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O Flamengo empatou por 1 a 1 com o Internacional na noite desta quarta-feira, em um jogo disputado no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O Mengão até chegou a estar na frente no placar, mas acabou permitindo o empate no final da partida. Após o confronto, o técnico Filipe Luís justificou suas decisões táticas e as dificuldades que a equipe enfrentou, especialmente no segundo tempo, devido ao cansaço de alguns jogadores.
FILIPE LUÍS EXPLICA ESCOLHAS E CANSANÇO DA EQUIPE
Filipe Luís, questionado sobre as poucas substituições realizadas no segundo tempo, afirmou que sua decisão foi estratégica, considerando o estilo físico da partida. Segundo ele, o jogo foi marcado por um ritmo intenso, e ele preferiu manter os atletas titulares, acreditando que as mudanças poderiam não ter o mesmo impacto desejado na dinâmica da partida.
- A minha opção por fazer poucas trocas foi porque eu estava vendo que era um jogo muito físico, extremamente difícil de entrar. Optei por deixar os jogadores que estavam no campo. Sobre eles acabarem cansados, eles sempre dão tudo e por isso eles sempre acabam cansados. Em todos os jogos acabam exaustos porque dão tudo pelo clube e pelo grupo. Foi uma decisão minha porque acreditava que com as trocas poderia baixar um pouco no quesito nível porque, como falei, era um jogo muito difícil de se entrar do banco.
FLAMENGO NO G4 E FOCO NA FINAL DA COPA DO BRASIL
Com o resultado, o Mais Querido completou 31 jogos na Série A, igualando-se em número de partidas com os demais clubes do G4. A equipe carioca permanece na quarta colocação, somando agora 54 pontos, enquanto a diferença para o líder Botafogo é de 9 pontos.
Após o confronto no sul do país, o Flamengo agora concentra suas atenções na final da Copa do Brasil, competição que se tornou prioritária para o clube. O primeiro jogo da decisão será no próximo domingo (3), contra o Atlético-MG, no Maracanã, às 16h.
Oswaldo teve duas passagens como técnico do Flamengo. Na última, em 2015, foi demitido em novembro, deixando a equipe na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro
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Sem clube desde 2019, quando deixou o Fluminense, o técnico Oswaldo de Oliveira revelou ao "ge" que ainda não se aposentou do futebol. No entanto, o ex-treinador do Flamengo destacou que seu telefone 'não toca mais', ou seja, continua sem receber propostas. Com 74, Oswaldo crava que vive seu melhor momento na carreira.
O meu telefone não tocou mais
"Não, de jeito nenhum (sobre aposentadoria). Vou até interromper. O meu telefone não tocou mais. E isso é incrível, porque foi no melhor momento da minha carreira, com experiência. Eu fico vendo os jogos na televisão e digo: 'Pô, eu teria feito diferente' (...) Tenho muita saudade do campo porque às vezes quero reparar algumas coisas que considero equivocadas do que vejo nos jogos", disse o técnico.
Ao ser questionado se poderia se tornar um coordenador de futebol, Oswaldo de Oliveira não descartou: "Em princípio, não. Mas agora eu acho que vou conseguir fazer bem essa função", finalizou. Oswaldo teve duas passagens como técnico do Flamengo. Na última, em 2015, foi demitido em novembro, deixando a equipe na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 49 pontos.
Com os retornos de Arrascaeta, Wesley, Gerson e Gonzalo Plata, o Flamengo terá uma diminuição na lista de desfalques para a partida válida pela segunda rodada do Brasileirão. Sendo assim, apenas Pedro, Danilo e Matías Viña seguem fora, sendo monitorados pela comissão técnica.
Com os retornos dos quatro jogadores, o Flamengo encara o Vitória neste domingo (06), a partir das 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Barradão, em Salvador.
A ex-BBB 25 vive uma nova fase em sua vida desde que deixou o confinamento. Após meses dentro da casa mais vigiada do Brasil foi eliminada
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Durante sua participação no “Domingão”, Gracyanne reencontrou Belo e protagonizou um momento emocionante. A influenciadora admitiu que estava com saudades do ex-marido e que o sentimento parecia ser recíproco. No entanto, o que mais surpreendeu foi a revelação de que, legalmente, os dois ainda continuam casados. “Estou solteira há um ano, mas ainda não sentamos para conversar sobre isso”, disse em entrevista ao gshow.
Mesmo com o fim do casamento e o novo relacionamento de Belo com a modelo Rayane Figliuzzi, Gracyanne não demonstra urgência em oficializar o divórcio. Para ela, o momento é de focar em sua nova fase. “Tudo tem seu tempo. Tenho muita coisa acontecendo agora, muitos frutos para colher do BBB, e ele está focado na carreira. O que tiver que ser resolvido, vai ser na hora certa”, afirmou.
Se dentro do BBB 25 Gracyanne precisou lidar com alianças e estratégias, fora da casa o foco é totalmente outro. Ela quer se redescobrir e viver momentos consigo mesma. “Não estou nem aberta nem fechada para um novo amor. No momento, quero me reencontrar. Foram muitos anos vivendo ao lado de uma pessoa e, agora, quero focar em mim. Viajar, curtir minha família, levar minha mãe para conhecer novos lugares”, contou.
Além da vida pessoal, a modelo tem olhado com atenção para suas oportunidades no mercado. Com a visibilidade conquistada no reality, Gracyanne já recebeu diversas propostas de trabalho e está avaliando cuidadosamente os próximos passos. “Quero aproveitar essa fase e fazer tudo com muita responsabilidade. Sei que a exposição do BBB abre muitas portas, então estou focada em tomar as melhores decisões”, comentou.
Mesmo separados, a ex-BBB garante que sua relação com Belo segue de maneira respeitosa. Apesar das dificuldades do término, o carinho e a admiração entre os dois permanecem. “A gente construiu uma história muito bonita. Cada um tem seu caminho agora, mas sempre haverá respeito”, destacou. A boa relação entre Gracyanne e Belo tem gerado especulações entre os fãs, que ainda torcem por uma reconciliação. No entanto, a modelo afirma que, neste momento, a prioridade é sua independência. “As pessoas criam expectativas, mas a realidade é que estou focada em mim. Se um dia tiver que acontecer algo diferente, será naturalmente”, explicou.
Mengão teve dificuldades para vencer o Deportivo Táchira na Libertadores e formação do elenco mostra pontos de necessidade
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Apesar da vitória na estreia da Libertadores contra o Deportivo Táchira, o Flamengo apresentou uma de suas atuações mais discretas sob o comando de Filipe Luís. A falta de criatividade foi um dos pontos mais criticados por analistas e torcedores, especialmente diante da postura defensiva do adversário venezuelano.
O comentarista Carlos Eduardo Mansur analisou a dificuldade da equipe rubro-negra e apontou para um problema estrutural do elenco. Segundo ele, a questão vai além da definição das jogadas, afetando também a construção ofensiva.
hoje a discussão maior desse jogo é uma outra questão do elenco do Flamengo, que é a questão de montagem do elenco"
“Para mim a dificuldade se explica em parte, em boa parte, aliás, em boa medida, porque ao enfrentar um time que defendia mais atrás, como se chama, com o bloco mais baixo, obrigando o Flamengo a ficar com a bola e tentar construir, aparece muito uma discussão que a gente já falou muito aqui sobre a questão de falta de gol no Flamengo. Para mim, hoje a discussão maior desse jogo é uma outra questão do elenco do Flamengo, que é a questão de montagem do elenco”, destacou Mansur.
O jornalista ressaltou ainda que o Flamengo conta com um excesso de jogadores de velocidade e aceleração pelos lados do campo, mas carece de atletas que atuem pelo centro do ataque e na criação entre as linhas defensivas adversárias.
“Pelo amor de Deus, eu não estou dizendo aqui que o Flamengo tem um elenco ruim, que o Flamengo não vai disputar a Libertadores, que o Flamengo não vai disputar o Campeonato Brasileiro, não estou passando nem perto disso. Mas há uma questão de formação do elenco que o Flamengo tem em excesso jogadores de aceleração, de velocidade, com característica de pontas e não tem, além da dificuldade de jogadores que jogam pelo centro do ataque, claramente dificuldade de meias ofensivas capazes de jogar entre linhas, entre volantes e defensores adversários”, analisou o comentarista.
Mansur também destacou que os jogadores de lado de campo acabam sendo deslocados para funções que não são as suas, o que compromete o desempenho coletivo. Diante do Táchira, Luiz Araújo atuou mais centralizado, algo que Gonzalo Plata já fez na ausência de Arrascaeta.
“Esse papel está cabendo aos jogadores de aceleração de lado de campo que se sentem muito desconfortáveis ali”, concluiu.
Atualmente, Filipe Luís tem utilizado Bruno Henrique como centroavante e Juninho como principal peça de reposição. No setor de armação, Arrascaeta, que seria o titular absoluto, tem sofrido com problemas físicos, e suas ausências vêm sendo supridas por Plata e Luiz Araújo, ambos pontas de origem. O desafio do Flamengo, portanto, passa pela necessidade de encontrar soluções internas ou buscar reforços que equilibrem melhor o elenco para a sequência da temporada.