Futebol
13 Nov 2024 | 14:44 |
Gabigol, um dos maiores ídolos da história recente do Flamengo, nunca teve problemas de indisciplina com os treinadores que passaram pelo clube, conforme revela o comentário de Eric Faria. Ao longo dos últimos anos, o jogador conviveu com diversos técnicos, incluindo nomes como Jorge Jesus, Domenèc Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho e outros. A relação com todos esses profissionais nunca foi marcada por desentendimentos ou problemas extracampo. Ao contrário, Gabigol se manteve no centro das estratégias táticas e de jogo, sendo uma peça-chave nas equipes treinadas por esses técnicos, com exceção de algumas situações pontuais.
De acordo com o relato de Eric Faria, os principais conflitos de Gabigol não ocorreram com os treinadores, mas com a diretoria do Flamengo. Essas tensões surgiram especialmente em relação à gestão interna do clube, incluindo questões financeiras e contratuais. Gabigol, como um dos maiores astros do futebol brasileiro, sempre esteve no centro das negociações e discussões sobre sua valorização dentro do elenco. Sua exigência por maior reconhecimento e melhores condições contratuais é um reflexo da ambição natural de um jogador que tem se destacado em campo. No entanto, essas demandas acabaram gerando um ambiente de atrito com a diretoria do clube, que, por vezes, não correspondeu à altura de suas expectativas.
UM RELATO FORTE SOBRE OS BASTIDORES
Desde sua chegada ao Flamengo, Gabigol foi envolvido em momentos de grande destaque. Ele foi fundamental nas conquistas da Copa Libertadores de 2019 e do Campeonato Brasileiro de 2019 e 2020. O atacante rapidamente se tornou o principal nome do time e o ídolo máximo da torcida. No entanto, o seu status de estrela e as expectativas criaram uma pressão adicional sobre sua relação com a diretoria: "Dez técnicos passaram pelo Flamengo neste ciclo. Nove não tiveram problema com o Gabigol. Os problemas do Gabigol sempre foram com a diretoria. Nenhum técnico tirou ele por problema de indisciplina." - afirmou Eric Faria
O jogador, em algumas ocasiões, se mostrou insatisfeito com a forma como sua carreira era gerida internamente, especialmente no que se refere à renovação de seu contrato e ao tratamento por parte da diretoria. Apesar disso, nunca houve registro de conflitos públicos com os treinadores, que sempre o consideraram um dos melhores jogadores do time. Apesar de seu talento inegável e da importância de Gabigol para o time, a diretoria do Flamengo tem mostrado dificuldades em lidar com algumas demandas do atacante. Essas divergências ficaram mais evidentes em situações onde a administração do clube não atendeu às solicitações do jogador, gerando insatisfações.
UM FIM MELANCÓLICO DE GABIGOL
A relação de Gabigol com o Flamengo é complexa e envolve muito mais do que questões técnicas. A visão de Eric Faria reforça a ideia de que o atacante nunca teve problemas com os treinadores que passaram pelo clube, sendo sempre valorizado nas estratégias de jogo. Por outro lado, o atrito com a diretoria do Flamengo tem sido o principal ponto de discórdia, especialmente em relação ao contrato e ao reconhecimento de sua importância.
As figuras centrais da história recente do Rubro-Negro utilizam sua projeção no futebol para disputar as eleições federais de dois mil e vinte e seis
31 Mar 2026 | 12:30 |
A relação entre futebol e política ganha novos capítulos no Rio de Janeiro com as candidaturas de Marcos Braz e Eduardo Bandeira de Mello. Ex-dirigentes do Flamengo, ambos buscam uma vaga na Câmara dos Deputados. O movimento reforça a migração de lideranças esportivas para a política, impulsionadas pela visibilidade conquistada no clube.
Marcos Braz, vice de futebol entre 2019 e 2024, concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB. Com passagem anterior como vereador, ele tenta agora espaço em nível nacional. Após deixar o Flamengo e ter uma breve experiência no Remo, Braz aposta no histórico de conquistas no futebol para fortalecer sua imagem junto ao eleitorado.
Já Bandeira de Mello, presidente do Flamengo entre 2013 e 2018, busca a reeleição como deputado federal pelo PV. Reconhecido pela reestruturação financeira do clube, ele consolidou sua carreira política iniciada em 2023. Sua gestão no futebol ficou marcada pela austeridade e organização, fatores que ajudaram a elevar o patamar econômico do clube.
A disputa entre os dois também reflete estilos diferentes de gestão. Enquanto Braz é associado ao investimento alto e resultados imediatos, Bandeira simboliza responsabilidade fiscal e planejamento. Essa diferença agora se transfere para o cenário político, criando uma disputa direta pelo voto do torcedor rubro-negro.
Cria do Mengão foi o escolhido por Ancelotti para envergar o histórico número da Amarelinha, mas comentarista não gostou da opção
31 Mar 2026 | 12:15 |
A utilização da camisa 10 por Vini Jr no amistoso entre Brasil e França, na última quinta-feira (26), gerou repercussão entre torcedores e ex-jogadores. Revelado pelo Flamengo e atualmente destaque do Real Madrid, o atacante vestiu o número mais simbólico da Seleção Brasileira pela primeira vez.
Fábio Luciano, ex-Flamengo: "Fiquei bravo quando vi o Vini Jr com a 10 (da Seleção)..."
Ex-zagueiro da Amarelinha e do Flamengo, Fábio Luciano não aprovou a escolha. Durante participação em programa da ESPN, o comentarista foi direto ao criticar a associação do jogador com o papel histórico da camisa 10: “Fiquei bravo quando vi o Vini com a 10. Acho que ele não pode jogar com esse número. É inimaginável, porque inevitavelmente surgem comparações. Ele não é um meia, não é um jogador cerebral. É velocidade, drible, atua pelos lados”, afirmou.
Na sequência, Fábio Luciano reforçou que Vinícius não deve assumir a responsabilidade de protagonista absoluto da equipe, destacando que o atacante deve atuar dentro de um contexto coletivo: “Ele não é o Neymar e não precisa carregar esse peso. Quando o coletivo funciona, ele rende mais”, completou.
Em campo, Vini Jr atuou durante os 90 minutos na derrota por 2 a 1 para a França. Apesar da participação ativa, o atacante teve dificuldades para ser decisivo. Foram duas finalizações sem acertar o alvo, além de 18 perdas de posse de bola. Nos dribles, acertou duas tentativas em seis, e terminou a partida com cerca de 70% de aproveitamento nos passes (22 certos em 28).
Durante o confronto, o jogador relatou um incômodo muscular. No entanto, após avaliação do departamento médico, foi constatado apenas desgaste físico, sem lesão. Dessa forma, o atacante segue à disposição do técnico Carlo Ancelotti.
A Seleção Brasileira volta a campo nesta terça-feira (31), contra a Croácia, em Orlando, nos Estados Unidos, às 21h (horário de Brasília). A partida será mais um teste importante antes da convocação final para a Copa do Mundo, com expectativa também para possíveis oportunidades a jogadores do Flamengo no sistema defensivo.
Com as convocações de Léo Pereira e Danilo para a Seleção Brasileira, o zagueiro ex-Internacional projeta sequência e foca em titularidade contra o Bragantino
31 Mar 2026 | 11:12 |
A pausa no calendário para os compromissos das seleções nacionais, a chamada Data FIFA, serviu como um período estratégico de adaptação para o zagueiro Vitão no Flamengo. Desde que o técnico português Leonardo Jardim assumiu o comando da equipe, o defensor participou de apenas uma partida como titular, o confronto diante do Corinthians.
A falta de ritmo e de minutos em campo, que vinha sendo um obstáculo para o atleta, foi mitigada por uma rotina intensiva de treinamentos no Ninho do Urubu, permitindo um ajuste fino com a nova metodologia de trabalho da comissão técnica. A ausência temporária de Danilo e Léo Pereira, que estão à disposição de Carlo Ancelotti, abriu uma brecha importante na hierarquia defensiva rubro-negra.
Vitão aproveitou o intervalo para focar na parte tática, buscando compreender e aplicar os conceitos do "Mister". Em entrevista ao portal GE, o jogador enfatizou que o calendário brasileiro raramente permite períodos tão longos de preparação, e que o grupo utilizou cada sessão para aprimorar o entrosamento e a execução das ideias de jogo de Jardim.
— Essa Data FIFA é muito boa para ter esse tempo, esse tempo de preparo, esse tempo de treinamento, porque o calendário no Brasil não te permite treinar muito. Então, a gente aproveitou bastante essa Data FIFA para ajustar algumas coisas, ajustar e assimilar ao máximo as ideias do Mister. Espero que a gente possa ter uma sequência de competição, uma sequência de ano vitoriosa —, disse o zagueiro do Flamengo, ao GE.
Apesar da disputa direta por uma vaga entre os onze iniciais, Vitão demonstrou espírito coletivo ao comentar o momento dos colegas de elenco na Seleção Brasileira. O zagueiro expressou satisfação pela oportunidade recebida por Léo Pereira e Danilo, classificando-os como merecedores do chamado para defender a "Amarelinha".
Vitão projeta temporada do Flamengo: "A Nação pode esperar muita dedicação..."
— Feliz demais por eles. Merecedores. Espero que eles possam desempenhar da melhor maneira possível (...). Vou estar na torcida, sem nenhuma dúvida. E espero que eles possam dar sequência lá, mas estamos esperando eles aqui. A Nação pode esperar muita dedicação da gente nos jogos, muito comprometimento e vamos buscar mais vitórias e títulos importantes durante o ano —, acrescentou Vitão.