Soccer
Pedro antecipa preparação física nas férias e foca na temporada pelo Flamengo
03 Jan 2026 | 16:05
Soccer
19 Ago 2024 | 09:04 |
Flamengo recently took an important step towards buy, at auction, the land of the Gasometer, where he intends to build his I dreamed of my own stadium. However, the fans' euphoria contrasts with the concerns raised by experts about the current board's ability to carry out a project of this magnitude.
The architect Fabrício Chicca, owner of the channel 'Mundo na Bola', was blunt in his assessment of Flamengo's management. “An honest question. How can anyone still entrust a stadium project, which will put the club from the most financially healthy position to one of the most indebted in Brazil, to a group that is incapable of professionalizing the football department?”, wrote Chicca in his account. X. Criticism reflects discontent with the way football has been conducted at the club, marked by controversial decisions. adequate. “A management that keeps this department under the command of a person whose greatest quality is being a partner? A management that was unable in 5 years to hire a coach similar to the one they luckily hired in 2019? Who paid R$50 million in technician fines?”, continued the architect.
For Chicca, blind trust in the ability of the businesspeople who lead the club can be a fatal mistake. “I wouldn't trust a hot dog cart, let alone a stadium... The certainty that big businessmen alone would be enough to build a stadium without bankrupting the club is a big mistake. These 'successful businessmen' are not able to recognize their limitations in the football department, would they be able to recognize the limits in running a project like the stadium”, he concluded.
Despite the recent good financial results, the stadium project raises numerous questions regarding how Flamengo will find resources so as not to compromise the club's financial future, if the project is not conducted with due competence.
In addition to criticism of the board, Flamengo faces another challenge: the possibility of canceling the land auction. Caixa Econômica Federal, which manages the investment fund that owned the land, is taking action to annul the process, which could further complicate the club's plans. With so much uncertainty in the air, the dream of having its own stadium seems to be far from becoming a reality without the club facing serious challenges ahead.
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.
O pagamento refere-se às conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores na temporada passada; acordo previa remuneração extra baseada em títulos
03 Jan 2026 | 16:30 |
O início de 2026 trouxe novas obrigações financeiras cumpridas pelo Flamengo. O clube carioca realizou o pagamento de um bônus no valor de 1,25 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões na cotação atual) ao Atlético de Madrid. A quantia é referente a cláusulas de desempenho estipuladas no contrato de compra do atacante Samuel Lino, firmado no ano anterior.
A transação original, que trouxe o jogador para a Gávea, envolveu um montante fixo de 22 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões à época). No entanto, o acordo previa "gatilhos" financeiros adicionais caso o Rubro-Negro levantasse troféus importantes e o atleta tivesse participação ativa nas campanhas.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, o bônus quitado agora é a soma de duas premiações distintas. O contrato estabelecia o pagamento de 500 mil euros (R$ 3,2 milhões) em caso de título do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil. Adicionalmente, havia uma cláusula de 750 mil euros (R$ 4,8 milhões) específica para a conquista da Copa Libertadores da América.
Como o Flamengo sagrou-se campeão tanto do Brasileirão quanto da Libertadores na temporada de 2025, o clube espanhol teve direito a receber a soma integral dessas variáveis, totalizando o depósito feito neste mês de janeiro.
Vale destacar que o pagamento não era automático apenas pelos títulos. O contrato exigia que Samuel Lino atuasse em pelo menos 60% das partidas das competições vencidas para que o bônus fosse ativado. Como o atacante foi contratado com a temporada em andamento, o cálculo da porcentagem foi aplicado proporcionalmente aos jogos restantes nos torneios após sua chegada.
O Flamengo também se protegeu contratualmente com um teto de gastos para essas bonificações. O acordo prevê que o valor total de variáveis pagas ao Atlético de Madrid por metas de desempenho não pode ultrapassar a cifra de 3 milhões de euros (R$ 19,2 milhões) ao longo de todo o vínculo.