
Futebol
|
Arrascaeta começou a temporada de 2023 assumindo a camisa 10 do Flamengo, um número icônico associado a lendas do clube, como Zico. Após um desempenho abaixo das expectativas de Gabriel Barbosa com o número no ano anterior, alguns torcedores demonstraram preocupação sobre a possível repetição do cenário.
Em coletiva nos Estados Unidos, o jogador uruguaio falou sobre a responsabilidade de usar a camisa 10, citando Zico como referência máxima. Apesar de sua longa história com a camisa 14, Arrascaeta revelou que a 10 sempre foi seu número favorito desde a infância.
"Para mim, é um privilégio vestir essa camisa por tantos caras que usaram. O máximo ídolo Zico e a história que fez. É uma motivação que vou ter. Mas ao longo da minha carreira sempre joguei com a camisa 10, na Seleção também. É um número que me identifico muito, desde menino sempre me identifiquei muito", afirmou.
SUPERAÇÃO DAS DÚVIDAS DOS TORCEDORES
Diante das preocupações de parte da torcida sobre uma possível queda de rendimento, Arrascaeta foi direto ao responder. O meio-campista destacou que o que aconteceu com Gabigol, ex-Flamengo, ficou no passado e que vê a situação como um novo desafio. "Não, o que foi feito ficou para trás. Tem que ver isso como mais um desafio na carreira. Conquistar coisas importantes também daqui para frente", declarou.
OBJETIVOS FUTUROS NO CRF
Arrascaeta enfatizou o desejo de seguir acumulando títulos com o Mengão e fazer história com o novo número. Para o uruguaio, o peso da camisa 10 é uma motivação adicional para buscar novos feitos no clube.
Diretor técnico do Flamengo detalha mudanças na formação de jovens atletas e busca por um perfil mais técnico e veloz, alinhado com a identidade do clube
|
"O trabalho na base é menos visível a curto prazo. - disse José Boto
Segundo Boto, sua primeira medida foi alterar o critério de seleção dos jovens atletas que ingressam no Mais Querido. O diretor técnico reforçou que, historicamente, jogadores de características físicas eram priorizados, mas isso não necessariamente se traduzia em sucesso no profissional. "O trabalho na base leva tempo para mostrar resultados. Minha primeira grande ação foi mudar o perfil do jogador que entra no clube. Antes, se apostava muito em atletas fisicamente mais fortes, mas que, ao chegar no profissional, encontravam dificuldades. O que buscamos é um perfil técnico, rápido e que goste de ficar com a bola", explicou Boto.
O dirigente ressaltou que, embora as conquistas sejam importantes, o foco principal precisa ser a formação de atletas prontos para o time profissional. A urgência por títulos nas categorias inferiores, segundo ele, acabava favorecendo jogadores que, por estarem mais maturados fisicamente, tinham vantagens nos torneios de base, mas nem sempre se encaixavam no time principal.
"Ganhar é importante, mas não pode ser o objetivo principal da base. Priorizar atletas mais maturados fisicamente para vencer campeonatos é um erro. A vitória deve ser uma consequência do trabalho bem feito na formação de jogadores", pontuou. A mudança de perfil dos jogadores de base pode ter um impacto direto no elenco principal do CRF. Boto acredita que, com essa reformulação, mais atletas estarão prontos para integrar a equipe de cima e contribuir imediatamente.
"Não são todos que chegarão ao profissional, mas se conseguirmos formar um ou dois jogadores prontos por geração, já será um grande avanço. Além disso, aqueles que não forem aproveitados podem render bons valores ao clube em transferências", afirmou. Boto também destacou que a parte psicológica é um dos grandes desafios para os jovens talentos. Para ele, muitos jogadores da base são tratados como "estrelas" antes mesmo de conquistarem espaço no profissional, o que pode prejudicar seu desenvolvimento.
Oswaldo teve duas passagens como técnico do Flamengo. Na última, em 2015, foi demitido em novembro, deixando a equipe na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro
|
Sem clube desde 2019, quando deixou o Fluminense, o técnico Oswaldo de Oliveira revelou ao "ge" que ainda não se aposentou do futebol. No entanto, o ex-treinador do Flamengo destacou que seu telefone 'não toca mais', ou seja, continua sem receber propostas. Com 74, Oswaldo crava que vive seu melhor momento na carreira.
O meu telefone não tocou mais
"Não, de jeito nenhum (sobre aposentadoria). Vou até interromper. O meu telefone não tocou mais. E isso é incrível, porque foi no melhor momento da minha carreira, com experiência. Eu fico vendo os jogos na televisão e digo: 'Pô, eu teria feito diferente' (...) Tenho muita saudade do campo porque às vezes quero reparar algumas coisas que considero equivocadas do que vejo nos jogos", disse o técnico.
Ao ser questionado se poderia se tornar um coordenador de futebol, Oswaldo de Oliveira não descartou: "Em princípio, não. Mas agora eu acho que vou conseguir fazer bem essa função", finalizou. Oswaldo teve duas passagens como técnico do Flamengo. Na última, em 2015, foi demitido em novembro, deixando a equipe na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 49 pontos.
Com os retornos de Arrascaeta, Wesley, Gerson e Gonzalo Plata, o Flamengo terá uma diminuição na lista de desfalques para a partida válida pela segunda rodada do Brasileirão. Sendo assim, apenas Pedro, Danilo e Matías Viña seguem fora, sendo monitorados pela comissão técnica.
Com os retornos dos quatro jogadores, o Flamengo encara o Vitória neste domingo (06), a partir das 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Barradão, em Salvador.
A ex-BBB 25 vive uma nova fase em sua vida desde que deixou o confinamento. Após meses dentro da casa mais vigiada do Brasil foi eliminada
|
Durante sua participação no “Domingão”, Gracyanne reencontrou Belo e protagonizou um momento emocionante. A influenciadora admitiu que estava com saudades do ex-marido e que o sentimento parecia ser recíproco. No entanto, o que mais surpreendeu foi a revelação de que, legalmente, os dois ainda continuam casados. “Estou solteira há um ano, mas ainda não sentamos para conversar sobre isso”, disse em entrevista ao gshow.
Mesmo com o fim do casamento e o novo relacionamento de Belo com a modelo Rayane Figliuzzi, Gracyanne não demonstra urgência em oficializar o divórcio. Para ela, o momento é de focar em sua nova fase. “Tudo tem seu tempo. Tenho muita coisa acontecendo agora, muitos frutos para colher do BBB, e ele está focado na carreira. O que tiver que ser resolvido, vai ser na hora certa”, afirmou.
Se dentro do BBB 25 Gracyanne precisou lidar com alianças e estratégias, fora da casa o foco é totalmente outro. Ela quer se redescobrir e viver momentos consigo mesma. “Não estou nem aberta nem fechada para um novo amor. No momento, quero me reencontrar. Foram muitos anos vivendo ao lado de uma pessoa e, agora, quero focar em mim. Viajar, curtir minha família, levar minha mãe para conhecer novos lugares”, contou.
Além da vida pessoal, a modelo tem olhado com atenção para suas oportunidades no mercado. Com a visibilidade conquistada no reality, Gracyanne já recebeu diversas propostas de trabalho e está avaliando cuidadosamente os próximos passos. “Quero aproveitar essa fase e fazer tudo com muita responsabilidade. Sei que a exposição do BBB abre muitas portas, então estou focada em tomar as melhores decisões”, comentou.
Mesmo separados, a ex-BBB garante que sua relação com Belo segue de maneira respeitosa. Apesar das dificuldades do término, o carinho e a admiração entre os dois permanecem. “A gente construiu uma história muito bonita. Cada um tem seu caminho agora, mas sempre haverá respeito”, destacou. A boa relação entre Gracyanne e Belo tem gerado especulações entre os fãs, que ainda torcem por uma reconciliação. No entanto, a modelo afirma que, neste momento, a prioridade é sua independência. “As pessoas criam expectativas, mas a realidade é que estou focada em mim. Se um dia tiver que acontecer algo diferente, será naturalmente”, explicou.