Clube
16 Nov 2023 | 13:53 |
Em meio a um cenário de incertezas, o Flamengo emerge como protagonista de uma operação que poderá moldar o futuro do clube: a aquisição do terreno do Gasômetro para a construção de seu tão sonhado estádio próprio. A empreitada, embora intricada, não intimida a diretoria rubro-negra, que demonstra determinação e vontade para transformar esse anseio em realidade. Mauro Cezar, renomado jornalista esportivo, compartilhou suas análises sobre esse passo crucial do Flamengo em sua plataforma S1 Live. A mensagem é clara: o clube carioca está disposto a ir até o fim nessa empreitada, sinalizando um capítulo significativo na história do futebol brasileiro.
O terreno do Gasômetro, estrategicamente localizado, representa não apenas metros quadrados de concreto, mas sim o palco onde os sonhos rubro-negros poderão se materializar. A construção de um estádio próprio não é apenas uma manifestação de grandiosidade; é a concretização de um anseio profundo da torcida, que anseia por um espaço que seja verdadeiramente seu. O nível de importância atribuído a esse projeto transcende as linhas demarcatórias do campo de jogo. É um movimento que visa não apenas o fortalecimento estrutural do clube, mas também uma resposta às necessidades e anseios de uma torcida apaixonada. O estádio próprio não é um luxo, mas sim uma necessidade para proporcionar uma experiência mais íntima e acessível aos milhões de torcedores flamenguistas.
A expectativa da torcida é palpável, e a construção desse estádio é percebida como a materialização de um sonho coletivo. Mais do que um local para partidas de futebol, esse estádio representa um ponto de encontro, uma casa para os rubro-negros celebrarem suas vitórias e superarem derrotas juntos. A acessibilidade é uma palavra-chave nesse contexto, pois o Flamengo busca não apenas erguer paredes, mas derrubar barreiras que por muito tempo separaram a torcida de um espaço verdadeiramente seu.
A importância de um estádio próprio vai além das quatro linhas; é um investimento no relacionamento entre clube e torcedor. Ao ter um espaço exclusivo, o Flamengo proporciona não apenas uma atmosfera única nos jogos, mas também estabelece uma conexão mais estreita com seus adeptos. É a criação de um lar onde a paixão pelo time se transforma em experiências memoráveis. A torcida do Flamengo, conhecida por sua fidelidade inabalável, anseia por mais do que uma arquibancada; ela deseja um lugar onde cada cântico ecoe como um grito de pertencimento. A construção do estádio próprio é a resposta do clube a essa demanda, uma maneira de retribuir a devoção que os torcedores demonstram a cada partida.
Em meio às negociações complexas e aos desafios burocráticos, o Flamengo avança com determinação, guiado pela convicção de que o estádio próprio não é um luxo, mas sim um direito da torcida. Nesse percurso, o clube não apenas construirá um espaço físico, mas também fortalecerá os laços que unem a nação rubro-negra. O futuro do Flamengo está intrinsecamente ligado ao sucesso dessa empreitada. O terreno do Gasômetro não é apenas um local para erguer um estádio, mas sim o alicerce para os próximos capítulos gloriosos na história do clube. A expectativa é grande, e cada passo dado rumo a esse objetivo é uma afirmação do compromisso do Flamengo com sua torcida e com a construção de um legado que transcende as fronteiras do campo de jogo. O sonho do estádio próprio está mais próximo do que nunca, e a torcida rubro-negra aguarda ansiosamente para testemunhar a materialização desse capítulo tão aguardado.
Em clássico eletrizante no Maracanãzinho, Tricolor supera o líder da competição por 3 sets a 2 com grande atuação de Ariane e impõe a primeira derrota
11 Jan 2026 | 22:36 |
A hegemonia rubro-negra na atual temporada da Superliga Feminina de Vôlei chegou ao fim na noite deste último confronto. O Sesc-Flamengo, que ostentava uma sequência impecável de 12 vitórias em 12 jogos, conheceu sua primeira derrota diante do rival Fluminense. Em um clássico decidido nos detalhes e marcado por alternâncias de domínio, o Tricolor das Laranjeiras levou a melhor no tie-break, fechando a partida em 3 sets a 2.
A partida foi um teste de nervos para ambas as equipes, com destaques individuais brilhando de ambos os lados da rede. Enquanto Ariane comandou a pontuação pelo lado tricolor, o Flamengo contou com a força de Lorena e Simone Lee, mas não foi suficiente para manter a invencibilidade.
O primeiro set deu a impressão de que o líder manteria sua rotina de vitórias tranquilas. O Sesc Flamengo dominou as ações ofensivas, com Simone Lee e Tainara virando bolas importantes. Com um saque agressivo e poucos erros, a equipe de Bernardinho fechou a primeira parcial em 25 a 16, sem dar chances ao adversário.
No entanto, o panorama mudou drasticamente na segunda etapa. O Fluminense ajustou sua marcação e o bloqueio começou a funcionar, especialmente com a central Lara. Mais consistente e aproveitando os erros não forçados do Rubro-Negro, o time das Laranjeiras controlou o set. Com aces de Fabíola e Lara, o Tricolor empatou a partida ao vencer por 25 a 20.
O terceiro set foi o mais disputado do confronto, marcado por longos ralis e defesas espetaculares. As equipes se alternaram na liderança, mas a oposta Ariane foi decisiva na reta final. Com 25 a 22, o Fluminense virou o jogo para 2 sets a 1, colocando o Flamengo contra a parede.
Precisando vencer para sobreviver, o Sesc-Flamengo voltou para o quarto set com intensidade máxima. A equipe reencontrou o voleibol apresentado no início do jogo. Com Juju e Lorena dominando a rede e Simone Lee inspirada no saque, o Rubro-Negro atropelou, fechando em 25 a 14 e levando a decisão para o set desempate.
No tie-break, o nervosismo tomou conta, mas o Fluminense foi mais efetivo nos momentos cruciais. Ariane chamou a responsabilidade, abrindo vantagem logo no início com ataques potentes e bloqueios precisos. O Flamengo tentou reagir com Lorena, salvando match points, mas a vantagem construída pelo rival foi determinante.
O ponto final veio com drama. Após um ataque do Fluminense, o técnico Bernardinho pediu desafio de vídeo alegando invasão da linha dos três metros (zona de ataque). Após quase três minutos de tensão e análise da arbitragem, a infração não foi confirmada, decretando a vitória do Fluminense e a queda do último invicto da Superliga.
Líder invicto da competição, Rubro-Negro busca manter campanha perfeita diante do rival Tricolor, que tenta recuperação na tabela
10 Jan 2026 | 18:55 |
A rivalidade histórica do futebol carioca invade as quadras neste fim de semana. Sesc Flamengo e Fluminense protagonizam o clássico da 13ª rodada da Superliga Feminina de Vôlei neste domingo (11). O duelo está marcado para as 19h30 (horário de Brasília) e terá como palco o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
O confronto coloca frente a frente equipes com objetivos distintos na tabela de classificação e promete ser uma das principais atrações da rodada. Os torcedores que não puderem comparecer ao ginásio terão opções para acompanhar a partida: o jogo terá transmissão ao vivo na TV fechada pelo canal Sportv 2 e via internet pela plataforma de streaming VBTV.
O Sesc Flamengo chega para o clássico vivendo um momento iluminado. A equipe comandada pelo técnico Bernardinho é a única invicta na atual edição da Superliga. Com uma campanha irrepreensível até aqui, o time rubro-negro soma 33 pontos, fruto de vitórias em todas as 12 partidas disputadas.
O objetivo do time da Gávea é manter a hegemonia e ampliar a "gordura" na ponta da tabela. Atualmente, o Flamengo possui quatro pontos de vantagem sobre o Minas, que ocupa a vice-liderança. Um triunfo no clássico consolida ainda mais a equipe como a favorita ao título da fase classificatória.
Do outro lado da rede, o Fluminense entra em quadra pressionado por uma recuperação. O Tricolor das Laranjeiras ocupa a sexta colocação, com 19 pontos (oito vitórias e quatro derrotas), e luta para se manter confortável no G-8, zona que garante vaga nos playoffs. A pressão aumentou após a derrota inédita para o Maringá na rodada anterior, o que permitiu a aproximação dos paranaenses, que aparecem em sétimo com 18 pontos.
Atuação da pasta do Mengão no ano de 2025 trouxe evolução em processos e acordo com a última família do caso do incêndio no Ninho do Urubu
08 Jan 2026 | 08:55 |
O Relatório Anual de Atividades da Vice-Presidência Jurídica, divulgado na quarta-feira (07), aponta que o Flamengo obteve uma economia de R$ 26 milhões em processos judiciais. O documento é assinado por Flávio Willeman, vice-presidente jurídico, e Alexandre Rückert, diretor da área.
Em 2024, o clube mantinha uma provisão de R$ 95 milhões destinada a eventuais condenações judiciais. Ao fim de 2025, esse valor foi reduzido para R$ 69 milhões, refletindo o avanço na condução e encerramento de ações nas esferas trabalhista, cível e administrativa.
Entre os processos citados, o de maior valor envolvido foi uma ação trabalhista movida pelo ex-volante Rômulo, que atuou pelo clube entre 2005 e 2012 e hoje trabalha como empresário de atletas. O processo envolvia um pedido de pensão estimado em cerca de R$ 28 milhões, conforme cálculos apresentados pela diretoria jurídica. O jogador alegava incapacidade de exercer sua função após lesão sofrida em 2007, enquanto ainda atuava pelo Mais Querido.
O Flamengo chegou a ser condenado a pagar uma pensão ao ex-atleta até seus 75,5 anos, ou falecimento. Contudo, conseguiu reverter a condenação após comprovar que Rômulo seguiu ativo no futebol, tendo pendurado as chuteiras apenas em 2015, oito anos após a grave lesão que sofreu no joelho. Na terceira instância, o Rubro-Negro foi condenado a pagar R$ 66.487,55, valor muito inferior aos R$ 28 milhões inicialmente estimados.
A redução do valor provisionado indica que o clube passou a enfrentar menos disputas judiciais e, consequentemente, precisa reservar menos recursos do orçamento para cobrir possíveis condenações futuras. Na prática, isso abre margem para a realocação desses valores no balanço financeiro, fortalecendo outras áreas da gestão.
Os números também mostram uma diminuição expressiva no volume de ações. Ao fim de 2024, eram 873 processos em andamento. Em dezembro de 2025, esse total caiu para 628. As disputas envolvem, principalmente, questões trabalhistas, cobranças financeiras e conflitos administrativos.
Na carta aos sócios, a Vice-Presidência Jurídica listou outros resultados relevantes obtidos ao longo do último ano: