Futebol
01 Nov 2023 | 23:41 |
Na noite desta quarta-feira, em Brasília, o Santos conseguiu uma vitória fundamental diante do Flamengo. O jogo estava tenso e emocionante, com reviravoltas surpreendentes. No final, Joaquim protagonizou um momento memorável ao acertar um belo chute da intermediária, virando a partida a favor do Peixe. Com esse triunfo, o Santos ampliou sua vantagem em relação à zona de rebaixamento para cinco pontos, um alívio para a torcida que tem acompanhado um campeonato difícil.
Após o apito final, o técnico Marcelo Fernandes compartilhou suas impressões sobre a partida e a importância da vitória com os repórteres. Ele ressaltou a conversa motivacional que teve com seus jogadores no vestiário, enfatizando a necessidade de competitividade e intensidade para obter resultados positivos. "Eu falei no vestiário. Nossa equipe só conseguirá resultados se tiver a intensidade que está tendo e competir da forma como está competindo. Se não competir com intensidade, não venceremos. Foi assim contra o Inter. E o espelho para esta partida foi o jogo contra o Palmeiras. Sabíamos que íamos enfrentar uma grande equipe, ser pressionados, mas jogamos bem. Toda vez que demonstraram intensidade e vontade, conseguimos o resultado", afirmou o treinador.
Fernandes também explicou as razões por trás das substituições que realizou durante o jogo, relacionando-as ao desgaste que alguns jogadores têm enfrentado nos últimos dias. Nesta partida em particular, ele optou por poupar Lucas Lima e Dodô, demonstrando cuidado com a saúde e condição física de sua equipe. "Fizemos exames ontem e hoje na hora do almoço, pegamos os resultados às 16h. Estamos muito preocupados. Sofremos uma derrota em Porto Alegre (7 a 1 contra o Inter), foi muito difícil. Depois enfrentamos o Coritiba com campo molhado e o Corinthians com campo molhado. Os jogadores estavam muito sobrecarregados", explicou o treinador, evidenciando a preocupação com a saúde de seus atletas.
O técnico também compartilhou detalhes sobre sua estratégia tática inicial para o jogo. Ele mencionou que pediu a Tomás Rincon para atuar como um terceiro zagueiro, ao mesmo tempo em que tinha a flexibilidade de mudar para um sistema 4-4-2, com a capacidade de movimentar a equipe conforme as necessidades do momento. Segundo Fernandes, sua equipe terminou o primeiro tempo com um desempenho superior ao do adversário.
"Nossa intenção inicial era ter o Rincon como terceiro zagueiro. Fiz a preleção com ele nessa função, por dentro, para comandar ali atrás. Também tivemos a possibilidade de jogar no 4-4-2, com Nonato e Jean abertos nas laterais. Ficamos com dois zagueiros sobrando atrás e estávamos um pouco desorganizados. Então, fizemos uma mudança e viramos o primeiro tempo em melhor situação", explicou o técnico, demonstrando sua capacidade de adaptação durante a partida.
Em resumo, o Santos conquistou uma vitória crucial na partida contra o Flamengo, mantendo sua luta para se afastar da zona de rebaixamento. Marcelo Fernandes enfatizou a importância da intensidade e competitividade de sua equipe, além de compartilhar suas preocupações com o desgaste dos jogadores. A estratégia tática utilizada durante o jogo demonstra a capacidade do treinador de tomar decisões estratégicas em tempo real para obter os melhores resultados para sua equipe.
Com gol do Carrascal e atuação segura da equipe titular, Rubro-Negro supera o rival no Maracanã e conquista a primeira vitória na temporada
21 Jan 2026 | 23:41 |
Em uma noite de estreias e recuperação, o Flamengo venceu o Vasco por 1 a 0 nesta quarta-feira (21), no Maracanã, em duelo válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca. O gol da vitória foi marcado pelo meio-campista Carrascal, na etapa final, garantindo o primeiro triunfo do Rubro-Negro na competição. A partida marcou o retorno do elenco principal ao gramado, após um início de estadual com o time sub-20.
O confronto foi marcado pela intensidade das duas equipes, com chances claras de ambos os lados, mas a qualidade técnica do Flamengo e a expulsão do volante Barros, do Vasco, no início do segundo tempo, foram determinantes para o resultado.
A primeira etapa mostrou um Flamengo superior, com maior posse de bola (60%) e volume de jogo. O time comandado por Filipe Luís criou diversas oportunidades, parando em uma noite inspirada do goleiro Léo Jardim. Bruno Henrique, Cebolinha e Léo Pereira tiveram chances claras de abrir o placar, mas esbarraram nas defesas do arqueiro vascaíno.
Apesar da pressão, a melhor chance dos primeiros 45 minutos foi do Vasco. O atacante GB recebeu livre na área, driblou o goleiro Rossi, mas finalizou para fora. O placar zerado no intervalo não refletiu a movimentação da partida.
O cenário do jogo mudou logo no início da segunda etapa. Aos 4 minutos, o volante Barros, do Vasco, recebeu cartão vermelho direto após entrada dura em Carrascal, deixando o Cruzmaltino com um homem a menos. Com a vantagem numérica, o Flamengo aumentou a pressão.
A recompensa veio aos 23 minutos. Após cruzamento de Léo Pereira e corte parcial da zaga, a bola sobrou para Carrascal na entrada da área. O colombiano bateu de primeira, no cantinho, contando com um toque na trave antes de estufar as redes: 1 a 0.
Mesmo com a vantagem, o Flamengo seguiu criando. Pedro, que entrou no intervalo, e Samuel Lino tiveram chances de ampliar, mas novamente pararam em Léo Jardim ou na falta de pontaria. O Vasco tentou reagir com as entradas de Coutinho e David, mas não teve forças para buscar o empate.
Boto rompe o silêncio sobre a negociação, destaca desejo mútuo entre as partes e detalha a complexidade da operação; apuração revela acordo financeiro
21 Jan 2026 | 22:09 |
O diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, quebrou o silêncio e abordou de forma definitiva a novela envolvendo a contratação de Lucas Paquetá. Em declaração contundente, o dirigente classificou a operação como extremamente complexa, embora tenha reconhecido que houve progressos importantes nas tratativas com o West Ham. O principal obstáculo para o desfecho feliz, no entanto, continua sendo a engenharia financeira necessária para tirar o meia da Premier League.
Boto fez questão de alinhar as expectativas da torcida, ressaltando que, embora exista uma vontade clara do atleta em retornar e do clube em contratá-lo, a negociação depende de uma terceira ponta, o clube inglês, que ainda demonstra resistência em liberar um de seus principais ativos.
Ao comentar o caso, o dirigente afirmou que esta seria a "primeira e última vez" que falaria publicamente sobre o tema enquanto as conversas estivessem em andamento. Boto foi transparente ao citar a dificuldade de convencer os ingleses.
“Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil. São valores e um jogador de um patamar muito grande. Temos que ter paciência ao negociar com o West Ham”, explicou o diretor.
Ele também defendeu a estratégia do Flamengo quanto ao modelo de negócio, rebatendo críticas sobre a necessidade de parcelamento. “Não é exclusivo o clube brasileiro pagar parcelado. Todos os clubes do mundo pagam parcelado. [...] O principal entrave é financeiro. São verbas altas, que já baixamos significativamente”, completou Boto, reafirmando ser um "otimista por natureza".
Para além das falas oficiais, a reportagem apurou os detalhes que travam a assinatura do contrato. O ponto central da discórdia não é mais o valor total, mas sim a forma como o dinheiro chegará a Londres. O West Ham exige o montante de 40 milhões de euros (fixos), sem a inclusão de metas variáveis e, preferencialmente, com pagamento à vista.
O Flamengo, por sua vez, deu um passo importante ao concordar com o valor de 40 milhões de euros, o que representa o maior avanço nas conversas até agora. Contudo, a proposta rubro-negra envolve o pagamento desse montante de forma parcelada, diluindo parte da quantia em bônus e metas consideradas acessíveis para atingir o total exigido. Com o "sim" do Flamengo para o preço final já garantido, as discussões agora se concentram exclusivamente no cronograma de desembolso.
Pressionado pela classificação no Carioca, Rubro-Negro altera planejamento, encerra ciclo do Sub-20 e manda força máxima a campo sob o comando de Filipe Luís
21 Jan 2026 | 20:20 |
O Flamengo está escalado e vai com força máxima para o "Clássico dos Milhões" desta quarta-feira (21). A partida contra o Vasco, válida pela terceira rodada do Campeonato Carioca, marca a estreia oficial do elenco principal na temporada 2026. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, e a equipe rubro-negra terá, pela primeira vez no ano, o técnico Filipe Luís à beira do gramado no lugar de Bruno Pivetti.
Para buscar a primeira vitória no ano, o Flamengo entra em campo com uma formação agressiva. O time titular confirmado para o duelo conta com: Rossi; Emerson Royal, Léo Pereira, Vitão e Daniel Sales; Pulgar, Evertton Araújo Carrascal; Cebolinha, Plata e Bruno Henrique.
A alteração no planejamento foi selada após uma reunião realizada na tarde de terça-feira (20), no CT George Helal (Ninho do Urubu). O encontro contou com a presença do presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap), do diretor executivo de futebol José Boto e do próprio treinador Filipe Luís. Em comunicado, o clube confirmou que seria representado pelo elenco profissional.
O motivo da mudança é a situação delicada do Flamengo na tabela. Inicialmente, a ideia era dar rodagem aos jovens, mas os resultados não vieram: em três jogos com o time de juniores, o Rubro-Negro somou duas derrotas e um empate.
O desempenho deixou a equipe na lanterna do Grupo B, flertando perigosamente com o quadrangular do rebaixamento da Taça Guanabara. Diante do risco de um vexame histórico, a diretoria agiu rápido para "mudar a rota" e garantir os três pontos contra o rival.
Bap justifica força máxima contra o Vasco e nega interferência na escalação do Flamengo
21 Jan 2026 | 17:43