Futebol
13 Jul 2023 | 13:30 |
O ex-árbitro, e atual comentarista, Paulo César de Oliveira ('PC') deu sua opinião profissional acerca do impedimento em cima de Gabigol no último jogo do Mengão. Dentre seus apontamentos, ‘PC’ defendeu que as imagens escolhidas tanto para avaliação do VAR como para transmissão televisivas foram mal selecionadas. Ainda que uma decisão tenha sido tomada, ele compreende o clima de desconfiança instaurado no pós jogo.
O Flamengo venceu o Athlético-PR, por 2 a 0, nesta quarta-feira (12), pelas quartas de final da Copa do Brasil. Este jogo poderia ter terminado com três gols do Mengão se um deles não tivesse sido anulado. O árbitro Bráulio Machado tomou a decisão de marcar impedimento na jogada de Gabigol após avaliar imagens disponibilizadas pelo VAR. Nas imagens transmitidas para o público, podia-se assumir que o impedimento era um erro.
A jogada em questão aconteceu no segundo tempo. Arrascaeta deu passe em profundidade para Gabigol, que arrancou na mesma linha do zagueiro Thiago Heleno. O camisa 10 driblou o goleiro Bento e mandou para o fundo das redes. No telão da Arena da Baixada, as linhas do VAR foram exibidas, e o atacante saiu para comemorar, convicto que estava em condições.
O comentarista do Grupo Globo, Paulo César de Oliveira, criticou a escolha da câmera utilizada para traçar as linhas do VAR. Na sua opinião - como um ex-juíz desportivo - o impedimento “pode ter sido a decisão correta, mas não passa credibilidade”.
“Pela regra, os braços não contam para o impedimento. Portanto, a linha tem que ser traçada no ombro do jogador. Nesse ângulo, tão distante, não ficou claro qual ponto que ele utilizou”, explicou ‘PC’ fazendo referência a todas as imagens utilizadas para criticar a equipe de arbitragem. Ele ainda completou: “Com essa imagem, borrada e distante, a impressão que fica é que foi traçada no braço.”
O comentarista completou o seu argumento mostrando no programa do qual participava outras opções de ângulos que poderiam ter sido usados para esclarecer o impedimento. Sem a credibilidade da qual o especialista comenta, é justificável a reação da diretoria do Flamengo em pedir uma intervenção direta no assunto. A CBF, entretanto, já esclareceu o caso, mantendo o impedimento e defendendo a equipe de arbitragem responsável pelo jogo.
Jovem brasileiro agrada ao técnico Leonardo Jardim, porém a pedida de valor astronômico e o salário mensal de R$ 2,7 milhões afastam o clube
21 Mar 2026 | 18:00 |
Flamengo realizou consultas recentes para monitorar a situação do centroavante Marcos Leonardo, que atualmente defende as cores do Al-Hilal, na Arábia Saudita. Embora o nome do jovem artilheiro conte com a aprovação imediata da comissão técnica e da diretoria, os obstáculos financeiros impostos pelo clube saudita esfriaram as expectativas de uma transferência imediata para o Rio de Janeiro.
Apesar do interesse técnico, o cenário econômico é o principal entrave. O Al-Hilal elevou suas exigências para liberar o atleta, fixando o valor de venda em 35 milhões de euros (aproximadamente R$ 212 milhões na cotação atual).
Somado ao alto custo da operação, o vencimento mensal de Marcos Leonardo, que gira em torno de R$ 2,7 milhões, é considerado totalmente fora da realidade orçamentária do Flamengo para a temporada de 2026. Internamente, a gestão rubro-negra mantém a política de equilíbrio e só cogita grandes cifras em oportunidades de mercado excepcionais.
O treinador português Leonardo Jardim vê em Marcos Leonardo a peça ideal para aumentar o repertório ofensivo do elenco. Contudo, o jogador possui contrato vigente até 2029 e o interesse recorrente de clubes europeus mantém sua valorização em alta, fazendo com que o Flamengo opte por observar o desenrolar da janela de longe, sem realizar movimentos agressivos no momento.
A valorização do ex-santista não é por acaso. Mesmo perdendo espaço como protagonista absoluto no Al-Hilal, seus números na temporada são expressivos: em 72 jogos disputados, o brasileiro balançou as redes 44 vezes e contribuiu com cinco assistências.
O novo reforço do Dragão do Bairro Industrial foi revelado pelas categorias de base do Flamengo e estava atuando pelo Londrina anteriormente
21 Mar 2026 | 17:30 |
Confiança anunciou, na tarde deste sábado (21), a chegada de um novo nome para o seu setor de ataque. O jovem João Pedro, de 23 anos, desembarca em Aracaju por meio de um contrato de empréstimo para integrar o elenco proletário na sequência das competições de 2026.
O atleta, que iniciou o ano defendendo as cores do Londrina-PR, carrega consigo uma formação técnica de elite e uma trajetória marcada por passagens em clubes tradicionais do futebol brasileiro e europeu.
João Pedro faz parte da geração de atletas formados na Gávea e possui uma ligação histórica de resiliência com o clube carioca. O jogador é um dos sobreviventes do trágico incêndio ocorrido no centro de treinamentos do Flamengo em 2019, tendo escapado do sinistro por ter ido pernoitar na residência de um colega naquela data.
Ele permaneceu vinculado ao Rubro-Negro até a temporada de 2021, desenvolvendo as valências que o levaram a despertar o interesse de mercados internacionais e equipes de massa no Brasil naquela mesma época.
A contratação do atacante reforça os laços entre a atual administração do Confiança e o clube do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Dragão conta com figuras proeminentes que ocuparam cargos de alto escalão no Flamengo, como o ex-presidente Rodolfo Landim, além de Diogo Lemos e Gustavo Oliveira.
Destaque da Seleção Brasileira e cotado para a Copa do Mundo, o jogador pode deixar o futebol russo por R$ 271 milhões após o Mundial
21 Mar 2026 | 16:50 |
O atacante Luiz Henrique, atualmente defendendo as cores do Zenit, da Rússia, está no centro das atenções do mercado da bola internacional. Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, o atleta, que conta com a aprovação do técnico Carlo Ancelotti devido ao seu estilo de jogo, deve utilizar a vitrine do torneio de seleções para definir seu próximo destino na carreira.
Revelado pelo Fluminense e com passagem histórica pelo Botafogo, o jogador vive a expectativa de uma valorização ainda maior no meio do ano. A estratégia dos representantes de Luiz Henrique é clara: posicionar o atleta na liga mais competitiva do mundo. Segundo apuração do portal Bolavip Brasil, o plano é concretizar uma ida para a Inglaterra logo após o encerramento do Mundial.
Para liberar o jogador, o clube russo estabeleceu o montante de 45 milhões de euros (aproximadamente R$ 271 milhões na cotação atual). Clubes da Premier League já manifestaram interesse, acreditando que o vigor físico e a habilidade técnica do brasileiro se encaixam perfeitamente no padrão do futebol britânico.
Apesar do foco europeu, o mercado brasileiro não desistiu de repatriar o craque. Gigantes como Flamengo e Palmeiras demonstram forte desejo em contar com o atacante para o segundo semestre de 2026. Por outro lado, o Botafogo, clube onde Luiz Henrique conquistou a Libertadores e o Brasileirão em 2024, atravessa um período de instabilidade financeira e não deve tentar a contrataçao.
Luiz Henrique tem contrato vigente com o Zenit até junho de 2028. Esse vínculo longo permite ao clube europeu ditar o ritmo das tratativas sem urgência para vender, aguardando a proposta que considere ideal.