Futebol
12 Dez 2024 | 12:32 |
A temporada de 2024 do futebol brasileiro chegou ao fim, e mais uma vez o Maracanã reafirmou sua posição como o estádio mais utilizado do país. Com impressionantes 72 partidas realizadas ao longo do ano, o Templo Sagrado do futebol nacional foi o único estádio a ultrapassar a marca de 70 jogos. Entre os responsáveis por este feito, o Flamengo se destacou, contribuindo com quase metade dos confrontos realizados no local.
O Rubro-Negro mandou 35 partidas com o time profissional no Maracanã em 2024. Entre elas, cinco confrontos pela Copa do Brasil, cinco pela Libertadores, sete no Campeonato Carioca e 18 rodadas do Brasileirão. A única exceção foi o duelo contra o Criciúma, realizado no Mané Garrincha, em Brasília. Com um desempenho sólido no estádio, o Flamengo somou 25 vitórias, seis empates e apenas quatro derrotas, obtendo um aproveitamento de 77%, com 61 gols marcados e 22 sofridos.
OS PROBLEMAS NA MANUTENÇÃO
Além de sediar os jogos do Flamengo, o Maracanã foi a casa do Fluminense em 30 ocasiões ao longo do ano. Sócio na administração do estádio, o Tricolor Carioca também utilizou o local em partidas importantes de competições nacionais e internacionais. Outros clubes que mandaram jogos no Maracanã foram Vasco (3 jogos), Nova Iguaçu (2), Botafogo (1) e Madureira (1).
O MAIS QUERIDO LIDERA EM PROFISSIONALISMO
Com isso, o Flamengo encerrou o ano com um total de 41 partidas disputadas no Maracanã, incluindo clássicos e finais em que atuou como visitante. Essa marca reforça o papel central do estádio no calendário esportivo do Rio de Janeiro e do Brasil. Essa marca reforça o papel central do estádio no calendário esportivo do Rio de Janeiro e do Brasil.
Embora o Maracanã costume liderar a lista de estádios mais utilizados no país, a temporada de 2024 trouxe um diferencial significativo: a qualidade do gramado. Após anos de críticas e reclamações, o estado do campo foi amplamente elogiado, mesmo durante a reta final do ano, quando o número de jogos se intensificou.
Meia desfalca a equipe nesta quarta-feira devido a um edema muscular, com previsão de retorno para o confronto de volta em maio
29 Abr 2026 | 10:22 |
Flamengo oficializou, através de boletim médico divulgado nesta terça-feira (28), a ausência de Lucas Paquetá para o compromisso internacional desta semana. O meio-campista permanece sob os cuidados do Departamento Médico (DM) para tratar um edema na coxa esquerda. Embora houvesse uma expectativa interna de que o atleta pudesse ser relacionado, a comissão técnica e os profissionais de saúde optaram por uma estratégia conservadora.
A decisão fundamenta-se no quadro clínico atual somado ao elevado desgaste físico acumulado na temporada de 2026. O clube entende que a preservação imediata é necessária para evitar o agravamento da lesão, priorizando uma recuperação plena. Paquetá é considerado peça fundamental no esquema tático implementado por Leonardo Jardim, e sua ausência será suprida por ajustes no setor criativo da equipe.
A lesão de Lucas Paquetá não é classificada como grave, mas o Rubro-Negro tem aplicado um protocolo rigoroso de retorno gradual para todos os seus atletas. O planejamento atual projeta que o meia seja liberado para os treinamentos com bola já na próxima semana. Com isso, a tendência é que o camisa 20 esteja disponível para o confronto de volta entre Flamengo e Estudiantes, agendado para o dia 7 de maio.
Essa cautela reflete a política do clube de não acelerar processos fisiológicos em prol de resultados imediatos, visando a sustentabilidade do elenco ao longo das múltiplas competições do ano. A gestão de Jardim tem se destacado justamente pela capacidade de rodar o plantel sem perder a eficiência, o que confere ao departamento médico a tranquilidade necessária para conduzir o tratamento de Paquetá sem pressões externas.
Mesmo sem contar com Paquetá, o Flamengo chega ao confronto continental em um excelente momento técnico. O time lidera o Grupo A da Libertadores com seis pontos conquistados e defende uma invencibilidade de sete vitórias consecutivas. A ausência do meia deve ser compensada pela maior liberdade dada a Arrascaeta e a utilização de De La Cruz em uma função mais adiantada, mantendo o DNA ofensivo que se tornou marca registrada da equipe.
Entidade pressionou para conseguir que nova medida estivesse em vigor na Copa do Mundo devido a situação ocorrida com o cria do Mengão
29 Abr 2026 | 09:50 |
Um episódio recente envolvendo Vini Jr, cria do Flamengo, e Gianluca Prestianni na UEFA Champions League provocou uma mudança importante nas regras do futebol mundial. A FIFA aprovou, por unanimidade, uma nova punição para atitudes consideradas discriminatórias dentro de campo.
A principal novidade é direta: jogadores que cobrirem a boca durante discussões com adversários poderão ser expulsos imediatamente. A medida visa evitar que ofensas, especialmente de cunho racista, homofóbico ou discriminatório, sejam escondidas das câmeras e da arbitragem.
Vale destacar que o gesto não foi proibido em qualquer contexto. Atletas ainda podem cobrir a boca em conversas normais. No entanto, se o árbitro interpretar a situação como uma discussão ou possível ofensa, a punição será cartão vermelho direto.
A decisão tem como pano de fundo o caso envolvendo Vini Jr, que acusou Prestianni de racismo durante um bate-boca. O argentino, por sua vez, alegou ter usado um insulto homofóbico. Posteriormente, acabou punido com seis jogos de suspensão.
Além dessa nova regra, a FIFA também endureceu a postura contra protestos em campo: Jogadores ou membros de comissão técnica que abandonarem a partida em forma de protesto serão expulsos. Caso toda a equipe deixe o campo, será decretado W.O. automaticamente. Essa decisão foi influenciada por episódios recentes, como a polêmica final da Copa Africana de Nações, que teve confusão generalizada após decisões de arbitragem e chegou a ter desdobramentos jurídicos posteriores.
As novas regras mostram um posicionamento mais firme da FIFA no combate a comportamentos discriminatórios e antidesportivos. A entidade busca aumentar o controle dentro de campo e dar mais ferramentas para que árbitros ajam de forma imediata diante de situações graves. O caso envolvendo o cria do Flamengo, Vini Jr, mais uma vez, ganha relevância global ao servir como catalisador de mudanças estruturais no futebol, reforçando um debate que vai muito além das quatro linhas.
Mengão quer seguir com o destaque das categorias de base no clube, mas família do jogador vê com bons olhos uma saída do clube
29 Abr 2026 | 09:28 |
O Flamengo vive um momento delicado nos bastidores envolvendo uma de suas principais promessas. O atacante Ryan Roberto, de apenas 18 anos, está no centro de uma negociação que pode definir o rumo da carreira ainda em fase inicial.
O jovem entrou na mira do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, que apresentou uma proposta de 8 milhões de euros (cerca de R$ 46 milhões). Diante do interesse europeu, o Flamengo abriu conversas, com o diretor técnico José Boto liderando as tratativas.
Apesar do valor considerado alto para um atleta ainda em formação, a prioridade do clube carioca não é a venda imediata. Internamente, a ideia principal é renovar o contrato de Ryan Roberto e garantir a permanência da joia por mais tempo no elenco.
Caso a negociação avance, o plano do Shakhtar é claro: integrar o atacante diretamente ao elenco principal. No Flamengo, por outro lado, o jogador ainda atua majoritariamente no sub-20, embora já seja tratado como um dos maiores destaques da base.
Essa diferença de cenário pesa na decisão. Enquanto o clube europeu oferece um salto imediato para o futebol profissional, o Rubro-Negro tenta equilibrar o desenvolvimento do atleta com a valorização esportiva e financeira.
Ryan Roberto tem vínculo com o Flamengo até março de 2027. Recentemente, o clube adquiriu mais 20% dos direitos econômicos do jogador, passando a deter 70% do total. Os outros 30% pertencem ao Athletico Paranaense. Mesmo com esse movimento estratégico, o risco de saída existe, especialmente porque, sem renovação, o atleta poderá assinar um pré-contrato no futuro e deixar o clube sem retorno financeiro significativo.