Futebol
Alvo do Flamengo, Danilo pretende deixar o Botafogo após a Copa do Mundo
01 Abr 2026 | 12:20
Futebol
19 Mar 2025 | 16:19 |
O Flamengo tem conquistado a confiança de sua torcida não apenas pelos resultados dentro de campo, mas também pela qualidade de seu futebol. A equipe, liderada por Filipe Luís, tem demonstrado uma saída de bola mais refinada e eficiente, resultando em um jogo mais fluido e com menos erros. A evolução nesse aspecto tornou o time quase imbatível, com uma construção de jogo que resulta em situações vantajosas durante as partidas.
Para o analista tático Raphael Rabello, do canal Falando de Tática, dois jogadores têm sido fundamentais para essa mudança: Léo Ortiz e Nico De La Cruz. Ambos se destacam pela sua capacidade de ajudar na construção da jogada desde a defesa, controlando o ritmo do time e proporcionando diversas opções de passe.
DE LA CRUZ: INTELIGÊNCIA E DESLOCAMENTOS PRECISOS
Nico De La Cruz, o meio-campista uruguaio, é uma peça-chave no jogo do Flamengo. Sua inteligência e movimentação são cruciais para a saída de bola do time. Segundo Rabello, o jogador se destaca por sua capacidade de se distanciar dos adversários e, com um mapeamento preciso do campo, identificar espaços antes de qualquer marcação surgir.
De La Cruz tem o domínio do jogo no meio-campo. "Ele se desloca sorrateiramente para as costas do adversário, se mostrando sempre um passo à frente", comenta o analista. Seu estilo de jogo se caracteriza por disfarçar suas intenções, confundindo a marcação rival e, dessa forma, abrindo espaços para passes mais precisos e envolventes.
O MOVIMENTO E O RACIOCÍNIO RÁPIDO DE DE LA CRUZ
Outro aspecto notável do uruguaio é sua velocidade de raciocínio. "Ele percebe a pressão que está vindo e, rapidamente, se reposiciona no campo para gerar uma nova linha de passe", diz Rabello. Isso permite ao Flamengo sempre ter opções e possibilita um jogo de transições mais rápidas, sem que a equipe perca o controle da posse de bola.
Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças
01 Abr 2026 | 15:00 |
O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.
O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.
As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.
O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.
Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.
As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.
Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe
01 Abr 2026 | 14:00 |
Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.
Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.
Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.
Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.
Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.
Cria do Mengão e atacante do Lyon contribuíram com assistências na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia e são elogiados pela mídia internacional
01 Abr 2026 | 13:00 |
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta terça-feira (31), repercutiu internacionalmente, com destaque para o protagonismo de Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick. Para a imprensa estrangeira, a dupla foi decisiva para evitar um resultado negativo e dar fôlego ao trabalho de Carlo Ancelotti às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo.
Na Espanha, o jornal Marca destacou que Vini Jr. e Endrick lideraram a equipe diante de um adversário apático, ressaltando a assistência do camisa 10 e a participação direta do jovem atacante em lances decisivos, como o pênalti e o gol de Gabriel Martinelli. Já o As foi ainda mais incisivo ao afirmar que a Seleção “vive de Endrick e Vini”, apontando que, em uma atuação coletiva abaixo do esperado, o brilho individual da dupla evitou um “desastre real” em Orlando.
Na América do Sul, o argentino Olé tratou o resultado como uma espécie de revanche pela eliminação na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O veículo destacou que a vitória dá novo fôlego a Ancelotti, que vinha pressionado após derrota para a França, em Boston.
O primeiro gol brasileiro nasceu em uma jogada construída desde o campo defensivo. Matheus Cunha lançou para Vini Jr. O cria do Flamengo arrancou, driblou três marcadores e serviu Danilo, responsável por abrir o placar ainda antes do intervalo.
Na etapa final, Endrick mudou o jogo pouco depois de entrar. O atacante sofreu pênalti cometido por Josip Šutalo. Após orientação do banco, com participação de Léo Pereira, Igor Thiago cobrou com categoria e recolocou o Brasil em vantagem.
Mesmo à frente no placar, o Brasil manteve postura ofensiva e aproveitou o desespero da Croácia. Já nos minutos finais, Endrick recuperou a bola no meio-campo e arrancou em velocidade, acionando Gabriel Martinelli pela esquerda. O atacante finalizou com precisão, sem chances para Dominik Livaković, decretando o 3 a 1.