Futebol
30 Ago 2024 | 11:50 |
Carlos Alcaraz, conhecido carinhosamente como "Charly", revelou em entrevista que esse apelido tem raízes em sua infância e não é uma tentativa de se diferenciar do tenista espanhol de mesmo nome. Ele explicou que "Charly" sempre foi o nome pelo qual foi chamado desde pequeno, tanto por familiares quanto por amigos, e que esse apelido é algo que ele aprecia e prefere ser chamado.
A escolha do nome "Charly" reflete uma conexão pessoal e emocional para o jogador, que se sente mais identificado com esse apelido. Não se trata apenas de uma questão de diferenciação pública ou midiática, mas sim de uma preferência genuína e enraizada em sua história pessoal. Alcaraz destacou que, ao longo de sua vida, "Charly" sempre foi o nome usado por aqueles próximos a ele, reforçando a importância e o significado desse apelido em seu cotidiano.
UM APELIDO OU UM "PEDIDO" CARINHOSO
“Prefiro que me chamem de Charly. Sempre fui chamado assim desde pequeno, e meus amigos também usam esse nome. Eu realmente gosto de ser chamado de Charly”,
Esse detalhe sobre o apelido de Alcaraz pode parecer simples, mas revela aspectos importantes sobre sua personalidade e a forma como ele se relaciona com seu círculo social. O uso de apelidos é comum em muitas culturas e, no caso de Alcaraz, "Charly" é uma parte essencial de sua identidade, que ele carrega consigo tanto dentro quanto fora de campo.
Ao adotar e expressar essa preferência, Alcaraz também humaniza sua figura pública, aproximando-se de seus fãs e do público em geral. Ele se apresenta como alguém que valoriza suas raízes e as pequenas coisas que fazem parte de sua trajetória, mostrando que, apesar do sucesso e da visibilidade, ele mantém a simplicidade e o carinho por aspectos de sua vida pessoal.
Mengão ficou no 1 a 1 com o Colorado diante no Maracanã pela 2ª rodada do Brasileirão e treinador não esconde insatisfação
05 Fev 2026 | 09:21 |
Após minimizar atuações nas derrotas para Fluminense, São Paulo e Corinthians, Filipe Luís adotou um tom mais crítico ao analisar o empate em 1 a 1 com o Internacional, nesta quarta-feira (04), no Maracanã. O treinador admitiu que o Flamengo teve desempenho abaixo do esperado e comparou a atuação ao triunfo por 1 a 0 sobre o Deportivo Táchira, pela Libertadores de 2025.
Filipe Luís sobre Flamengo x Internacional: "estivemos mais perto da derrota do que da vitória..."
“Reconheço o jogo ruim da equipe. Me lembrou muito o jogo contra o Táchira, na Libertadores do ano passado, esse vai e volta, algumas ações e pressões a destempo. Hoje ficou muito evidente que falta um pouco da parte física dos jogadores. Como eles ainda não estão na condição que eu espero e que estão acostumados, chegam atrasados na pressão, a bola escapa do pé, e isso também está ligado ao mental, a decisões erradas”, afirmou.
Filipe Luís também explicou como o desgaste físico acaba impactando diretamente o desempenho técnico e a tomada de decisões dentro de campo, mas acredita que a equipe será capaz de corrigir as falhas em um futuro próximo:
“Você cansa mais, pensa pior e toma decisões erradas. Pelo que eu conheço deles, ainda vai demorar um pouquinho, mas não tenho dúvidas de que estamos no caminho certo. Os jogadores estão melhorando, e vamos voltar. Esses aspectos serão corrigidos. As pressões vão encaixar, a linha vai subir junto e o timing será melhor. Hoje, vi meu time muito exposto, a ponto de dizer que estivemos mais perto da derrota do que da vitória”, completou.
Na última rodada da fase de grupos da Libertadores de 2025, o Flamengo venceu o já eliminado Deportivo Táchira por apenas 1 a 0. Mesmo sem pretensões na competição, a equipe venezuelana criou chances claras de gol, incluindo uma oportunidade no último lance da partida, defendida de forma espetacular por Rossi com os pés. Um empate naquele confronto teria eliminado o Flamengo ainda na primeira fase.
Defensor não teria espaço com o técnico Filipe Luís e encontrou em equipe da MLS uma oportunidade de ter mais tempo de jogo
05 Fev 2026 | 09:07 |
O Flamengo encaminhou a saída do zagueiro Iago para o Orlando City, dos Estados Unidos. O defensor de 20 anos integrou o grupo que iniciou o Campeonato Carioca, mas não vinha recebendo oportunidades na equipe principal ao longo da temporada.
O acordo foi fechado na última segunda-feira e restam apenas trâmites burocráticos para a conclusão da transferência. A venda foi acertada por 1,4 milhão de dólares, valor equivalente a cerca de R$ 7,3 milhões na cotação atual. O Flamengo detinha 60% dos direitos econômicos do atleta, enquanto o Volta Redonda possuía os outros 40%. O clube rubro-negro ainda manterá um percentual visando lucro em uma futura negociação.
O vínculo de Iago com o Flamengo era válido até o fim do ano. Nos últimos meses, o jogador chegou a receber proposta de renovação, mas a ausência de oportunidades no time profissional pesou na decisão pela saída. Após estourar a idade do sub-20, o zagueiro passou a integrar de forma definitiva o elenco comandado por Filipe Luís em meados de 2025, sem, contudo, conseguir sequência.
A proposta do Orlando City chegou ao Flamengo ainda em janeiro, mas o clube aguardava o aval do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, para avançar nas negociações. Com passagens por seleções de base, Iago despertou o interesse de equipes do Brasil e do exterior, com sondagens vindas do futebol europeu e também da Arábia Saudita.
Capitão da geração que conquistou a Libertadores e o Mundial sub-20, Iago teve papel decisivo nas campanhas vitoriosas. Ele marcou o gol de empate na final do Mundial contra o Barcelona, no Maracanã, e também balançou as redes na estreia do Flamengo no Campeonato Carioca deste ano.
Iago chegou ao Flamengo em 2021, inicialmente para integrar o sub-17, após se destacar pelo Volta Redonda, clube que pode ter sido seu último adversário antes da despedida. No time profissional, o zagueiro somou apenas quatro partidas com a camisa rubro-negra.
Meia teve atuação discreta no reencontro com a torcida no Maracanã e admitiu frustração nas redes sociais; treinador minimiza desempenho abaixo do esperado
05 Fev 2026 | 00:20 |
Após o empate em 1 a 1 entre Flamengo e Internacional nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro, Lucas Paquetá utilizou suas redes sociais para lamentar o início turbulento de sua segunda passagem pelo clube. O camisa 20, que foi titular mas acabou substituído no segundo tempo, ouviu vaias da torcida direcionadas ao time após o apito final e reconheceu que o desempenho coletivo e individual ficou aquém do esperado.
Desde que retornou ao Rubro-Negro sob enorme expectativa, o "Garoto do Ninho" participou de duas partidas, a derrota na Supercopa e o empate no Brasileirão, e ainda busca sua melhor forma para ajudar a equipe a reencontrar o caminho das vitórias.
Em publicação realizada logo após a partida, Paquetá adotou um tom sincero. O jogador agradeceu a festa feita pela Nação em sua volta ao estádio, que teve até um belo mosaico, mas não escondeu a insatisfação com os resultados recentes.
"Longe de ser o início que eu imaginava com essa camisa. Queria agradecer a todos pelo apoio e carinho a minha volta ao Maracanã! É sempre único vestir essa camisa! Trocaria qualquer coisa pela vitória! Precisamos melhorar e vamos trabalhar muito pra voltar a vencer! Contamos com vocês, Nação! Grato a Deus, sempre", escreveu o atleta.
Se o jogador se mostrou autocrítico, o técnico Filipe Luís tratou de blindar seu reforço. Em entrevista coletiva, o comandante minimizou a atuação abaixo da média e pediu tempo para que Paquetá atinja o ápice físico. O treinador destacou a polivalência do atleta, ressaltando que ele pode ser utilizado em diversas funções do setor ofensivo.
"Ele pode jogar em todas as posições do ataque. Ele encaixa muito bem nessa posição (lado direito), tem muita chegada na área, profundidade, domina bem entre linhas, gira, tem gol... Mas isso não quer dizer que ele só vai jogar ali. O mais importante é que ele é muito determinante. Mesmo não estando na melhor forma física, ele é um jogador que faz a diferença", analisou Filipe Luís.