Soccer
Jogador do Santos volta a falar sobre interesse do Flamengo: "Fez uma proposta..."
08 Abr 2026 | 14:56
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16 Ago 2024 | 09:15 |
A judicial battle for Gasologista land, sold at auction by Flamengo for construction from your stadium, is far from over. The Union requested that the process be reversed to the Federal Court, alleging that the expropriation carried out by the city of Rio de Janeiro created a loss of more than R$1 billion to the Severance Indemnity Fund (FGTS), the sole shareholder of the Employment Fund. Porto Maravilha Real Estate Investment (FII PM), managed by Caixa Econômica Federal (CEF).
Caixa estimates a loss of R$1.084 billion with the expropriation. The bank estimates a value of R$240.5 million for the Gasometer land and R$843.3 million for the use of Cepacs (certificates of additional construction potential) that the City Hall had assigned to the land. The information is from the portal 'Mundo Rubro-Negro'
“Masterplan expected the consumption of up to 602 thousand Cepacs in the Gasometer, which at the average unit value of R$ 1,400.83, represents R$ 843, 3 million. Thus, the potential impact of the expropriation is R$1.084 billion, without considering the amount that the FII Porto Maravilha will receive as compensation for the expropriation. In this sense, the expropriation promoted has direct repercussions on the FGTS and in relation to all Brazilian workers linked to the aforementioned fund”, stated the General Attorney's Office of the Union in the petition it filed in the expropriation process, which is taking place in the State Court.
In the calculation, Caixa does not count on the R$ 138.2 million deposited in court by Flamengo for the city hall to pay the expropriation to the Bank. After a response made by CEF, the State Court ordered an inspection to be carried out on the land to assess a fair value for it. The deadline for completion is 15 days. Flamengo approved a bond insurance if you have to pay more than stipulated in the auction notice if the price is changed by the judiciary.
Despite the uncertainty, Flamengo and City Hall must sign this Friday (16) the promise of purchase and sale, which marks the beginning of the 18 months, foreseen in the auction notice, for the presentation of the executive project of the stadium, by the Club. To do this, an assessment will have to be made on the contamination of the land, which for years housed the Gasometer while it was still active, which made the soil in the area harmful to health without decontamination.
City Hall denies loss to Caixa
In leaked audio of Eduardo Paes in conversation with Flamengo partners, including former President Eduardo Bandeira de Mello, the Mayor guarantees that he did not cause any losses to the FII PM and even accused Caixa of fraud for artificially increasing the price of the land and making the sale unfeasible.
“I hope Caixa Econômica doesn't try to lie, because this mayor here isn't stupid or anything. And we have several purchase and sale contracts for the real estate fund at value. Caixa negotiated the land and CEPAC for the private sector, to try to sell it to build buildings. And then, the CEPAC price of the property was very balanced. The square meter of land there was very balanced. Soon, when Flamengo's story begins, Caixa throws the price per square meter to the moon, and lowers the price of CEPAC. They were the ones committing fraud. They were transforming an artificial square meter number there to try to overvalue and make Flamengo's purchase of the land unfeasible”, stated the mayor.
Caixa alleges misuse of purpose in the expropriation and requests that the auction be annulled. The process is now taking place in two actions, one in the Public Finance Court of the State Court and the other in the 2nd Court of the Federal Court. The dispute is expected to reach the Superior Court of Justice (STJ).
Atacante balançou as redes no segundo tempo para garantir o triunfo rubro-negro por 2 a 0 em território peruano; VAR foi protagonista ao anular gol
08 Abr 2026 | 23:26 |
Flamengo iniciou sua caminhada na Conmebol Libertadores 2026 com um resultado fundamental fora de casa. Na noite desta quarta-feira (08), a equipe comandada por Leonardo Jardim venceu o Cusco FC por 1 a 0, no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, a 3.350 metros de altitude.
O herói da noite foi Bruno Henrique, que marcou de cabeça para selar a vitória em um confronto marcado pelo equilíbrio físico e por intervenções decisivas da arbitragem de vídeo. Mesmo com o ar rarefeito, o Rubro-Negro conseguiu controlar as ações na maior parte do tempo, suportando a pressão final dos peruanos e somando os primeiros três pontos no Grupo A da competição continental.
O primeiro tempo foi de domínio territorial do Flamengo. Adaptando-se rapidamente à velocidade da bola na altitude, o time carioca quase abriu o placar logo aos 4 minutos com Gonzalo Plata, que parou em grande defesa do goleiro Díaz. Lucas Paquetá, assumindo o protagonismo na criação, seguiu a estratégia de arriscar de longa distância.
O camisa 10 levou perigo em três oportunidades, obrigando Díaz a trabalhar em batidas colocadas. O Cusco, por sua vez, apostou em contra-ataques e teve sua melhor chance em chute forte de Silva, defendido com segurança por Rossi, mantendo o placar zerado até o intervalo.
O placar foi inaugurado aos 13 minutos do segundo tempo. Gonzalo Plata serviu Ayrton Lucas na ponta esquerda, que cruzou com precisão para Bruno Henrique testar firme no canto, sem chances para o goleiro. Pouco depois, o VAR tornou-se protagonista: o árbitro chegou a marcar um pênalti contra o Flamengo, mas voltou atrás ao constatar que a bola havia saído pela linha de fundo anteriormente.
Nos minutos finais, o técnico Alejandro Orfila promoveu mudanças que tornaram o Cusco muito mais agressivo. O Flamengo sentiu o desgaste físico e passou a sofrer com investidas de Tévez e Manzaneda. O goleiro Rossi e o volante Evertton Araújo foram fundamentais em bloqueios providenciais dentro da área.
Nos acréscimos, o Rubro-Negro ainda teve chances de ampliar e aos 46 minutos do segundo tempo, Arrascaeta, com muita insistência, conseguiu marcar de cabeça e superar o goleiro. Flamengo vence e estreou com o 'pé direito' em busca do penta.
Consórcio que administra o complexo esportivo profissionaliza a gestão de eventos para atrair turnês internacionais e ampliar a arrecadação financeira
08 Abr 2026 | 22:45 |
O Maracanã está prestes a consolidar sua posição como uma das principais arenas multiuso do mundo. Sob a administração da dupla Flamengo e Fluminense, o complexo esportivo deve oficializar, ainda no mês de abril, uma parceria estratégica com a promotora de eventos 30e.
O objetivo do acordo é terceirizar a gestão e a comercialização de grandes espetáculos, seguindo um modelo de sucesso já implementado pela empresa no Allianz Parque, em São Paulo. A iniciativa reflete uma mudança na mentalidade do consórcio gestor, que foca na rentabilização do estádio em períodos de vacância do calendário esportivo.
A informação, antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, aponta para uma profissionalização das áreas não ligadas ao futebol para garantir um fluxo constante de receitas e entretenimento de alto nível na capital carioca.
Com a chegada da 30e, o cronograma de eventos do Maracanã passará por uma reformulação profunda para acomodar turnês de escala internacional sem prejudicar a integridade do gramado ou o calendário de jogos oficiais.
A meta é utilizar a infraestrutura modernizada e o peso histórico do estádio para atrair artistas globais que buscam um palco de referência na América do Sul. A expectativa é que o faturamento gerado por essa nova gestão de entretenimento comece a impactar os cofres de Flamengo e Fluminense já na segunda metade deste ano, transformando o complexo em um ativo financeiro ainda mais robusto para os clubes.
O contrato em fase de conclusão não se limita apenas ao estádio principal. O Maracanãzinho, tradicional palco de esportes de quadra e apresentações culturais, também está incluído no pacote de gestão da promotora 30e. A inclusão do ginásio permite a realização de eventos de menor porte, porém com alta rotatividade de público e demanda frequente, otimizando a utilização de todo o complexo.
A capital federal lidera a disputa interna brasileira para sediar a decisão continental, enfrentando a concorrência de Argentina, Paraguai e Colômbia
08 Abr 2026 | 22:00 |
Enquanto o Flamengo e os demais clubes sul-americanos iniciam a disputa pela "Glória Eterna" em 2026, os bastidores da Conmebol já projetam o futuro do torneio. A entidade máxima do futebol continental deu início aos processos de análise para selecionar a sede da grande final da Copa Libertadores de 2027.
Com o Uruguai já confirmado como o palco da decisão da atual temporada, quatro nações apresentaram candidaturas para receber o evento no próximo ano, movimentando a política esportiva da região. A escolha da sede definitiva passará por critérios técnicos de infraestrutura, capacidade hoteleira e logística de transporte, visando repetir o sucesso das edições anteriores em formato de jogo único.
Dentro do território brasileiro, o favoritismo mudou de mãos nas últimas semanas. Embora o Rio de Janeiro seja sempre uma opção natural, o Distrito Federal consolidou-se como o principal candidato do país. O argumento central para a escolha de Brasília reside na infraestrutura do Estádio Mané Garrincha.
A arena, revitalizada para a Copa do Mundo de 2014, comporta mais de 70 mil espectadores e ainda não sediou uma final única da Libertadores, diferente do Maracanã, que já recebeu o evento em duas ocasiões. Para clubes com torcidas nacionais, como o Flamengo, atuar na capital federal é visto como uma vantagem estratégica, dada a forte presença de torcedores rubro-negros na região.
A concorrência internacional promete ser rigorosa, com propostas que visam diferentes benefícios para a Conmebol. A Argentina busca manter o protagonismo do sul do continente ao oferecer o Estádio Ciudad de La Plata como sede. Simultaneamente, ganha corpo a candidatura de Assunção, no Paraguai, que apela para a facilidade logística por abrigar a sede administrativa da própria entidade.
Por outro lado, a Colômbia tenta levar a decisão para Barranquilla, defendendo a necessidade de descentralizar os grandes eventos esportivos, tradicionalmente concentrados no eixo Brasil-Argentina, promovendo uma maior integração entre as federações da América do Sul.