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Com Fluminense na jogada, Cebolinha toma decisão sobre futuro no Flamengo
10 Jan 2026 | 20:41
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16 Ago 2024 | 09:15 |
A judicial battle for Gasologista land, sold at auction by Flamengo for construction from your stadium, is far from over. The Union requested that the process be reversed to the Federal Court, alleging that the expropriation carried out by the city of Rio de Janeiro created a loss of more than R$1 billion to the Severance Indemnity Fund (FGTS), the sole shareholder of the Employment Fund. Porto Maravilha Real Estate Investment (FII PM), managed by Caixa Econômica Federal (CEF).
Caixa estimates a loss of R$1.084 billion with the expropriation. The bank estimates a value of R$240.5 million for the Gasometer land and R$843.3 million for the use of Cepacs (certificates of additional construction potential) that the City Hall had assigned to the land. The information is from the portal 'Mundo Rubro-Negro'
“Masterplan expected the consumption of up to 602 thousand Cepacs in the Gasometer, which at the average unit value of R$ 1,400.83, represents R$ 843, 3 million. Thus, the potential impact of the expropriation is R$1.084 billion, without considering the amount that the FII Porto Maravilha will receive as compensation for the expropriation. In this sense, the expropriation promoted has direct repercussions on the FGTS and in relation to all Brazilian workers linked to the aforementioned fund”, stated the General Attorney's Office of the Union in the petition it filed in the expropriation process, which is taking place in the State Court.
In the calculation, Caixa does not count on the R$ 138.2 million deposited in court by Flamengo for the city hall to pay the expropriation to the Bank. After a response made by CEF, the State Court ordered an inspection to be carried out on the land to assess a fair value for it. The deadline for completion is 15 days. Flamengo approved a bond insurance if you have to pay more than stipulated in the auction notice if the price is changed by the judiciary.
Despite the uncertainty, Flamengo and City Hall must sign this Friday (16) the promise of purchase and sale, which marks the beginning of the 18 months, foreseen in the auction notice, for the presentation of the executive project of the stadium, by the Club. To do this, an assessment will have to be made on the contamination of the land, which for years housed the Gasometer while it was still active, which made the soil in the area harmful to health without decontamination.
City Hall denies loss to Caixa
In leaked audio of Eduardo Paes in conversation with Flamengo partners, including former President Eduardo Bandeira de Mello, the Mayor guarantees that he did not cause any losses to the FII PM and even accused Caixa of fraud for artificially increasing the price of the land and making the sale unfeasible.
“I hope Caixa Econômica doesn't try to lie, because this mayor here isn't stupid or anything. And we have several purchase and sale contracts for the real estate fund at value. Caixa negotiated the land and CEPAC for the private sector, to try to sell it to build buildings. And then, the CEPAC price of the property was very balanced. The square meter of land there was very balanced. Soon, when Flamengo's story begins, Caixa throws the price per square meter to the moon, and lowers the price of CEPAC. They were the ones committing fraud. They were transforming an artificial square meter number there to try to overvalue and make Flamengo's purchase of the land unfeasible”, stated the mayor.
Caixa alleges misuse of purpose in the expropriation and requests that the auction be annulled. The process is now taking place in two actions, one in the Public Finance Court of the State Court and the other in the 2nd Court of the Federal Court. The dispute is expected to reach the Superior Court of Justice (STJ).
Fernando Sampaio foi detido em Santa Catarina acusado de criar esquema fraudulento para simular venda de bilhetes da final de 2025 em Lima
10 Jan 2026 | 23:15 |
A Polícia Civil prendeu Fernando Sampaio, proprietário da agência de viagens Outsider Tours, sob acusação de estelionato contra torcedores do Flamengo. A operação trouxe à luz os bastidores de um esquema que frustrou o sonho de diversos rubro-negros que planejavam assistir in loco à final da Libertadores de 2025, em Lima. O empresário foi localizado e detido em um apartamento de alto padrão na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
As investigações apontam que Sampaio não apenas comercializou ingressos que não possuía em seu inventário, mas também desenvolveu um método técnico fraudulento para ludibriar os clientes. Utilizando logins e senhas de terceiros, ele simulava a validação das entradas no sistema oficial da Conmebol, dando uma falsa sensação de segurança aos compradores antes de desaparecer com o dinheiro.
O histórico de problemas envolvendo a Outsider Tours e a torcida do Flamengo não é recente. Fernando Sampaio já respondia a processos judiciais referentes aos transtornos logísticos ocorridos na final de 2022, quando diversos voos foram cancelados, impedindo torcedores de chegarem ao Equador. Desta vez, o golpe atingiu aqueles que buscavam ver a conquista do tetracampeonato continental.
De acordo com informações do portal g1 e da Polícia Civil, o inquérito se aprofundou no caso de quatro torcedores oriundos do estado do Pará. O grupo desembolsou a quantia de R$ 8,2 mil acreditando ter garantido pacotes para o duelo decisivo entre Flamengo e Palmeiras.
A fraude ocorreu com requintes de crueldade: no dia 28 de novembro, véspera da grande final, Sampaio enviou aos clientes um login e uma senha para acesso à plataforma de ingressos. O objetivo era que as vítimas "validassem" suas entradas. Contudo, a investigação descobriu que as credenciais pertenciam a uma terceira pessoa alheia ao negócio.
Grupo de pararemo, desligado junto com o campeão olímpico Isaquias Queiroz, afirma que a justificativa para o fim da modalidade foi a falta de interesse pessoal
10 Jan 2026 | 22:50 |
Uma grave acusação marcou os bastidores do esporte olímpico e paralímpico do Flamengo nesta semana. Atletas que integravam a equipe de remo paralímpico do clube, dispensados recentemente, responsabilizaram diretamente o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, pelo fim da modalidade na Gávea. Segundo os esportistas, o encerramento das atividades não teria ocorrido por questões financeiras, mas sim por uma decisão pessoal do dirigente em não manter esportes voltados para pessoas com deficiência na instituição.
A decisão de descontinuar o projeto afetou não apenas o quarteto do pararemo, formado por Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior, mas também resultou na saída de grandes nomes da canoagem, incluindo o multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz e outros três atletas: Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento.
Em entrevista à ESPN, os atletas detalharam como receberam a notícia do desligamento. O pararemo era a única modalidade adaptada ativa no clube. Embora existisse uma expectativa de redução na equipe, a extinção completa pegou o grupo de surpresa. A decisão teria sido tomada antes do Natal, mas oficializada publicamente apenas no dia 5 de janeiro.
Gessyca Guerra relatou uma reunião ocorrida no pátio do clube, onde a gerência teria descartado problemas de orçamento. "A gerente chegou, desmistificou o que seria oneração, que a questão financeira do Flamengo não era uma problemática. Mas que a questão era de acessibilidade e a reunião que teve com o presidente, (do Bap) falar que não quer nenhuma modalidade do Flamengo com pessoa com deficiência", declarou a atleta. Para ela, a atitude representa "exclusão" e falta de hombridade da gestão.
POSICIONAMENTO OFICIAL
Diante da repercussão negativa e das acusações de discriminação, o Flamengo optou pelo silêncio. Procurado pela reportagem do jornal Extra, o clube informou que não se manifestará além do que já foi divulgado. A instituição remete à nota oficial publicada no dia 5 de janeiro, na qual justificou os cortes alegando "questões estruturais" e finalizou com agradecimentos aos serviços prestados pelos pararetletas.
Rumores vindos da Europa apontavam que o craque argentino teria sido sugerido ao Rubro-Negro, mas apuração interna com a diretoria desmente qualquer contato
10 Jan 2026 | 22:15 |
A imprensa europeia ventilou a informação de que o atacante Paulo Dybala, atualmente na Roma, teria sido oferecido ao Flamengo como um possível reforço de peso para a temporada. A possibilidade de contar com o astro argentino agitou as redes sociais, mas a realidade nos bastidores da Gávea é diferente da especulação.
Apesar do burburinho gerado pelo suposto interesse e disponibilidade do atleta, fontes ligadas ao clube tratam a negociação como inexistente, frustrando a expectativa de quem sonhava com a contratação do campeão mundial.
Para esclarecer a situação, o setorista Paparazzo Rubro-Negro buscou informações diretas com a cúpula flamenguista. Segundo a apuração do jornalista, uma fonte da diretoria assegurou que não houve qualquer tipo de contato por parte do time italiano ou de agentes ligados a Dybala para oferecer o jogador ao Flamengo.
A posição do clube é clara: em nenhum momento o nome de Dybala foi colocado na mesa de negociações através de uma oferta oficial ou sondagem de intermediários. Diante disso, a apuração conclui que uma eventual chegada do meia-atacante ao Rio de Janeiro nesta janela de transferências está descartada, visto que não há sequer conversas iniciais em andamento.
O Flamengo não foi o único clube brasileiro envolvido nos rumores sobre o futuro de Dybala. Nesta sexta-feira (9), o nome do jogador também foi associado ao Grêmio. No entanto, a contratação do "medalhão" por equipes sul-americanas é vista como complexa.