Futebol
Flamengo encerra preparação para enfrentar o Estudiantes pela Libertadores
28 Abr 2026 | 18:13
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27 Fev 2026 | 12:05 |
Desde que assumiu o comando do time profissional, em outubro de 2024, Filipe Luís não havia enfrentado um ambiente de cobrança tão intenso. A derrota por 3 a 2 para o Lanús, que resultou no vice da Recopa Sul-Americana, marcou a primeira vez em que a torcida elevou o tom nas arquibancadas do Maracanã e direcionou protestos ao treinador. Além da Recopa, o Flamengo já havia perdido a Supercopa do Brasil nesta temporada, o que ampliou a pressão externa e interna sobre o trabalho da comissão técnica.
Apesar do desgaste, Filipe Luís ainda conta com o respaldo da diretoria de futebol. A avaliação interna é de que uma troca no comando não resolveria os problemas apresentados neste início de ano. Há entendimento de que a temporada é longa e que o treinador tem margem para recuperar o prestígio. A informação é do portal ‘GE’.
Nos bastidores, no entanto, a relação já passou por momentos de tensão. Durante o processo de renovação contratual, a demora para um acordo incomodou o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que chegou a discutir alternativas no mercado. Ao fim, houve concessões de ambas as partes para garantir a permanência do técnico.
O clube também atendeu a pedidos da comissão técnica, investiu na manutenção de atletas considerados fundamentais e trouxe reforços de peso, como Lucas Paquetá. O cenário, na visão da presidência, aumenta a responsabilidade por resultados imediatos.
Após a derrota no jogo de ida da Recopa, Bap intensificou a presença no Ninho do Urubu e elevou o nível de cobrança sobre elenco e comissão técnica. A tendência é de novas reuniões com o departamento de futebol após a perda do segundo título na temporada. Internamente, há relatos de desgaste também com parte do elenco, especialmente por escolhas técnicas que geraram insatisfação. O episódio no Maracanã evidenciou ainda uma fissura inédita na relação com a torcida.
Depois de um 2025 vitorioso, Filipe Luís enfrenta agora o desafio de administrar uma crise. O Campeonato Carioca surge como ponto-chave: o Flamengo está próximo da final, e o desempenho nos próximos jogos pode influenciar diretamente as decisões da diretoria. Além do treinador, o próprio departamento de futebol está sob análise da presidência. O desfecho estadual pode determinar os rumos da temporada — dentro e fora de campo.
Zagueiro sofreu uma laceração na perna e desfalca a equipe liderada por Leonardo Jardim em partida decisiva pela liderança do Grupo A
28 Abr 2026 | 22:00 |
Flamengo confirmou, nesta terça-feira (28), que o zagueiro Léo Pereira está fora do confronto contra o Estudiantes de La Plata, válido pela terceira rodada da Copa Libertadores 2026. O atleta não foi incluído na lista oficial de relacionados após sofrer um ferimento contuso na perna esquerda durante a goleada sobre o Atlético-MG, no último domingo. Devido à profundidade do corte, o jogador precisou ser submetido a uma sutura e, para garantir a cicatrização adequada, permanecerá em repouso no Rio de Janeiro.
A ausência de Léo Pereira amplia os desafios para o técnico Leonardo Jardim, que já lida com outros desfalques importantes no setor de criação e contenção. Além do zagueiro, o meio-campista Lucas Paquetá e o volante Erick Pulgar continuam entregues ao departamento médico, cumprindo cronogramas específicos de recuperação para lesões musculares e ortopédicas sofridas em rodadas anteriores do calendário nacional.
Com a baixa de um de seus pilares defensivos, a comissão técnica deve promover a entrada de Vitão ou Léo Ortiz para formar a dupla de zaga titular. A manutenção da consistência defensiva é vista como prioritária para suportar a pressão argentina, uma vez que o Flamengo busca consolidar sua classificação antecipada. A boa fase de Evertton Araújo, que vem substituindo Pulgar com êxito, oferece um alento tático ao treinador português para equilibrar as perdas no plantel.
O embate entre Estudiantes e Flamengo ocorre nesta quarta-feira (29), às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata. Atualmente, o Rubro-Negro ocupa o topo da tabela do Grupo A com 100% de aproveitamento, somando seis pontos em duas partidas. O clube argentino aparece logo atrás, na segunda posição, com quatro pontos conquistados após um empate na estreia e uma vitória na rodada subsequente.
Os torcedores rubro-negros poderão acompanhar todos os detalhes do confronto através da Rede Globo, que transmite a partida em TV aberta para todo o Brasil. Além da televisão, o serviço de streaming Paramount+ disponibilizará o sinal ao vivo para seus assinantes. A partida é tratada como o principal evento esportivo da semana, prometendo grandes índices de audiência dada a relevância do confronto para as pretensões brasileiras na temporada de 2026.
Histórico entre brasileiros e argentinos aponta uma ligeira vantagem rubro-negra, marcada por confrontos decisivos e equilíbrio técnico em solo sul-americano
28 Abr 2026 | 21:00 |
O embate entre Flamengo e Estudiantes é um dos jogos mais aguardados da rodada da Libertadores. No balanço geral, o Rubro-Negro leva vantagem, mas os números mostram que o time de La Plata costuma ser um adversário indigesto, especialmente atuando em seus domínios na Argentina.
Até o encontro atual na temporada de 2026, as equipes registraram 9 confrontos oficiais. O Flamengo acumula 4 vitórias, contra 2 triunfos do Estudiantes, além de 3 empates. Embora o número de vitórias cariocas seja o dobro, a maioria dos jogos foi decidida por margens mínimas, refletindo o equilíbrio tático entre as escolas de futebol do Rio de Janeiro e de Buenos Aires.
O Flamengo marcou 12 gols e sofreu 8, mantendo um saldo positivo de 4 gols. O maior artilheiro deste confronto em edições recentes de Libertadores é o atacante Pedro, que tem sido peça-chave nas vitórias do "Mais Querido" contra equipes argentinas sob o comando de diferentes treinadores, incluindo a atual gestão de Leonardo Jardim.
O encontro mais marcante entre os dois clubes na história recente ocorreu nas fases eliminatórias da Libertadores. Após uma derrota por 1 a 0 no tempo regulamentar, o Flamengo precisou superar o sistema defensivo rigoroso do Estudiantes para levar a decisão aos pênaltis. Naquela ocasião, o Rubro-Negro demonstrou frieza e venceu por 4 a 2 nas cobranças, garantindo a vaga para as semifinais.
Aquele duelo solidificou a percepção de que enfrentar o Estudiantes exige não apenas qualidade técnica, mas resistência emocional. O time argentino é conhecido por sua "catimba" e pelo forte jogo aéreo, características que o técnico Alexander "Cacique" Medina tenta resgatar para o duelo de 2026, buscando reverter a soberania brasileira nos números gerais.
Atuar em La Plata sempre foi um desafio para o Flamengo. Das derrotas sofridas pelo clube carioca no retrospecto, ambas ocorreram fora de casa. O estádio Jorge Luis Hirschi é conhecido pela proximidade da torcida com o gramado, criando um ambiente de pressão que historicamente favorece os argentinos.
No entanto, o Flamengo de 2026 chega com um retrospecto recente favorável em solo estrangeiro. Sob a batuta de Leonardo Jardim, o time tem demonstrado maturidade para controlar o ritmo de jogo e silenciar estádios adversários com transições rápidas. O objetivo neste novo capítulo é ampliar a vantagem histórica e quebrar o tabu de vitórias do Estudiantes em seus domínios, encaminhando a classificação no Grupo A.
Ex-defensor explicou os bastidores de seu desligamento do cargo de auxiliar técnico após a demissão do treinador e reforçou a autonomia de ambos na carreira
28 Abr 2026 | 20:30 |
Mesmo após quase dois meses da mudança no comando técnico do Flamengo, os desdobramentos da saída de Filipe Luís continuam a gerar discussões nos bastidores. Na última segunda-feira (27), o ex-zagueiro Rodrigo Caio, que atuava como auxiliar técnico na comissão anterior, esclareceu as circunstâncias de sua partida. Em entrevista ao podcast do ex-jogador Denílson, ele revelou que sua decisão de deixar o Ninho do Urubu foi pautada estritamente pela lealdade ao companheiro que o levou ao cargo, embora tenha ressaltado que não existe um compromisso formal de trabalharem juntos em projetos futuros.
Rodrigo Caio enfatizou que sua relação com Filipe Luís é fundamentada na amizade, sem obrigações profissionais atreladas a convites para novos clubes. “Eu saí junto. O Filipe nunca me prometeu nada. Pelo contrário, a gente tem uma amizade. Se ele for para o Real Madrid, ele não tem obrigação de me chamar”, afirmou o ex-atleta. A declaração busca desvincular a imagem de "parceria fixa", permitindo que ambos sigam caminhos independentes no mercado do futebol em 2026.
Durante o relato, Rodrigo Caio detalhou o momento em que comunicou sua saída à cúpula flamenguista. Ele fez questão de comparecer pessoalmente ao Centro de Treinamento para se despedir e conversar diretamente com a presidência antes que a notícia fosse veiculada pela imprensa. Segundo o ex-auxiliar, houve um pedido por parte da diretoria, especificamente citando a importância de Luiz Eduardo Baptista (Bap) em sua trajetória, para que ele permanecesse na estrutura técnica do clube.
No entanto, o posicionamento de Rodrigo foi irredutível. “Falei que cheguei com o Filipe e vou sair com o Filipe”, destacou. Esse gesto de fidelidade encerrou uma passagem que, apesar de breve na comissão técnica, seguiu o sucesso obtido pelo defensor durante seus anos como jogador no clube. A saída conjunta marcou o fim de um ciclo que teve seu ápice na temporada vitoriosa de 2025, mas que encontrou desgaste no início do calendário atual.
A interrupção do trabalho de Filipe Luís ocorreu na madrugada de 3 de março, motivada por uma sequência de resultados negativos que contrastavam com as expectativas geradas pelo ano anterior. O desligamento imediato abriu espaço para a contratação do português Leonardo Jardim, que assumiu o desafio de reorganizar o vestiário e retomar o protagonismo nas competições de elite. A transição, embora abrupta, permitiu que o novo treinador implementasse sua filosofia de jogo vertical.
A mudança de comando surtiu efeito positivo nas últimas rodadas, com o Flamengo acumulando sete vitórias consecutivas. Jardim conseguiu recuperar o rendimento de peças fundamentais e estabilizar a defesa, setor que apresentava fragilidades no início do ano. A saída de Rodrigo Caio e Filipe Luís é vista agora como uma página virada, enquanto o clube se concentra em manter a solidez apresentada sob a nova liderança técnica portuguesa.
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