Futebol
11 Fev 2024 | 11:43 |
Desde as suas primeiras passadas em um campo de futebol, Victor Hugo sempre soube que seu destino estava entrelaçado com as linhas brancas e gramado verde do esporte mais amado do mundo. Como muitos jovens talentosos, ele sonhava em alcançar o ápice de sua carreira, driblando adversários e marcando gols decisivos em estádios lotados. Entretanto, o caminho para a glória nem sempre é reto, e Victor Hugo logo descobriu que suas habilidades excepcionais o levariam por uma jornada cheia de desafios, decisões difíceis e oportunidades inesperadas.
O capítulo inicial desta história épica foi escrito quando Victor Hugo foi descoberto por olheiros talentosos, que rapidamente reconheceram seu potencial bruto. Sua técnica refinada e visão de jogo impressionaram a todos, e logo ele se viu fazendo parte de uma das melhores equipes juvenis do país. Sob os holofotes do sucesso precoce, muitos imaginavam que o jovem prodígio estava destinado a seguir os passos de ídolos lendários, conquistando troféus e fama mundial.
No entanto, como é comum no mundo do futebol, o destino muitas vezes tem outros planos. Quando Victor Hugo finalmente fez sua transição para o futebol profissional, ele descobriu que o cenário era muito mais complexo do que ele jamais imaginara. As demandas físicas e mentais do jogo aumentaram exponencialmente, e ele logo se viu lutando para encontrar seu lugar em meio a jogadores mais experientes e táticas mais elaboradas.
Uma das primeiras curvas na estrada veio quando o renomado técnico Tite, conhecido por sua visão estratégica e tato com os jogadores, decidiu dar uma oportunidade a Victor Hugo na equipe titular. No entanto, como Tite mais tarde admitiria publicamente, sua decisão de escalá-lo fora de posição provou ser um erro crítico. Em uma entrevista franca, o treinador expressou seu arrependimento, reconhecendo que havia prejudicado o jovem jogador ao colocá-lo em uma função inadequada.
"Eu prejudiquei o Victor Hugo", confessou Tite, com sinceridade. "Coloquei ele numa função que não é a dele. Por vezes queremos oportunizar os atletas, mas erramos. Ele é 10, 7 ou 11. Não é segundo jogador de meio de campo." Essas palavras ecoaram através do mundo do futebol, provocando discussões acaloradas e reflexões profundas sobre o papel dos treinadores na orientação e desenvolvimento de jovens talentos. Enquanto alguns criticavam Tite por seu erro de julgamento, outros elogiavam sua humildade em reconhecer o equívoco e assumir a responsabilidade por suas ações. No meio dessa controvérsia, Victor Hugo permanecia em silêncio, absorvendo as lições aprendidas e determinado a provar seu valor no campo.
À medida que a temporada avançava, Victor Hugo enfrentava novos desafios a cada jogo. Sua confiança foi abalada pelos comentários negativos da imprensa e pelos murmúrios dos torcedores descontentes. No entanto, ele encontrou forças para continuar seguindo em frente, alimentado pela crença inabalável em seu próprio potencial e pelo apoio inabalável de sua família e amigos.
Em um momento decisivo, durante um confronto crucial contra um rival formidável, Victor Hugo teve a oportunidade de redimir-se. Com o jogo empatado e o tempo se esgotando, ele recebeu a bola nos pés e lançou-se em um ataque ousado. Com movimentos rápidos e precisos, ele driblou os defensores adversários e chutou a bola em direção ao gol. Um silêncio tenso envolveu o estádio enquanto a bola voava em direção à rede. E então, um rugido ensurdecedor irrompeu das arquibancadas quando o gol foi marcado, selando a vitória da equipe de Victor Hugo.
Foi um momento de triunfo para o jovem jogador, mas também foi muito mais do que isso. Foi uma prova de sua resiliência, determinação e habilidade de superar adversidades. Foi a culminação de anos de trabalho árduo, sacrifício e dedicação incansável ao esporte que amava. E, acima de tudo, foi um lembrete poderoso de que, no mundo do futebol, as oportunidades perdidas podem ser transformadas em triunfos inesquecíveis. À medida que o sol se punha sobre o estádio lotado e os torcedores aplaudiam em êxtase, Victor Hugo ergueu os olhos para o céu escurecendo e sorriu. Sua jornada estava longe de terminar, mas, naquele momento, ele sabia que estava exatamente onde pertencia: no coração pulsante do jogo bonito, escrevendo sua própria história de sucesso, uma jogada de cada vez.
Mengão ofereceu o jogador ao Cruzeiro como parte de negócio por Kaio Jorge, mas o camisa 11 vem conseguindo mudar seu patamar no clube
11 Fev 2026 | 11:47 |
O cenário mudou completamente para Everton Cebolinha no Flamengo. Cotado como possível moeda de troca na tentativa de contratação de Kaio Jorge, do Cruzeiro, o atacante deu a volta por cima e voltou a ser homem de confiança do técnico Filipe Luís neste início de temporada. Após um período de baixa, Cebolinha recuperou espaço no elenco e tem sido decisivo nos primeiros compromissos do ano.
Entre julho e o início de novembro do ano passado, Everton Cebolinha teve poucas oportunidades no Flamengo. Em busca de mais minutagem, o atacante chegou a manifestar internamente o desejo de ser negociado. Na reta final de 2025, porém, o jogador voltou a ganhar importância. Ele teve boas atuações nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro e também na Copa Intercontinental, disputada no Catar.
Mesmo assim, com a virada do ano, a diretoria do Flamengo avançou nas tratativas por Kaio Jorge. O clube ofereceu 24 milhões de euros (cerca de R$ 155 milhões, na cotação de janeiro) e colocou Cebolinha à disposição na negociação. O atacante era visto com admiração pelo técnico Tite, então no Cruzeiro. Segundo o portal UOL, Everton Cebolinha não se opôs a uma possível transferência. No entanto, a raposa recusou a oferta e manteve Kaio Jorge no elenco, mesmo após o Mengão sinalizar aumento nos valores.
Com a permanência confirmada, restou ao atacante responder dentro de campo. E o atacante tem aproveitado as oportunidades com intensidade. Até o momento, são sete partidas disputadas em 2026, sendo quatro como titular. No triunfo por 2 a 1 sobre o Vitória, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro, Cebolinha marcou o segundo gol do Flamengo. O atacante também balançou as redes contra Sampaio Corrêa e Fluminense na atual temporada.
“Estou vivendo um momento muito bom desde o ano passado. Venho em uma crescente, estou confiante para jogar, as coisas estão dando certo. Sempre almejei isso desde que cheguei e estou colhendo os frutos do meu trabalho”, afirmou o camisa rubro-negro.
De volta ao protagonismo com Filipe Luís, Everton Cebolinha deixou de ser negociável neste momento. O atacante, de 29 anos, tem contrato com o Flamengo até dezembro de 2026 e ainda não foi procurado para renovar o vínculo. A partir do meio do ano, ele poderá assinar pré-contrato com outro clube, caso receba proposta e opte por não estender o acordo. Internamente, o Mengão avalia o jogador em cerca de 8 milhões de euros (aproximadamente R$ 49,2 milhões).
Cria completou sua centésima partida com o Manto Sagrado do Mengão no triunfo sobre o Vitória pela 3ª rodada do Brasileirão 2026
11 Fev 2026 | 11:19 |
Lucas Paquetá alcançou a marca de 100 jogos com a camisa do Flamengo no triunfo sobre o Vitória, nesta terça-feira (10), no Barradão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O meio-campista atingiu o número simbólico poucos dias após retornar ao clube como a contratação mais cara da história do futebol brasileiro.
Revelado nas categorias de base do Flamengo, Paquetá disputou 96 partidas em sua primeira passagem antes de ser negociado com o Milan, da Itália. Em 2026, o jogador voltou ao clube e entrou em campo nos confrontos contra Corinthians, Internacional, Sampaio Corrêa e Vitória, alcançando rapidamente o centésimo jogo após a reestreia.
O retorno de Lucas Paquetá foi tratado internamente como um movimento estratégico que reforça a força do Flamengo no mercado internacional. Para repatriar o meia, o clube acertou o pagamento de 42 milhões de euros (cerca de R$ 261 milhões na cotação da época) ao West Ham, após semanas de negociação. A vontade do jogador em vestir novamente o Manto Sagrado foi considerada determinante para o desfecho positivo da transferência. Desde que retornou, o novo camisa 20 já participou de quatro partidas.
Ao completar 100 jogos pelo Flamengo, Paquetá consolida uma trajetória marcada pela formação no clube, projeção no futebol europeu e retorno de grande repercussão. Na primeira passagem, o meia somou 18 gols e sete assistências com a camisa rubro-negra. A expectativa da comissão técnica e da torcida é que o jogador volte a exercer papel de protagonismo ao longo da temporada.
Nas redes sociais, o Flamengo publicou uma mensagem parabenizando Lucas Paquetá pelos 100 jogos com o Manto Sagrado. O clube também informou que o atleta receberá uma camisa personalizada em homenagem à marca histórica alcançada no Brasileirão.
Negociação conduzida pelo diretor José Boto com o Al Hilal no ano passado não avançou após aviso do empresário sobre desejo familiar do atleta
11 Fev 2026 | 11:07 |
Novos detalhes sobre uma movimentação de mercado do Flamengo em agosto de 2025 vieram à tona. O Rubro-Negro esteve perto de concretizar a contratação do atacante Marcos Leonardo, ex-Santos e atualmente no Al Hilal. Na ocasião, o diretor de futebol José Boto chegou a alinhar os termos de um acordo com o clube saudita após cerca de duas semanas de conversas intensas.
No entanto, a transferência que parecia encaminhada sofreu uma reviravolta decisiva nos bastidores, esfriando o interesse dos cariocas e encerrando as tratativas de forma definitiva, ao menos por parte da diretoria rubro-negra.
O ponto de inflexão na negociação ocorreu quando Fernando Brito, principal representante de Marcos Leonardo, entrou em contato com a diretoria rubro-negra. O agente comunicou a José Boto que, em caso de um retorno ao futebol brasileiro, a prioridade do jogador seria vestir a camisa do São Paulo. A escolha seria motivada por um desejo pessoal de realizar um sonho de seus familiares.
Diante dessa sinalização clara, o Flamengo optou por retirar o time de campo e não prosseguiu com novas investidas. Vale ressaltar que, internamente, a desistência não passou por um veto do técnico Filipe Luís. O treinador, à época, não se opôs à possível chegada do jogador. A informação sobre os bastidores foi divulgada inicialmente pelo jornalista Venê Casagrande.
Apesar de fontes ligadas ao futebol árabe e diversos veículos de imprensa terem reportado as negociações em 2025, a versão oficial de membros da diretoria do Flamengo caminha em outra direção. Fontes ligadas à cúpula rubro-negra negam que tenha havido contatos recentes ou avanços significativos pelo atleta.
A justificativa para o distanciamento envolve também questões financeiras e táticas. Além do alto custo que a operação envolveria, há o entendimento de que o perfil de jogo de Marcos Leonardo não se encaixa nas características de atacante desejadas pela comissão técnica de Filipe Luís para a montagem do elenco.