Futebol
Com novidades, confira a provável escalação do Flamengo contra o Fluminense
24 Jan 2026 | 14:01
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10 Set 2024 | 11:43 |
Na última segunda-feira (9), Bap lançou sua candidatura à presidência do Flamengo e apresentou alguns nomes importantes de sua chapa. Entre eles, destaca-se Rodrigo Tostes, ex-vice de Finanças nas gestões Bandeira e Landim, que detalhou o projeto para a construção do novo estádio do Mengão e fez críticas ao planejamento da administração atual.
Tostes afirmou que o Flamengo tem a capacidade de gerar todas as receitas necessárias para financiar a construção do estádio. Ele acredita que processos mal-executados, como a relação com o sócio-torcedor, têm atrasado o crescimento do clube. O objetivo é aumentar a arrecadação em poucos anos.
“O dinheiro do estádio está dentro do Flamengo, trabalhando com eficiência, juntando marketing, financeiro, fazendo todos os produtos e projetos, gerir e gerir. Hoje você compra o sócio-torcedor, você vai no Maracanã, não tem uma fila para você. Vamos subir a rentabilidade do clube”, disse Tostes.
O ex-dirigente projetou que o Flamengo poderá alcançar um faturamento de 2 bilhões de reais entre três e cinco anos, representando um crescimento de 53,8% em relação aos R$ 1,3 bilhões arrecadados no último ano, que foi um recorde no futebol brasileiro. Ele enfatizou que essa meta pode ser alcançada sem comprometer o desempenho esportivo ou criar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
“Esse dinheiro está lá dentro, é com esse dinheiro que a gente vai subir a rentabilidade e o clube vai passar a faturar 2 bilhões em 3, 4, 5 anos. Hoje o Flamengo fatura 1 bilhão e 300 e só gera 150 milhões de caixa. Por quê? Porque aumentou as receitas e aumentou exponencialmente as despesas.”
“A gente vai construir como premissa a passada pelo Bap, sem comprometer a performance esportiva. E SAF de jeito nenhum, não precisa de SAF para fazer isso. Nós já estamos conversando com os melhores profissionais do mundo, empresas do mundo, batendo papo, ouvindo. O sentimento que eu tenho, alguém que saiu recentemente do Flamengo, é que o estádio vai ser uma grande oportunidade para começar a gerar mais caixa, melhores resultados e a gente ser mais eficiente com o nosso investimento”, comentou.
Tostes alfineta gestão Landim
Tostes também criticou a gestão atual de Landim, especialmente a ideia de vender os naming rights para financiar parte da obra do estádio. Embora a estimativa seja de que um acordo poderia render cerca de R$ 1 bilhão, Tostes acredita que o valor pode ser o dobro no futuro e que as chapas concorrentes nas eleições "não sabem fazer".
“O dinheiro do estádio não está no estádio, no naming rights, na venda de camarote… Isso tudo vai valer o dobro lá na frente, e eles vão vender agora. (…) Então esse dinheiro está dentro do clube. Só não pode contar para eles que eles não sabem fazer. As pessoas que estão aqui sabem fazer e por isso não vai ter SAF.”
Além disso, ele afirmou que o Flamengo "parou de cuidar de seus investimentos de forma correta" e que manter o faturamento na faixa de R$ 1,3 bilhão pode não ser suficiente para a construção do estádio, o que poderia levar à venda do clube.
“Se deixar lá com 1 bilhão e 300, vai precisar de SAF. Quem acha que 1 bilhão e 300 é o suficiente e já batendo no teto está enganado. A gente tem potencial para muito mais do que isso e para ser muito mais eficiente com a gestão de recursos dentro do clube”, finalizou Rodrigo Tostes.
Atacantes tiveram passagens marcantes com a camisa do Mengão e se tornaram ídolos enquanto o ex-dirigente era vice de futebol do clube
24 Jan 2026 | 15:00 |
Ao longo da história, o Flamengo contou com jogadores carismáticos e decisivos, muitos deles marcados por personalidades fortes fora de campo. Adriano Imperador e Gabigol, ídolos de gerações diferentes, entram nesse perfil. Para Marcos Braz, ex-dirigente do clube, ambos são atletas especiais, mas com temperamentos que exigem jogo de cintura na gestão.
Marcos Braz sobre Adriano e Gabigol, do Flamengo: "Fiquei mais tempo com o Gabriel..."
Em entrevista ao ge, Braz destacou que, apesar da fama de difícil, Gabigol sempre foi profissional no dia a dia: “O Gabigol nunca chegou atrasado a um treino, não me recordo. Treinava muito e era o último a sair. Talvez, para não ser injusto nessa comparação, o Gabriel seja o mais difícil pelo mundo atual, pela exposição que vivemos hoje. É o mundo da tecnologia, das filmagens, das redes sociais”, afirmou.
O ex-dirigente explicou ainda que o tempo de convivência influenciou sua percepção sobre o atacante: “Fiquei mais tempo com o Gabriel. É natural que o jogador dê mais trabalho quando você convive mais tempo com ele. Mas sempre tive facilidade na tratativa com esses profissionais”, completou.
Atualmente no Remo, Marcos Braz teve longa trajetória nos bastidores do Flamengo, atuando entre 2006 e 2024. Nesse período, acompanhou de perto dois momentos históricos: o protagonismo de Adriano na conquista do Campeonato Brasileiro e, anos depois, as campanhas continentais que culminaram em dois títulos da Libertadores com Gabigol como principal referência ofensiva.
Apesar do talento inquestionável, Adriano enfrentava dificuldades recorrentes com horários. Em sua última passagem pelo clube, em 2012, o atacante chegou a faltar a seis compromissos oficiais. Diante da reincidência, a diretoria optou pela rescisão contratual com o ídolo.
No caso de Gabigol, os episódios de maior desgaste estiveram ligados a posicionamentos públicos, declarações e comportamento nas redes sociais. O momento mais emblemático ocorreu quando o atacante foi flagrado com o uniforme do Corinthians, o que resultou na perda da braçadeira de capitão e da camisa 10.
Clube inglês endurece jogo sobre forma de pagamento e estuda multar o brasileiro por faltas aos treinos; Flamengo corre contra o tempo para fechar acordo
24 Jan 2026 | 14:56 |
A negociação entre Flamengo e West Ham pelo retorno de Lucas Paquetá atingiu um momento crítico e de tensão máxima. Apesar do desejo explícito do jogador em voltar ao Brasil, a diretoria do clube londrino mantém uma postura irredutível quanto às condições financeiras. A exigência é clara: a liberação só ocorrerá mediante o pagamento de 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões) em valor fixo, sem a inclusão de metas variáveis e, preferencialmente, com um cronograma de parcelamento curto.
Enquanto as diretorias tentam desenrolar o nó financeiro, a situação disciplinar do atleta se agrava na Inglaterra. Paquetá segue afastado das atividades com o elenco principal e não participa dos treinamentos. Nos bastidores do West Ham, a ausência deliberada já faz com que o clube cogite a aplicação de uma multa disciplinar pesada ao meio-campista.
O West Ham argumenta que já cedeu o suficiente ao reduzir o valor de mercado do atleta para viabilizar a transferência, movido principalmente pela forte pressão interna exercida por Paquetá. Contudo, os ingleses traçaram uma linha vermelha: não aceitarão condições consideradas desfavoráveis, rejeitando propostas que envolvam longos parcelamentos ou dependência de bônus por performance.
O jogador, por sua vez, parece ter esgotado suas cartadas para forçar uma saída imediata. O técnico Nuno Espírito Santo monitora o cenário, mas o brasileiro segue fora dos planos táticos enquanto a situação não se resolve. Paquetá não atua desde o dia 6 de janeiro, na derrota para o Nottingham Forest, e sequer será relacionado para o confronto deste sábado, contra o Sunderland.
O tempo tornou-se o maior adversário do Flamengo. Para que a transação seja concluída com sucesso, o acordo precisa ser selado impreterivelmente na próxima semana. O West Ham exige esse prazo para ter tempo hábil de ir ao mercado buscar uma peça de reposição antes do fechamento da janela de transferências europeia.
Atacante prioriza o Peixe em detrimento de Corinthians e Inter; empresários tentam resolver pendência de 4 milhões de euros com o Mais Querido
24 Jan 2026 | 14:35 |
Após um período de estagnação causado por divergências financeiras e modelos de negócio considerados inviáveis pela diretoria do Flamengo, as conversas voltaram a evoluir. O fator determinante para o "destravamento" do negócio foi a entrada direta do staff do Michael para solucionar uma pendência milionária, além da preferência pessoal do atleta motivada por contatos de peso.
O Flamengo, que detém os direitos do ponta, possui uma "pendência" com Michael avaliada em cerca de 4 milhões de euros (aproximadamente R$ 24 milhões). Inicialmente, o clube da Gávea propôs que o Santos assumisse metade desse valor (2 milhões de euros) para liberar o jogador, condição prontamente rejeitada pela cúpula santista.
Diante do impasse que ameaçava encerrar as tratativas, os representantes de Michael apresentaram uma nova solução. O staff do atleta prometeu ao Santos que resolverá a questão da dívida diretamente com o Flamengo, garantindo que o clube paulista não precise desembolsar "nada" referente a esses valores atrasados.
Essa manobra reacendeu o otimismo na Vila Belmiro. Com o obstáculo da dívida sendo tratado pelos empresários, o Santos formalizou uma proposta robusta ao jogador: um contrato válido por quatro anos, com vencimentos na casa de R$ 1 milhão mensais.
Michael é um nome cobiçado no mercado nacional, despertando o interesse de outros gigantes como Corinthians e Internacional. No entanto, o "Robozinho" sinalizou que sua prioridade é vestir a camisa do Santos. A escolha não é baseada apenas na proposta financeira, mas também em um forte apelo pessoal: o atacante recebeu ligações diretas de Neymar e Gabigol, que o convidaram para integrar o elenco santista
Com novidades, confira a provável escalação do Flamengo contra o Fluminense
24 Jan 2026 | 14:01
Dirigente do Corinthians admite abismo financeiro com Flamengo e cita Paquetá
24 Jan 2026 | 13:51
West Ham vence a terceira seguida sem Paquetá, que negocia com o Flamengo
24 Jan 2026 | 12:42