Soccer
02 Mai 2025 | 10:09 |
On the night of last Wednesday (01), Flamengo began its journey in the third phase of the Copa do Brasil with a 1-0 victory over Botafogo-PB , at the Castelão Stadium, in São Luís. The match was decided by a goal from the young Joshua, just 17 years old, but the confrontation was also marked by a controversy outside the four lines.
During the live broadcast on Prime Video, narrator Rômulo Mendonça caused a stir when he mentioned a nickname considered inappropriate for striker Juninho, which quickly generated reactions on social media
Led by Filipe Luís, Mais Querido entered the field with an alternative team , aiming to preserve the squad for the next commitments of the season. The tactical scheme adopted was focused on controlling possession of the ball and imposing an attack, while the opponent bet on a compact defense and few attacks.
Despite the superiority — with more than 60% possession in the first half — Rubro-Negro was lacking in conclusions. Michael, Luiz Araújo and Bruno Henrique wasted clear chances , which caused apprehension among the fans who filled the stands at Castelão.
The commentary of the match, however, ended up gaining prominence parallel to the game. Rômulo Mendonça, known for his irreverent style, surprised everyone by mentioning the nickname “Juninho X*” during the broadcast. “Juninho X*! It’s unbelievable that someone would have that nickname,” he said live.
The term, which refers to a popular interpretation of the player's celebratory gesture , caused discomfort among viewers, especially because it was mentioned during a high-viewership time slot, including children. The attitude divided opinions, being criticized by part of the audience who expected a more professional approach to the game's coverage.
Rubro-Negro returns to the field next Sunday (4) to face Cruzeiro, at 6:30 pm, at Mineirão , for the seventh round of the Brasileirão. The duel marks the reunion with Flamengo 's idol, Gabigol.
Mengão é contrário a Reforma Tributária que colocaria os clubes associativos com alíquota superior a das SAFs no esporte brasileiro
06 Fev 2026 | 15:30 |
O debate em torno da reforma tributária ganhou novo capítulo nesta sexta-feira (6) após críticas públicas de Juca Kfouri ao presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista. Em coluna publicada no UOL, o jornalista classificou como “chantagem” a declaração de Bap sobre a possibilidade de encerrar investimentos nos esportes olímpicos caso a nova tributação para clubes associativos seja confirmada.
“Seu presidente Bap ameaçar parar com os esportes olímpicos caso passe, na reforma tributária, o aumento da tributação dos clubes associativos cheira à chantagem”, escreveu o colunista, apesar de defender a postura rubro-negra contra o modelo de SAFs.
A manifestação de Juca ocorre após a divulgação, pelo clube, de projeções que indicam um impacto financeiro de aproximadamente R$ 728 milhões ao longo de sete anos. Segundo o levantamento interno, o novo modelo tributário tornaria insustentável a manutenção de algumas modalidades olímpicas.
Para o jornalista, porém, o argumento do Flamengo perde força ao desconsiderar benefícios históricos concedidos aos clubes associativos, como isenções fiscais e patrimoniais, além da capacidade de gerar receitas expressivas com a formação e venda de atletas. Ele ressalta, no entanto, que no caso rubro-negro o futebol não é tratado oficialmente como financiador direto das modalidades olímpicas.
Juca Kfouri também contesta a tese de desequilíbrio em relação às SAFs. Na avaliação do colunista, clubes tradicionais operam em um “chão de fábrica isento de tributos”, citando exemplos como isenção de IPTU em centros de treinamento e sedes sociais como o Ninho do Urubu. Segundo ele, ameaçar abandonar esportes olímpicos não contribui para um debate sério sobre a reforma tributária e ainda enfraquece o valor institucional da marca.
A leitura apresentada pelo jornalista contrasta frontalmente com a defesa feita pelo Flamengo. A diretoria sustenta que a reforma, da forma como está desenhada, penaliza quem investe no esporte olímpico e favorece modelos empresariais com fins lucrativos. Na visão rubro-negra, as SAFs concentram-se exclusivamente na operação do futebol e não têm obrigação de reinvestir recursos em outras modalidades, o que ampliaria ainda mais a desigualdade estrutural entre os modelos.
Mengão aceita negociar o volante mesmo com o rival, mas pedida do jogador e do próprio clube afastam o Cruzmaltino de empréstimo
06 Fev 2026 | 14:58 |
As negociações entre Flamengo e Vasco por Allan enfrentam entraves financeiros e seguem longe de um desfecho, apesar do interesse do clube de São Januário no volante. Mesmo com sinalização positiva de todas as partes envolvidas, a diretoria rubro-negra deixou claro que não pretende facilitar uma eventual saída do jogador.
O ponto central da discussão é o salário de Allan. Os vencimentos são considerados elevados pelo Vasco e fora da realidade do clube para atletas de composição de elenco. Além disso, o Flamengo não aceita dividir os custos salariais em um possível empréstimo, o que, neste momento, inviabiliza qualquer acordo.
Outro obstáculo relevante é a exigência de compensação financeira para liberar o jogador, mesmo em caso de cessão temporária. Essa postura já havia travado investidas anteriores de São Paulo e Corinthians e segue sendo determinante para esfriar as conversas.
O movimento do Vasco ocorreu após o estafe de Allan procurar Fernando Diniz, técnico com quem o volante trabalhou no Fluminense, em 2019. Foi sob o comando do treinador que o jogador ganhou projeção nacional, e o interesse técnico surgiu a partir do desejo do atleta por mais minutos em campo.
Embora tenha sido tratado inicialmente como fora dos planos, o Flamengo entende que não deve simplesmente se desfazer do jogador. Com Saúl afastado, em recuperação de cirurgia no calcanhar esquerdo, Allan acabou sendo utilizado como última alternativa na partida contra o Fluminense. Neste contexto, o Vasco não pretende pagar taxa de transferência nem assumir integralmente os salários, cenário que mantém o impasse e impede o avanço das negociações no momento.
Mengão vai até Salvador para encarar o Leão pela 3ª rodada da competição e a CBF definiu quem vai comandar o confronto no apito
06 Fev 2026 | 14:48 |
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala completa de arbitragem para o confronto entre Flamengo e Vitória, marcado para a próxima terça-feira (10), às 21h30 (horário de Brasília), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O árbitro paulista Raphael Claus será o responsável por comandar a partida.
Além da escolha do juiz principal, a entidade também definiu toda a equipe de arbitragem. Raphael Claus terá o auxílio de Danilo Ricardo Simon Manis e Alex Ang Ribeiro, ambos de São Paulo. Já o VAR ficará sob responsabilidade de Daiane Muniz, também da federação paulista.
Raphael Claus apitou quatro partidas do clube carioca em 2025. O retrospecto recente registra duas vitórias, diante de Fluminense e Juventude, um empate contra o Vasco e uma derrota para o Atlético-MG, em confrontos válidos pelo Brasileirão e pela Copa do Brasil.
No histórico geral, esta será a 48ª vez que o árbitro apita um jogo do Rubro-Negro. Apesar da resistência de parte da torcida, os números são favoráveis: 28 vitórias, quatro empates e 15 derrotas sob o comando do paulista.
Com a arbitragem definida, Flamengo e Vitória entram em campo na terça-feira (10), às 21h30. A partida não terá transmissão em TV aberta e será exibida pelo SporTV, na TV fechada, e pelo Premiere, no sistema de pay-per-view.