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Em busca do reconhecimento internacional, o jogador do Flamengo, Rossi, tem se destacado não só pela sua performance em campo, mas também pelo seu desejo de representar a seleção da Argentina. Em uma entrevista exclusiva, o atleta compartilhou suas expectativas e opiniões sobre uma possível convocação para o time nacional.
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2024 - Desde sua chegada ao Flamengo, Rossi tem sido uma peça fundamental na defesa do time, contribuindo para a série de jogos sem sofrer gols. Seu desempenho tem chamado a atenção não apenas dos torcedores, mas também dos observadores atentos da seleção argentina. Com um histórico de consistência e determinação, o jogador alimenta a esperança de ser convocado por Lionel Scaloni.
ESPERANÇA NO FIM DO TÚNEL
Em uma entrevista concedida hoje, Rossi expressou sua confiança em suas habilidades e o desejo de representar seu país em competições internacionais. "Ser convocado para a seleção argentina sempre foi um sonho para mim. Trabalho duro todos os dias para melhorar e mostrar meu valor não só no Flamengo, mas também para possíveis oportunidades na seleção", afirmou o jogador.
No entanto, Rossi também reconhece a competitividade e os desafios que enfrenta para alcançar seu objetivo. "A Argentina tem uma riqueza de talento e é sempre difícil garantir um lugar na equipe. Mas estou determinado a continuar me esforçando e acreditando que posso fazer parte desse grupo", destacou.
A discussão sobre a possível convocação de Rossi para a seleção argentina tem dividido opiniões entre os torcedores e especialistas do futebol. Enquanto alguns argumentam que o jogador merece uma chance devido ao seu desempenho consistente, outros acreditam que há jogadores mais experientes e renomados que devem ser priorizados.
Zagueiro do Flamengo acredita que lesões musculares em 2025 são naturais no processo de recuperação de atletas que enfrentaram problemas graves na temporada
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O Flamengo enfrenta um alto número de lesões em 2025, um problema que já havia afetado a equipe no ano passado. Com apenas três meses de temporada, o clube já soma 11 jogadores no departamento médico, antes mesmo do início do Brasileirão e da Libertadores. Apesar do histórico recente, o zagueiro Léo Ortiz minimizou a preocupação com as lesões durante a cerimônia do Cariocão, realizada na última quinta-feira (19).
Para o defensor, muitos dos jogadores que voltaram a se machucar em 2025 já tinham sofrido problemas semelhantes na temporada anterior, tornando comum a ocorrência de lesões musculares no processo de recuperação.
ORTIZ EXPLICA CONTEXTO DAS LESÕES
O jogador citou exemplos de atletas que passaram por situações delicadas e tiveram dificuldades na fase de retorno aos gramados. "Tem que colocar contextos em algumas lesões. A gente vinha com muitos jogadores voltando de cirurgias, como o Arrascaeta, que perdeu o final da temporada depois da Copa do Brasil. O Cebola também, que voltou de uma cirurgia difícil de tendão de Aquiles. Então, é normal que na readaptação tenha uma ou outra lesão muscular", explicou.
O defensor reforçou que esse tipo de problema faz parte do processo de recuperação e não deve ser tratado como um grande obstáculo. "Acho que estava tudo sob controle, era algo que poderia acontecer. Em alguns casos, não acontecem, mas é muito normal quando volta de uma lesão complicada, de muito tempo, ter essas mini lesões que são de adaptação da sequência de jogos", destacou Ortiz.
LESÕES ATRAPALHARAM O MAIS QUERIDO EM 2024
Apesar de minimizar a situação atual, Ortiz reconheceu que os problemas físicos comprometeram a campanha do CRF em 2024. Mesmo conquistando o título da Copa do Brasil, a equipe não conseguiu se manter na disputa das demais competições devido ao alto número de baixas no elenco. "Lógico que o Flamengo dá toda a logística para a gente, preparação não só coletiva, mas individual de cada um, seja no clube ou em casa. Que a gente possa minimizar essas lesões, isso nos atrapalhou um pouco ano passado e será primordial para brigarmos em todas as frentes esse ano", ressaltou.
O rubro-negro quer contratação de um volante e um meia para qualificar o elenco antes da competição da fifa, em junho e julho deste ano, visando o Super Mundial
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Pensando na disputa do Mundial de Clubes, entre junho e julho, o Flamengo já se movimenta no mercado para reforçar seu elenco. O clube carioca pretende contratar pelo menos dois jogadores para o setor de meio-campo: um volante e um camisa 10 para suprir a ausência de Arrascaeta, que enfrenta mais uma lesão.
JORGINHO É O PRINCIPAL ALVO PARA A POSIÇÃO DE VOLANTE
Segundo informações do canal "Paparazzo Rubro-Negro", o grande objetivo do clube é a contratação do volante Jorginho, do Arsenal. O diretor-técnico José Boto já deixou claro que o jogador é tratado como prioridade. O Mais Querido já demonstrou interesse ao atleta e aguarda o desfecho dos jogos do Arsenal contra o Real Madrid, pelas quartas de final da Liga dos Campeões, para avançar nas tratativas.
RESCISÃO ANTECIPADA PODE FACILITAR O NEGÓCIO
O contrato de Jorginho com o Arsenal tem validade até o fim de junho, o que poderia dificultar a chegada do volante ao Mengão. Para contar com o jogador no Mundial, o clube carioca precisaria que ele rescindisse seu vínculo com os ingleses antes do prazo final. Jorginho tem um bônus contratual previsto caso permaneça no Arsenal até o término do seu contrato. Esse fator pode influenciar as negociações, já que qualquer acerto antecipado precisaria compensar essa questão financeira. O Flamengo analisa a melhor forma de viabilizar a contratação sem comprometer seu orçamento.
Além do volante, o CRF também procura um meia versátil que possa atuar na função de Arrascaeta. A ideia é encontrar um jogador que também tenha capacidade de atuar recuado ou pelos lados, permitindo sua utilização ao lado do uruguaio quando ele estiver à disposição. Entre as opções analisadas, o nome de Andreas Pereira surge como possibilidade, mas não é tratado como primeira alternativa.
O jogador é visto internamente como um camisa 8 que pode atuar mais avançado, mas o clube deseja um atleta com características mais próximas de Arrascaeta. Caso não haja avanço em outras negociações, Andreas pode voltar a ser uma opção. Enquanto monitora o mercado, o Mengão segue focado na temporada. A equipe tem compromisso importante neste sábado (29), quando enfrenta o Internacional pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto entre os atuais campeões carioca e gaúcho será disputado no Maracanã, às 21h (horário de Brasília).
Treinador do Alvinegro reconhece superioridade de rivais, mas quer provar dentro de campo que pode surpreender na temporada atual
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Apesar de comandar o atual campeão brasileiro, Renato Paiva não coloca o Botafogo como principal candidato ao título do Campeonato Brasileiro de 2025. Em entrevista ao jornal português A Bola, o treinador admitiu que Flamengo e Palmeiras são as equipes mais fortes na disputa, principalmente pelo alto investimento e pela qualidade do elenco.
Segundo Paiva, o Flamengo conta com um grupo equilibrado, onde titulares e reservas possuem o mesmo nível técnico, enquanto o Palmeiras se reforçou com contratações importantes na última janela. No entanto, o técnico ressaltou que o futebol nem sempre segue a lógica e que o Botafogo buscará provar dentro de campo sua capacidade de superar os rivais.
TÉCNICO DO BOTAFOGO DESTACA QUALIDADE DO ELENCO
— Na teoria e no investimento, sim (Flamengo e Palmeiras são favoritos no Brasileirão), mas como a teoria muitas vezes é contrariada pela prática, nós queremos mostrar, na prática, que somos melhores que eles, se vamos conseguir ou não, já não sei. O Flamengo tem duas equipes, o treinador olha para o banco e tem 11 do mesmo nível, o Palmeiras contratou dois ótimos jogadores, Paulinho e Vítor Roque, mais o Lucas Evangelista — afirmou Renato Paiva ao jornal A Bola.
O comandante do Botafogo ressaltou que o desafio será enorme, mas mantém confiança na força da equipe para brigar de igual para igual contra os concorrentes mais bem estruturados financeiramente.
RENATO PAIVA RELEMBRA EXPERIÊNCIA NO BAHIA
Na mesma entrevista, Renato Paiva relembrou sua passagem pelo Bahia em 2023 e destacou que amadureceu como treinador desde então. Ele conquistou o título estadual, chegou às quartas de final da Copa do Brasil, mas enfrentou dificuldades no Campeonato Brasileiro, lutando contra o rebaixamento antes de deixar o clube.
— Sem dúvida. Depois da minha experiência no Bahia, onde acho que fizemos um bom trabalho – ganhamos um título (estadual), chegamos às quartas na Copa, quando fomos eliminados por pênaltis (pelo Grêmio), mas no Brasileirão, sim, sofremos mais –, sou um treinador muito mais preparado. Ainda que sejam realidades diferentes, peguei o Bahia numa reconstrução, vindo da Série B, ano zero do Grupo City, 25 novos jogadores. Agora chego ao Botafogo campeão brasileiro e da Libertadores, com plantel feito, apesar de entradas e saídas — completou o técnico.