Futebol
Samuel Lino cita desgaste e rebate críticas no Flamengo: "Não somos robôs"
18 Fev 2026 | 15:10
Futebol
14 Out 2024 | 17:38 |
A La Liga, a Europa League e a FIFPRO, entidade que representa jogadores profissionais de futebol, uniram forças para apresentar uma denúncia formal contra a FIFA à Comissão Europeia. O motivo da queixa gira em torno da criação e expansão do Super Mundial de Clubes, previsto para ocorrer em junho de 2025, nos Estados Unidos. A proposta da FIFA de realizar esse torneio em formato ampliado, com a inclusão de mais equipes e um calendário que muitos consideram desgastante, gerou forte oposição de diversas entidades do futebol mundial. O principal argumento dessas organizações é que a FIFA estaria abusando de sua posição dominante no cenário global do futebol e comprometendo o equilíbrio entre as competições nacionais e internacionais, ao forçar a implementação de um torneio que, segundo eles, beneficia poucos clubes e desrespeita o calendário de muitos outros.
Javier Tebas, presidente da La Liga, foi uma das principais vozes contrárias à FIFA nesse processo. Durante seu discurso, ele não poupou críticas à entidade máxima do futebol, classificando a postura da FIFA como "abusiva" e destacando que a organização está ignorando os efeitos negativos que o novo formato pode trazer para o futebol mundial. Tebas, conhecido por suas opiniões firmes e críticas às grandes decisões que afetam o futebol europeu, afirmou que o Super Mundial de Clubes representa uma ameaça ao equilíbrio financeiro e esportivo das ligas nacionais. Segundo ele, a criação desse torneio é uma estratégia da FIFA para aumentar o controle sobre o futebol de clubes, enfraquecendo ligas como a La Liga, Premier League, e Serie A, que possuem campeonatos domésticos bem estabelecidos e que geram receitas substanciais para seus clubes.
FLAMENGO ACOMPANHA DE PERTO
A FIFPRO também destacou a preocupação com o impacto que o Super Mundial de Clubes pode ter na saúde física e mental dos jogadores. A organização já havia se manifestado anteriormente contra o aumento do número de partidas e competições em curto espaço de tempo, enfatizando que a sobrecarga física dos atletas está atingindo níveis alarmantes. A inclusão de mais uma competição global no calendário já lotado do futebol mundial pode agravar esse cenário, prejudicando a longevidade das carreiras dos jogadores e comprometendo o nível técnico das competições. Segundo a FIFPRO, a FIFA está priorizando seus próprios interesses comerciais e negligenciando o bem-estar dos principais protagonistas do futebol: os atletas.
SUPER MUNDIAL PODE ESTAR CHEGANDO PERTO
Além da La Liga e da FIFPRO, a Europa League, uma das competições de clubes mais tradicionais da UEFA, também expressou sua insatisfação com o novo torneio da FIFA. O presidente da entidade, Aleksander Čeferin, já havia se mostrado contrário à expansão do Super Mundial de Clubes, alegando que a competição enfraquece o prestígio e a relevância dos torneios continentais, como a própria Europa League e a Champions League. Para Čeferin, a FIFA está tentando centralizar o poder no futebol de clubes e desestabilizar o ecossistema equilibrado que existe entre as ligas nacionais e as competições continentais. Ele ressaltou que o calendário já está saturado e que a inclusão de mais um grande torneio global apenas intensifica a carga sobre os clubes e jogadores.
A queixa apresentada à Comissão Europeia visa investigar se a FIFA está violando as regras de concorrência da União Europeia ao promover um torneio que pode ser considerado um monopólio de competições internacionais. As entidades envolvidas na denúncia argumentam que a FIFA está utilizando sua posição dominante para forçar a implementação do Super Mundial de Clubes, sem considerar o impacto negativo para o futebol como um todo. A Comissão Europeia, que já investigou a FIFA em outras ocasiões por questões de monopólio, pode ter um papel fundamental em definir os próximos passos dessa disputa entre as organizações que governam o futebol mundial.
Clube inglês define valor astronômico de 60 milhões de euros para liberar o volante brasileiro e planeja mantê-lo no elenco mesmo em caso de rebaixamento
18 Fev 2026 | 20:00 |
As esperanças de um retorno breve de João Gomes ao futebol brasileiro sofreram um duro golpe nesta quarta-feira (18). O volante, cujo nome voltou a circular nos bastidores do Flamengo nas últimas semanas, deve permanecer na Inglaterra. O Wolverhampton, atual clube do atleta, definiu condições financeiras proibitivas para qualquer negociação e manifestou o desejo de contar com o jogador independentemente do desfecho desta temporada.
Segundo apuração do portal UOL, a diretoria do Wolverhampton considera João Gomes uma peça fundamental para o esquema do técnico Rob Edwards. A avaliação interna é de que o brasileiro é indispensável, a ponto de o clube planejar sua permanência mesmo se a equipe for rebaixada para a Championship (a segunda divisão inglesa) ao fim da temporada.
Para blindar o jogador do assédio internacional, os ingleses estipularam um preço elevado. O Wolves só aceita abrir conversas se a oferta atingir a marca de 60 milhões de euros (aproximadamente R$ 428 milhões na cotação atual). O valor está muito acima da realidade financeira dos clubes brasileiros, o que praticamente inviabiliza uma repatriação pelo Flamengo neste momento.
Do lado do Flamengo, a postura é de cautela e realismo. A diretoria entende que, apesar da recente saída do volante Allan, o elenco comandado pelo técnico Filipe Luís está bem servido de opções para o meio-campo. José Boto, diretor de futebol do clube, explicou a estratégia de mercado em entrevista ao site GE.
"A janela no Brasil fica aberta até março. Estamos atentos ao mercado. É óbvio que nossa disponibilidade financeira agora é muito pequena para esta janela", declarou o dirigente, afastando a possibilidade de loucuras financeiras.
Boto reforçou que o clube segue monitorando situações, mas agirá apenas se encontrar um negócio de ocasião. "Aparecendo uma oportunidade que nos satisfaça do ponto de vista desportivo, alguma posição que nós identificamos e podemos vir a precisar, estamos atentos", finalizou.
Mengão nicia a disputa pelo título continental contra o vencedor da Sul-Americana nesta quinta-feira, na Argentina; saiba tudo sobre o confronto
18 Fev 2026 | 18:00 |
A temporada de decisões internacionais começa para o futebol sul-americano nesta quinta-feira (19). O Flamengo vai até a Argentina para enfrentar o Lanús, no Estádio La Fortaleza, pelo jogo de ida da final da Recopa Sul-Americana de 2026. O duelo, que coloca frente a frente os atuais detentores da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, promete ser um teste de fogo para ambas as equipes.
O pontapé inicial está marcado para as 21h30 (horário de Brasília). O Rubro-Negro busca abrir vantagem fora de casa para decidir o título com tranquilidade no Rio de Janeiro, enquanto o time argentino, apelidado de Granate, tenta fazer valer o mando de campo e a pressão de sua torcida.
Para os torcedores que não puderem comparecer à Argentina, a partida terá ampla cobertura televisiva e via streaming. A transmissão oficial do confronto será realizada pelos canais ESPN (TV fechada) e pela plataforma Disney+ Premium (streaming). A cobertura deve começar minutos antes de a bola rolar, trazendo todo o pré-jogo e as expectativas para a primeira metade da grande final.
Provável escalação do Flamengo: Rossi; Varela (ou Emerson Royal), Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Lucas Paquetá e Arrascaeta; Carrascal, Everton Cebolinha e Pedro (ou Bruno Henrique).
Provável escalação do Lanús: Losada; Guidara, Izquierdoz, Domínguez e Marcich; Medina, Agustín Cardozo, Salvio, Marcelino Moreno e Carrera; Castillo.
Data: 19/02/2026
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Estádio La Fortaleza (Lanús, Argentina)
Árbitro: Alexis Herrera (VEN)
VAR: Carlos Orbe (EQU)
Peixe realizou uma sondagem pelo volante colombiano, mas os vencimentos acima de R$ 1 milhão mensais inviabilizaram o negócio
18 Fev 2026 | 17:00 |
Santos encerrou, ao menos por enquanto, o interesse na contratação do volante Gustavo Cuéllar. A diretoria do Peixe chegou a procurar o estafe do atleta e o Grêmio para entender a situação do colombiano, que retornou ao Brasil com status de estrela após longa temporada na Arábia Saudita. No entanto, os valores envolvidos na operação assustaram a cúpula santista e esfriaram as tratativas.
O principal obstáculo para o avanço do negócio é o alto custo mensal do ex-Flamengo. Atualmente, os vencimentos de Cuéllar superam a casa de R$ 1 milhão, um montante que foge da realidade financeira que o clube da Vila Belmiro pretende praticar neste momento.
A situação de Gustavo Cuéllar no Grêmio é delicada. O meio-campista perdeu prestígio e espaço na equipe titular sob o comando do técnico Luís Castro. O Tricolor Gaúcho vê com bons olhos uma eventual negociação para aliviar a folha salarial, mas encontra dificuldades no mercado justamente pelo valor do contrato.
Antes de defender as cores do Grêmio, Cuéllar viveu momentos intensos no futebol brasileiro com a camisa do Flamengo. Entre 2016 e 2019, o colombiano disputou 167 partidas e se consolidou como um dos pilares do time, destacando-se pela capacidade de desarme e qualidade na saída de bola. Ele foi peça importante nas conquistas dos estaduais de 2017 e 2019.
Contudo, sua despedida da Gávea foi marcada por atritos. Em agosto de 2019, o jogador pediu para ser negociado visando o futebol europeu. A diretoria rubro-negra, no entanto, dificultou a ida para a Itália e conduziu a venda para o Al-Hilal, da Arábia Saudita, por cerca de R$ 34 milhões.