Futebol
Com Fluminense na jogada, Cebolinha toma decisão sobre futuro no Flamengo
10 Jan 2026 | 20:41
Futebol
06 Jun 2024 | 09:12 |
Instrutores de arbitragem da Fifa e de federações filiadas à Conmebol e à Concacaf participam no Rio, de hoje, quarta-feira (5), até amanhã, de um encontro para discutir a uniformização dos critérios utilizados pelo VAR. Eles estão reunidos no Hotel Hilton, na Barra da Tijuca.
A partir da exposição de situações de jogo, analisam qual deveria ser o melhor caminho adotado pelo árbitro de vídeo. É o segundo evento para tratar no tema realizado na América do Sul, sempre com chancela da Fifa. O primeiro foi em 2022, no Paraguai.
“O evento trata da uniformização de conceitos e considerações que devem pontuar a relação do árbitro de vídeo (VAR) com o árbitro de campo e dá consistência às instruções que vão ser passadas para esses árbitros. A Fifa leva esse encontro para todos os continentes e a expectativa nossa é que ele seja anual”, disse Mike Van Der Roest, gerente VAR da Fifa.
Ele afirmou que a dinâmica do futebol tem sua dose de subjetividade, mas que existem situações que necessitam dos recursos de ponta, a fim de corrigir eventuais falhas.
“O futebol tem sua parte interpretativa, mas não pode ser assim quando se discute se um lance se deu dentro ou fora da área, se a bola entrou ou não, se saiu pela linha de fundo ou não antes da validação de um gol, etc. Temos os recursos tecnológicos que podem ser utilizados também para as decisões interpretativas e, claro, que são recorrentes para os lances factuais”, comentou.
Roest acrescentou que esses eventos de uniformização do VAR têm dado bons resultados, o que já pode ser comprovado em várias competições organizadas pela Fifa.
Um dos representantes da Comissão de Arbitragem da CBF no encontro, Péricles Bassols endossou as palavras de Roest.
“É um evento muito importante, com o objetivo dessa uniformização. São debates ricos e esclarecedores, sempre com a finalidade de deixar o futebol mais justo e dinâmico”, disse.
Além de Bassols, integram o grupo da CBF no evento os ex-árbitros Rodrigo Joia, Giulliano Bozzano e Emerson Carvalho, que representava oficialmente a presidência da CBF, e nomes como os do colombiano Oscar Ruiz e do argentino Hernan Maidana.
Fernando Sampaio foi detido em Santa Catarina acusado de criar esquema fraudulento para simular venda de bilhetes da final de 2025 em Lima
10 Jan 2026 | 23:15 |
A Polícia Civil prendeu Fernando Sampaio, proprietário da agência de viagens Outsider Tours, sob acusação de estelionato contra torcedores do Flamengo. A operação trouxe à luz os bastidores de um esquema que frustrou o sonho de diversos rubro-negros que planejavam assistir in loco à final da Libertadores de 2025, em Lima. O empresário foi localizado e detido em um apartamento de alto padrão na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
As investigações apontam que Sampaio não apenas comercializou ingressos que não possuía em seu inventário, mas também desenvolveu um método técnico fraudulento para ludibriar os clientes. Utilizando logins e senhas de terceiros, ele simulava a validação das entradas no sistema oficial da Conmebol, dando uma falsa sensação de segurança aos compradores antes de desaparecer com o dinheiro.
O histórico de problemas envolvendo a Outsider Tours e a torcida do Flamengo não é recente. Fernando Sampaio já respondia a processos judiciais referentes aos transtornos logísticos ocorridos na final de 2022, quando diversos voos foram cancelados, impedindo torcedores de chegarem ao Equador. Desta vez, o golpe atingiu aqueles que buscavam ver a conquista do tetracampeonato continental.
De acordo com informações do portal g1 e da Polícia Civil, o inquérito se aprofundou no caso de quatro torcedores oriundos do estado do Pará. O grupo desembolsou a quantia de R$ 8,2 mil acreditando ter garantido pacotes para o duelo decisivo entre Flamengo e Palmeiras.
A fraude ocorreu com requintes de crueldade: no dia 28 de novembro, véspera da grande final, Sampaio enviou aos clientes um login e uma senha para acesso à plataforma de ingressos. O objetivo era que as vítimas "validassem" suas entradas. Contudo, a investigação descobriu que as credenciais pertenciam a uma terceira pessoa alheia ao negócio.
Grupo de pararemo, desligado junto com o campeão olímpico Isaquias Queiroz, afirma que a justificativa para o fim da modalidade foi a falta de interesse pessoal
10 Jan 2026 | 22:50 |
Uma grave acusação marcou os bastidores do esporte olímpico e paralímpico do Flamengo nesta semana. Atletas que integravam a equipe de remo paralímpico do clube, dispensados recentemente, responsabilizaram diretamente o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, pelo fim da modalidade na Gávea. Segundo os esportistas, o encerramento das atividades não teria ocorrido por questões financeiras, mas sim por uma decisão pessoal do dirigente em não manter esportes voltados para pessoas com deficiência na instituição.
A decisão de descontinuar o projeto afetou não apenas o quarteto do pararemo, formado por Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior, mas também resultou na saída de grandes nomes da canoagem, incluindo o multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz e outros três atletas: Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento.
Em entrevista à ESPN, os atletas detalharam como receberam a notícia do desligamento. O pararemo era a única modalidade adaptada ativa no clube. Embora existisse uma expectativa de redução na equipe, a extinção completa pegou o grupo de surpresa. A decisão teria sido tomada antes do Natal, mas oficializada publicamente apenas no dia 5 de janeiro.
Gessyca Guerra relatou uma reunião ocorrida no pátio do clube, onde a gerência teria descartado problemas de orçamento. "A gerente chegou, desmistificou o que seria oneração, que a questão financeira do Flamengo não era uma problemática. Mas que a questão era de acessibilidade e a reunião que teve com o presidente, (do Bap) falar que não quer nenhuma modalidade do Flamengo com pessoa com deficiência", declarou a atleta. Para ela, a atitude representa "exclusão" e falta de hombridade da gestão.
POSICIONAMENTO OFICIAL
Diante da repercussão negativa e das acusações de discriminação, o Flamengo optou pelo silêncio. Procurado pela reportagem do jornal Extra, o clube informou que não se manifestará além do que já foi divulgado. A instituição remete à nota oficial publicada no dia 5 de janeiro, na qual justificou os cortes alegando "questões estruturais" e finalizou com agradecimentos aos serviços prestados pelos pararetletas.
Rumores vindos da Europa apontavam que o craque argentino teria sido sugerido ao Rubro-Negro, mas apuração interna com a diretoria desmente qualquer contato
10 Jan 2026 | 22:15 |
A imprensa europeia ventilou a informação de que o atacante Paulo Dybala, atualmente na Roma, teria sido oferecido ao Flamengo como um possível reforço de peso para a temporada. A possibilidade de contar com o astro argentino agitou as redes sociais, mas a realidade nos bastidores da Gávea é diferente da especulação.
Apesar do burburinho gerado pelo suposto interesse e disponibilidade do atleta, fontes ligadas ao clube tratam a negociação como inexistente, frustrando a expectativa de quem sonhava com a contratação do campeão mundial.
Para esclarecer a situação, o setorista Paparazzo Rubro-Negro buscou informações diretas com a cúpula flamenguista. Segundo a apuração do jornalista, uma fonte da diretoria assegurou que não houve qualquer tipo de contato por parte do time italiano ou de agentes ligados a Dybala para oferecer o jogador ao Flamengo.
A posição do clube é clara: em nenhum momento o nome de Dybala foi colocado na mesa de negociações através de uma oferta oficial ou sondagem de intermediários. Diante disso, a apuração conclui que uma eventual chegada do meia-atacante ao Rio de Janeiro nesta janela de transferências está descartada, visto que não há sequer conversas iniciais em andamento.
O Flamengo não foi o único clube brasileiro envolvido nos rumores sobre o futuro de Dybala. Nesta sexta-feira (9), o nome do jogador também foi associado ao Grêmio. No entanto, a contratação do "medalhão" por equipes sul-americanas é vista como complexa.