Futebol
Flamengo e Palmeiras disputam contratação de lateral da Premier League
21 Abr 2026 | 14:57
Futebol
29 Jun 2024 | 19:19 |
O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, revelou que cumprirá uma promessa antiga em relação ao possível novo estádio, na última quinta-feira. Segundo ele, se a nova casa do rubro-negro realmente sair do papel, contará com dois setores sem cadeiras, um atrás de cada gol. O atual mandatário do clube afirmou que se inspira na "geral" de outras arenas pelo mundo, como a do Signal Iduna Park, do Borussia Dortmund (ALE).
Para o Flamengo, que tem sua história absolutamente atrelada ao Maracanã, a "geral" tem um grande simbolismo. Nos tempos antigos do estádio, o setor popular, sem cadeira e que ficava à beira do campo marcou época no futebol carioca. Nos dias de hoje, o estilo de arquibancada ganhou novos formatos, mas ainda pode ser vista em diversas arenas ao redor do mundo, principalmente na Alemanha.
O Signal Iduna Park é referência de modernismo, sem abandonar o lado "raíz" das arquibancadas. A casa do Borussia Dortmund é mundialmente conhecida pelo setor da "muralha amarela", que fica atrás de um dos gols. Lá não há separação em arquibancada superior e inferior, e o espaço não possui cadeiras, o que beneficia a estética de caldeirão. O modelo do setor da muralha amarela é o mais pedido dentre os torcedores do Flamengo, para o seu possível novo estádio. Além da proximidade da arquibancada com o campo, o tamanho do espaço destinado para os torcedores mais fervorosos é um dos fatores que agrada não só os rubro-negros, mas também a diretoria do clube.
Casa do principal time da Alemanha, Bayern de Munique, a Allianz Arena foi inaugurada em 2005. Mesmo sendo uma construção recente e com uma estética bem semelhante a das arenas mais modernas do mundo, o local possui um espaço reservado sem cadeiras. Ele fica atrás de um dos gols, no chamado setor sul do estádio.
Apesar de não agradar parte dos flamenguistas pela estética moderna apresentada, a Allianz Arena é vista como uma das referências da diretoria rubro-negra, para a construção de seu novo estádio. O setor onde ficam os torcedores organizados do Bayern não é tão grande, se comparado ao do Signal Iduna Park, já que ocupa apenas o anel inferior dos três que estão presentes atrás de um dos gols. No entanto, a proximidade da arquibancada do campo é visto como um fator positivo.
A Neo Química Arena, antiga Arena Corinthians, foi inaugurada em 2014 para a disputada da Copa do Mundo do Brasil. Após o término do mundial, as cadeiras de um dos setores atrás do gol foram retiradas. Um dos estádios mais modernos do Brasil, a casa do clube paulista consegue criar uma estética de "caldeirão" por conta do espaço popular. Além do setor sem cadeiras da arena não ser separada por anel inferior e superior, a sua proximidade do campo cria um ambiente favorável aos donos da casa. Grande, espaçoso e chamativo, o local onde ficam as torcidas organizadas do Corinthians já presenciou diversas festas e é um dos diferenciais do estádio do clube.
A Arena MRV, mais recente do Brasil, inaugurada em 2023, tentou trazer uma estética de estádio moderno. No entanto, o projeto sempre previu um setor popular e sem cadeiras. O mesmo é destinado a principal torcida organizada do Atlético-MG. O espaço fica atrás de um dos gols, somente no anel inferior. Apesar do setor sem cadeiras não ser considerado grande e espaçoso, a sua proximidade com o campo faz com que há uma estética de "caldeirão". O local foi pensado para abrigar não só os torcedores mais fervorosos do Atlético-MG, mas também as bandeiras de mastro, faixas horizontais e verticais e bandeirões da organizada do clube.
Atacante de 30 anos desperta atenção do mercado tricolor pela preferência familiar de residir no Rio de Janeiro, atraindo também o interesse do Corinthians
21 Abr 2026 | 17:24 |
O futuro do atacante Everton Cebolinha tornou-se pauta nos bastidores do futebol carioca nesta terça-feira (21). Com o vínculo contratual junto ao Flamengo aproximando-se do período final e sem indícios de uma extensão imediata, a permanência do atleta no Rio de Janeiro passou a ser uma prioridade para seu núcleo familiar. Esse fator logístico coloca o Fluminense como um destino potencial no mercado, caso o ciclo do jogador no Rubro-Negro seja encerrado ao fim da temporada de 2026.
Aos 30 anos, o velocista vive um momento de definição na carreira. A expectativa é que as movimentações entre agentes e clubes se intensifiquem nos próximos meses, visando estabelecer o novo destino do ponta-esquerda que acumula passagens de destaque pelo Grêmio e pelo futebol europeu.
Apesar da inclinação por permanecer na capital fluminense, o Fluminense não está sozinho na observação do atleta. O Corinthians figura como um forte concorrente paulista na disputa. O clube de Itaquera já havia realizado sondagens preliminares no início do ano e planeja formalizar uma oferta concreta durante a janela de transferências do meio do ano. A diretoria alvinegra busca reforçar o setor ofensivo com um jogador de drible e velocidade, características marcantes do camisa 11 rubro-negro.
O interesse do alvinegro é visto como um desafio para as pretensões cariocas, uma vez que o clube paulista possui orçamento para investimentos significativos na atual temporada. No entanto, o desejo dos familiares de Cebolinha em não deixar o Rio de Janeiro pode atuar como um diferencial nas negociações futuras.
Outra variável importante na trajetória de Everton Cebolinha é o laço afetivo com o Grêmio. Como o clube que o projetou para o cenário internacional, o Imortal Tricolor é sempre considerado uma opção viável pelo atleta. No entanto, o retorno a Porto Alegre depende diretamente da capacidade financeira da diretoria gaúcha em viabilizar os vencimentos e as luvas contratuais exigidas por um jogador de seu status.
Atacante e o volante sofreram lesões musculares e não estarão à disposição para o primeiro confronto da quinta fase da Copa do Brasil no Maracanã
21 Abr 2026 | 16:40 |
Vitória desembarca no Rio de Janeiro com problemas na escalação para enfrentar o Flamengo nesta quarta-feira (22). A comissão técnica confirmou que o atacante Renato Kayzer e o volante Gabriel Baralhas estão sob cuidados do departamento médico e não participam do jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil 2026. Ambos os atletas apresentaram queixas após o empate contra o Corinthians, em rodada recente do Campeonato Brasileiro.
Os exames de imagem realizados no início da semana apontaram uma contusão no músculo anterior da coxa direita de Kayzer. Embora o diagnóstico indique uma situação de menor gravidade, o tempo de recuperação impede sua participação no duelo. No caso de Baralhas, a lesão na coxa exige um tratamento mais prolongado, o que o afasta dos gramados por um período indeterminado.
Além das ausências confirmadas de Kayzer e Baralhas, o técnico do clube baiano enfrenta uma extensa lista de baixas. O setor defensivo é o mais afetado, com Claudinho, Riccieli e Pedro Henrique ainda em fase de transição física. No ataque, Marinho também segue o processo de retorno gradual aos treinamentos com bola.
A lista de lesionados que permanecem sem previsão de retorno imediato inclui nomes como Mateus Silva, Jamerson, Neris, Camutanga, Edu e Rúben Ismael, além de Dudu e Fabri. A quantidade de desfalques obriga a equipe técnica a promover alterações estruturais no esquema tático para enfrentar o Flamengo, que atua com força máxima sob o comando de Leonardo Jardim.
Para a vaga deixada por Renato Kayzer, a tendência é que Renê assuma a referência no comando de ataque. Já no setor intermediário, a disputa pela posição de Baralhas está aberta entre três jogadores: Zé Vitor, Ronald e o experiente Edenilson. A definição sobre quem iniciará o confronto deve ocorrer apenas após a última atividade tática antes do embarque.
Dessa forma, a provável escalação do Vitória para o embate no Maracanã conta com: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caíque, Zé Vitor (Ronald ou Edenilson) e Martínez; Erick, Matheuzinho e Renê. A estratégia do time baiano deve priorizar a organização defensiva para tentar levar um resultado equilibrado para a partida de volta.
Periódico 'As' destacou a instabilidade dos técnicos no Brasil e a reciclagem constante de nomes tradicionais em grandes clubes do país
21 Abr 2026 | 16:00 |
O jornal espanhol 'As' publicou uma análise crítica sobre a alta rotatividade de técnicos no futebol brasileiro durante a temporada de 2026. Em reportagem divulgada na última segunda-feira (20), o periódico europeu classificou o cenário nacional como instável, ressaltando que, embora o Brasil siga como um exportador de talentos para os principais clubes da Europa, a gestão dos profissionais à beira do gramado enfrenta uma realidade oposta e problemática.
A publicação destacou que nenhum profissional parece estar imune à pressão por resultados imediatos, afetando desde nomes consagrados, com passagens pela Seleção Brasileira, até treinadores que tentam consolidar carreira em divisões inferiores. O diário apontou a "dança das cadeiras" como um dos principais entraves para o desenvolvimento tático de longo prazo no país sul-americano.
Um dos pontos centrais da crítica do 'As' foi a reiteração de nomes conhecidos em diferentes clubes, o que evidenciaria uma carência de renovação no corpo técnico brasileiro. "A falta de renovação no corpo técnico faz com que uma figura como Renato Gaúcho tenha comandado o Fluminense em até seis passagens diferentes e também tenha passado por gigantes como Flamengo, Grêmio ou, agora, novamente pelo Vasco, em sua terceira passagem", pontuou o jornal.
Para os analistas espanhóis, essa reciclagem contínua de treinadores em equipes rivais impede a oxigenação de ideias no futebol nacional. O texto sugere que os clubes brasileiros preferem apostar em perfis já conhecidos pelo mercado em vez de investir em novas metodologias ou nomes emergentes, perpetuando um ciclo de contratações e demissões rápidas.
A reportagem enumerou os profissionais que já perderam seus cargos no decorrer do Campeonato Brasileiro de 2026, evidenciando que nem mesmo técnicos estrangeiros de prestígio ou ex-comandantes da seleção conseguiram manter seus projetos. Entre as baixas listadas pelo jornal espanhol estão:
Tite (ex-Cruzeiro) e Dorival Júnior (ex-Corinthians);
Filipe Luís (ex-Flamengo) e Fernando Diniz (ex-Vasco);
Hernán Crespo (ex-São Paulo) e Juan Pablo Vojvoda (ex-Santos);
Jorge Sampaoli (ex-Atlético-MG) e Martín Anselmi (ex-Botafogo);
Juan Carlos Osório (ex-Remo) e Gilmar Dal Pozzo (ex-Chapecoense).