Futebol
29 Mai 2023 | 11:18 |
O jogo do último domingo (5) do Flamengo, foi polémico até nos dias que o antecederam. Uma das embaixadas mais antigas do Flamengo, a Embaixada FlaBahia fundada em 2008, ainda durante a semana que antecedia o jogo lançava um comunicado criticando a diretoria do Flamengo. O motivo era simples, o Flamengo não havia comprado os ingressos do Bahia x Flamengo para distribuir pela embaixada (como era prática) e simplesmente deixou os ingressos serem vendidos na porta do Arena Fonte Nova.
Essa atitude incomodou a embaixada FlaBahia, que dessa forma viu uma boa parte dos seus associados a não poder ver o Flamengo jogar ao vivo, algo que os dirigentes da embaixada encararam como desconsideração para com uma das embaixadas mais importantes do Flamengo.
Dessa forma, no sábado (20), a Embaixada FlaBahia usou as suas redes sociais para anunciar o desvinculamento temporário do projeto ‘Embaixadas e Consulados da Nação”.
Leia o comunicado na íntegra:
“Saudações rubro-negras!
Hoje, alguns dias após os episódios que marcaram a vinda do nosso querido Flamengo a Salvador para o jogo contra o Bahia, vimos nos manifestar para informar nosso afastamento temporário do Projeto de Embaixadas e Consulados do Flamengo.
Tomamos essa decisão de forma serena, sem a emoção do momento em que o Clube, através de sua Vice-presidência de Marketing, negou a possibilidade de torcedores de várias Embaixadas e Consulados adquirirem os ingressos diretamente com a Arena Fonte Nova, prática que existia desde 2008 e que nunca causou danos a qualquer das instituições envolvidas, pela lisura com que sempre foi feita decisão do Flamengo de segurar a carga de visitantes até o ultimo momento (noite anterior as vendas oficiais) e liberar apenas para a venda direta pela Arena Fonte Nova (na prática entregando aos cambista que fizeram a festa) causou prejuízos financeiros e emocionais a milhares de rubro-negros apaixonados.
Muitos caíram em golpes, outros tiveram que abrir mãos de valores pagos a empresas de ônibus, hotéis, etc… Tudo causado pela insensibilidade de uma Diretoria ELITISTA e que só tem olhos para os sócios do Clube Social. E para esses rubro-negros abnegados apaixonados, queremos expressar nossa mais imensa SOLIDARIEDADE.
É muito fácil usar a massa Off-Rio para aparecer nas campanhas sociais que esses fazem durante o ano todo, ou para dizer que é campeão de engajamento nas redes sociais, ou até mesmo para negociar seus contratos de patrocínio, mas a verdade é que esta diretoria sempre virou as costas para todos nós no ‘Encontro Nacional das Embaixadas’ (festa realizada anualmente pelo Flamengo e que teve como pilar o encontro realizado pela Flabahia), que ocorreu em novembro do ano passado, criaram um cercadinho, tipo curral, e ainda colocaram seguranças em DIVERSOS PONTOS do clube para não permitir que os torcedores tivessem acesso às áreas que não a de onde estava o palco e aconteceria o evento.
Este e temos muitos pontos que divergem do momento atual do Projeto de Embaixadas e Consulados, mas o principal deles é o entendimento de que este não tem apoio institucional algum, portanto, preferimos nos afastar temporariamente dele e CONTINUAR NOSSO TRABALHO COMO SEMPRE FIZEMOS, com as transmissões das partidas, eventos e ações sociais, sem precisar de ABSOLUTAMENTE NADA do Clube de Regatas do Flamengo.
NADA DO FLAMENGO, TUDO PELO FLAMENGO!
DIRETORIA da FLABAHIA.”
Governo federal veta reforma tributária que daria mais benefícios fiscais a clubes associativos, como o Mengão, em comparação com aos 'clube empresas'
16 Jan 2026 | 11:53 |
Os vetos do governo federal à reforma tributária acenderam o sinal de alerta nos clubes associativos do futebol brasileiro. A partir de 2027, equipes como o Flamengo podem passar a pagar mais impostos do que as SAFs, após o Ministério da Fazenda barrar dispositivos que equiparavam a tributação entre os dois modelos.
Pelo texto originalmente aprovado no Congresso Nacional, clubes e SAFs seriam tributados em 5% sobre a receita bruta. Com os vetos, no entanto, especialistas indicam que clubes sem fins lucrativos terão uma carga total estimada em 15,6%, somando o novo imposto ao recolhimento do INSS. Já as SAFs ficariam próximas de 6% de tributação. A informação foi divulgada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do UOL.
No caso do Flamengo, o impacto chama atenção pelo volume de arrecadação. O clube registrou cerca de R$ 2 bilhões em receita bruta em 2025, valor que serviria como base de cálculo para o novo imposto caso a regra seja mantida.
Na prática, isso representaria um pagamento aproximado de R$ 312 milhões em tributos, caso a legislação já estivesse em vigor. Internamente, dirigentes rubro-negros receberam a notícia com revolta e avaliam que o novo modelo pode exigir ajustes profundos no orçamento. Apesar do cenário, a diretoria descarta a possibilidade de transformação em SAF, mas admite que será necessário analisar os impactos financeiros caso o texto não seja modificado.
Outro ponto de preocupação envolve a tributação sobre receitas oriundas de leis de incentivo, como o programa Fla-Anjo. Atualmente, esses recursos ajudam a financiar esportes olímpicos, que já operam com déficit no clube. Com a nova regra, esses valores também passariam a ser tributados, o que pode comprometer ainda mais projetos esportivos que dependem de incentivo fiscal para sobreviver.
Além do Flamengo, o Corinthians também acompanha de perto a discussão. O clube paulista mantém estrutura associativa e possui receita anual próxima de R$ 1 bilhão, o que o coloca em situação semelhante diante das mudanças previstas.
Os vetos do governo ainda não são definitivos. O texto da reforma tributária voltará ao Congresso Nacional, que pode derrubar os vetos ou apresentar uma alternativa específica para a tributação do futebol. O deputado Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação prática da lei. Segundo ele, os clubes precisam estudar se poderão reduzir o imposto por meio de créditos tributários previstos na própria legislação. Como a nova regra só passa a valer em 2027, ainda há margem para debate e ajustes.
Em entrevista, treinador Zé Ricardo, que lançou o meia ao profissional, afasta tese de retrocesso e destaca versatilidade e maturidade do atleta de 28 anos
16 Jan 2026 | 11:05 |
Enquanto a torcida do Flamengo vive a ansiedade pela concretização daquela que pode ser a maior contratação em valores da história do futebol brasileiro, uma voz conhecida da Nação analisou o cenário. Zé Ricardo, ex-técnico rubro-negro e peça fundamental na transição de Lucas Paquetá das categorias de base para o time profissional, comentou sobre a possibilidade de repatriar o "Garoto do Ninho".
Em participação no programa "Fut&Papo", da "Lance TV", o treinador refutou veementemente a ideia de que o retorno ao Brasil significaria um passo atrás na carreira do meio-campista. Para Zé Ricardo, o Flamengo estaria, na verdade, contratando um jogador no pico de seu rendimento.
Outro ponto destacado por Zé Ricardo foi a polivalência de Lucas Paquetá, característica que foi lapidada no Flamengo e aprimorada durante sua passagem pela Europa. O treinador lembrou como utilizava o jogador em diversas funções táticas, algo que se tornaria uma marca registrada do meia na Seleção Brasileira e no futebol inglês.
"Na época em que fui treinador dele, ele jogou em quatro posições, tendo qualidade em todas. Tecnicamente sempre foi acima da média", pontuou Zé Ricardo, endossando que o retorno seria um ganho técnico imensurável para o elenco rubro-negro.
Atualmente livre no mercado após deixar o comando do Criciúma, Zé Ricardo conhece Paquetá como poucos, tendo acompanhado seu desenvolvimento desde as divisões inferiores. O técnico fez questão de ressaltar a evolução física do atleta, que superou questões de maturação da juventude para se tornar um jogador completo, preparado para ser protagonista.
"Não tenho nenhuma informação privilegiada, mas torço muito para que ele retorne. Tem apenas 28 anos, está em uma idade ótima, no ápice da forma física, técnica e emocional. Se vier, chegará no auge", avaliou o comandante ex-Flamengo.
Sem espaço com Filipe Luís, camisa 30 é alvo de gigantes do futebol brasileiro; diretoria rubro-negra aceita emprestar, mas exige que arquem com salário
16 Jan 2026 | 10:30 |
A situação do atacante Michael no Flamengo movimenta os bastidores do mercado da bola. Sem espaço no elenco comandado por Filipe Luís, o jogador de 29 anos tornou-se peça cobiçada por outras equipes da Série A. O Santos, que mantinha conversas avançadas e despontava como favorito para contar com o atleta, agora lida com a concorrência de última hora de dois rivais de peso: Corinthians e Internacional.
O interesse repentino dos clubes de São Paulo e Porto Alegre alterou o cenário da negociação, valorizando o passe do ponta, mas criando um impasse com a equipe da Vila Belmiro, que reavalia sua estratégia para ter o reforço.
A entrada de novos interessados gerou desconforto na diretoria santista. O clube, que busca montar um time competitivo para atuar ao lado de nomes como Neymar e Gabigol, comunicou que não pretende entrar em um "leilão" pelo atleta. O principal entrave nas tratativas segue sendo a questão salarial. Os vencimentos de Michael no Rubro-Negro são considerados altos para os padrões atuais do Peixe.
O Flamengo, por sua vez, adota uma postura rígida nas condições para liberar o atacante. O clube carioca aceita o modelo de empréstimo, mas exige que a equipe interessada assuma 100% dos salários, sem divisão de custos. Vale lembrar que Michael possui contrato vigente com o Mais Querido até 31 de dezembro de 2028.
A possível saída de Michael é justificada pelo seu baixo aproveitamento na temporada passada. Em 2025, o "Robozinho" entrou em campo 29 vezes, registrando apenas dois gols e quatro assistências. Na reta final do ano, o jogador perdeu prestígio com a comissão técnica, chegando a ficar fora até mesmo da lista de relacionados para algumas partidas.