Futebol
Flamengo mapeia alternativas no mercado com características de Kaio Jorge
04 Jan 2026 | 16:42
Futebol
13 Mar 2025 | 18:12 |
O Super Mundial de Clubes da Fifa, que será realizado entre os dias 15 de junho e 13 de julho de 2025, nos Estados Unidos, trará uma mudança importante para os times participantes: a restrição de patrocinadores no uniforme. A entidade determinou que cada clube poderá exibir apenas um patrocinador na camisa de jogo, localizado no espaço máster.
A medida impacta diretamente os quatro clubes brasileiros que estarão na competição – Palmeiras, Flamengo, Fluminense e Botafogo –, que precisarão se adaptar à nova realidade comercial. Além disso, a restrição vale também para materiais de treino, agasalhos e coletes usados no banco de reservas.
Especialistas analisam impacto da decisão da Fifa
A regra imposta pela Fifa gerou diferentes reações no mercado. Para Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports e especialista em marketing esportivo, a decisão tem um ponto positivo: a padronização visual dos uniformes.
- Creio que a regra é válida, uma vez que existem clubes participantes de diversas partes do mundo, cada um com a sua cultura. Muitas vezes, os times vendem muitos espaços, e o uniforme acaba ficando poluído. Então, para padronizar, a Fifa resolveu adotar essa medida, o que na minha visão é assertivo - afirmou.
Já Fernando Kleimmann, sócio-diretor da Volt Sport, empresa brasileira fornecedora de material esportivo para 11 clubes do país, acredita que a mudança segue uma tendência estética do futebol mundial.
- O regulamento prioriza a estética e a padronização visual do torneio, resultando em camisas mais ‘limpas’ e alinhadas a um padrão internacional. Essa medida valoriza a identidade dos clubes e reforça a percepção de exclusividade do patrocinador máster, seguindo uma tendência de design mais minimalista no futebol - conclui Kleimmann.
Patrocínio exclusivo pode gerar perdas financeiras?
Apesar da padronização visual, a restrição pode impactar o potencial de receita publicitária dos clubes. Atualmente, muitos times brasileiros exibem diversos patrocinadores no uniforme, com marcas ocupando mangas, ombros, costas e barra da camisa. Com a nova regra, os clubes precisarão buscar alternativas para compensar possíveis perdas financeiras.
Uma das soluções pode ser renegociar contratos, elevando o valor do patrocínio máster, já que a marca ganhará exclusividade no uniforme durante o torneio. Outra estratégia pode ser o fortalecimento de ações comerciais digitais, explorando a visibilidade dos clubes nas redes sociais e plataformas de streaming.
Atacante busca protagonismo na Vila Belmiro para entrar no radar da Seleção Brasileira; reencontro com Tite e reserva na Raposa pesaram na decisão
04 Jan 2026 | 21:00 |
A transferência de Gabigo,ex-Flamengo, do Cruzeiro para o Santos tem um objetivo claro além da identificação com o clube: a disputa da Copa do Mundo deste ano. Segundo apuração da Rádio Itatiaia, o atacante vê no retorno à Vila Belmiro a oportunidade ideal para recuperar seu melhor futebol e entrar no radar do técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de ciclo para o Mundial.
O jogador entende que precisa de visibilidade e minutos em campo para convencer o treinador italiano, algo que estaria ameaçado caso permanecesse em Belo Horizonte para a temporada de 2026.
A permanência no Cruzeiro apresentava obstáculos claros para as ambições do camisa 99. O atacante encerrou 2025 em baixa, marcada pelo pênalti perdido na eliminação da Copa do Brasil contra o Corinthians, enquanto viu o concorrente Kaio Jorge se consolidar como titular absoluto e viver grande fase técnica.
Além da questão esportiva, o fator comando técnico foi decisivo. O reencontro com Tite, treinador com quem Gabigol teve desavenças públicas durante a passagem pelo Flamengo, indicava uma redução natural de sua minutagem. Ciente de que seria uma opção no banco de reservas, o atleta optou pela mudança de ares.
No Santos, o cenário se inverte. Revelado nas categorias de base do clube, Gabigol chega com status de estrela e a confiança de que terá o ambiente favorável para brilhar. Outros fatores extracampo também influenciaram a escolha, como a proximidade da família e a possibilidade real de atuar novamente ao lado de Neymar. Assim como Gabriel, o camisa 10 também nutre o desejo de retornar à Seleção Brasileira.
Lateral uruguaio perdeu espaço no elenco rubro-negro e busca sequência na Argentina para garantir convocação para o Mundial de 2026
04 Jan 2026 | 19:19 |
Após uma temporada histórica em 2025, na qual conquistou seis títulos,inc luindo o nono Campeonato Brasileiro e a quarta Libertadores, o Flamengo iniciou o processo de ajustes no elenco para manter a hegemonia. Nesse cenário de reformulação, uma das saídas confirmadas é a do lateral-esquerdo Matías Viña. O jogador será emprestado ao River Plate, da Argentina, pelo período de um ano.
A transferência, no entanto, vai além das quatro linhas e envolve uma preocupação direta com o futuro do atleta na seleção de seu país. A decisão de deixar o Rio de Janeiro foi impulsionada por um recado direto de Marcelo Bielsa, técnico da Seleção Uruguaia. Visando a Copa do Mundo que será disputada em junho no Canadá, Estados Unidos e México, o treinador foi enfático sobre os critérios de convocação.
Segundo informações do jornal argentino Olé, Bielsa deixou claro para Viña que sua presença no Mundial de 2026 está condicionada à regularidade em campo. O comandante da Celeste avisou que só levará para o torneio atletas que estiverem atuando frequentemente e em alto nível por grandes clubes.
No Flamengo, a situação do lateral havia se complicado. Viña tornou-se apenas a terceira opção para o setor, ficando atrás de Alex Sandro e Ayrton Lucas na hierarquia da comissão técnica. Sem minutos suficientes no Brasil, o risco de ficar fora da lista final do Uruguai tornou-se real, motivando a busca por novos ares.
A ida para o River Plate contou com o aval de Marcelo Gallardo. O treinador dos Millonarios foi peça-chave na negociação, mas manteve a transparência com o reforço: não haverá cadeira cativa. Gallardo comunicou a Viña que ele terá que disputar posição com o experiente Marcos Acuña, mas garantiu que dará todo o suporte necessário para sua adaptação.
Peixe abre conversas com o Al Sadd do Catar para repatriar o meia revelado na Vila Belmiro; jogador manifesta desejo de retornar ao clube paulista
04 Jan 2026 | 18:00 |
O Santos iniciou uma ofensiva no mercado para repatriar o meia Claudinho visando a temporada de 2026. Após o jogador ter sido alvo recorrente do Flamengo em janelas anteriores, é o time da Vila Belmiro que agora surge como o provável destino do atleta. Atualmente defendendo o Al Sadd, do Catar, o meio-campista pode retornar ao futebol brasileiro para vestir a camisa do clube que o revelou.
A diretoria santista trabalha nos bastidores para viabilizar a chegada do reforço, apostando na identificação do jogador com a equipe e na oportunidade de mercado para elevar o nível técnico do elenco.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Ricardo Martins, o modelo de negócio discutido é um empréstimo. O Santos já iniciou os contatos com o Al Sadd e conta com um trunfo importante nas tratativas: a vontade do próprio atleta. Claudinho vê com bons olhos o retorno ao Brasil e, especificamente, ao Peixe, onde iniciou sua trajetória no futebol.
O jogador foi negociado com o time catariano em janeiro deste ano, após deixar o Zenit, da Rússia. No entanto, a possibilidade de atuar novamente na Série A pelo seu clube formador motiva o staff e o meia a buscarem um acordo amigável para a liberação temporária.
Antes de entrar na mira do Santos, Claudinho foi protagonista de longas novelas envolvendo o Flamengo. O Rubro-Negro tentou a contratação do jogador em duas temporadas consecutivas quando ele ainda estava na Rússia. Na primeira investida frustrada, o clube carioca acabou optando pela contratação de Nicolás de la Cruz. Na segunda tentativa, o Flamengo voltou à carga, mas novamente não conseguiu superar as exigências do Zenit.