Futebol
Eita! Ex-Flamengo é visto em briga' com torcedores do Corinthians; veja vídeo
01 Fev 2026 | 17:16
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19 Jun 2024 | 12:38 |
O Flamengo está cada dia mais próximo de tirar do papel o sonho do estádio próprio. Por isso, o debate acerca da SAF cresce a cada dia. Para o presidente Rodolfo Landim, a realização passa diretamente pela venda de uma parte do clube. No entanto, o assunto tornou-se alvo de preocupação nos corredores da Gávea.
Se Landim é totalmente favorável ao projeto, oposição e até aliados se movimentam contra. Alguns veem com "zero chance" de passar, pois a maioria não concorda. Grupos de conselheiros fizeram uma proposta de emenda "para evitar insegurança jurídica no eventual processo de modificação" do Flamengo nesse tema. Eles já conseguiram mais de 50 assinaturas necessárias.
Mas o que jám se sabe sobre o assunto? Por que Landim quer a SAF?
Rodolfo Landim não esconde ser favorável à SAF. Ele, porém, quer em moldes diferentes das existentes no futebol brasileiro atualmente. O presidente tem se apoiado à ideia de que uma eventual venda de 25% de uma SAF rubro-negra com controle da associação permitiria que o clube erguesse o estádio próprio sem perder a competitividade no futebol e/ou aumentar a dívida com empréstimos.
O mandatário conversou com possíveis investidores de fora do Brasil. Ele afirma ter empresas interessadas. O modelo do Bayern de Munique é visto hoje como o ideal. O modelo de SAF proposto também não permitiria que sócios-proprietários vendessem seus títulos como se fossem ações da empresa.
Landim teria participação na SAF?
O atual presidente do Flamengo afirma que, se necessário, assinaria um documento comprometendo-se a não ser CEO da eventual empresa. Ele, no entanto, quer seguir no clube e anunciou que é pré-candidato à presidência do Conselho Deliberativo.
A SAF teria controle no futebol?
Rodolfo Landim descarta qualquer cessão do controle do futebol que continuaria com o clube: "Claro que não", disse ao portal UOL, em dezembro de 2023.
O que dizem os possíveis candidatos?
Os candidatos da próxima eleição ainda não estão todos definidos, mas há três nomes despontando: Rodrigo Dunshee, apoiado por Landim, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e Maurício Gomes de Mattos. Os três se manifestaram contrários a uma possível SAF no clube.
A maioria dos grupos políticos do Flamengo são contra a ideia da SAF. Landim já abriu o clube para palestras, fez estudos e visitou clubes europeus que podem ser modelo no assunto.
Quanto custaria um estádio?
A projeção atual da diretoria é que, entre terreno e construção, o Flamengo gastaria cerca de R$ 2 bilhões. Landim acredita que construir essa arena com recursos que não sejam obtidos a partir de uma SAF poderia levar o clube ao descrédito.
Por que não poderia ser feito um projeto de estádio com uma empresa separada?
"Se fizéssemos uma empresa separada no estádio, o que acontece com essa empresa? Todo resultado econômico que esta empresa viesse a ter seria dividido entre o Flamengo e esse sócio. Um sócio que quisesse entrar no estádio, certamente entraria no estádio para ganhar dinheiro e para dividir o resultado econômico com o Flamengo. Já um sócio para participar de uma SAF, o que nós vimos no exemplo do Bayern de Munique, são empresas que têm interesse estratégico de estar naquilo. Desde que foi criada a SAF do Bayern, continua controlada pelo clube e tem três sócios", disse Landim.
Como seria a votação da SAF?
Esse é um tema que gera dúvida até entre os conselheiros. Para alguns, precisaria de maioria simples na Assembleia Geral (isto é, o conjunto dos associados com direito de voto). Outros acreditam que seria uma maioria simples somente no Conselho Deliberativo.
O que diz parecer da oposição?
A proposta de março deste ano sugere que o Conselho Deliberativo tenha a possibilidade de adequar o estatuto e criar regras mais rígidas para a aprovação de uma SAF, que precisaria ser votada na Assembleia Geral, com quóruns qualificados de deliberação e votação para aprovação.
O documento quer incluir que dirigentes eleitos e nomeados da associação que ocupem cargos no clube nos 36 meses precedentes à aprovação da SAF e constituição estejam impedidos de assumir quaisquer cargos de direção ou administração da nova sociedade por um período de seis anos.
Com relação aos quóruns, a decisão na Assembleia Geral seria aprovada por decisão de dois terços dos associados presentes. No entanto, seria necessária uma presença mínima de 60% da totalidade dos membros da assembleia geral.
A votação no Deliberativo só poderia ser aprovada por decisão de dois terços dos conselheiros presentes. Também haveria uma presença mínima de 60% dos membros do Conselho.
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".
Goleiro argentino relembra conquistas de 2025 e final contra o PSG para valorizar o elenco rubro-negro, pedindo foco imediato na reação da equipe
01 Fev 2026 | 20:00 |
Rossi adotou um discurso de exaltação ao elenco e à instituição Flamengo, mesmo após o revés sofrido na decisão da Supercopa do Brasil. Depois da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, ocorrida neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o arqueiro argentino evitou lamentações excessivas e fez questão de ressaltar a trajetória vitoriosa recente do clube, lembrando que a temporada de 2026 está apenas em sua fase inicial.
Para o camisa 1, o resultado adverso na capital federal não apaga o brilho das conquistas alcançadas no ano anterior. Em 2025, o Rubro-Negro viveu uma temporada mágica, levantando os troféus do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores, do Campeonato Carioca e da própria Supercopa, além de ter protagonizado a final da Copa Intercontinental contra o Paris Saint-Germain (PSG).
Em entrevista na zona mista após a partida, Rossi enfatizou o orgulho de defender a meta rubro-negra. "O Flamengo é o maior time do Brasil, do Mundo. A gente está muito feliz de representar o Flamengo. Obviamente ninguém gosta de perder mais uma final, mas a final tem que ter um ganhador", ponderou o goleiro.
Ele utilizou o retrospecto recente como argumento para manter a confiança do grupo e da torcida. "Assim como a gente acabou conquistando muita coisa ano passado. Chegamos na final do Mundial com o PSG, ficamos na ponta de ter um título mundial", completou, referindo-se ao desempenho de alto nível que a equipe manteve nos últimos meses.
Ao analisar o contexto da derrota para do Corinthians, Rossi minimizou o impacto a longo prazo e comparou com o cenário da temporada passada, quando o clube iniciou o ano vencendo a Supercopa. Ele parabenizou o adversário pela consistência na Copa do Brasil, mas lembrou que o Flamengo foi soberano em duas das principais competições do continente.
"O ano recém começa. O ano passado a gente começou ganhando a Supercopa e esse ano aqui perdemos, mas quem está aqui foi campeão... Acontece. Ninguém gosta de perder. Não pode abaixar a cabeça", afirmou o arqueiro titular do Flamengo.