Futebol
Com Fluminense na jogada, Cebolinha toma decisão sobre futuro no Flamengo
10 Jan 2026 | 20:41
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16 Abr 2025 | 06:32 |
A Polícia Federal (PF) indiciou, na última segunda-feira (14/4), o atacante do Flamengo Bruno Henrique e outras dez pessoas por envolvimento em um esquema de fraude em competições esportivas. A informação foi divulgada pelo portal " Metrópoles".
Durante a investigação, a PF encontrou no celular de Wander Nunes Pinto Júnior, irmão do jogador, mensagens que, supostamente, colocam Bruno Henrique diretamente ligado ao esquema de apostas. De acordo com o portal, o atacante foi indiciado pelos crimes de estelionato e manipulação de resultado esportivo.
Segundo o portal GE, o mesmo teve acesso ao relatório da Polícia Federal e divulgou alguns prints das supostas conversas entre Bruno Henrique e seu irmão (imagem da capa da matéria).
Ao todo, foram analisadas 3.989 conversas do WhatsApp de Bruno Henrique e muitas delas teriam sido apagadas ou sem conteúdo. Isso, segundo os investigadores, pode indicar que o jogador tenha excluído parte das mensagens. No entanto, foi através do celular do irmão que os agentes conseguiram identificar possíveis diálogos comprometedores.
No relatório, há esta (imagem abaixo) conversa entre o jogador e Wander do dia 29 de agosto de 2023, dois meses antes da partida contra o Santos.
“O tio você está com 2 cartão no brasileiro?”
Em resposta, o atacante escreveu: “Sim”.
Wander segue: “Quando [o] pessoal mandar tomar o 3 liga nós hein kkkk”
Bruno Henrique responde: “Contra o Santos”.
Na sequência, Wander escreve: “Daqui quantas semanas?”
Bruno Henrique: “Olha aí no Google”
Wander: “29 de outubro”, “Será que você vai aguentar ficar até lá sem cartão kkkkkk”
Bruno Henrique: “Não vou reclamar”, “Só se eu entrar forte em alguém”
Wander então responde: “Boua já vou guardar o dinheiro investimento com sucesso”
Já no dia 7 de outubro, uma nova troca de mensagens entre os irmãos trata sobre o recebimento do cartão, de acordo com conclusão da polícia. No mesmo dia, o Flamengo enfrentou o Corinthians pela 26ª rodada do Brasileirão.
Bruno Henrique: O Juninho
Vc consegui fazer transferir Pix no valor alto da sua conta ?
Wander: Consigo BH
Qual valor?
Bruno Henrique: 10 conto
Wander: Consigo
Bruno Henrique: Me manda seu Pix aí
Vou te mandar os 10k
Wander: Fazer gol hein viado tá no meu cartola
Bruno Henrique: E vc transferir pro Pix que eu te mandar aí
Wander: (ele envia um número de CPF)
Bruno Henrique: Vc não pode ser
Temos nomes igual
Wander: Vai da ruim?
O que era?
Bruno Henrique: Vai
Negócio de aposta aqui
Wander: Uai da essa ideia aí que vou apostar aqui tô precisando de dinheiro kkkkkk
Pouco mais de um mês depois da partida entre Flamengo e Santos, no dia 9 de dezembro, a polícia encontrou outra conversa entre Bruno Henrique e Wander. O irmão do atacante do Flamengo diz "sabe a parada que você me deu ideia do Santos?" e alega que o dinheiro não havia sido pago. Em seguida, pede R$ 4 mil emprestados.
Bruno Henrique: Esse aqui pesado não dá pra vc não
Wander: Se eu ganhar 1 mil reais tá bom se for coisa certa
Bruno Henrique: Tem que ter 💰 10 k todo final de semana
Wander: Ah tá
Eu ia apostar agora tô precisando de mil
Ia apostar agora
Manda numa conta de terceiro e ele me manda
Bruno Henrique: To vendo aqui já
Vc não dá
Wander: Entendi
Carai viu
Meu olho até brilhou
kkkkkk
Dá pra tomar um cartão hoje não 👀👀👀👀
Bruno Henrique: Da não
Tenho 1 já
Wander: kkkkkkk
Deu certo conseguiu aí
Bruno Henrique: Deu
Lajinha
Wander: Boa kkkkkk
Só comemorar agora
Tá apostando vitória ou cartão algo assim
Bruno Henrique:Não é nada disso nao
Parada de cavalo
Wander: Ah tá
A conversa a seguir ocorreu no dia 16 de outubro de 2023, duas semanas antes da partida contra o Santos:
Wander: Fala tio bom ou não?
Bruno Henrique: Fala aí blz
Wander: Sim e você
Bruno Henrique: Blz
Wander: Tá com 2 de novo hein 👀👀
Quando for o 3 avisa eu kkkkk
Bruno Henrique: Caraca me chamou pra falar isso
Tá de brincadeira né
Voado
Viado
Wander: Claro que não viado
Já a conversa a seguir ocorreu no dia 31 de outubro, véspera da partida contra o Santos.
Além de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, foram indiciados Wander Nunes Pinto Júnior, irmão do atleta, Ludymilla Araújo Lima, esposa de Wander, e Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do jogador. Os três fizeram apostas.
Fernando Sampaio foi detido em Santa Catarina acusado de criar esquema fraudulento para simular venda de bilhetes da final de 2025 em Lima
10 Jan 2026 | 23:15 |
A Polícia Civil prendeu Fernando Sampaio, proprietário da agência de viagens Outsider Tours, sob acusação de estelionato contra torcedores do Flamengo. A operação trouxe à luz os bastidores de um esquema que frustrou o sonho de diversos rubro-negros que planejavam assistir in loco à final da Libertadores de 2025, em Lima. O empresário foi localizado e detido em um apartamento de alto padrão na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
As investigações apontam que Sampaio não apenas comercializou ingressos que não possuía em seu inventário, mas também desenvolveu um método técnico fraudulento para ludibriar os clientes. Utilizando logins e senhas de terceiros, ele simulava a validação das entradas no sistema oficial da Conmebol, dando uma falsa sensação de segurança aos compradores antes de desaparecer com o dinheiro.
O histórico de problemas envolvendo a Outsider Tours e a torcida do Flamengo não é recente. Fernando Sampaio já respondia a processos judiciais referentes aos transtornos logísticos ocorridos na final de 2022, quando diversos voos foram cancelados, impedindo torcedores de chegarem ao Equador. Desta vez, o golpe atingiu aqueles que buscavam ver a conquista do tetracampeonato continental.
De acordo com informações do portal g1 e da Polícia Civil, o inquérito se aprofundou no caso de quatro torcedores oriundos do estado do Pará. O grupo desembolsou a quantia de R$ 8,2 mil acreditando ter garantido pacotes para o duelo decisivo entre Flamengo e Palmeiras.
A fraude ocorreu com requintes de crueldade: no dia 28 de novembro, véspera da grande final, Sampaio enviou aos clientes um login e uma senha para acesso à plataforma de ingressos. O objetivo era que as vítimas "validassem" suas entradas. Contudo, a investigação descobriu que as credenciais pertenciam a uma terceira pessoa alheia ao negócio.
Grupo de pararemo, desligado junto com o campeão olímpico Isaquias Queiroz, afirma que a justificativa para o fim da modalidade foi a falta de interesse pessoal
10 Jan 2026 | 22:50 |
Uma grave acusação marcou os bastidores do esporte olímpico e paralímpico do Flamengo nesta semana. Atletas que integravam a equipe de remo paralímpico do clube, dispensados recentemente, responsabilizaram diretamente o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, pelo fim da modalidade na Gávea. Segundo os esportistas, o encerramento das atividades não teria ocorrido por questões financeiras, mas sim por uma decisão pessoal do dirigente em não manter esportes voltados para pessoas com deficiência na instituição.
A decisão de descontinuar o projeto afetou não apenas o quarteto do pararemo, formado por Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior, mas também resultou na saída de grandes nomes da canoagem, incluindo o multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz e outros três atletas: Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento.
Em entrevista à ESPN, os atletas detalharam como receberam a notícia do desligamento. O pararemo era a única modalidade adaptada ativa no clube. Embora existisse uma expectativa de redução na equipe, a extinção completa pegou o grupo de surpresa. A decisão teria sido tomada antes do Natal, mas oficializada publicamente apenas no dia 5 de janeiro.
Gessyca Guerra relatou uma reunião ocorrida no pátio do clube, onde a gerência teria descartado problemas de orçamento. "A gerente chegou, desmistificou o que seria oneração, que a questão financeira do Flamengo não era uma problemática. Mas que a questão era de acessibilidade e a reunião que teve com o presidente, (do Bap) falar que não quer nenhuma modalidade do Flamengo com pessoa com deficiência", declarou a atleta. Para ela, a atitude representa "exclusão" e falta de hombridade da gestão.
POSICIONAMENTO OFICIAL
Diante da repercussão negativa e das acusações de discriminação, o Flamengo optou pelo silêncio. Procurado pela reportagem do jornal Extra, o clube informou que não se manifestará além do que já foi divulgado. A instituição remete à nota oficial publicada no dia 5 de janeiro, na qual justificou os cortes alegando "questões estruturais" e finalizou com agradecimentos aos serviços prestados pelos pararetletas.
Rumores vindos da Europa apontavam que o craque argentino teria sido sugerido ao Rubro-Negro, mas apuração interna com a diretoria desmente qualquer contato
10 Jan 2026 | 22:15 |
A imprensa europeia ventilou a informação de que o atacante Paulo Dybala, atualmente na Roma, teria sido oferecido ao Flamengo como um possível reforço de peso para a temporada. A possibilidade de contar com o astro argentino agitou as redes sociais, mas a realidade nos bastidores da Gávea é diferente da especulação.
Apesar do burburinho gerado pelo suposto interesse e disponibilidade do atleta, fontes ligadas ao clube tratam a negociação como inexistente, frustrando a expectativa de quem sonhava com a contratação do campeão mundial.
Para esclarecer a situação, o setorista Paparazzo Rubro-Negro buscou informações diretas com a cúpula flamenguista. Segundo a apuração do jornalista, uma fonte da diretoria assegurou que não houve qualquer tipo de contato por parte do time italiano ou de agentes ligados a Dybala para oferecer o jogador ao Flamengo.
A posição do clube é clara: em nenhum momento o nome de Dybala foi colocado na mesa de negociações através de uma oferta oficial ou sondagem de intermediários. Diante disso, a apuração conclui que uma eventual chegada do meia-atacante ao Rio de Janeiro nesta janela de transferências está descartada, visto que não há sequer conversas iniciais em andamento.
O Flamengo não foi o único clube brasileiro envolvido nos rumores sobre o futuro de Dybala. Nesta sexta-feira (9), o nome do jogador também foi associado ao Grêmio. No entanto, a contratação do "medalhão" por equipes sul-americanas é vista como complexa.