Futebol
26 Set 2024 | 12:34 |
Em competições de alto nível, a definição de uma partida nos pênaltis sempre carrega um peso significativo. Para muitos times, esse momento pode ser decisivo e provocar nervosismo em torcedores e jogadores. No entanto, quando se tem um goleiro especialista como Agustín Rossi, a tensão pode ser um pouco aliviada. Apesar de o objetivo principal ser decidir a partida durante os 90 minutos — ou até mesmo em prorrogação, caso haja —, a confiança no goleiro argentino em situações de penalidades não é um mero discurso.
A presença de Rossi inspira um sentimento de segurança em sua equipe. Em declarações recentes, a confiança depositada nele foi deixada clara: "Claro que não queremos ir para os pênaltis, mas se por acaso for, eu tenho plena confiança no Rossi". A frase resume o quanto ele é visto como um trunfo em momentos decisivos. Entretanto, esse tipo de cenário não depende só do goleiro. "Claro que os batedores também têm que ajudar, né?", completou, enfatizando que a responsabilidade é dividida entre quem está debaixo das traves e quem assume a tarefa de cobrar as penalidades.
FLAMENGO TEM ESPERANÇAS NA VIRADA
Essa confiança não é infundada. Agustín Rossi construiu uma sólida reputação em disputas por pênaltis, especialmente nos tempos em que defendia o Boca Juniors. Na Argentina, o arqueiro ficou conhecido como um dos melhores na posição, fazendo com que, em muitas partidas, as torcidas rivais já considerassem o cenário de penalidades um fator a ser temido quando Rossi estava presente. É por isso que, em jogos de mata-mata, a expectativa é de que o argentino mantenha o nível de atuação que fez sua fama.
A história de Rossi nos pênaltis é uma combinação de técnica e frieza. Durante sua passagem pelo Boca, ele acumulou uma sequência impressionante de defesas que garantiram vitórias importantes ao time argentino. Nos momentos em que a torcida xeneize entoava "VAMOS AGUSTÍN, VAMOS AGUSTÍN", não era apenas para dar força ao goleiro, mas sim uma expressão de confiança baseada em performances passadas. Esse tipo de apoio não surge do nada; é fruto de atuações decisivas que marcaram o nome de Rossi na história do clube.
A capacidade de Agustín em ler os movimentos dos batedores adversários é um dos seus diferenciais. Ele consegue, muitas vezes, antecipar para qual lado a bola será direcionada, e isso aumenta sua eficácia em defesas. Essa leitura não se dá apenas pela observação corporal do oponente, mas também por um estudo prévio dos principais cobradores das equipes rivais. Rossi se prepara intensamente para esses momentos e, por isso, é considerado um goleiro acima da média quando o assunto é decisão por penalidades.
Com mais de 62 mil vozes no Maracanã, o Rubro-Negro estabelece nova marca de audiência presencial no campeonato e consolida liderança isolada em média
20 Mar 2026 | 19:34 |
A vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Remo, ocorrida na última quinta-feira (19), não apenas garantiu três pontos importantes na tabela da sétima rodada do Campeonato Brasileiro, mas também entrou para a história desta edição. O Maracanã recebeu um total de 62.075 espectadores, estabelecendo o novo recorde de público da Série A em 2026.
Este novo número ultrapassa o recorde anterior, que também havia sido registrado no estádio carioca. Na segunda rodada da competição, durante o empate em 1 a 1 contra o Internacional, 56.421 torcedores estiveram presentes para recepcionar o atual campeão brasileiro de 2025.
Agora, com o triunfo sobre a equipe paraense, o clube eleva sua média de público para impressionantes 55.237 pessoas por partida, distanciando-se largamente de outros clubes nacionais. Vale lembrar que o Flamengo também obteve a maior média de público no ano anterior.
O abismo entre o engajamento da torcida flamenguista e o restante dos clubes é nítido nas estatísticas. Enquanto o Flamengo lidera com folga, o Bahia ocupa a segunda posição com média de 38.929 torcedores. Na sequência, o Fluminense registra 26.019, seguido de perto pelo Corinthians com 25.299.
O "Top 5" é encerrado pelo Coritiba, que em seu retorno à elite após dois anos, atrai 25.239 pessoas por jogo. Embora o recorde do Brasileirão pertença ao Maracanã, a maior marca do ano no Brasil ainda é do Mané Garrincha, onde 71.244 pessoas assistiram à final da Supercopa Rei entre Corinthians e Flamengo em fevereiro.
Mengão é a segunda equipe que mais vezes ganhou o Alvinegro em sua própria casa e está perto de empatar com o primeiro colocado
20 Mar 2026 | 18:15 |
O Flamengo entra em campo neste domingo, às 20h30 (horário de Brasília), com um objetivo especial diante do Corinthians: alcançar um feito histórico na Neo Química Arena. Caso vença o confronto válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro se tornará o clube que mais derrotou o time paulista em seu estádio.
Atualmente, o recorde pertence ao Palmeiras, que soma sete vitórias sobre o Corinthians na arena. O Flamengo aparece logo atrás, com seis triunfos, e pode igualar, e ultrapassar, essa marca caso conquiste mais um resultado positivo em São Paulo.
O histórico do confronto em Itaquera reforça a confiança rubro-negra. Em 16 jogos disputados no estádio, o Flamengo leva vantagem: são seis vitórias, contra cinco do Corinthians, além de cinco empates. No número de gols marcados, o domínio também é do time carioca, que balançou as redes 21 vezes, contra 16 do adversário.
Nos encontros mais recentes, o cenário segue positivo. Nos últimos dez confrontos entre as equipes, o Flamengo venceu cinco vezes, perdeu três e empatou duas. A vitória mais recente em Itaquera aconteceu no Brasileirão do ano passado, quando o time carioca venceu por 2 a 1, com gols de Arrascaeta e Luiz Araújo. Yuri Alberto marcou para o Corinthians.
O Flamengo também é responsável pela maior derrota do Corinthians na Neo Química Arena: o 5 a 1 aplicado em 2020, pelo Campeonato Brasileiro. O placar expressivo marcou a história do estádio e foi igualado apenas pelo Bahia, em 2023.
Além da busca pelo recorde, o Flamengo encara o duelo como oportunidade de “dar o troco” pela derrota na Supercopa, em janeiro deste ano, quando o Corinthians venceu por 2 a 0 e ficou com o título. A partida marcou a reestreia de Lucas Paquetá com a camisa do Mengão, após o meia se tornar a mais cara contratação da história do clube.
Após superar o Remo, o elenco rubro-negro se prepara para uma sequência decisiva contra Corinthians, Bragantino e Santos pelo cenário nacional
20 Mar 2026 | 18:06 |
Com o encerramento do confronto diante do Remo, o Flamengo, liderado pelo técnico Leonardo Jardim, redireciona seu foco para uma série de partidas consideradas cruciais. O calendário do futebol brasileiro não oferece pausas, exigindo que a comissão técnica utilize a profundidade do banco de reservas para manter a competitividade em alto nível.
O primeiro grande teste desta nova fase ocorre já no próximo domingo, dia 22 de março. O Rubro-Negro viaja até São Paulo para enfrentar o Corinthians no estádio de Itaquera, em um duelo frequentemente apelidado de "Encontro das Nações".
A partida está agendada para as 20h30 (horário de Brasília). O time da casa entra em campo sob forte pressão de sua torcida por resultados, enquanto o Flamengo busca consolidar sua filosofia de jogo sob o comando de Jardim. A transmissão exclusiva do embate será realizada pelo sistema de pay-per-view Premiere.
Dando continuidade à maratona como visitante, o "Mais Querido" se desloca para o interior paulista no dia 1º de abril, uma quarta-feira. O adversário será o Red Bull Bragantino, no Estádio Nabi Abi Chedid. Conhecido pelo estilo de jogo acelerado e pressão alta, o time de Bragança Paulista costuma impor dificuldades aos grandes clubes. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda marcou o horário oficial.
Para encerrar este ciclo de três jogos fundamentais, o Flamengo retorna aos seus domínios no domingo, dia 5 de abril. O adversário da vez é o Santos, em um dos clássicos interestaduais mais tradicionais do país. O palco será o Maracanã, onde a força das arquibancadas é vista como o diferencial para que Leonardo Jardim conquiste os três pontos e mantenha a equipe nas posições de vanguarda da tabela.