Futebol
Eita! Ex-Flamengo é visto em briga' com torcedores do Corinthians; veja vídeo
01 Fev 2026 | 17:16
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20 Set 2024 | 09:11 |
O Flamengo decepcionou sua torcida na noite da última quinta-feira. Isso porque perdeu para o Peñarol, em um maracanã lotado por 1x0 e agora precisa reverter o resultado lá no Uruguai, na próxima semana, para passar as semifinais da Libertadores. Nesse sentido, o jornalista Renato Maurício Prado, detonou quem para ele, é o grande culpado pela fase rubro-negra.
Para RMP, Tite é o grande responsável por um milionário Flamengo, não conseguir desempenhar um bom futebol e por isso, declarou em sua coluna, que o treinador deveria ser demitido antes do jogo da volta.
Segue na íntegra a coluna de RMP:
"Não acontecerá, como não aconteceu com Jorge Sampaoli, depois da derrota no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, também no Maracanã, contra o São Paulo de Dorival Júnior. E, muito provavelmente, como foi daquela vez, o Flamengo perderá a vaga - ano passado, perdeu o título.
Rodolfo Landim, não é do ramo. Ainda no outro dia, desmereceu as conquistas de Jorge Jesus, que ganhou, na mesma temporada, o Brasileiro e a Libertadores (algo inédito na era dos pontos corridos). "Os tempos eram outros, os adversários não tão fortes", decretou a grã-fina de narinas de cadáver, que continua a não saber rigorosamente nada do mundo da bola.
Por causa dessa ignorância e da aliança inabalável com Marcos Braz, caminha a passos largos para a segunda temporada seguida sem títulos expressivos e para a derrota nas eleições do Flamengo, no final do ano. Quando a bola não entra, esquece: a situação não vence. E não há estádio capaz de reverter tal viés de queda, já detectado pelas pesquisas.
Até para a tradicional turma da Fla-Nelinha (aquela que adora passar pano para técnico e dirigentes) está difícil defender o trabalho do professor Adenor. O argumento raso de que ainda estava vivo em três competições vai se tornando uma armadilha. Pelo andar da carruagem, logo estará morto nas três. E aí, o que dirão?
Fato é que, com quase um ano de trabalho à frente do elenco mais caro do continente, Tite foi incapaz de montar um time sólido, que passe confiança e dê prazer aos seus torcedores. Assistir aos jogos do Flamengo, para os rubro-negros, tornou-se um exercício de masoquismo.
Na derrota para o Peñarol, não foi diferente. Sim, é verdade que alguns de seus jogadores mais talentosos tiveram atuações individuais abaixo da crítica (notadamente, De La Cruz, que passou a impressão de que ainda não estava pronto para voltar aos campos).
Mas o que foi o plano tático de Tite, se é que houve algum? Diego Aguirre o engoliu com papas fritas. Acreditar que no jogo da volta, no Campeón del Siglo, será diferente (como previu Tite, na entrevista pós jogo) é quase como crer no Coelhinho da Páscoa, no Papai Noel e na Mula sem Cabeça.
O Flamengo não vence uma partida de Libertadores fora de casa desde a goleada sobre o Velez em 2022. Sob o comando de Dorival Júnior. Que foi mandado embora, apesar de ter conquistado a principal competição do continente e, de quebra, a Copa do Brasil.
Após quase seis anos no comando do clube mais popular do Brasil Rodolfo Landim continua a perguntar "quem é a bola"?"
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".
Goleiro argentino relembra conquistas de 2025 e final contra o PSG para valorizar o elenco rubro-negro, pedindo foco imediato na reação da equipe
01 Fev 2026 | 20:00 |
Rossi adotou um discurso de exaltação ao elenco e à instituição Flamengo, mesmo após o revés sofrido na decisão da Supercopa do Brasil. Depois da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, ocorrida neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o arqueiro argentino evitou lamentações excessivas e fez questão de ressaltar a trajetória vitoriosa recente do clube, lembrando que a temporada de 2026 está apenas em sua fase inicial.
Para o camisa 1, o resultado adverso na capital federal não apaga o brilho das conquistas alcançadas no ano anterior. Em 2025, o Rubro-Negro viveu uma temporada mágica, levantando os troféus do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores, do Campeonato Carioca e da própria Supercopa, além de ter protagonizado a final da Copa Intercontinental contra o Paris Saint-Germain (PSG).
Em entrevista na zona mista após a partida, Rossi enfatizou o orgulho de defender a meta rubro-negra. "O Flamengo é o maior time do Brasil, do Mundo. A gente está muito feliz de representar o Flamengo. Obviamente ninguém gosta de perder mais uma final, mas a final tem que ter um ganhador", ponderou o goleiro.
Ele utilizou o retrospecto recente como argumento para manter a confiança do grupo e da torcida. "Assim como a gente acabou conquistando muita coisa ano passado. Chegamos na final do Mundial com o PSG, ficamos na ponta de ter um título mundial", completou, referindo-se ao desempenho de alto nível que a equipe manteve nos últimos meses.
Ao analisar o contexto da derrota para do Corinthians, Rossi minimizou o impacto a longo prazo e comparou com o cenário da temporada passada, quando o clube iniciou o ano vencendo a Supercopa. Ele parabenizou o adversário pela consistência na Copa do Brasil, mas lembrou que o Flamengo foi soberano em duas das principais competições do continente.
"O ano recém começa. O ano passado a gente começou ganhando a Supercopa e esse ano aqui perdemos, mas quem está aqui foi campeão... Acontece. Ninguém gosta de perder. Não pode abaixar a cabeça", afirmou o arqueiro titular do Flamengo.