Futebol
Bastidores: Filipe Luís foi decisivo nas negociações por Lucas Paquetá - entenda
16 Jan 2026 | 09:07
Futebol
29 Jun 2024 | 19:19 |
O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, revelou que cumprirá uma promessa antiga em relação ao possível novo estádio, na última quinta-feira. Segundo ele, se a nova casa do rubro-negro realmente sair do papel, contará com dois setores sem cadeiras, um atrás de cada gol. O atual mandatário do clube afirmou que se inspira na "geral" de outras arenas pelo mundo, como a do Signal Iduna Park, do Borussia Dortmund (ALE).
Para o Flamengo, que tem sua história absolutamente atrelada ao Maracanã, a "geral" tem um grande simbolismo. Nos tempos antigos do estádio, o setor popular, sem cadeira e que ficava à beira do campo marcou época no futebol carioca. Nos dias de hoje, o estilo de arquibancada ganhou novos formatos, mas ainda pode ser vista em diversas arenas ao redor do mundo, principalmente na Alemanha.
O Signal Iduna Park é referência de modernismo, sem abandonar o lado "raíz" das arquibancadas. A casa do Borussia Dortmund é mundialmente conhecida pelo setor da "muralha amarela", que fica atrás de um dos gols. Lá não há separação em arquibancada superior e inferior, e o espaço não possui cadeiras, o que beneficia a estética de caldeirão. O modelo do setor da muralha amarela é o mais pedido dentre os torcedores do Flamengo, para o seu possível novo estádio. Além da proximidade da arquibancada com o campo, o tamanho do espaço destinado para os torcedores mais fervorosos é um dos fatores que agrada não só os rubro-negros, mas também a diretoria do clube.
Casa do principal time da Alemanha, Bayern de Munique, a Allianz Arena foi inaugurada em 2005. Mesmo sendo uma construção recente e com uma estética bem semelhante a das arenas mais modernas do mundo, o local possui um espaço reservado sem cadeiras. Ele fica atrás de um dos gols, no chamado setor sul do estádio.
Apesar de não agradar parte dos flamenguistas pela estética moderna apresentada, a Allianz Arena é vista como uma das referências da diretoria rubro-negra, para a construção de seu novo estádio. O setor onde ficam os torcedores organizados do Bayern não é tão grande, se comparado ao do Signal Iduna Park, já que ocupa apenas o anel inferior dos três que estão presentes atrás de um dos gols. No entanto, a proximidade da arquibancada do campo é visto como um fator positivo.
A Neo Química Arena, antiga Arena Corinthians, foi inaugurada em 2014 para a disputada da Copa do Mundo do Brasil. Após o término do mundial, as cadeiras de um dos setores atrás do gol foram retiradas. Um dos estádios mais modernos do Brasil, a casa do clube paulista consegue criar uma estética de "caldeirão" por conta do espaço popular. Além do setor sem cadeiras da arena não ser separada por anel inferior e superior, a sua proximidade do campo cria um ambiente favorável aos donos da casa. Grande, espaçoso e chamativo, o local onde ficam as torcidas organizadas do Corinthians já presenciou diversas festas e é um dos diferenciais do estádio do clube.
A Arena MRV, mais recente do Brasil, inaugurada em 2023, tentou trazer uma estética de estádio moderno. No entanto, o projeto sempre previu um setor popular e sem cadeiras. O mesmo é destinado a principal torcida organizada do Atlético-MG. O espaço fica atrás de um dos gols, somente no anel inferior. Apesar do setor sem cadeiras não ser considerado grande e espaçoso, a sua proximidade com o campo faz com que há uma estética de "caldeirão". O local foi pensado para abrigar não só os torcedores mais fervorosos do Atlético-MG, mas também as bandeiras de mastro, faixas horizontais e verticais e bandeirões da organizada do clube.
Atacante foi contratado pelo Mengão em 1995 com status de melhor jogador do mundo, enquanto meia pode se tornar a mais cara chegada da história
16 Jan 2026 | 09:47 |
A possível contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo tem gerado comparações históricas entre torcedores, especialmente com a chegada de Romário ao clube em 1995. No entanto, o próprio ex-atacante tratou de afastar qualquer paralelo entre os dois momentos.
Durante evento da Romário TV, o tetracampeão mundial se mostrou incomodado com as comparações e afirmou que os contextos são completamente distintos: “Não tem nada parecido em relação à condição e ao momento dele como jogador e a minha em 1995. Temos que parar de comparar algumas coisas que são meio absurdas. Essa é uma delas”, afirmou Romário.
O ex-camisa 11 destacou que, caso a negociação se concretize, Paquetá será apenas mais um jogador repatriado pelo clube: “Ele vai ser mais um jogador repatriado ao Flamengo. E, se o Flamengo tem interesse, é porque ele vai ajudar. É mais um jogador que fez uma história bonita e vai voltar para o seu ex-clube. Espero que ele possa ser feliz”, completou.
Romário chegou ao Flamengo em 1995, logo após ser eleito melhor jogador do mundo e conquistar a Copa do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira. Por esse contexto, muitos torcedores consideram a contratação do ‘Baixinho’ como a mais impactante da história do clube.
Entre 1995 e 1999, Romário disputou 240 partidas com a camisa rubro-negra e marcou 204 gols, números que o colocam como o quinto maior artilheiro da história do Flamengo. No período, conquistou a Copa Mercosul de 1999 e dois Campeonatos Cariocas (1996 e 1999).
Os moldes da negociação que estão sendo debatidos envolvem o pagamento de 35 milhões de euros fixos (aproximadamente R$ 218 milhões na cotação atual). Além desse montante, o contrato prevê mais 5 milhões de euros (cerca de R$ 31,1 milhões) em bônus condicionados ao cumprimento de metas esportivas. Caso a transação seja concretizada nesses termos, o valor fixo de R$ 218 milhões transformaria a contratação de Lucas Paquetá na mais cara da história do futebol brasileiro, superando recordes anteriores e reafirmando o poder de investimento do Mais Querido.
Meia quer voltar ao Mengão e clube está disposto a fazê-lo a maior contratação da história do Brasil, mas comentarista critica decisão
16 Jan 2026 | 09:34 |
O Flamengo segue em negociações avançadas para repatriar Lucas Paquetá, atualmente no West Ham, mas o possível retorno do meia ao futebol brasileiro tem gerado debates. Ex-jogador e comentarista, Walter Casagrande fez duras críticas ao investimento que o clube cogita realizar para contratar o atleta.
Casagrande sobre chegada de Paquetá ao Flamengo: "parece que está trazendo o Zico de volta da Udinese..."
Durante participação no programa UOL News Esportes, Casagrande questionou a relação custo-benefício da operação, especialmente diante do bom momento esportivo vivido pelo clube: “Se o Flamengo fizer esse esforço para trazer o Paquetá agora, pagando 40 milhões de euros, parece que está trazendo o Zico de volta da Udinese. O Flamengo já foi campeão da Libertadores, da Copa do Brasil, do Brasileiro, disputou Mundial e tem uma equipe forte, competitiva, com um meio-campo muito bom”, afirmou o comentarista.
Casagrande ainda ponderou que o negócio só faria sentido em condições mais favoráveis: “Se for mais barato, se o Paquetá quiser sair, se o West Ham topar liberar e o preço for acessível, tudo bem. Agora, fazer todo esse esforço para trazer o Paquetá, eu não vejo ele nesse patamar”, completou.
Os moldes da negociação que estão sendo debatidos envolvem o pagamento de 35 milhões de euros fixos (aproximadamente R$ 218 milhões na cotação atual). Além desse montante, o contrato prevê mais 5 milhões de euros (cerca de R$ 31,1 milhões) em bônus condicionados ao cumprimento de metas esportivas.
Caso a transação seja concretizada nesses termos, o valor fixo de R$ 218 milhões transformaria a contratação de Lucas Paquetá na mais cara da história do futebol brasileiro, superando recordes anteriores e reafirmando o poder de investimento do Mais Querido.
Apesar das críticas externas e da resistência inicial do clube inglês, Lucas Paquetá já aceitou os termos contratuais oferecidos pelo Flamengo. O principal entrave neste momento é a definição do valor final e do momento da liberação do jogador, que segue vinculado ao West Ham. A diretoria rubro-negra mantém cautela, mas trata a negociação como uma das prioridades desta janela de transferências.
Auxiliar do treinador revelou que o Mengão entrou em contato com o estafe do português para entender um possível negócio caso Filipe não renovasse
16 Jan 2026 | 09:22 |
As últimas semanas de 2025 foram marcadas por tensão nos bastidores do Flamengo. A diretoria encontrou dificuldades para renovar o contrato de Filipe Luís, o que levou o clube a sondar alternativas no mercado de treinadores. Um dos nomes procurados foi o de Leonardo Jardim, que havia deixado recentemente o Cruzeiro.
Auxiliar de Leonardo Jardim: "houve uma abordagem do Flamengo..."
Apesar do contato rubro-negro, o técnico português optou por recusar qualquer avanço nas conversas. Segundo o auxiliar Diogo Dias, Jardim havia assumido o compromisso de não comandar outro clube brasileiro além do Cruzeiro, além de planejar uma pausa na carreira.
“Se há algo que valorizo no mister é o caráter. Diversas vezes ele afirmou ao presidente Pedrinho que, no Brasil, só treinaria o Cruzeiro. Após a nossa saída, houve uma abordagem do Flamengo e até uma reunião, mas palavra é algo muito importante”, revelou Diogo Dias, em entrevista ao No Ataque.
O auxiliar ainda reforçou que a decisão não passou por questões financeiras: “Para ele, mais do que dinheiro, o caráter é intocável. Por isso, manteve a palavra de não assumir outro clube brasileiro. Além disso, ele não queria voltar a trabalhar no Brasil tão cedo”, completou.
O impasse entre Flamengo e Filipe Luís envolveu discussões sobre salário, tempo de contrato e valor da multa rescisória, o que fez a diretoria ampliar o leque de opções. Além de Leonardo Jardim, o clube também analisou os nomes de Artur Jorge, atualmente no futebol árabe, e Thiago Motta, ex-Juventus.
As movimentações, porém, serviram apenas como plano alternativo. Na última semana de dezembro, Filipe Luís aceitou os termos apresentados e renovou contrato com o Flamengo por dois anos, com vínculo válido até dezembro de 2027.
Com a permanência confirmada, Filipe Luís concentra esforços na sequência do trabalho e no objetivo de repetir o desempenho de 2025, temporada histórica em que conquistou Libertadores e Campeonato Brasileiro pelo clube.