Futebol
Eita! Ex-Flamengo é visto em briga' com torcedores do Corinthians; veja vídeo
01 Fev 2026 | 17:16
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08 Jan 2024 | 09:37 |
Renato Augusto foi anunciado pelo Fluminense na última sexta-feira (5), o meio-campista é a segunda contratação do Tricolor para a temporada de 2024, que estava atuando no Corinthians no último ano. Com a chegada do jogador, o carioca se torna o oitavo jogador revelado pelo Flamengo a atuar no Tricolor.
Além dele, nomes como Felipe Melo e Edígio, também passaram pelo rubro-negro antes de chegar ao Time de Guerreiros. Relembre os nomes que nasceram no Flamengo e foram para o rival, Fluminense.
LUIZ ALBERTO
Revelado nas categorias de base pelo Flamengo, Luiz Alberto vestiu o manto rubro-negro entre os anos de 1993 e 2000, período que chegou a formar zaga com Juan. Com o time da Gávea, conquistou a Copa Ouro Sul-Americana, da Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais e da Copa Mercosul, além de três campeonatos cariocas.
Em 2000, o zagueiro foi vendido ao Saint-Etienne, da França e em seguida, passou por times como, Real Sociedad, Internacional, Atlético-MG, Santos e no final, Fluminense, no ano de 2007. Com a camisa tricolor, Luiz conquistou a Copa do Brasil daquele ano e foi vice-campeão da Copa Libertadores da América de 2008, como capitão do time.
FELIPE MELO
Mesmo tendo sido revelado pelo Volta Redonda, Felipe começou a sua carreira profissional pelo Flamento em 2001, conquistando naquele ano o Campeonato Carioca e da Copa dos Campeões. Em seguida passou por times como Cruzeiro, Grêmio, Mallorca, Real Racing de Santander, Almería, Fiorentina, Juventus, Galatasaray, Palmeiras - onde conquistou duas Libertadores (2020 e 2021), Paulistão (2020), Copa do Brasil (2020) e Brasileirão (2018) - até chegar no tricolor em 2021.
Ao chegar no Fluminense, Felipe Melo levou dois cariocas e uma libertadores inédita para o clube e a terceira de sua carreira.
KAYKE
Kayke brilhou pelas categorias de base do Flamengo, marcando cerca de 280 gols durante sua passagem. O jogador foi promovido profissional em 2007 e jogou apenas quatro partidas que pelo Campeonato Brasileiro de 2007. Em seguida passou por times como Brasiliense, Macaé, Vila Nova. Na Europa passou pelos times da Suécia, Hacken, Tromso, da Noruega e AaB Aalborg da Dinamarca, até 2013.
Em 2018, Kayke voltou ao Fluminense por empréstimo até o final da temporada. Atualmente ele defende a Chapecoense.
EDÍGIO
Revelado pelo Flamengo, onde era tido como promessa, venceu e foi titular na campanha da Copa Cultura de Juniores em 2005. No próximo ano, chegou a realizar três partidas entre os profissionais durante o Campeonato Carioca. O lateral esquerdo passou pelo Paraná, Juventude Figueirense, Vitória, voltou para o Flamengo (levou o Campeonato Carioca), Ceará, Goiás, Cruzeiro (conquistou dois Campeonatos Brasileiros 2013 e 2014, e um Campeonato Mineiro neste mesmo ano).
Na Europa, passou pelo Ucraniano FK Dnipro e retornou o Brasil com o Palmeiras - conquistou um Brasileiro e uma Copa do Brasil - retornou para o Cruzeiro e no final, assinou dois anos com o Fluminense. Atualmente está no Tombense.
JORGE
Criado no Flamengo desde 12 anos, começou a se destacar nas categorias de base do clube, atuando tanto como lateral-esquerdo, tanto como meio-campista. Com a sua estreia no profissional em 2014, conquistou Taça Guanabara e Campeonato Carioca. Em seguida, o jovem foi para o Mônaco, Palmeiras (levou Libertadores, Recopa Sul-Americana, Campeonato Brasileiro e Paulista).
Passou pelo Porto, Santos, Basel e Fluminense, onde levou a Taça Guanabara e o Campeonato Carioca. Atualmente, o jogador está no Santos.
JEAN
Revelado pelo Flamengo, Jean foi herói do Carioca de 2004 contra o Vasco da Gama, onde fez três gols durante a partida e levou a competição daquele ano. O ex-jogador deixou o clube no ano seguinte e vestiu a camisa de vários clubes brasileiros como Corinthians, o próprio Cruz-Maltino, Santos e Fluminense.
FABINHO
Revelado pelo Flamengo, o ex-jogador iniciou a carreira em 1984. O atleta jogou ao lado de nomes como Djalminha, Marcelinho Carioca e Paulo Nunes. No rubro-negro, conquistou a Copa São Paulo de Futebol Junior (1990), Campeonato Carioca (1991), Campeonato Brasileiro (1992).
Após o rubro-negro, o volante passou por clubes como Cruzeiro (ganhou Copa do Brasil, Libertadores e Campeonato Mineiro), Grêmio (Campeonato Gaúcho de 1999) e com a camisa do Fluminense em 2002, levou o Carioca.
RENATO AUGUSTO
Revelado nas categorias de base no Flamengo, Renato Augusto conquistou pelo rubro-negro a Copa do Brasil de 2006 e os Campeonatos Cariocas de 2007 e 2008.
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".
Goleiro argentino relembra conquistas de 2025 e final contra o PSG para valorizar o elenco rubro-negro, pedindo foco imediato na reação da equipe
01 Fev 2026 | 20:00 |
Rossi adotou um discurso de exaltação ao elenco e à instituição Flamengo, mesmo após o revés sofrido na decisão da Supercopa do Brasil. Depois da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, ocorrida neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o arqueiro argentino evitou lamentações excessivas e fez questão de ressaltar a trajetória vitoriosa recente do clube, lembrando que a temporada de 2026 está apenas em sua fase inicial.
Para o camisa 1, o resultado adverso na capital federal não apaga o brilho das conquistas alcançadas no ano anterior. Em 2025, o Rubro-Negro viveu uma temporada mágica, levantando os troféus do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores, do Campeonato Carioca e da própria Supercopa, além de ter protagonizado a final da Copa Intercontinental contra o Paris Saint-Germain (PSG).
Em entrevista na zona mista após a partida, Rossi enfatizou o orgulho de defender a meta rubro-negra. "O Flamengo é o maior time do Brasil, do Mundo. A gente está muito feliz de representar o Flamengo. Obviamente ninguém gosta de perder mais uma final, mas a final tem que ter um ganhador", ponderou o goleiro.
Ele utilizou o retrospecto recente como argumento para manter a confiança do grupo e da torcida. "Assim como a gente acabou conquistando muita coisa ano passado. Chegamos na final do Mundial com o PSG, ficamos na ponta de ter um título mundial", completou, referindo-se ao desempenho de alto nível que a equipe manteve nos últimos meses.
Ao analisar o contexto da derrota para do Corinthians, Rossi minimizou o impacto a longo prazo e comparou com o cenário da temporada passada, quando o clube iniciou o ano vencendo a Supercopa. Ele parabenizou o adversário pela consistência na Copa do Brasil, mas lembrou que o Flamengo foi soberano em duas das principais competições do continente.
"O ano recém começa. O ano passado a gente começou ganhando a Supercopa e esse ano aqui perdemos, mas quem está aqui foi campeão... Acontece. Ninguém gosta de perder. Não pode abaixar a cabeça", afirmou o arqueiro titular do Flamengo.