Futebol
Jogador do Santos volta a falar sobre interesse do Flamengo: "Fez uma proposta..."
08 Abr 2026 | 14:56
Futebol
06 Out 2023 | 20:20 |
No cenário conturbado do Clube de Regatas do Flamengo, um grupo de sócios, incluindo nomes de destaque como Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do clube, decidiu tomar medidas drásticas ao protocolar um pedido no Conselho Deliberativo. Segundo Venê Casagrande, O objetivo desse pedido é a criação de uma comissão provisória de inquérito que investigue Rodolfo Landim, atual presidente do Flamengo, por infração disciplinar relacionada ao pagamento de multas contratuais a treinadores. O montante dessas multas, segundo fontes extraoficiais, chega a exorbitantes R$ 50 milhões.
No documento apresentado, destaca-se o trecho que aponta diretamente para a preocupação dos sócios em relação à conduta do atual presidente: "No exercício dessa responsabilidade, o Sr. Presidente, como é notório e amplamente noticiado pela imprensa, demitiu 6 treinadores sob contrato, tendo arcado com o pagamento de pesadas multas resilitórias para 5 deles." Esse trecho reforça a ideia de que a demissão de treinadores e as multas associadas a essas demissões estão no centro da controvérsia.
A cobertura midiática desse caso tem sido intensa, com diversas reportagens sobre o assunto. Entre elas, destacam-se as matérias realizadas pela CNN e pelo Terra, que lançaram luz sobre as cifras envolvidas nas demissões de treinadores. Segundo essas fontes, o presidente Rodolfo Landim teria onerado os cofres do Flamengo em aproximadamente R$ 50 milhões. No entanto, é importante ressaltar que os números exatos ainda são desconhecidos, uma vez que a transparência no clube em relação a esse tema tem sido limitada.
Esse episódio coloca em foco não apenas as finanças do Flamengo, mas também a gestão esportiva sob a liderança de Rodolfo Landim. A demissão de seis treinadores em um curto espaço de tempo levanta questões sobre a estabilidade no comando técnico da equipe e os critérios adotados para essas decisões. Além disso, o peso das multas contratuais pagas pelo clube chama a atenção para a responsabilidade financeira da diretoria.
A falta de transparência em relação aos números oficiais das multas e demissões gera ainda mais incerteza entre os sócios e torcedores do Flamengo. Muitos questionam se essas multas foram realmente necessárias e se representam um gasto justificável para o clube, especialmente em um período em que as finanças devido à pandemia já estão sob pressão.
O pedido de investigação protocolado pelos sócios é um reflexo do clima de insatisfação e incerteza que paira sobre o Flamengo neste momento. A Comissão Provisória de Inquérito proposta tem a missão de esclarecer os detalhes desse caso e determinar se houve irregularidades na conduta do presidente Rodolfo Landim em relação às demissões de treinadores e às multas contratuais.
É importante ressaltar que a investigação em questão não deve ser vista apenas como um conflito interno no clube, mas como um reflexo do desejo dos sócios de garantir a transparência e a responsabilidade na gestão do Flamengo. Afinal, o clube é uma instituição com uma base de torcedores apaixonados e uma história rica, e a sua administração deve refletir os valores e princípios que o Flamengo representa.
À medida que essa investigação se desenrola, o mundo do futebol estará atento às suas conclusões e às eventuais repercussões que ela pode ter não apenas para o Flamengo, mas também para o esporte brasileiro como um todo. A transparência, a responsabilidade financeira e a governança corporativa são temas cruciais que afetam não apenas os clubes, mas também a confiança dos torcedores e a integridade do futebol como um todo.
Atacante balançou as redes no segundo tempo para garantir o triunfo rubro-negro por 2 a 0 em território peruano; VAR foi protagonista ao anular gol
08 Abr 2026 | 23:26 |
Flamengo iniciou sua caminhada na Conmebol Libertadores 2026 com um resultado fundamental fora de casa. Na noite desta quarta-feira (08), a equipe comandada por Leonardo Jardim venceu o Cusco FC por 1 a 0, no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, a 3.350 metros de altitude.
O herói da noite foi Bruno Henrique, que marcou de cabeça para selar a vitória em um confronto marcado pelo equilíbrio físico e por intervenções decisivas da arbitragem de vídeo. Mesmo com o ar rarefeito, o Rubro-Negro conseguiu controlar as ações na maior parte do tempo, suportando a pressão final dos peruanos e somando os primeiros três pontos no Grupo A da competição continental.
O primeiro tempo foi de domínio territorial do Flamengo. Adaptando-se rapidamente à velocidade da bola na altitude, o time carioca quase abriu o placar logo aos 4 minutos com Gonzalo Plata, que parou em grande defesa do goleiro Díaz. Lucas Paquetá, assumindo o protagonismo na criação, seguiu a estratégia de arriscar de longa distância.
O camisa 10 levou perigo em três oportunidades, obrigando Díaz a trabalhar em batidas colocadas. O Cusco, por sua vez, apostou em contra-ataques e teve sua melhor chance em chute forte de Silva, defendido com segurança por Rossi, mantendo o placar zerado até o intervalo.
O placar foi inaugurado aos 13 minutos do segundo tempo. Gonzalo Plata serviu Ayrton Lucas na ponta esquerda, que cruzou com precisão para Bruno Henrique testar firme no canto, sem chances para o goleiro. Pouco depois, o VAR tornou-se protagonista: o árbitro chegou a marcar um pênalti contra o Flamengo, mas voltou atrás ao constatar que a bola havia saído pela linha de fundo anteriormente.
Nos minutos finais, o técnico Alejandro Orfila promoveu mudanças que tornaram o Cusco muito mais agressivo. O Flamengo sentiu o desgaste físico e passou a sofrer com investidas de Tévez e Manzaneda. O goleiro Rossi e o volante Evertton Araújo foram fundamentais em bloqueios providenciais dentro da área.
Nos acréscimos, o Rubro-Negro ainda teve chances de ampliar e aos 46 minutos do segundo tempo, Arrascaeta, com muita insistência, conseguiu marcar de cabeça e superar o goleiro. Flamengo vence e estreou com o 'pé direito' em busca do penta.
Consórcio que administra o complexo esportivo profissionaliza a gestão de eventos para atrair turnês internacionais e ampliar a arrecadação financeira
08 Abr 2026 | 22:45 |
O Maracanã está prestes a consolidar sua posição como uma das principais arenas multiuso do mundo. Sob a administração da dupla Flamengo e Fluminense, o complexo esportivo deve oficializar, ainda no mês de abril, uma parceria estratégica com a promotora de eventos 30e.
O objetivo do acordo é terceirizar a gestão e a comercialização de grandes espetáculos, seguindo um modelo de sucesso já implementado pela empresa no Allianz Parque, em São Paulo. A iniciativa reflete uma mudança na mentalidade do consórcio gestor, que foca na rentabilização do estádio em períodos de vacância do calendário esportivo.
A informação, antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, aponta para uma profissionalização das áreas não ligadas ao futebol para garantir um fluxo constante de receitas e entretenimento de alto nível na capital carioca.
Com a chegada da 30e, o cronograma de eventos do Maracanã passará por uma reformulação profunda para acomodar turnês de escala internacional sem prejudicar a integridade do gramado ou o calendário de jogos oficiais.
A meta é utilizar a infraestrutura modernizada e o peso histórico do estádio para atrair artistas globais que buscam um palco de referência na América do Sul. A expectativa é que o faturamento gerado por essa nova gestão de entretenimento comece a impactar os cofres de Flamengo e Fluminense já na segunda metade deste ano, transformando o complexo em um ativo financeiro ainda mais robusto para os clubes.
O contrato em fase de conclusão não se limita apenas ao estádio principal. O Maracanãzinho, tradicional palco de esportes de quadra e apresentações culturais, também está incluído no pacote de gestão da promotora 30e. A inclusão do ginásio permite a realização de eventos de menor porte, porém com alta rotatividade de público e demanda frequente, otimizando a utilização de todo o complexo.
A capital federal lidera a disputa interna brasileira para sediar a decisão continental, enfrentando a concorrência de Argentina, Paraguai e Colômbia
08 Abr 2026 | 22:00 |
Enquanto o Flamengo e os demais clubes sul-americanos iniciam a disputa pela "Glória Eterna" em 2026, os bastidores da Conmebol já projetam o futuro do torneio. A entidade máxima do futebol continental deu início aos processos de análise para selecionar a sede da grande final da Copa Libertadores de 2027.
Com o Uruguai já confirmado como o palco da decisão da atual temporada, quatro nações apresentaram candidaturas para receber o evento no próximo ano, movimentando a política esportiva da região. A escolha da sede definitiva passará por critérios técnicos de infraestrutura, capacidade hoteleira e logística de transporte, visando repetir o sucesso das edições anteriores em formato de jogo único.
Dentro do território brasileiro, o favoritismo mudou de mãos nas últimas semanas. Embora o Rio de Janeiro seja sempre uma opção natural, o Distrito Federal consolidou-se como o principal candidato do país. O argumento central para a escolha de Brasília reside na infraestrutura do Estádio Mané Garrincha.
A arena, revitalizada para a Copa do Mundo de 2014, comporta mais de 70 mil espectadores e ainda não sediou uma final única da Libertadores, diferente do Maracanã, que já recebeu o evento em duas ocasiões. Para clubes com torcidas nacionais, como o Flamengo, atuar na capital federal é visto como uma vantagem estratégica, dada a forte presença de torcedores rubro-negros na região.
A concorrência internacional promete ser rigorosa, com propostas que visam diferentes benefícios para a Conmebol. A Argentina busca manter o protagonismo do sul do continente ao oferecer o Estádio Ciudad de La Plata como sede. Simultaneamente, ganha corpo a candidatura de Assunção, no Paraguai, que apela para a facilidade logística por abrigar a sede administrativa da própria entidade.
Por outro lado, a Colômbia tenta levar a decisão para Barranquilla, defendendo a necessidade de descentralizar os grandes eventos esportivos, tradicionalmente concentrados no eixo Brasil-Argentina, promovendo uma maior integração entre as federações da América do Sul.