Futebol
Flamengo decide multar Jorge Carrascal após expulsão contra Fluminense
13 Abr 2026 | 10:49
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21 Out 2024 | 21:41 |
Adversário do Flamengo na 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Juventude terá desafios extras para o confronto no próximo sábado (26), no Maracanã. A equipe de Caxias do Sul não poderá contar com dois de seus principais jogadores: os meias Jadson e Jean Carlos, ambos suspensos por acúmulo de cartões amarelos. Os desfalques ocorrem após a goleada de 5 a 3 sofrida contra o Palmeiras, no último domingo (20). Esses dois atletas eram peças importantes no esquema tático do técnico Jair Ventura e suas ausências podem impactar diretamente a competitividade do time contra o Flamengo.
Jadson, volante titular absoluto do Juventude, foi advertido com o terceiro cartão amarelo durante a partida contra o Palmeiras. O camisa 16 protagonizou um lance polêmico ao parar um contra-ataque promissor de Estevão. Embora a jogada tenha levantado discussões sobre uma possível expulsão, o árbitro Alex Stefano, com apoio do VAR, decidiu que o lance não caracterizava uma falta para cartão vermelho. Com isso, Jadson foi punido apenas com o amarelo, mas o acúmulo de advertências o tira do jogo contra o Flamengo. Conhecido por sua solidez defensiva, o jogador foi titular em 49 partidas nesta temporada e é um dos principais ladrões de bola do Juventude, com uma média de 2,5 desarmes por jogo, o que o coloca como o quarto melhor do time nesse quesito.
FLAMENGO TEM "ALERTA LIGADO"
A ausência de Jadson deixa Jair Ventura com um dilema. O treinador precisa encontrar um substituto à altura para preencher a lacuna deixada pelo volante, que se consolidou como uma peça fundamental na proteção defensiva da equipe. Entre os possíveis substitutos estão Luís Oyama e Dudu Vieira, ambos jogadores que têm características defensivas, mas que ainda precisam demonstrar a mesma consistência apresentada por Jadson ao longo do Brasileirão. Oyama é um meio-campista que já teve boas atuações em jogos anteriores, mas a responsabilidade de marcar contra um time ofensivamente forte como o Flamengo coloca uma pressão extra sobre sua possível escalação.
Além de Jadson, o Juventude também não poderá contar com Jean Carlos, que levou um cartão amarelo aos 48 minutos do segundo tempo contra o Palmeiras. Embora o jogo já estivesse praticamente decidido, com o placar de 5 a 3 a favor dos paulistas, Jean Carlos foi punido por tentar interromper uma jogada em velocidade de Raphael Veiga. O meia vinha sendo uma opção interessante para o técnico Jair Ventura, principalmente para recompor o meio-campo, mas com sua suspensão, o treinador terá de rever suas alternativas.
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A combinação das ausências de Jadson e Jean Carlos coloca o Juventude em uma situação delicada para o confronto contra o Flamengo. O time gaúcho, que já enfrenta dificuldades na tabela, terá que se reinventar para enfrentar uma das equipes mais fortes da competição. Enquanto o Flamengo, jogando em casa, busca manter o ritmo de vitórias para se consolidar na briga pelo título, o Juventude terá que superar os desfalques e encontrar alternativas táticas para resistir à pressão rubro-negra.
Treinador elogiou a intensidade da equipe no Maracanã, mas alertou sobre a necessidade de eficiência para evitar pressões desnecessárias no fim
13 Abr 2026 | 13:06 |
Leonardo Jardim demonstrou satisfação com o desempenho do Flamengo na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, ocorrida neste domingo (12). Em análise após o clássico válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, o comandante lusitano enfatizou que o Rubro-Negro produziu o suficiente para construir uma goleada histórica ainda no primeiro tempo.
Apesar do triunfo, Jardim ressaltou a importância de o time ser mais "competente" na hora de finalizar as jogadas, evitando dar esperanças ao adversário após o domínio amplo da partida. Para o treinador, o volume de jogo apresentado durante os primeiros 75 minutos foi o ponto alto da atuação, embora o desgaste físico dos volantes tenha cobrado o preço na reta final do confronto.
De acordo com a visão de Leonardo Jardim, o Flamengo esteve muito mais próximo de anotar o terceiro gol do que de sofrer o primeiro até o lance do desconto tricolor. "Se a felicidade na finalização estivesse do nosso lado, poderíamos ter feito três ou quatro gols até os 35 minutos iniciais", pontuou o técnico.
Jardim destacou que a equipe manteve linhas altas e uma pressão constante, superando o cansaço acumulado após o duelo na altitude pela Libertadores. No entanto, o treinador admitiu que o gol fortuito de Savarino gerou um bloqueio psicológico momentâneo, fazendo com que o time perdesse o ímpeto e se visse acuado nos minutos finais do clássico carioca.
Um dos principais desafios mencionados por Jardim foi a gestão do fôlego no setor de meio-campo. Com três volantes entregues ao departamento médico, o técnico precisou exigir o máximo dos titulares, que já apresentavam sinais de exaustão devido à maratona de jogos.
O treinador explicou que essa queda física foi determinante para que o Fluminense conseguisse "alugar" o campo de ataque nos instantes finais. "Nossa maior preocupação era manter o ritmo sem as peças de reposição ideais, mas o esforço coletivo garantiu uma vitória que teve um mérito gigantesco", afirmou o comandante rubro-negro, valorizando a entrega dos atletas.
Treinador tricolor refutou que a mudança na data da partida tenha afetado o rendimento técnico e lamentou a atuação negativa da equipe no primeiro tempo
13 Abr 2026 | 12:36 |
Luis Zubeldía adotou um tom de autocrítica após a derrota do Fluminense por 2 a 1 para o Flamengo, ocorrida neste domingo (12), no Estádio do Maracanã. Em entrevista coletiva após o duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, o comandante argentino foi enfático ao assumir a responsabilidade pelo resultado negativo.
Zubeldía afastou qualquer narrativa de que o adiamento do confronto, solicitado pelo rival e autorizado pela CBF, tenha sido o fator determinante para o desempenho abaixo do esperado de seus comandados. Para o treinador, a análise do revés deve se restringir estritamente ao que foi produzido dentro de campo, priorizando a correção de falhas táticas em vez de justificativas extracampo.
Questionado sobre o impacto da transferência do jogo de sábado para domingo, Zubeldía foi direto ao negar que o tempo extra de descanso ou a alteração na rotina tenham prejudicado o Tricolor das Laranjeiras. Situação que foi alvo de críticas da torcida do Fluminense nos últimos dias.
“Obrigado pela pergunta, porque, obviamente quando uma equipe não ganha, ainda mais um clássico, começamos a apontar os dedos, e a derrota não tem nada a ver com isso (adiamento)”, disse o treinador ao ser questionado sobre o adiamento.
Ao detalhar o desempenho da equipe, o técnico admitiu que o Fluminense teve um primeiro tempo tecnicamente ruim, apresentando um volume alto de erros de passe e posicionamento. Zubeldía também mencionou a saída precoce de Lucho Acosta, que precisou ser substituído logo no início da partida por problemas físicos, como um contratempo que não estava nos planos.
“Foi porque não fomos bem, eu assumo a responsabilidade, por que creio que fizemos um primeiro tempo ruim, erramos muito, então independente disso, tivemos a situação do Lucho, que não esperávamos que acontecesse, mas mesmo assim, assumo a responsabilidade”, completou.
Imbróglio jurídico envolve acusações de vício de consentimento na assinatura de documentos e uma suposta motivação emocional do clube
13 Abr 2026 | 11:30 |
Gerson encontra-se no centro de uma batalha jurídica milionária contra o Flamengo. O clube carioca ingressou com uma ação cobrando aproximadamente R$ 40 milhões, montante fundamentado em alegadas perdas financeiras relacionadas aos direitos de imagem do esportista.
O conflito teve origem em meados do ano passado, quando o jogador rescindiu seu vínculo com a equipe da Gávea para selar sua transferência ao Zenit, da Rússia. Recentemente questionado sobre o andamento do processo, o atual atleta do Cruzeiro optou pela cautela, evitando declarações detalhadas sobre o antigo time.
O corpo de advogados que representa Gerson sustenta que o processo movido pelo Flamengo carece de fundamentos legais sólidos. A linha de defesa baseia-se na tese de vício de consentimento, afirmando que o atleta e seu pai foram induzidos a assinar diversos papéis, inclusive documentos sem data, sob o pretexto de serem trâmites protocolares padrão.
Questionado sobre o caso, Gerson evitou falar sobre o processo com Flamengo. No entanto, demonstrou estar tranquilo com toda a situação. “Sobre isso, não vou falar, não. Depois, a gente conversa. Meus advogados estão resolvendo sobre isso aí. Estou muito tranquilo sobre isso”, finalizou.
Segundo os juristas, houve uma violação direta dos princípios da boa-fé objetiva previstos no direito civil e desportivo, alegando que o jogador confiou plenamente na instituição ao assinar as minutas sem compreender a totalidade das implicações jurídicas envolvidas.
O litígio ganhou contornos mais severos com acusações direcionadas à cúpula administrativa rubro-negra. A defesa do meio-campista sugere que a ação judicial teria uma motivação pessoal por parte do presidente Luiz Eduardo Baptista. De acordo com os advogados, o processo seria uma forma de "represália" emocional pelo fato de Gerson ter escolhido retornar ao futebol brasileiro para defender o Cruzeiro, em vez de retornar ao Flamengo.
Flamengo decide multar Jorge Carrascal após expulsão contra Fluminense
13 Abr 2026 | 10:49
Imprensa da Espanha se 'assusta' com atuação de Pedro, do Flamengo: "Diferente"
13 Abr 2026 | 10:15
Pedro revela detalhes do golaço de cobertura em Flamengo x Fluminense: "Eu vi que..."
12 Abr 2026 | 20:36