Futebol

Membro político na corrida pela presidência relata mal entendido no último sábado

Com o clima de eleição esquentando, é esperado que mais declarações como essa venham à tona nos próximos meses

Wallim fala sobre vídeo com rival ( Foto/ Acervo Digital )
Wallim fala sobre vídeo com rival ( Foto/ Acervo Digital )

13 Out 2024 | 12:15 |

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O cenário político do Clube de Regatas do Flamengo tem se agitado conforme se aproximam as eleições para a presidência do clube. Em meio a rumores e especulações, o vice-presidente de relações externas, Wallim Vasconcellos, veio a público desmentir uma possível aliança com Rodrigo Dunshee, atual vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, para as próximas eleições. Vasconcellos foi enfático ao afirmar que sua chapa, a Chapa Roxa, seguirá sua própria trajetória até o final do processo eleitoral, sem qualquer tipo de fusão com outras candidaturas. O assunto ganhou repercussão após a presença de Wallim em um evento promovido pela Chapa Roxa, que foi interpretada por muitos como um indício de união entre os dois políticos.


Em entrevista recente, Wallim explicou que sua participação no evento foi breve, durando apenas entre 5 a 10 minutos. “Fiquei de 5 a 10 minutos e eles fizeram uma zoeira lá”, relatou o vice-presidente de relações externas, ressaltando que sua presença não passou de um ato informal. Para ele, os adversários políticos dentro do clube não devem ser tratados como inimigos, enfatizando que o ambiente eleitoral no Flamengo precisa ser pautado pelo respeito mútuo e a competição saudável. “São meus adversários políticos, não inimigos”, destacou Wallim, tentando minimizar a ideia de uma disputa acirrada ou agressiva entre as diferentes chapas.


DE UMA FORMA DIFERENTE 


Essa declaração veio para esclarecer o clima de especulação que tomou conta dos bastidores políticos do Flamengo. A possibilidade de uma aliança entre Wallim e Dunshee movimentou conversas entre conselheiros e torcedores, uma vez que tal parceria poderia alterar o equilíbrio de forças na disputa eleitoral. Com ambos ocupando cargos de grande relevância no clube e sendo figuras influentes, uma união poderia, de fato, mudar os rumos da campanha. Contudo, Wallim foi claro ao negar qualquer tipo de articulação nesse sentido. Ele reforçou que a sua chapa está comprometida com seu projeto e que seguirá firme até o final da corrida eleitoral.

PROJETANDO UMA VITÓRIA 


A declaração de Wallim também reflete um momento delicado no Flamengo, onde as eleições sempre geram discussões acaloradas e movimentam o ambiente político do clube. As eleições no Flamengo são conhecidas por envolver diferentes grupos e correntes políticas que lutam pela liderança do clube. A dinâmica entre os candidatos muitas vezes gera especulações sobre possíveis alianças e fusões, como a que recentemente foi sugerida entre Wallim e Dunshee. No entanto, o vice-presidente de relações externas deixou claro que, até o momento, não há qualquer movimentação nesse sentido.

Wallim Vasconcellos também destacou que a Chapa Roxa, a qual ele lidera, vai se manter independente. Ele assegurou que seu grupo possui um projeto próprio para o Flamengo, o que reforça ainda mais a ideia de que não haverá união com outros candidatos. “Nossa chapa vai continuar até o final”, declarou Vasconcellos, reafirmando o compromisso com o projeto que tem defendido desde o início da sua campanha. Para ele, o importante é que os sócios e torcedores do Flamengo possam ter opções claras e bem definidas no momento da votação, sem confusão quanto às propostas de cada candidato.


Futebol

Ex-Flamengo, Rafinha acerta com time da série A em cargo de dirigente - confira

Ex-lateral será o novo coordenador de futebol do Tricolor Paulista, encerrando especulações sobre possível ida para a comissão técnica de Filipe Luís na Gávea;

Campeão da Copa do Brasil pelo clube, Rafinha retorna ao São Paulo para assumir cargo na diretoria de futebol - foto: reprodução
Campeão da Copa do Brasil pelo clube, Rafinha retorna ao São Paulo para assumir cargo na diretoria de futebol - foto: reprodução

23 Jan 2026 | 22:15 |

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O futuro de Rafinha está definido e será longe do Rio de Janeiro. Embora tenha sido fortemente especulado nos bastidores como um possível reforço para a comissão técnica de Filipe Luís no Flamengo, o ex-lateral-direito acertou seu retorno ao São Paulo. O ex-jogador assumirá uma função estratégica fora das quatro linhas: ele será o novo coordenador de futebol da equipe paulista.


A decisão marca o início da trajetória de Rafinha como dirigente, ocupando o cargo deixado vago por Muricy Ramalho. Segundo informações apuradas pelo jornalista Jorge Nicola, o acordo está selado e o anúncio oficial por parte do clube do Morumbi deve acontecer nas próximas horas.


FIM DE CICLO


A mudança no organograma do São Paulo ocorre devido à decisão de Muricy Ramalho de se retirar definitivamente do esporte. Após cinco anos atuando como coordenador de futebol, o ex-treinador e ídolo do clube optou pela aposentadoria para priorizar o descanso e o tempo com a família, uma escolha que já vinha sendo amadurecida internamente.

Dessa forma, Rafinha herda a responsabilidade de ter um papel direto no planejamento do elenco e nas decisões do departamento de futebol. O ex-atleta possui identificação recente com o clube, onde encerrou sua carreira como jogador após conquistar títulos relevantes, como a inédita Copa do Brasil de 2023, vencida justamente contra o Flamengo, e a Supercopa Rei de 2024.


TRAJETÓRIA VITORIOSA

Na Gávea, ele construiu uma trajetória vitoriosa entre 2019 e 2020, levantando troféus do Campeonato Carioca, Brasileirão, Libertadores, Supercopa e Recopa Sul-Americana. Durante esse período, criou fortes laços de amizade com nomes como Diego Alves, Rodrigo Caio e o atual treinador rubro-negro. Enquanto Filipe Luís e Rodrigo Caio hoje integram a comissão técnica do Flamengo, Rafinha optou por iniciar seu capítulo como dirigente servindo ao São Paulo.


Futebol

Vidente revela se Lucas Paquetá fechará com o Flamengo - confira

Perfil nas redes sociais crava retorno do meia e agita torcidas rivais, mas realidade financeira impõe obstáculo milionário com impostos que elevam operação

Enquanto redes sociais especulam retorno, Flamengo enfrenta barreira de impostos para fechar com Paquetá - foto: reprodução
Enquanto redes sociais especulam retorno, Flamengo enfrenta barreira de impostos para fechar com Paquetá - foto: reprodução

23 Jan 2026 | 21:15 |

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O perfil "Previsões no Futebol" publicou uma mensagem cravando que o retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo está definido. A afirmação, embora careça de confirmação oficial, espalhou-se rapidamente, gerando euforia entre os rubro-negros que aguardam o desfecho da novela.


No entanto, contrariando o tom de certeza da previsão viral, a realidade nos bastidores é de indefinição. Até o momento, não há anúncio oficial da novela positivo entre as partes. Vale lembrar que o Flamengo começou a negociação no dia 30 de dezembro.


INTERESSE NO PAQUETÁ


A diretoria do Flamengo mantém o interesse e sinalizou com uma oferta robusta, girando em torno de 42 milhões de euros (somando montante fixo e variáveis), mas a operação para tirar o jogador do West Ham tornou-se ainda mais complexa do que os números iniciais sugerem.

O otimismo da internet esbarra em uma barreira burocrática e financeira significativa. A engenharia para viabilizar a contratação exige cautela, visto que os valores envolvidos já são históricos por si só, sem considerar os custos adicionais que surgiram na mesa de negociação.


CARGA TRIBUTÁRIA

O grande obstáculo que preocupa a cúpula rubro-negra vai além do preço de venda estipulado pelos ingleses. Existe a incidência de impostos específicos sobre transações internacionais com o Reino Unido, o que encarece drasticamente o negócio. A compra de Paquetá ao Flamengo pode custar mais de R$ 300 milhões aos cofres do Flamengo.


Futebol

Marcos Braz quebra silêncio sobre saída de Gabigol do Flamengo

Ex-dirigente, hoje no Remo, revela que renovação estava encaminhada e detalha como boatos e pressão interna impediram a permanência do ídolo na Gávea

Braz afirma que negociação com Gabigol seguiu trâmites corretos, mas foi prejudicada por boatos internos - foto: reprodução
Braz afirma que negociação com Gabigol seguiu trâmites corretos, mas foi prejudicada por boatos internos - foto: reprodução

23 Jan 2026 | 20:40 |

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Dois anos após a saída de Gabigol do Flamengo, o tema ainda gera discussões nos bastidores do futebol brasileiro. O ex-vice-presidente de futebol do clube, Marcos Braz, que atualmente exerce função diretiva no Remo, decidiu esclarecer os motivos que levaram ao fim do ciclo do atacante na Gávea.


Em entrevista recente ao portal 'GE', o dirigente afirmou que a renovação contratual estava praticamente certa, mas foi sabotada pela disseminação de notícias falsas e conflitos internos. Segundo Braz, o processo de extensão do vínculo seguiu todos os trâmites burocráticos e hierárquicos do clube, mas narrativas externas acabaram minando a confiança entre as partes e impedindo a assinatura do presidente Rodolfo Landim.


MARCOS BRAZ DETALHA PROCESSO


Ao relembrar o episódio, Marcos Braz foi enfático ao defender sua conduta durante as negociações. O dirigente classificou como "covardia" as acusações de que teria fechado valores sem a devida autorização superior, alegando que precisou se manter em silêncio na época para proteger o sigilo de certas situações do clube.

"O Gabriel sabe a verdade. A negociação feita, todos os trâmites, e previamente passou pelos setores que deveriam passar no clube. Feita uma covardia de alguns vagabundos que falaram que eu fechei um número sem estar autorizado e o Landim não assinou, e eu não podia me defender porque teria que dar detalhes em algumas situações e fiquei quieto", desabafou Braz.


O ex-VP completou explicando que, com o desgaste e o passar do tempo, a diretoria optou por recuar. "O tempo passando, a coisa não se concretizou e deu o desfecho que deu. O que posso falar é que o departamento de futebol do Flamengo fez todos os trâmites de renovação de um contrato como sempre fez em seis anos. Chegou a um momento e a determinada situação que entendiam que não teriam que renovar e andar para frente com o que autorizado e isso que aconteceu", concluiu.

ENTENDA O CONTEXTO DA SAÍDA

A saída de Gabigol ocorreu em um cenário complexo. Entre 2023 e 2024, o ídolo enfrentou uma fase de baixo desempenho técnico, coincidindo com o último ano da gestão de Rodolfo Landim e Marcos Braz. Na ocasião, a diretoria rubro-negra chegou a formalizar uma proposta de renovação por apenas mais um ano, oferecendo um reajuste salarial de 50%.



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