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Flamengo e Palmeiras disputam contratação de lateral da Premier League
21 Abr 2026 | 14:57
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27 Fev 2024 | 13:58 |
No Campeonato Carioca, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama são os maiores vencedores. Os quatro times dominam a competição estadual do Rio de Janeiro. Mas a situação dos clubes pode ser bem diferente no cenário nacional e internacional. Por isso, é importante colocar em perspectiva todos os títulos de cada um, para saber quem é o maior campeão.
Nos últimos anos, o Flamengo tem sido um dos que mais conquistou títulos no cenário nacional. O Rubro-Negro teve alguns anos de sucesso, aumentando a sua lista de forma considerável. Mas, o último campeão entre os quatro foi o Fluminense. Na Copa Libertadores, o Tricolor conseguiu a vitória inédita.
4º- BOTAFOGO
Ao todo, o Botafogo tem 54 títulos conquistados em sua história. Apesar de ter sido campeão da Taça Rio no ano passado, seu último título considerado mais importante foi na Série B do Brasileirão.
- Copa Conmebol: 1993;
- Brasileirão: 1968 e 1995;
- Brasileirão Série B: 2015 e 2021;
- Torneio Rio-São Paulo: 1962, 1964, 1966 e 1998;
- Campeonato Carioca: 1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934, 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997, 2006, 2010, 2013, 2018;
- Torneio Início: 1934, 1938, 1947, 1961, 1962, 1963, 1967 e 1977;
- Taça Guanabara: 1967, 1968, 1997, 2006, 2009, 2010, 2013 e 2015;
- Taça Rio: 1989, 1997, 2007, 2008, 2010, 2012, 2013 e 2023;
3º- FLUMINENSE
O Fluminense considera a conquista na Copa Rio de 1952 como um Mundial. No entanto, a FIFA não reconhece a disputa como tal e, por isso, não está na lista. São 68 títulos conquistados:
- Copa Libertadores: 2023;
- Brasileirão: 1970, 1984, 2010 e 2012;
- Copa do Brasil: 2007;
- Brasileirão Série C: 1999;
- Torneio Rio-São Paulo: 1957 e 1960;
- Primeira Liga: 2016;
- Campeonato Carioca: 1906, 1907, 1908, 1909, 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002, 2005, 2012, 2022 e 2023;
- Torneio Início: 1916, 1924, 1925, 1949, 1941, 1943, 1954, 1956, e 1965;
- Taça Guanabara: 1966, 1969, 1971, 1975, 1983, 1985, 1991, 1993, 2012, 2017, 2022 e 2023;
- Taça Rio: 1990, 2005, 2018 e 2020.
2º - VASCO DA GAMA
Com 71 títulos conquistados, o Vasco é o segundo maior campeão entre os quatro gigantes. Apesar do sucesso no passado, a última taça veio em 2021, na Taça Rio.
- Copa Libertadores: 1998;
- Copa Mercosul: 2000;
- Brasileirão: 1974, 1989, 1997 e 2000;
- Copa do Brasil: 2011;
- Brasileirão Série B: 2009;
- Torneio Rio-São Paulo: 1958, 1966 e 1999;
- Torneio João Havelange: 1993;
- Campeonato Carioca: 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998, 2003, 2015 e 2016;
- Campeonato Carioca Série A1: 1922;
- Torneio Início: 1926, 1929, 1930, 1931, 1932, 1942, 1944, 1945, 1948 e 1958;
- Taça Guanabara: 1965, 1976, 1977, 1986, 1987, 1990, 1992, 1994, 1998, 2000, 2003, 2016 e 2019;
- Taça Rio: 1984, 1988, 1992, 1993, 1998, 1999, 2001, 2003, 2004, 2017 e 2021.
1º- FLAMENGO
O Flamengo é o maior campeão entre os quatro gigantes, com 97 títulos. O time também é o único a ter um mundial reconhecido pela FIFA.
- Copa Intercontinental: 1981;
- Copa Libertadores: 1981, 2019 e 2022;
- Copa Mercosul: 1999;
- Recopa Sul-Americana: 2020;
- Copa de Ouro Nicolás Leoz: 1996;
- Brasileirão: 1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019 e 2020;
- Copa do Brasil: 1990, 2006, 2013 e 2022;
- Copa dos Campeões: 2001;
- Supercopa do Brasil: 2020 e 2021;
- Torneio Rio-São Paulo: 1961;
- Campeonato Carioca: 1914, 1915, 1920, 1921, 1925, 1927, 1939, 1942, 1943, 1944, 1953, 1954, 1955, 1963, 1965, 1972, 1974, 1978, 1979-II, 1979-II, 1981, 1986, 1991, 1996, 1999, 2000, 2001, 2004, 2007, 2008, 2009, 2011, 2014, 2017, 2019, 2020 e 2021;
- Torneio Início: 1920, 1922, 1946, 1951, 1952 e 1959;
- Taça Guanabara: 1970, 1972, 1973, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1984, 1988, 1989, 1995, 1996, 1999, 2001, 2004, 2007, 2008, 2011, 2014, 2018, 2020 e 2021;
- Taça Rio: 1983, 1985, 1986, 1991, 1996, 2000, 2009, 2011 e 2019.
Atacante de 30 anos desperta atenção do mercado tricolor pela preferência familiar de residir no Rio de Janeiro, atraindo também o interesse do Corinthians
21 Abr 2026 | 17:24 |
O futuro do atacante Everton Cebolinha tornou-se pauta nos bastidores do futebol carioca nesta terça-feira (21). Com o vínculo contratual junto ao Flamengo aproximando-se do período final e sem indícios de uma extensão imediata, a permanência do atleta no Rio de Janeiro passou a ser uma prioridade para seu núcleo familiar. Esse fator logístico coloca o Fluminense como um destino potencial no mercado, caso o ciclo do jogador no Rubro-Negro seja encerrado ao fim da temporada de 2026.
Aos 30 anos, o velocista vive um momento de definição na carreira. A expectativa é que as movimentações entre agentes e clubes se intensifiquem nos próximos meses, visando estabelecer o novo destino do ponta-esquerda que acumula passagens de destaque pelo Grêmio e pelo futebol europeu.
Apesar da inclinação por permanecer na capital fluminense, o Fluminense não está sozinho na observação do atleta. O Corinthians figura como um forte concorrente paulista na disputa. O clube de Itaquera já havia realizado sondagens preliminares no início do ano e planeja formalizar uma oferta concreta durante a janela de transferências do meio do ano. A diretoria alvinegra busca reforçar o setor ofensivo com um jogador de drible e velocidade, características marcantes do camisa 11 rubro-negro.
O interesse do alvinegro é visto como um desafio para as pretensões cariocas, uma vez que o clube paulista possui orçamento para investimentos significativos na atual temporada. No entanto, o desejo dos familiares de Cebolinha em não deixar o Rio de Janeiro pode atuar como um diferencial nas negociações futuras.
Outra variável importante na trajetória de Everton Cebolinha é o laço afetivo com o Grêmio. Como o clube que o projetou para o cenário internacional, o Imortal Tricolor é sempre considerado uma opção viável pelo atleta. No entanto, o retorno a Porto Alegre depende diretamente da capacidade financeira da diretoria gaúcha em viabilizar os vencimentos e as luvas contratuais exigidas por um jogador de seu status.
Atacante e o volante sofreram lesões musculares e não estarão à disposição para o primeiro confronto da quinta fase da Copa do Brasil no Maracanã
21 Abr 2026 | 16:40 |
Vitória desembarca no Rio de Janeiro com problemas na escalação para enfrentar o Flamengo nesta quarta-feira (22). A comissão técnica confirmou que o atacante Renato Kayzer e o volante Gabriel Baralhas estão sob cuidados do departamento médico e não participam do jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil 2026. Ambos os atletas apresentaram queixas após o empate contra o Corinthians, em rodada recente do Campeonato Brasileiro.
Os exames de imagem realizados no início da semana apontaram uma contusão no músculo anterior da coxa direita de Kayzer. Embora o diagnóstico indique uma situação de menor gravidade, o tempo de recuperação impede sua participação no duelo. No caso de Baralhas, a lesão na coxa exige um tratamento mais prolongado, o que o afasta dos gramados por um período indeterminado.
Além das ausências confirmadas de Kayzer e Baralhas, o técnico do clube baiano enfrenta uma extensa lista de baixas. O setor defensivo é o mais afetado, com Claudinho, Riccieli e Pedro Henrique ainda em fase de transição física. No ataque, Marinho também segue o processo de retorno gradual aos treinamentos com bola.
A lista de lesionados que permanecem sem previsão de retorno imediato inclui nomes como Mateus Silva, Jamerson, Neris, Camutanga, Edu e Rúben Ismael, além de Dudu e Fabri. A quantidade de desfalques obriga a equipe técnica a promover alterações estruturais no esquema tático para enfrentar o Flamengo, que atua com força máxima sob o comando de Leonardo Jardim.
Para a vaga deixada por Renato Kayzer, a tendência é que Renê assuma a referência no comando de ataque. Já no setor intermediário, a disputa pela posição de Baralhas está aberta entre três jogadores: Zé Vitor, Ronald e o experiente Edenilson. A definição sobre quem iniciará o confronto deve ocorrer apenas após a última atividade tática antes do embarque.
Dessa forma, a provável escalação do Vitória para o embate no Maracanã conta com: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caíque, Zé Vitor (Ronald ou Edenilson) e Martínez; Erick, Matheuzinho e Renê. A estratégia do time baiano deve priorizar a organização defensiva para tentar levar um resultado equilibrado para a partida de volta.
Periódico 'As' destacou a instabilidade dos técnicos no Brasil e a reciclagem constante de nomes tradicionais em grandes clubes do país
21 Abr 2026 | 16:00 |
O jornal espanhol 'As' publicou uma análise crítica sobre a alta rotatividade de técnicos no futebol brasileiro durante a temporada de 2026. Em reportagem divulgada na última segunda-feira (20), o periódico europeu classificou o cenário nacional como instável, ressaltando que, embora o Brasil siga como um exportador de talentos para os principais clubes da Europa, a gestão dos profissionais à beira do gramado enfrenta uma realidade oposta e problemática.
A publicação destacou que nenhum profissional parece estar imune à pressão por resultados imediatos, afetando desde nomes consagrados, com passagens pela Seleção Brasileira, até treinadores que tentam consolidar carreira em divisões inferiores. O diário apontou a "dança das cadeiras" como um dos principais entraves para o desenvolvimento tático de longo prazo no país sul-americano.
Um dos pontos centrais da crítica do 'As' foi a reiteração de nomes conhecidos em diferentes clubes, o que evidenciaria uma carência de renovação no corpo técnico brasileiro. "A falta de renovação no corpo técnico faz com que uma figura como Renato Gaúcho tenha comandado o Fluminense em até seis passagens diferentes e também tenha passado por gigantes como Flamengo, Grêmio ou, agora, novamente pelo Vasco, em sua terceira passagem", pontuou o jornal.
Para os analistas espanhóis, essa reciclagem contínua de treinadores em equipes rivais impede a oxigenação de ideias no futebol nacional. O texto sugere que os clubes brasileiros preferem apostar em perfis já conhecidos pelo mercado em vez de investir em novas metodologias ou nomes emergentes, perpetuando um ciclo de contratações e demissões rápidas.
A reportagem enumerou os profissionais que já perderam seus cargos no decorrer do Campeonato Brasileiro de 2026, evidenciando que nem mesmo técnicos estrangeiros de prestígio ou ex-comandantes da seleção conseguiram manter seus projetos. Entre as baixas listadas pelo jornal espanhol estão:
Tite (ex-Cruzeiro) e Dorival Júnior (ex-Corinthians);
Filipe Luís (ex-Flamengo) e Fernando Diniz (ex-Vasco);
Hernán Crespo (ex-São Paulo) e Juan Pablo Vojvoda (ex-Santos);
Jorge Sampaoli (ex-Atlético-MG) e Martín Anselmi (ex-Botafogo);
Juan Carlos Osório (ex-Remo) e Gilmar Dal Pozzo (ex-Chapecoense).