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CBF define árbitro para jogo do Flamengo contra Remo no Maracanã lotado
16 Mar 2026 | 18:06
Futebol
20 Abr 2025 | 11:55 |
O Flamengo voltou a ter atuação dominante, mas não conseguiu traduzir o volume de jogo em gols diante do Vasco, no empate sem gols do último sábado (19), pelo Campeonato Brasileiro. Após o clássico, o atacante Michael comentou as críticas que a equipe vem recebendo, especialmente em relação à baixa efetividade nas finalizações — algo que também foi notado contra Internacional e Central Córdoba (ARG).
Antes de falar sobre o desempenho ofensivo, Michael elogiou a postura do time no clássico. Para ele, se o Flamengo tiver que tropeçar, que seja atuando de forma agressiva, pressionando o adversário.
É complicado falar de fora. Lá dentro, é mais difícil..."
“O que a gente mais quer é que, se for para empatar ou perder algum ponto, que seja assim: a gente em cima do adversário, atacando, criando chances de gol”, afirmou o atacante.
Michael reconheceu que o time precisa evoluir no momento da finalização, mas ponderou que a visão externa nem sempre reflete o que acontece dentro de campo. “Claro que temos que corrigir alguns erros e sermos mais tranquilos na hora de finalizar, mas é complicado falar de fora. Lá dentro, é mais difícil”, disse ele.
O próprio camisa 30 foi alvo de críticas após desperdiçar uma das principais chances do Flamengo na partida, quando ficou cara a cara com o goleiro Léo Jardim, mas finalizou mal.
Michael também criticou a postura do Vasco, que, segundo ele, buscou segurar o resultado com cera e paralisações. “A gente teve atitude, buscou o gol o tempo todo. Fizemos uma grande partida. O time deles passou a maior parte do tempo dentro da área, caindo no chão, tentando ganhar tempo com cãibras”, comentou.
Apesar da frustração com o placar, o atacante destacou o comprometimento do elenco e o esforço demonstrado durante os 90 minutos. “Não estamos felizes com o resultado porque queríamos vencer, mas saímos satisfeitos com a entrega e a atitude de todo o time. Acredito que estamos fazendo um grande trabalho”, completou.
Com Michael no grupo, o Flamengo embarca neste domingo para o Equador, onde enfrenta a LDU nesta terça-feira (22), às 19h (horário de Brasília), no Estádio Rodrigo Paz Delgado, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores.
Com a entrega do documento pelo ídolo histórico Zico, o clube carioca busca o reconhecimento nacional da Nação Rubro-Negra e planeja título inédito.
16 Mar 2026 | 22:14 |
Flamengo protocolou nesta segunda-feira (16), um documento oficial junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), solicitando que a sua imensa base de adeptos, popularmente chamada de Nação Rubro-Negra, receba a chancela de Patrimônio Cultural Imaterial do país.
O ofício foi entregue em mãos pelo ex-jogador Zico, maior nome da história do Flamengo, diretamente ao presidente do órgão, Leandro Grass, e ao diretor responsável pela área de Patrimônio Imaterial, Deyvesson Gusmão, em um encontro realizado na sede social da Gávea.
A argumentação central do projeto destaca que o contingente de torcedores transcende a figura de um simples grupo de espectadores esportivos. A instituição defende que a torcida configura um verdadeiro fenômeno social, repleto de tradições estabelecidas, vocabulário característico e manifestações culturais enraizadas que perpassam diferentes épocas e contribuem ativamente para a formação da identidade do povo brasileiro.
Durante a reunião, o presidente do Iphan classificou a ação como inovadora, ressaltando que o pleito cria um precedente valioso para que as políticas públicas de proteção cultural comecem a englobar as expressões originadas no universo do futebol.
Esta movimentação nos bastidores integra um planejamento estratégico muito maior, elaborado pela agremiação desde o ano de 2025. O propósito final da diretoria do Flamengo é expandir esse reconhecimento para o âmbito internacional, buscando receber da Organização das Nações Unidas (ONU) a titulação simbólica de "Primeira Nação Simbólico-Cultural do Planeta".
Argentino exaltou o nível técnico do clube carioca, apontando a disputa entre os times omo a principal do futebol brasileiro atual
16 Mar 2026 | 20:40 |
O atacante Flaco López, que atualmente defende as cores do Palmeiras, participou recentemente de uma entrevista para a TV Gazeta e fez uma análise sincera sobre o cenário competitivo do futebol nacional. Durante a conversa, o atleta não poupou palavras para enaltecer o Flamengo, classificando a equipe do Rio de Janeiro como a principal adversária do time alviverde na corrida direta pelos troféus mais importantes da temporada.
De acordo com a visão do centroavante palmeirense, ambas as instituições estruturaram elencos extremamente qualificados e chegam com força máxima para as competições do calendário. O jogador ressaltou que, no decorrer dos últimos anos, o embate esportivo entre as duas agremiações se intensificou de maneira notória, consolidando-se como um confronto de alto nível.
“Eu penso que, nos últimos anos, se tornou uma rivalidade muito forte com o Flamengo. Somos os dois melhores times”, declarou antes de concluir. “Não é por acaso que são os times (do futebol brasileiro) que talvez briguem por mais títulos. Eu penso que a maior rivalidade hoje é Palmeiras com Flamengo”, concluiu ele.
O argentino foi o responsável por marcar o gol da vitória do Palmeiras contra o Mirassol, por 1 a 0, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, no último final de semana. O Alviverde é o vice-líder do Brasileirão, com 13 pontos. O Flamengo tem 10, com um jogo a menos, e está em quinto.
No último sábado (14), o Flamengo superou o Botafogo sem enfrentar grandes dificuldades, aplicando um placar elástico de 3 a 0 no clássico disputado no Estádio Nilton Santos. Os tentos que garantiram os três pontos foram anotados pelo zagueiro Léo Pereira e pelos atacantes Lino e Pedro.
Comandante italiano explicou que a não convocação do meio-campista do Mengão serve para avaliar novos atletas antes de fechar a lista definitiva
16 Mar 2026 | 19:27 |
Lucas Paquetá, um dos principais destaques do Flamengo na atual temporada, não figurou na última lista de convocados da Seleção Brasileira para os amistosos preparatórios antes da Copa do Mundo. Apesar da ausência sentida pelos torcedores rubro-negros, o jogador segue com alto prestígio junto à comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti.
Após divulgar os 26 nomes que enfrentarão França e Croácia no final deste mês, o treinador italiano fez questão de esclarecer os motivos que o levaram a deixar o atleta de fora neste momento. Durante a sua coletiva de imprensa, o técnico europeu explicou que a exclusão do camisa 20 flamenguista não representa uma perda de espaço no elenco nacional.
— Temos que estar bem focados na avaliação de todos os jogadores. Os que não estão hoje podem estar na convocação final, sem dúvida. Hoje não está um jogador como o Paquetá, que voltou para cá (futebol brasileiro), mas pode muito bem estar na convocação. Queria ter mais oportunidades para ver dois meias novos, que estão indo muito bem no Botafogo (Danilo) e no Galatasaray (Gabriel Sara) —, afirmou Ancelotti.
O histórico recente comprova a confiança do comandante no futebol de Paquetá. O meia esteve presente em três das quatro convocações realizadas sob a gestão de Ancelotti, atuando em todos os seis compromissos em que esteve disponível. A sua única ausência anterior ocorreu na primeira lista do italiano, período em que o atleta lidava com investigações sobre um suposto envolvimento em esquemas de apostas na Inglaterra.
Em seu retorno ao futebol nacional no início de 2026, o atleta ostenta o peso de ser a contratação mais cara da história do Brasil, custando cerca de R$ 260 milhões (42 milhões de euros). Até aqui, ele já defendeu o time do Flamengo em 12 oportunidades, balançando as redes três vezes.