentados pela parte autora. Se os dados forem apresentados, a discussão passará à verificação detalhada de contratos, valores, notas fiscais, extratos e repasses.
Segundo a ação, os contratos previam que, quando a comercialização fosse realizada pelo Flamengo, a Futuro Eventos teria direito a 40% da receita, mediante prestação de contas. A empresa, representada pelo advogado José Antonio Carim, sustenta que, desde 2019, não recebeu relatórios financeiros, contratos com anunciantes, valores arrecadados, notas fiscais ou qualquer repasse. O clube teria alegado que os contratos são “sigilosos” e mencionado uma suposta dívida para justificar a retenção de equipamentos da parceira.
Nesta etapa, a Justiça analisou apenas a existência do dever de prestar contas, sem entrar no mérito financeiro da disputa. Procurado pela reportagem, o Flamengo informou que ainda não tinha ciência da decisão, publicada nesta quarta-feira no Diário da Justiça Eletrônico do Estado do Rio de Janeiro.