Soccer
06 Out 2023 | 20:20 |
In the troubled scenario of the Clube de Regatas do Flamengo, a group of members, including prominent names such as Eduardo Bandeira de Mello, former president of the club, decided to take drastic measures by filing a request with the Deliberative Council. According to Venê Casagrande, The objective of this request is the creation of a provisional commission of inquiry to investigate Rodolfo Landim, current president of Flamengo, for disciplinary infraction related to the payment of contractual fines to coaches. The amount of these fines, according to unofficial sources, reaches an exorbitant R$50 million.
In the document presented, the section that points directly to the partners' concerns regarding the conduct of the current president stands out: " In exercising this responsibility, Mr. President, as is well known and widely reported in the press, fired 6 coaches under contract, having paid heavy fines for 5 of them." This excerpt reinforces the idea that the dismissal of coaches and the fines associated with these dismissals are at the center of the controversy.
Media coverage of this case has been intense, with several reports on the subject. Among them, the articles carried out by CNN and Terra stand out, which shed light on the figures involved in the dismissals of coaches. According to these sources, President Rodolfo Landim would have burdened Flamengo's coffers by approximately R$50 million. However, it is important to highlight that the exact numbers are still unknown, as transparency at the club regarding this topic has been limited.
This episode puts into focus not only Flamengo's finances, but also sports management under the leadership of Rodolfo Landim. The dismissal of six coaches in a short space of time raises questions about the stability of the team's technical command and the criteria adopted for these decisions. Furthermore, the weight of the contractual fines paid by the club draws attention to the financial responsibility of the board.
The lack of transparency in relation to the official numbers of fines and dismissals generates even more uncertainty among members and fans from Flamengo. Many question whether these fines were really necessary and whether they represent a justifiable expense for the club, especially in a period when finances due to the pandemic are already under pressure.
The investigation request filed by the members is a reflection of the climate of dissatisfaction and uncertainty that hangs over Flamengo at the moment. The proposed Provisional Commission of Inquiry has the mission of clarifying the details of this case and determining whether there were irregularities in the conduct of President Rodolfo Landim in relation to the dismissals of coaches and contractual fines.
It is important to highlight that the investigation in question should not only be seen as an internal conflict within the club, but as a reflection of the members' desire to guarantee transparency and responsibility in Flamengo's management. After all, the club is an institution with a passionate fan base and a rich history, and its management must reflect the values and principles that Flamengo represents.
As this investigation unfolds, the world of football will be attentive to its conclusions and the possible repercussions it may have not only for Flamengo, but also for Brazilian sport as a whole. Transparency, financial responsibility and corporate governance are crucial issues that affect not only clubs, but also fan confidence and the integrity of football as a whole.
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Mengão é contrário a Reforma Tributária que colocaria os clubes associativos com alíquota superior a das SAFs no esporte brasileiro
06 Fev 2026 | 15:30 |
O debate em torno da reforma tributária ganhou novo capítulo nesta sexta-feira (6) após críticas públicas de Juca Kfouri ao presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista. Em coluna publicada no UOL, o jornalista classificou como “chantagem” a declaração de Bap sobre a possibilidade de encerrar investimentos nos esportes olímpicos caso a nova tributação para clubes associativos seja confirmada.
“Seu presidente Bap ameaçar parar com os esportes olímpicos caso passe, na reforma tributária, o aumento da tributação dos clubes associativos cheira à chantagem”, escreveu o colunista, apesar de defender a postura rubro-negra contra o modelo de SAFs.
A manifestação de Juca ocorre após a divulgação, pelo clube, de projeções que indicam um impacto financeiro de aproximadamente R$ 728 milhões ao longo de sete anos. Segundo o levantamento interno, o novo modelo tributário tornaria insustentável a manutenção de algumas modalidades olímpicas.
Para o jornalista, porém, o argumento do Flamengo perde força ao desconsiderar benefícios históricos concedidos aos clubes associativos, como isenções fiscais e patrimoniais, além da capacidade de gerar receitas expressivas com a formação e venda de atletas. Ele ressalta, no entanto, que no caso rubro-negro o futebol não é tratado oficialmente como financiador direto das modalidades olímpicas.
Juca Kfouri também contesta a tese de desequilíbrio em relação às SAFs. Na avaliação do colunista, clubes tradicionais operam em um “chão de fábrica isento de tributos”, citando exemplos como isenção de IPTU em centros de treinamento e sedes sociais como o Ninho do Urubu. Segundo ele, ameaçar abandonar esportes olímpicos não contribui para um debate sério sobre a reforma tributária e ainda enfraquece o valor institucional da marca.
A leitura apresentada pelo jornalista contrasta frontalmente com a defesa feita pelo Flamengo. A diretoria sustenta que a reforma, da forma como está desenhada, penaliza quem investe no esporte olímpico e favorece modelos empresariais com fins lucrativos. Na visão rubro-negra, as SAFs concentram-se exclusivamente na operação do futebol e não têm obrigação de reinvestir recursos em outras modalidades, o que ampliaria ainda mais a desigualdade estrutural entre os modelos.
Mengão aceita negociar o volante mesmo com o rival, mas pedida do jogador e do próprio clube afastam o Cruzmaltino de empréstimo
06 Fev 2026 | 14:58 |
As negociações entre Flamengo e Vasco por Allan enfrentam entraves financeiros e seguem longe de um desfecho, apesar do interesse do clube de São Januário no volante. Mesmo com sinalização positiva de todas as partes envolvidas, a diretoria rubro-negra deixou claro que não pretende facilitar uma eventual saída do jogador.
O ponto central da discussão é o salário de Allan. Os vencimentos são considerados elevados pelo Vasco e fora da realidade do clube para atletas de composição de elenco. Além disso, o Flamengo não aceita dividir os custos salariais em um possível empréstimo, o que, neste momento, inviabiliza qualquer acordo.
Outro obstáculo relevante é a exigência de compensação financeira para liberar o jogador, mesmo em caso de cessão temporária. Essa postura já havia travado investidas anteriores de São Paulo e Corinthians e segue sendo determinante para esfriar as conversas.
O movimento do Vasco ocorreu após o estafe de Allan procurar Fernando Diniz, técnico com quem o volante trabalhou no Fluminense, em 2019. Foi sob o comando do treinador que o jogador ganhou projeção nacional, e o interesse técnico surgiu a partir do desejo do atleta por mais minutos em campo.
Embora tenha sido tratado inicialmente como fora dos planos, o Flamengo entende que não deve simplesmente se desfazer do jogador. Com Saúl afastado, em recuperação de cirurgia no calcanhar esquerdo, Allan acabou sendo utilizado como última alternativa na partida contra o Fluminense. Neste contexto, o Vasco não pretende pagar taxa de transferência nem assumir integralmente os salários, cenário que mantém o impasse e impede o avanço das negociações no momento.
Mengão vai até Salvador para encarar o Leão pela 3ª rodada da competição e a CBF definiu quem vai comandar o confronto no apito
06 Fev 2026 | 14:48 |
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala completa de arbitragem para o confronto entre Flamengo e Vitória, marcado para a próxima terça-feira (10), às 21h30 (horário de Brasília), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O árbitro paulista Raphael Claus será o responsável por comandar a partida.
Além da escolha do juiz principal, a entidade também definiu toda a equipe de arbitragem. Raphael Claus terá o auxílio de Danilo Ricardo Simon Manis e Alex Ang Ribeiro, ambos de São Paulo. Já o VAR ficará sob responsabilidade de Daiane Muniz, também da federação paulista.
Raphael Claus apitou quatro partidas do clube carioca em 2025. O retrospecto recente registra duas vitórias, diante de Fluminense e Juventude, um empate contra o Vasco e uma derrota para o Atlético-MG, em confrontos válidos pelo Brasileirão e pela Copa do Brasil.
No histórico geral, esta será a 48ª vez que o árbitro apita um jogo do Rubro-Negro. Apesar da resistência de parte da torcida, os números são favoráveis: 28 vitórias, quatro empates e 15 derrotas sob o comando do paulista.
Com a arbitragem definida, Flamengo e Vitória entram em campo na terça-feira (10), às 21h30. A partida não terá transmissão em TV aberta e será exibida pelo SporTV, na TV fechada, e pelo Premiere, no sistema de pay-per-view.