Futebol
Leonardo Jardim faz revelação no Flamengo: “não admiro posse de bola…”
15 Mar 2026 | 15:35
Futebol
21 Jul 2023 | 09:50 |
Rodolfo Landim comentou sobre a tentativa do Conselho do Flamengo de mantê-lo mais um ano na presidência do clube. O mandato de Landim termina este ano (2023) e, de acordo com os planos do conselheiro José Carlos Peruano, ele poderia assumir novamente o cargo, ao invés de concorrer às eleições programadas para 2024. O diretor afirmou estar pensando no assunto e que fará o que for decidido pela diretoria, contudo a extensão de relações com o Flamengo não estava nos seus planos.
O Conselho Deliberativo do Flamengo recebeu em março deste ano um pedido ímpar do conselheiro José Carlos Peruano. Ele pediu que o atual presidente do clube pudesse ter mais um mandato. Para que isso aconteça, será necessária uma alteração no Artigo 69 do estatuto, permitindo que o presidente permaneça com as funções por quatro anos ao invés de três.
Sobre isso, Landim comentou que espera por tomar a decisão em conjunto com os outros “presidentes de poder”. Em entrevista com o jornalista Mauro Cezar, explicou ainda que assumiu mais três anos na presidência do Mengão por conta de um compromisso que estabeleceu com os eleitores: “e costumo cumprir minhas promessas”. Ele não fala exatamente sobre desejar as funções novamente, na verdade o contrário, “Teria que mudar muitas coisas no plano da minha vida familiar e profissional, mas sinceramente está completamente fora dos meus planos de vida”, finalizou.
Contudo, Landim pode ceder à extensão pelo bem do clube. O plano de Peruano, aparentemente, tem como objetivo evitar uma cisão dentro do grupo administrativo do clube. Em caso de eleições no ano que vem, a diretoria poderia vir a se dividir nos dois possíveis candidatos: Rodrigo Dunshee (vice-presidente geral e jurídico) e Luiz Eduardo Baptista, o BAP (presidente do Conselho de Administração).
O atual presidente ainda explicou mais sobre esse projeto de pacificação: “O que eu poderia fazer é renunciar ao fim dos três anos e deixar o Dunshee (Rodrigo Dunshee de Abranches, vice-presidente geral e jurídico) assumir.” Se as coisas vierem a acontecer como indica Rodolfo os problemas envolvendo uma eleição serão ainda mais afastados.
Vale lembrar que, de acordo com a lei 13.155 de 2015, que regulamenta o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (PROFUT), só é permitida uma reeleição para quem aderir ao refinanciamento. Desse modo, caso o Fla opte por mudar o estatuto, terá que se ‘desligar’ do Profut.
Mesmo com o título estadual recém-conquistado, o comandante não suportou a pressão da torcida e os maus resultados que afundaram o time mineiro na vice-lanterna
16 Mar 2026 | 09:36 |
Chegou ao fim a passagem de Tite, ex-Flamengo, pelo comando técnico do Cruzeiro. A diretoria celeste oficializou a demissão do treinador de 64 anos neste domingo (15), logo após a equipe amargar mais um tropeço na Série A do Campeonato Brasileiro.
A decisão foi tomada na esteira do empate em 3 a 3 contra o Vasco da Gama, em pleno Mineirão, em uma partida onde o time da casa atuou com um jogador a mais e, ainda assim, não conseguiu sair com os três pontos.
O resultado do final de semana agravou a situação dramática da equipe na principal competição do país. Atualmente, o Cruzeiro amarga a 19ª colocação na tabela, figurando na vice-lanterna do Brasileirão com apenas três pontos somados em seis rodadas disputadas. A equipe segue sem registrar nenhuma vitória no torneio, cenário que tornou a continuidade do trabalho insustentável para a gestão do clube.
Apesar de ter levantado a taça do Campeonato Mineiro no domingo anterior (8), o título regional serviu apenas como um breve respiro para o ex-treinador do Corinthians e da Seleção Brasileira. A falta de atuações convincentes e o futebol muito abaixo do esperado no cenário nacional esgotaram rapidamente a paciência dos torcedores.
Havia uma grande esperança interna de que a temporada de 2026 começasse no mesmo patamar elevado em que 2025 terminou, impulsionada pelo legado tático do português Leonardo Jardim, que hoje dirige o Flamengo. Embora Tite tenha declarado inicialmente que aproveitaria as ideias de seu antecessor, a transição não funcionou e resultou em uma desorganização tática evidente nas quatro linhas.
Volante é um dos principais líderes do elenco do Mengão e foi eleito pela primeira vez desde sua chegada para usar braçadeira
15 Mar 2026 | 20:00 |
A vitória por 3 a 0 do Flamengo sobre o Botafogo, no Engenhão, no sábado (14), foi marcada por uma atuação dominante da equipe comandada por Leonardo Jardim. Com controle do jogo, defesa sólida e eficiência no ataque, o Rubro-Negro construiu uma vitória convincente no clássico. Entre os destaques da partida esteve Jorginho, que viveu uma noite especial. O meio-campista usou pela primeira vez a braçadeira de capitão do Mengão e respondeu à responsabilidade com uma atuação segura no meio-campo.
Acostumado a atuar em grandes palcos do futebol europeu, Jorginho destacou que liderar o Flamengo em um clássico tem um significado especial. Após a partida, o volante utilizou as redes sociais para compartilhar a emoção do momento com a torcida rubro-negra.
“Uma honra enorme vestir essa camisa e, pela primeira vez, usar a braçadeira de capitão. Mais três pontos na conta. Vamos juntos, Nação”, escreveu o jogador. A publicação rapidamente repercutiu entre os torcedores, que demonstraram apoio ao camisa 8 e celebraram a atuação do meio-campista no clássico.
A escolha de Jorginho para usar a braçadeira não aconteceu por acaso. A filosofia de jogo implementada por Leonardo Jardim passa diretamente pelo controle do meio-campo, setor em que o ítalo-brasileiro exerce papel fundamental. Com visão de jogo apurada e capacidade de cadenciar as partidas, o volante se tornou uma espécie de termômetro da equipe.
Quando acelera o ritmo, o Flamengo ganha intensidade ofensiva; quando controla a posse, ajuda o time a administrar o confronto. Assim, com liderança em campo e boa conexão com a torcida, Jorginho se consolida como uma das peças centrais do Flamengo na disputa do Campeonato Brasileiro Série A.
Zagueiro é titular absoluto da equipe desde a passagem de Filipe Luís e manteve condição com Leonardo Jardim, mas desempenho recente não lhe agrada
15 Mar 2026 | 19:00 |
A goleada por 3 a 0 do Flamengo sobre o Botafogo, no último sábado (14), contou com uma atuação coletiva consistente do time rubro-negro. Mesmo assim, o zagueiro Léo Ortiz afirmou após a partida, disputada no Estádio Nilton Santos, que ainda não está satisfeito com o próprio desempenho.
Léo Ortiz, do Flamengo: "ainda não estou feliz com o que venho..."
“Óbvio que eu não estava e ainda não estou feliz com o que venho apresentando. Acho que posso melhorar ainda, sei o que posso entregar”, destacou o defensor depois da sexta rodada do Campeonato Brasileiro Série A.
Apesar da autocrítica, Léo Ortiz apresentou números sólidos no clássico. O zagueiro não sofreu nenhum drible durante a partida no Nilton Santos. Além disso, interceptou três passes, realizou cinco desarmes e afastou a bola da área em quatro oportunidades.
Mesmo assim, parte da torcida rubro-negra cobra que o defensor retome o nível exibido em 2025. Na temporada passada, o ídolo Zico chegou a apelidar Ortiz de “camisa 10 da zaga”, destacando a qualidade do jogador na saída de bola, participação na construção das jogadas e contribuições ofensivas com assistências.
Mesmo atuando na casa do rival, o Flamengo dominou o confronto. Samuel Lino abriu o placar, Léo Pereira ampliou em cobrança de falta e Pedro marcou o terceiro gol, garantindo a vitória no clássico. Com o resultado, o Mengão chegou aos dez pontos na tabela do Campeonato Brasileiro, três a menos que o líder São Paulo.
O Flamengo volta a campo na quinta-feira (19), quando enfrenta o Remo, no Maracanã, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. A partida está marcada para às 20h (horário de Brasília) e terá transmissão do Premiere, no sistema de pay-per-view.