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Olímpiadas: Isaquias Queiroz e Jack Godmann avançam para as semifinais da canoagem de velocidade

A dupla brigará por medalha na próxima quinta-feira (8)

Foto: Reprodução/COB
Foto: Reprodução/COB

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Na manhã desta terça-feira (6), Isaquias Queiroz e Jack Godmann avançaram para as semifinais da prova C2 500m na canoagem de velocidade nas Olímpiadas de Paris.


Os atletas brasileiros chegaram em primeiro na bateria das quartas (onde avançam os três primeiros dos cinco participantes) e vão brigar por medalha na quinta-feira (8), quando serão disputadas as finais - antes Isaquias volta a competir na quarta-feira (7), nas eliminatórias do C1 100m.


A dupla brasileira mudou a estratégia em relação à primeira eliminatória, quando largou forte, mas perdeu o fôlego na reta final e acabou ficando sem a vaga direta para as semifinais por 21 centésimos.


Assim, Isaquias e Jack deixara para forçar na segunda metade. Os atletas chegaram a ficar em terceiro, atrás dos conjuntos francês e romeno, mas cresceram a partir dos 250m, assumiram a ponta e cruzaram a linha de chegada em primeiro com uma certa folga.

"Foi uma boa prova. A gente saiu consciente, segurou no começo e deu um gás nos 200 metros finais. A gente sabia que os franceses ia largar forte, até por estar em casa, mas falamos que a gente estragaria a festa deles, sabia que no fim dava para ultrapassar. Tudo é questão de técnica e estratégia. Essas fases são boas para entender como está o barco, ver o que dá para corrigir, ajustar. Tudo isso faz parte do cronograma. A gente saiu de casa para buscar medalhas", disse Isaquias.


"Ele vem passando as dicas. É importante para a gente. Vamos com uma sensação boa para chegar forte nas semifinais", completou Jack.

DISPUTA INDIVIDUAL

Isaquias Queiroz também busca medalhas na modalidade individual. O atleta do Flamengo pode se juntar a Rebeca Andrade no recorde de seis medalhas olímpicas. 



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Ao vivo: acompanhe o duelo entre Brasil x Argentina

Em 109 partidas disputadas, a Seleção Brasileira venceu 43 vezes, enquanto a equipe argentina soma 40 triunfos, além de 26 empates

Brasil e Argentina fazem clássico decisivo pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Veja prováveis escalações e onde assistir - foto: reprodução
Brasil e Argentina fazem clássico decisivo pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Veja prováveis escalações e onde assistir - foto: reprodução

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Brasil e Argentina se enfrentam nesta terça-feira (25), às 21h (horário de Brasília), pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. O confronto acontece no estádio Mâs Monumental, em Buenos Aires, com transmissão ao vivo da Globo (TV aberta) e SporTV (TV fechada).



O retrospecto do clássico sul-americano aponta um equilíbrio histórico. Em 109 partidas disputadas, a Seleção Brasileira venceu 43 vezes, enquanto a equipe argentina soma 40 triunfos, além de 26 empates. Na tabela das Eliminatórias, a Argentina lidera com 28 pontos, enquanto o Brasil ocupa a terceira colocação, somando 21 pontos sob o comando de Dorival Júnior.



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Dorival Júnior terá que fazer ajustes na equipe devido a importantes baixas. O goleiro Alisson, que sofreu uma concussão na última partida contra a Colômbia, será substituído por Bento, do Athletico Paranaense. Além disso, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo, enquanto Gerson segue em recuperação de lesão e também não estará disponível. Wesley, lateral do Flamengo, também vai para o jogo.

Diante das ausências, a provável escalação do Brasil para o confronto será: Bento; Wesley, Marquinhos, Murillo e Guilherme Arana; André e Joelinton; Raphinha, Vinícius Júnior, Rodrygo e Matheus Cunha.


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Gabriel Bortoleto completa primeira prova na F1, mas destaca: "Corrida não foi ideal"

O brasileiro cometeu uma falha na largada em duelo com Oliver Bearman e parou na brita, mas conseguiu mostrar bom ritmo e ultrapassou o companheiro de equipe

Gabriel Bortoleto cometeu uma falha na largada em duelo com Bearman e parou na brita, mas conseguiu mostrar bom ritmo ( Reprodução/ Sauber)
Gabriel Bortoleto cometeu uma falha na largada em duelo com Bearman e parou na brita, mas conseguiu mostrar bom ritmo ( Reprodução/ Sauber)

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Neste domingo (23), o brasileiro Gabriel Bortoleto teve a corrida na China condicionada por uma falha ainda na primeira volta. Ao brigar por posição na largada com Oliver Bearman, da Haas, o brasileiro perdeu o controle do carro e foi parar na brita. A derrapada obrigou o jovem a ir para os boxes, o que fez com que ele se distanciasse do pelotão.


Ao retornar à pista do Circuito Internacional de Xangai com pneus duros, Gabriel Bortoleto ficou em último lugar, muito atrás do 19º, o companheiro de equipe Nico Hulkenberg. No fim, o brasileiro ainda conseguiu cruzar a linha de chegada à frente de Nico e Yuki Tsunoda - com o abandono de Alonso e as desclassificações posteriores de Leclerc, Hamilton e Gasly, ficou oficialmente com a 14ª posição.


Depois da prova, o paulista admitiu o erro e explicou que a derrapada aconteceu por ter ficado no lado sujo da pista na disputa contra Bearman. Bortoleto também avaliou o fim de semana nada bom na China e lamentou a falha na largada


"Hoje, definitivamente, não foi uma corrida ideal. Depois da primeira volta, o foco foi recuperar e coletar o máximo de informação possível sobre o carro. Apesar de nossa posição não ter sido favorável, foi bom continuar e terminar a corrida, porque foi minha primeira corrida completa em pista seca", disse o brasileiro.

Na parte final da prova, Bortoleto ainda viu Yuki Tsunoda ir para os boxes após ficar com a asa dianteira danificada e subiu para o 17º - ele só ganhou três posições por desclassificações após o fim da disputa.


"É difícil dizer onde poderíamos estar com uma corrida mais limpa. Eu queria que esse fim de semana tivesse sido mais positivo, mas é o que é. Agora, seguimos em frente e vamos para a fábrica analisar nossos aprendizados nessas duas primeiras corridas, preparar para Suzuka", concluiu.


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Após escândalos de corrupção, Boxe é confirmado nas Olímpiadas de LA 2028

Em 2023, o Comitê Olímpico Internacional excluiu a federação internacional do esporte do seu quadro de entidades após notícias de corrupção

O Comitê Olímpico Internacional excluiu a federação internacional do esporte do seu quadro de entidades em 2023  (Reprodução/ @iocmedia)
O Comitê Olímpico Internacional excluiu a federação internacional do esporte do seu quadro de entidades em 2023 (Reprodução/ @iocmedia)

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As Olímpiadas de Los Angeles 2028 terá um novo esporte: o boxe. O anúncio foi feito pelo presidente da Comissão do Programa Olímpico, durante a 144ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional nesta quinta-feira (20). Lembrando que nas duas últimas Olímpiadas, Tóquio 2020 e Paris 2024, as disputas de boxe foram organizadas pelo COI.


Isso porque, os escândalos de corrupção envolvendo a Associação Internacional de Boxe (AIBA) levaram o Comitê Olímpico Internacional (COI) a não mais reconhecê-la como entidade máxima do boxe olímpico. Em fevereiro do ano passado, a entidade reconheceu provisoriamente a World Boxing como nova federação internacional da modalida.


Desse modo, a na votação desta tarde, não houve abstenções entre os 106 membros. Na última segunda, o comitê executivo havia recomendado a inclusão da modalidade presente nos Jogos desde 1904.


PRESIDENTE DA WORLD BOXING FALA SOBRE O REGULAMENTO E POLÍTICAS DA ENTIDADE

Após a reunião, o presidente da World Boxing, Boris van der Vorst, afirmou que ainda está organizando o regulamento e políticas da entidade: "Daremos atenção para a equidade de gênero. Sobre os atletas transgêneros, ainda não temos isso organizado e não cabe a mim comentar sobre as políticas do COI. Muitos especialistas estão nos ajudando nessa construção. Nossa principal intenção é manter o sonho olímpico para quem pratica o boxe em qualquer academia do mundo".


ESPORTE COM MAIOR NÚMERO DE MEDALHAS NAS OLÍMPIADAS DE 2024

O boxe foi o esporte que teve o maior número de países no pódio das Olímpiadas de Paris 2024, quando a modalidade foi organizada pelo COI em vez de uma federação internacional. Dos 68 comitês olímpicos nacionais que competiram, 32 conquistaram medalhas em 13 categorias, incluindo o Time de Refugiados. Lembrando que o Brasil levou o bronze com Beatriz Ferreira.


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