Futebol
Pedro antecipa preparação física nas férias e foca na temporada pelo Flamengo
03 Jan 2026 | 16:05
Futebol
04 Out 2024 | 12:09 |
O novo formato do Mundial de Clubes ainda não conquistou a simpatia dos jogadores e técnicos na Europa, especialmente devido ao aumento no número de jogos, o que pode complicar o já apertado calendário. Pep Guardiola, técnico do Manchester City, deu uma resposta contundente quando perguntado sobre a possibilidade de escalar sua equipe principal no torneio.
“Quais são os atletas mais fortes? Quais? Se você me disser quais jogadores são mais fortes do que outros? Não entendo”, iniciou. “Vamos com todo o elenco para lá, nós não vamos para disputar uma partida. Eu não conheço a competição neste momento, mas não vamos para lá com apenas 11 atletas”, afirmou Guardiola.
“Vamos com todo o elenco. Não conheço a escalação, se tal atleta é melhor do que outro. Talvez o atleta mais forte para os rivais esteja em uma má condição por diversas razões. Profissionais, pessoais, com lesões. Eu não vou falar isso antes do jogo sobre quem vai jogar. Eu vou decidir”, completou o técnico do Manchester City.
MUDANÇA NO FORMATO DO MUNDIAL
Anteriormente, o Mundial de Clubes contava apenas com os campeões de cada continente, além do representante do país sede. O torneio durava cerca de duas semanas, das fases iniciais até a final. No entanto, com a nova edição contando com 32 equipes, a competição se estenderá por cerca de um mês.
DATA DO NOVO MUNDIAL DE CLUBES
A FIFA já definiu o cronograma: o novo Mundial de Clubes terá início no dia 15 de junho, com a grande final marcada para 13 de julho. Entre os clubes brasileiros, Flamengo, Palmeiras e Fluminense garantiram vaga por terem conquistado as últimas edições da Libertadores.
CLUBES CONFIRMADOS NO NOVO MUNDIAL
Palmeiras
Fluminense
River Plate (Argentina)
Boca Juniors (Argentina)
Real Madrid (Espanha)
Atlético de Madrid (Espanha)
Chelsea (Inglaterra)
Manchester City (Inglaterra)
RB Salzburg (Áustria)
Juventus (Itália)
Inter de Milão (Itália)
Bayern de Munique (Alemanha)
Borussia Dortmund (Alemanha)
Paris Saint-Germain (França)
Benfica (Portugal)
Porto (Portugal)
Al-Hilal (Arábia Saudita)
Al-Ahly (Egito)
Seattle Sounders (EUA)
Pachuca (México)
León (México)
Monterrey (México)
Urawa Reds (Japão)
Wydad Casablanca (Marrocos)
Al Ain (Emirados Árabes Unidos)
Auckland City FC (Nova Zelândia)
Ulsan (Coreia do Sul)
Mamelodi Sundowns (África do Sul)
Espérance Sportive de Tunis (Tunísia)
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.
O pagamento refere-se às conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores na temporada passada; acordo previa remuneração extra baseada em títulos
03 Jan 2026 | 16:30 |
O início de 2026 trouxe novas obrigações financeiras cumpridas pelo Flamengo. O clube carioca realizou o pagamento de um bônus no valor de 1,25 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões na cotação atual) ao Atlético de Madrid. A quantia é referente a cláusulas de desempenho estipuladas no contrato de compra do atacante Samuel Lino, firmado no ano anterior.
A transação original, que trouxe o jogador para a Gávea, envolveu um montante fixo de 22 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões à época). No entanto, o acordo previa "gatilhos" financeiros adicionais caso o Rubro-Negro levantasse troféus importantes e o atleta tivesse participação ativa nas campanhas.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, o bônus quitado agora é a soma de duas premiações distintas. O contrato estabelecia o pagamento de 500 mil euros (R$ 3,2 milhões) em caso de título do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil. Adicionalmente, havia uma cláusula de 750 mil euros (R$ 4,8 milhões) específica para a conquista da Copa Libertadores da América.
Como o Flamengo sagrou-se campeão tanto do Brasileirão quanto da Libertadores na temporada de 2025, o clube espanhol teve direito a receber a soma integral dessas variáveis, totalizando o depósito feito neste mês de janeiro.
Vale destacar que o pagamento não era automático apenas pelos títulos. O contrato exigia que Samuel Lino atuasse em pelo menos 60% das partidas das competições vencidas para que o bônus fosse ativado. Como o atacante foi contratado com a temporada em andamento, o cálculo da porcentagem foi aplicado proporcionalmente aos jogos restantes nos torneios após sua chegada.
O Flamengo também se protegeu contratualmente com um teto de gastos para essas bonificações. O acordo prevê que o valor total de variáveis pagas ao Atlético de Madrid por metas de desempenho não pode ultrapassar a cifra de 3 milhões de euros (R$ 19,2 milhões) ao longo de todo o vínculo.