Futebol
Flamengo e Palmeiras disputam contratação de lateral da Premier League
21 Abr 2026 | 14:57
Futebol
01 Out 2023 | 16:09 |
Eduardo Bandeira de Mello é de fato um ex-presidente do Flamengo conhecido por ter desempenhado um papel importante na reestruturação do clube durante seu mandato. Ele foi presidente do Flamengo de 2013 a 2018 e é frequentemente elogiado por sua gestão, que ajudou a estabilizar as finanças do clube e a construir uma equipe de futebol competitiva.
O Vasco, por exemplo, irá enfrentar novas eleições já em novembro. De acordo com o ex-mandatário rubro-negro, um dos candidatos ao cargo de presidente do clube cruzmaltino o convidou para ser CEO, caso eleito. Bandeira, no entanto, negou a oferta.
“Torcedor me encontra, fala ‘sou tricolor, vai para o Fluminense’. No caso do Vasco, um candidato me chamou para jantar e convidou para ser CEO do Vasco. Agradeci, mas falei que não seria bom nem para mim, nem para ele. Não tenho nada contra um vascaíno trabalhar no Flamengo, tricolor, botafoguense. Além disso, já tive botafoguense em cargo alto (no Flamengo)”, disse Bandeira de Mello ao Charla Podcast.
É interessante notar que Eduardo Bandeira de Mello foi procurado por Mario Gobbi, ex-presidente do Corinthians, em uma tentativa de tê-lo como parte da cúpula diretiva do clube corintiano em 2020. Isso destaca ainda mais o reconhecimento das habilidades de gestão e liderança de Bandeira de Mello no mundo do futebol, já que ele recebeu convites de diferentes clubes, incluindo rivais, para contribuir em cargos de direção esportiva.
É comum que ex-dirigentes bem-sucedidos sejam alvo de convites para retornar à administração de seus clubes, especialmente quando o clube enfrenta desafios ou passa por dificuldades financeiras. Bandeira de Mello, como ex-presidente, provavelmente tem conhecimento e experiência que podem ser valiosos para o Flamengo em momentos críticos.
O fato de que até rivais já o procuraram demonstra o reconhecimento de suas habilidades de gestão e liderança no mundo do futebol. No entanto, é importante ressaltar que Bandeira de Mello, como atual deputado federal do Rio de Janeiro, pode ter compromissos políticos que dificultam seu retorno à administração do Flamengo em tempo integral.
Atacante de 30 anos desperta atenção do mercado tricolor pela preferência familiar de residir no Rio de Janeiro, atraindo também o interesse do Corinthians
21 Abr 2026 | 17:24 |
O futuro do atacante Everton Cebolinha tornou-se pauta nos bastidores do futebol carioca nesta terça-feira (21). Com o vínculo contratual junto ao Flamengo aproximando-se do período final e sem indícios de uma extensão imediata, a permanência do atleta no Rio de Janeiro passou a ser uma prioridade para seu núcleo familiar. Esse fator logístico coloca o Fluminense como um destino potencial no mercado, caso o ciclo do jogador no Rubro-Negro seja encerrado ao fim da temporada de 2026.
Aos 30 anos, o velocista vive um momento de definição na carreira. A expectativa é que as movimentações entre agentes e clubes se intensifiquem nos próximos meses, visando estabelecer o novo destino do ponta-esquerda que acumula passagens de destaque pelo Grêmio e pelo futebol europeu.
Apesar da inclinação por permanecer na capital fluminense, o Fluminense não está sozinho na observação do atleta. O Corinthians figura como um forte concorrente paulista na disputa. O clube de Itaquera já havia realizado sondagens preliminares no início do ano e planeja formalizar uma oferta concreta durante a janela de transferências do meio do ano. A diretoria alvinegra busca reforçar o setor ofensivo com um jogador de drible e velocidade, características marcantes do camisa 11 rubro-negro.
O interesse do alvinegro é visto como um desafio para as pretensões cariocas, uma vez que o clube paulista possui orçamento para investimentos significativos na atual temporada. No entanto, o desejo dos familiares de Cebolinha em não deixar o Rio de Janeiro pode atuar como um diferencial nas negociações futuras.
Outra variável importante na trajetória de Everton Cebolinha é o laço afetivo com o Grêmio. Como o clube que o projetou para o cenário internacional, o Imortal Tricolor é sempre considerado uma opção viável pelo atleta. No entanto, o retorno a Porto Alegre depende diretamente da capacidade financeira da diretoria gaúcha em viabilizar os vencimentos e as luvas contratuais exigidas por um jogador de seu status.
Atacante e o volante sofreram lesões musculares e não estarão à disposição para o primeiro confronto da quinta fase da Copa do Brasil no Maracanã
21 Abr 2026 | 16:40 |
Vitória desembarca no Rio de Janeiro com problemas na escalação para enfrentar o Flamengo nesta quarta-feira (22). A comissão técnica confirmou que o atacante Renato Kayzer e o volante Gabriel Baralhas estão sob cuidados do departamento médico e não participam do jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil 2026. Ambos os atletas apresentaram queixas após o empate contra o Corinthians, em rodada recente do Campeonato Brasileiro.
Os exames de imagem realizados no início da semana apontaram uma contusão no músculo anterior da coxa direita de Kayzer. Embora o diagnóstico indique uma situação de menor gravidade, o tempo de recuperação impede sua participação no duelo. No caso de Baralhas, a lesão na coxa exige um tratamento mais prolongado, o que o afasta dos gramados por um período indeterminado.
Além das ausências confirmadas de Kayzer e Baralhas, o técnico do clube baiano enfrenta uma extensa lista de baixas. O setor defensivo é o mais afetado, com Claudinho, Riccieli e Pedro Henrique ainda em fase de transição física. No ataque, Marinho também segue o processo de retorno gradual aos treinamentos com bola.
A lista de lesionados que permanecem sem previsão de retorno imediato inclui nomes como Mateus Silva, Jamerson, Neris, Camutanga, Edu e Rúben Ismael, além de Dudu e Fabri. A quantidade de desfalques obriga a equipe técnica a promover alterações estruturais no esquema tático para enfrentar o Flamengo, que atua com força máxima sob o comando de Leonardo Jardim.
Para a vaga deixada por Renato Kayzer, a tendência é que Renê assuma a referência no comando de ataque. Já no setor intermediário, a disputa pela posição de Baralhas está aberta entre três jogadores: Zé Vitor, Ronald e o experiente Edenilson. A definição sobre quem iniciará o confronto deve ocorrer apenas após a última atividade tática antes do embarque.
Dessa forma, a provável escalação do Vitória para o embate no Maracanã conta com: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caíque, Zé Vitor (Ronald ou Edenilson) e Martínez; Erick, Matheuzinho e Renê. A estratégia do time baiano deve priorizar a organização defensiva para tentar levar um resultado equilibrado para a partida de volta.
Periódico 'As' destacou a instabilidade dos técnicos no Brasil e a reciclagem constante de nomes tradicionais em grandes clubes do país
21 Abr 2026 | 16:00 |
O jornal espanhol 'As' publicou uma análise crítica sobre a alta rotatividade de técnicos no futebol brasileiro durante a temporada de 2026. Em reportagem divulgada na última segunda-feira (20), o periódico europeu classificou o cenário nacional como instável, ressaltando que, embora o Brasil siga como um exportador de talentos para os principais clubes da Europa, a gestão dos profissionais à beira do gramado enfrenta uma realidade oposta e problemática.
A publicação destacou que nenhum profissional parece estar imune à pressão por resultados imediatos, afetando desde nomes consagrados, com passagens pela Seleção Brasileira, até treinadores que tentam consolidar carreira em divisões inferiores. O diário apontou a "dança das cadeiras" como um dos principais entraves para o desenvolvimento tático de longo prazo no país sul-americano.
Um dos pontos centrais da crítica do 'As' foi a reiteração de nomes conhecidos em diferentes clubes, o que evidenciaria uma carência de renovação no corpo técnico brasileiro. "A falta de renovação no corpo técnico faz com que uma figura como Renato Gaúcho tenha comandado o Fluminense em até seis passagens diferentes e também tenha passado por gigantes como Flamengo, Grêmio ou, agora, novamente pelo Vasco, em sua terceira passagem", pontuou o jornal.
Para os analistas espanhóis, essa reciclagem contínua de treinadores em equipes rivais impede a oxigenação de ideias no futebol nacional. O texto sugere que os clubes brasileiros preferem apostar em perfis já conhecidos pelo mercado em vez de investir em novas metodologias ou nomes emergentes, perpetuando um ciclo de contratações e demissões rápidas.
A reportagem enumerou os profissionais que já perderam seus cargos no decorrer do Campeonato Brasileiro de 2026, evidenciando que nem mesmo técnicos estrangeiros de prestígio ou ex-comandantes da seleção conseguiram manter seus projetos. Entre as baixas listadas pelo jornal espanhol estão:
Tite (ex-Cruzeiro) e Dorival Júnior (ex-Corinthians);
Filipe Luís (ex-Flamengo) e Fernando Diniz (ex-Vasco);
Hernán Crespo (ex-São Paulo) e Juan Pablo Vojvoda (ex-Santos);
Jorge Sampaoli (ex-Atlético-MG) e Martín Anselmi (ex-Botafogo);
Juan Carlos Osório (ex-Remo) e Gilmar Dal Pozzo (ex-Chapecoense).