Futebol
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24 Fev 2026 | 10:39
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09 Mai 2025 | 17:11 |
A movimentação do mercado segue quente, mas o nome de Marino Hinestroza, que surgiu nos bastidores da Gávea nos últimos dias, não vai sair do campo da especulação. Segundo apuração de Venê Casagrande, o Flamengo não irá avançar por sua contratação. O motivo? O perfil do jogador não corresponde às exigências traçadas pelo departamento comandado por José Boto, responsável por coordenar as contratações do clube no segundo semestre.
O Flamengo entende que precisa de reforços pontuais, sobretudo para as pontas. E Hinestroza, apesar de atuar no setor ofensivo, não é exatamente esse tipo de atleta. O colombiano tem características mais voltadas para o jogo central e criação, o que colide com a demanda atual. A decisão da diretoria foi tomada após uma análise profunda do elenco e do planejamento para a reta final da temporada. Mesmo diante de baixas e um calendário apertado, a ordem é ser cirúrgico nas contratações.
Atualmente no Atlético Nacional, da Colômbia, Hinestroza ganhou visibilidade após sua passagem pelo Palmeiras e uma breve sequência no futebol mexicano e norte-americano. O atacante tem apenas 21 anos, mas ainda busca afirmação na carreira profissional. Sua passagem pelo Palmeiras foi marcada por desafios. O jogador sofreu com lesões e dificuldades de adaptação. Além disso, o desejo de retornar à Colômbia pesou para sua saída do clube paulista, onde atuou por empréstimo.
Durante a pandemia de Covid-19, Marino chegou a ser alçado ao elenco principal do Palmeiras com apenas 17 anos, em função dos desfalques provocados pelo surto no grupo. No entanto, não conseguiu se consolidar e voltou ao América de Cali em 2022. De lá, o atacante passou por Pachuca, no México, e Columbus Crew, nos Estados Unidos, antes de retornar ao futebol colombiano. No Atlético Nacional, reencontrou sequência, mas ainda sem grandes destaques em termos estatísticos.
Mesmo com a carência por pontas no elenco atual do Flamengo — agravada por lesões recentes como a de Everton Cebolinha —, Hinestroza não foi considerado uma solução viável. A diretoria do Flamengo trabalha com quatro alvos principais para a próxima janela, sendo dois deles já conhecidos: João Félix, que segue como um sonho de difícil execução, e Jorginho, meia ex-Bahia atualmente no Ludogorets, da Bulgária.
Nome do atacante ex-Rubro-Negro foi debatido internamente, mas diretoria e comissão técnica avaliam que características são similares às de Pedro
24 Fev 2026 | 13:55 |
Flamengo continua ativo no mercado da bola em busca de uma peça de reposição para o comando de ataque, mas o nome de Rodrigo Muniz foi riscado da lista de prioridades. Nas últimas semanas, a diretoria rubro-negra debateu internamente a possibilidade de repatriar o jogador, que teve passagem pela Gávea. No entanto, após uma análise criteriosa, o departamento de futebol decidiu não avançar nas tratativas para a contratação do atleta.
A decisão passa longe da qualidade técnica do jogador, mas sim pelo encaixe tático dentro do elenco atual. O clube segue monitorando outras opções que se adequem melhor às necessidades do técnico Filipe Luís para a sequência da temporada.
O principal entrave para o avanço das negociações foi a avaliação de que Rodrigo Muniz possui características muito próximas às de Pedro, o atual titular absoluto da posição. O entendimento da comissão técnica é que o elenco precisa de um perfil diferente para oferecer variações táticas durante as partidas.
Filipe Luís deseja um centroavante que tenha maior capacidade de pressionar a saída de bola adversária e que ofereça movimentos de profundidade com velocidade. A busca, portanto, é por um jogador com mais mobilidade, capaz de atuar em uma dinâmica distinta daquela oferecida pelo camisa 9, complementando as opções do plantel em vez de apenas duplicar um estilo de jogo já existente.
Além da questão tática, o modelo de negócio também influencia a postura do Flamengo no mercado. De acordo com informações de bastidores, o cenário financeiro atual limita grandes investimentos para a posição de reserva imediato. A prioridade da diretoria é encontrar atletas que possam chegar por empréstimo com opção de compra, evitando gastos elevados na aquisição de direitos econômicos neste momento.
Capitão do time espanhol exalta trabalho do ex-companheiro no comando do Rubro-Negro, admite surpresa com o sucesso imediato à beira do campo
24 Fev 2026 | 13:36 |
Koke Resurrección, ídolo e capitão do Atlético de Madrid, não poupou elogios ao Filipe Luís em entrevista concedida à "TNT Sports". O meio-campista espanhol destacou a evolução do brasileiro na nova função e projetou um futuro comando nos "Colchoneros", mas sugeriu que isso ocorra apenas após uma longa passagem pelo Flamengo.
Koke revelou ter ficado surpreso com a rápida adaptação e o sucesso de Filipe Luís na área técnica. O jogador ressaltou o carinho que nutre pelo ex-lateral e afirmou acompanhar, mesmo à distância, os passos do amigo no Brasil.
"Estou orgulhoso do que ele está fazendo e de como está trabalhando. Sempre que ganha algum título ou vem aqui para Madri, a gente se encontra. Fiquei muito surpreso que ele se tornou treinador e com o sucesso que está tendo", afirmou o espanhol.
Apesar da identificação de Filipe com o Atlético de Madrid, Koke torce para que o ciclo no Rio de Janeiro seja duradouro. "É um cara de quem gosto muito, me diverti muito jogando futebol com ele. Desejo tudo de melhor, que fique muitos anos no Flamengo e, quem sabe, um dia ele possa estar no Atlético de Madrid", completou.
A relação entre os dois vai muito além das palavras. Dentro das quatro linhas, Koke e Filipe Luís formaram uma das parcerias mais sólidas da era Diego Simeone, disputando juntos 276 partidas pelo clube espanhol. O atual técnico do Flamengo é o nono jogador que mais vezes atuou ao lado do capitão. Curiosamente, o quarto da lista é Saúl Ñíguez, hoje atleta do Flamengo, com 360 jogos em parceria com Koke.
Jogadores organizam conversa a portas fechadas no Ninho do Urubu para alinhar discurso e recuperar o bom futebol de 2025 visando a decisão contra o Lanús
24 Fev 2026 | 12:16 |
O clima de cobrança no Flamengo ultrapassou as salas da diretoria e chegou ao vestiário. Antes da vitória sobre o Madureira pelo Campeonato Carioca, as principais lideranças do elenco rubro-negro, encabeçadas por Arrascaeta, Bruno Henrique e Danilo, promoveram uma reunião a portas fechadas no Ninho do Urubu.
A iniciativa dos atletas surgiu como uma resposta imediata à pressão externa e interna, logo após o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) ter se reunido com a comissão técnica e o diretor esportivo José Boto para exigir melhores resultados.
Segundo informações apuradas pelo portal 'UOL', o grupo de jogadores reconhece internamente que o futebol apresentado até o momento está distante do nível técnico que levou o clube às glórias de 2025. A mobilização das lideranças visa mudar esse cenário de apatia e reconectar o time com as vitórias convincentes.
Capitão e referência técnica, Arrascaeta tornou público o teor da conversa no vestiário. O uruguaio enfatizou que o prestígio das conquistas passadas não entra em campo em 2026 e que o elenco precisa "virar a chave" para estancar as vaias da torcida, como as ouvidas recentemente no Maracanã.
"A gente sabe mais do que ninguém que futebol é momento. O que passou fica para trás, é 2026 agora. Conversamos hoje no vestiário, temos que voltar a jogar melhor. Foi esse time que no ano passado conquistou quase tudo. É treino, trabalho e dedicação", declarou o camisa 10 do Flamengo.
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