Futebol
Leonardo Jardim explica polêmica com Gabigol, ex-Flamengo, no Cruzeiro
05 Mar 2026 | 14:49
Futebol
29 Mar 2025 | 12:24 |
O legado dos Mamonas Assassinas segue vivo nas arquibancadas do futebol brasileiro. Torcedores do Internacional e do Mais Querido adaptaram a icônica música Pelados em Santos para apoiar os times nos estádios. Décadas após o trágico acidente que vitimou a banda, as canções seguem sendo entoadas por milhares de vozes em jogos importantes.
A primeira adaptação da música foi feita por torcedores do Internacional. Em 2008, integrantes da torcida organizada Guarda Popular criaram a versão "Minha Camisa Vermelha", que rapidamente se popularizou entre os colorados. A canção passou a embalar partidas decisivas e se tornou um símbolo de paixão pelo clube.
RUBRO-NEGROS ADOTARAM A CANÇÃO NO ANO SEGUINTE
Inspirados pela adaptação colorada e pela amizade entre as torcidas, os rubro-negros criaram, em 2009, a versão Mengão do Meu Coração. A música fez parte da histórica campanha do título brasileiro daquele ano, conquistado com um elenco liderado por Adriano Imperador e Petkovic. Desde então, a canção segue presente nos estádios, sendo uma das favoritas dos torcedores do Flamengo.
FAMÍLIA DO VOCALISTA DINHO SE EMOCIONA COM O IMPACTO DAS MÚSICAS NOS ESTÁDIOS
Para Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas Assassinas, ver as músicas da banda eternizadas no futebol é motivo de grande orgulho. "A arte transcende. O legado acaba sendo imortalizado pela arte. Tudo o que eles fizeram valeu muito a pena. Eles acreditavam nos sonhos deles. Ter torcidas de futebol cantando versões das músicas dos Mamonas nos dá muito orgulho. É gratificante demais ver que eles não morreram", declarou.
MÚSICAS DOS MAMONAS SEGUEM VIVAS NA CULTURA POPULAR E NO FUTEBOL BRASILEIRO
Mesmo após quase três décadas desde a tragédia que interrompeu a carreira do grupo, o impacto dos Mamonas Assassinas segue forte na cultura brasileira. No futebol, torcedores de diferentes clubes mantêm viva a irreverência da banda, garantindo que suas músicas sejam lembradas a cada grito de apoio nos estádios.
Mengão tem um dos principais elencos da América Latina e treinador vê semelhanças no rubro-negro com o que faz o clube merengue
05 Mar 2026 | 15:25 |
A busca do Flamengo por um atacante com características de velocidade e profundidade ganhou um novo capítulo após a coletiva de apresentação de Leonardo Jardim. O treinador revelou que o clube tentou contratar Kaio Jorge no início da temporada, movimento ligado diretamente ao desempenho do atacante sob seu comando no Cruzeiro em 2025.
Leonardo Jardim compara o Flamengo no mercado com o Real Madrid: " tem que estar sempre de olho em todos os mercados..."
A diretoria rubro-negra buscava justamente um jogador com capacidade de atacar espaços e dar profundidade ao sistema ofensivo, características que o técnico português considera importantes para equilibrar o estilo de jogo da equipe.
Durante a entrevista, Leonardo Jardim foi questionado sobre a necessidade de novos reforços para o setor ofensivo. O treinador respondeu com uma visão ambiciosa sobre o funcionamento de grandes clubes, comparando o Flamengo ao Real Madrid. Segundo ele, equipes vencedoras precisam estar sempre atentas ao mercado, mesmo após grandes investimentos — como os cerca de R$ 300 milhões aplicados recentemente pelo clube, incluindo a contratação de Lucas Paquetá.
“Sobre o elenco, acredito que uma equipe como o Flamengo tem que estar sempre de olho em todos os mercados. O Real Madrid, clube da dimensão do Flamengo, todo ano troca um ou dois jogadores. É importante pela motivação, para entrar novos jogadores, as dinâmicas.”
Apesar da comparação e da defesa de ajustes constantes no elenco, o treinador fez questão de destacar que está satisfeito com as opções que encontrou no Ninho do Urubu: “Estou extremamente satisfeito com esses jogadores. Eles mostraram em um passado recente a sua capacidade.”
Leonardo Jardim também analisou as características do grupo rubro-negro. De acordo com o treinador, o elenco possui perfil mais voltado à posse de bola do que às transições rápidas. A avaliação ajuda a explicar a busca inicial por um atacante com perfil diferente, capaz de oferecer maior profundidade ao sistema ofensivo.
“Eu, como forma exterior, vi o Flamengo durante os 12 meses que estive no Brasil ano passado. Conheço a qualidade dos nossos jogadores. Em termos de características, tenho uma equipe com mais características de posse do que de transição.”
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro confirmou o experiente árbitro para comandar o clássico decisivo deste domingo no Maracanã
05 Mar 2026 | 15:04 |
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) bateu o martelo e oficializou quem será o dono do apito no aguardado Fla-Flu que decidirá o título do Campeonato Carioca de 2026. O confronto, agendado para o próximo domingo (8), às 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã, terá a arbitragem de Bruno Arleu de Araújo.
Aos 43 anos de idade, o árbitro carioca é um nome amplamente conhecido nos bastidores do futebol nacional e sua escolha segue a diretriz da federação de designar profissionais com vasta bagagem para embates de altíssima tensão.
Para auxiliar Bruno Arleu na árdua missão de conduzir a finalíssima de maneira justa e transparente, a entidade divulgou a escala completa de profissionais. Nas bandeiras laterais, atuarão os assistentes Luiz Claudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto.
O árbitro de vídeo (VAR), ferramenta fundamental em decisões, ficará sob a responsabilidade de Carlos Eduardo Nunes Braga. A equipe de suporte presencial e remota ainda conta com João Ennio Sobral, Júlio César Souza Gaudêncio, Andréa Izaura Maffra Marcelino e Rodrigo Carvalhaes de Miranda.
O confronto deste final de semana encerra uma das semanas mais agitadas da história recente do Ninho do Urubu. Após aplicar uma expressiva goleada de 8 a 0 sobre o Madureira pelas semifinais, a diretoria surpreendeu o mercado ao demitir Filipe Luís. Agora, cabe a Leonardo Jardim assumir a área técnica e buscar o troféu logo em sua estreia pelo Flamengo.
Senado está próximo a aprovar uma lei que inibe as publicidades das empresas de ‘bets’ e contratos como o do Mengão corre risco
05 Mar 2026 | 15:01 |
O contrato de R$ 268 milhões entre o Flamengo e a Betano pode representar o teto financeiro do mercado de patrocínios envolvendo casas de apostas no futebol brasileiro. A avaliação é do diretor da empresa no país, Guilherme Figueiredo, que projeta uma redução significativa nos valores das próximas renovações.
Diretor da Betano, patrocinadora do Flamengo: "A tendência é, sim, haver uma redução..."
Segundo o executivo, o ciclo de crescimento acelerado das bets chegou ao limite e o setor tende a passar por um ajuste técnico para retornar a patamares considerados mais realistas: “Seria uma surpresa muito grande (contrato superior ao do Flamengo), acho difícil, ao menos no curto prazo. O Corinthians acabou de renovar o contrato por um valor maior, 150 milhões, e eu até parabenizei o diretor de marketing. Disse que provavelmente ele fez o último grande contrato nesses valores com casas de apostas. A tendência é, sim, haver uma redução. É uma questão de ajuste de mercado.”
A possível retração no mercado está diretamente ligada ao avanço do Projeto de Lei 3.563/2024 no Congresso Nacional. A proposta, que tramita no Senado Federal do Brasil, prevê restrições amplas à publicidade de apostas esportivas. O texto já foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia e aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Caso avance, ainda precisará passar pelo plenário do Senado e posteriormente pela Câmara dos Deputados do Brasil antes de seguir para sanção presidencial. Entre as medidas previstas estão a proibição de anúncios em camisas de clubes, placas de estádios, redes sociais de influenciadores e até a pré-instalação de aplicativos de apostas em dispositivos eletrônicos.
A proposta também pretende reduzir o impacto das campanhas publicitárias massivas que hoje dominam os intervalos comerciais das transmissões esportivas. A justificativa do projeto cita o alto volume de apostas no país, estimado em cerca de R$ 30 bilhões mensais.
Caso as restrições avancem, o modelo que sustenta os investimentos bilionários das casas de apostas no futebol pode sofrer uma reformulação profunda. Sem a vitrine proporcionada pela exposição em uniformes e durante as partidas, a tendência é que os contratos retornem a níveis financeiros semelhantes aos registrados antes da explosão do setor.