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ESTÁDIO DO FLAMENGO: CONFIRA AS INSPIRAÇÕES NO BRASIL E NO MUNDO PARA A 'GERAL'

Presidente do clube revelou que projeto da nova casa rubro-negra prevê dois setores sem cadeiras e com preços populares

Estádio novo do Flamengo / Divulgação
Estádio novo do Flamengo / Divulgação

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O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, revelou que cumprirá uma promessa antiga em relação ao possível novo estádio, na última quinta-feira. Segundo ele, se a nova casa do rubro-negro realmente sair do papel, contará com dois setores sem cadeiras, um atrás de cada gol. O atual mandatário do clube afirmou que se inspira na "geral" de outras arenas pelo mundo, como a do Signal Iduna Park, do Borussia Dortmund (ALE).

Para o Flamengo, que tem sua história absolutamente atrelada ao Maracanã, a "geral" tem um grande simbolismo. Nos tempos antigos do estádio, o setor popular, sem cadeira e que ficava à beira do campo marcou época no futebol carioca. Nos dias de hoje, o estilo de arquibancada ganhou novos formatos, mas ainda pode ser vista em diversas arenas ao redor do mundo, principalmente na Alemanha.


O Signal Iduna Park é referência de modernismo, sem abandonar o lado "raíz" das arquibancadas. A casa do Borussia Dortmund é mundialmente conhecida pelo setor da "muralha amarela", que fica atrás de um dos gols. Lá não há separação em arquibancada superior e inferior, e o espaço não possui cadeiras, o que beneficia a estética de caldeirão. O modelo do setor da muralha amarela é o mais pedido dentre os torcedores do Flamengo, para o seu possível novo estádio. Além da proximidade da arquibancada com o campo, o tamanho do espaço destinado para os torcedores mais fervorosos é um dos fatores que agrada não só os rubro-negros, mas também a diretoria do clube.


Casa do principal time da Alemanha, Bayern de Munique, a Allianz Arena foi inaugurada em 2005. Mesmo sendo uma construção recente e com uma estética bem semelhante a das arenas mais modernas do mundo, o local possui um espaço reservado sem cadeiras. Ele fica atrás de um dos gols, no chamado setor sul do estádio.

Apesar de não agradar parte dos flamenguistas pela estética moderna apresentada, a Allianz Arena é vista como uma das referências da diretoria rubro-negra, para a construção de seu novo estádio. O setor onde ficam os torcedores organizados do Bayern não é tão grande, se comparado ao do Signal Iduna Park, já que ocupa apenas o anel inferior dos três que estão presentes atrás de um dos gols. No entanto, a proximidade da arquibancada do campo é visto como um fator positivo.


A Neo Química Arena, antiga Arena Corinthians, foi inaugurada em 2014 para a disputada da Copa do Mundo do Brasil. Após o término do mundial, as cadeiras de um dos setores atrás do gol foram retiradas. Um dos estádios mais modernos do Brasil, a casa do clube paulista consegue criar uma estética de "caldeirão" por conta do espaço popular. Além do setor sem cadeiras da arena não ser separada por anel inferior e superior, a sua proximidade do campo cria um ambiente favorável aos donos da casa. Grande, espaçoso e chamativo, o local onde ficam as torcidas organizadas do Corinthians já presenciou diversas festas e é um dos diferenciais do estádio do clube.

A Arena MRV, mais recente do Brasil, inaugurada em 2023, tentou trazer uma estética de estádio moderno. No entanto, o projeto sempre previu um setor popular e sem cadeiras. O mesmo é destinado a principal torcida organizada do Atlético-MG. O espaço fica atrás de um dos gols, somente no anel inferior. Apesar do setor sem cadeiras não ser considerado grande e espaçoso, a sua proximidade com o campo faz com que há uma estética de "caldeirão". O local foi pensado para abrigar não só os torcedores mais fervorosos do Atlético-MG, mas também as bandeiras de mastro, faixas horizontais e verticais e bandeirões da organizada do clube.


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COM ARRASCAETA E VINA, URUGUAI BATE O CANADÁ E FICA COM O TERCEIRO LUGAR DA COPA AMÉRICA

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Reprodução
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Sem De La Cruz e Varela suspensos, o Uruguai, eliminado pela Colômbia, enfrentou o Canadá pela disputa do terceiro lugar e empatou em 2 a 2. Nos pênaltis, deu Celeste, 4 a 3. Viña, investigado pela Conmebol por incidentes na arquibancada após a queda para os colombianos, foi novamente titular. Já Arrascaeta entrou no segundo tempo no lugar de Ugarte.

A partida foi eletrizante nos EUA. Logo aos seis minutos, Bentancur abriu o placar para o Uruguai. Entretanto, ainda na etapa inicial, Koné empatou e David virou para o Canadá. Todavia, no fim da partida, aos 46 minutos do segundo tempo, Luis Suárez deixou tudo igual: 2 a 2.


Ao todo na competição, Nicolás de la Cruz jogou cinco partidas. Ou seja, só não duelou contra o Canadá pelo segundo cartão amarelo. O meio-campista foi um dos melhores jogadores da Celeste Olímpica no torneio e deu duas assistências na Copa América. Já Varela permaneceu no banco em toda a fase de grupos, mas entrou no segundo tempo contra Brasil e Colômbia. Diante dos colombianos, foi expulso.


Camisa 10 uruguaio, Arrascaeta deu uma assistência na competição, marcou nas disputas de pênaltis contra Brasil e Canadá e entrou em campo também diante da Bolívia, Panamá, Colômbia. Titular assim como De La Cruz, o lateral-esquerdo Matías Viña jogou todos os jogos e fez um gol e deu uma assistência.

Uruguai encerra participação na Copa América e Flamengo terá volta de quarteto

Enfim, Arrascaeta, Nicolás de la Cruz, Matías Viña e Guillermo Varela estão de volta ao Flamengo. Sem o quarteto, o Mengão resistiu na liderança até a derrota para o Fortaleza, mas após cinco vitórias, dois empates e dois resultados negativos, o Rubro-Negro caiu para o terceiro lugar.

Com os ‘reforços’, o Fla volta a campo para enfrentar o Criciúma, dia 20, em Brasília, pelo Brasileirão. A bola rola às 16h (horário de Brasília).


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CÚPULA DO FLAMENGO TEM SAÍDAS E PROXIMIDADE DAS ELEIÇÕES MEXEM NOS BASTIDORES DO CLUBE

A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas.

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A eleição presidencial do Flamengo vai acontecer em dezembro, mas os bastidores do clube já estão agitados. A cúpula da gestão de Rodolfo Landim perdeu integrantes que vão apoiar outros grupos no pleito e novas despedidas podem vir em breve. O grupo do atual mandatário, por outro lado, ainda calcula ter força.

Landim anunciou apoio a Rodrigo Dunshee na eleição. Dunshee é vice-Geral e Jurídico do clube, e acompanhou o atual presidente nos dois mandatos. A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas. As despedidas foram para se aliar ao grupo de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, ou ao de Maurício Gomes de Mattos.


Foram três despedidas para apoiar Bap. Rodrigo Tostes, de Finanças, e Marcelo Conti, vice de Gabinete da Presidência, saíram na última semana, enquanto Paulo Cesar Pereira, vice de Secretaria, conversou com Landim na noite da última sexta-feira (12). O mandatário indicou que vai acumular a vice de Finanças e indicou Diogo Lemes para a vaga deixada por Conti.


As outras duas saídas foram para o grupo de Maurício Gomes de Mattos

 Uma delas foi o próprio Maurício, que era vice de Embaixadas e Consulados, e saiu da diretoria para lançar candidatura própria. Adalberto Ribeiro, então vice de Relações Externas, deixou o cargo para apoiar Maurício.


As saídas não pegaram a diretoria de surpresa, segundo pessoas ouvidas pelo UOL. As movimentações já eram esperadas e outras despedidas são aguardadas. Entende-se que houve uma união de diferentes vertentes em torno da candidatura de Landim, mas essa aliança não se mostra mais necessária na atual conjuntura.

O cenário aponta para a primeira ruptura de maior volume desde quando Landim assumiu, em janeiro de 2019. Nos corredores, porém, há uma avaliação positiva. A leitura é que, mesmo com saídas e formações de alianças que virão a ser rivais na eleição, a maioria dos grupos políticos ainda apoia Dunshee — esse desenho traz confiança ao grupo de situação em outro pleito. Landim pode vir candidato a presidente do Deliberativo.

Os grupos que já faziam oposição à gestão ainda debatem as opções

 Há uma visão que muitos movimentos podem acontecer nos bastidores, e estuda-se o cenário antes da decisão sobre qual rumo tomar. Eles avaliam a candidatura própria ou o apoio a alguma chapa, e calculam que podem levar consigo cerca de 500 votos.

A inscrição das chapas será entre 10 e 30 de setembro. A eleição acontecerá nos primeiros dez dias de dezembro. A identificação das chapas não será mais por cor, e, sim, por número.


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ARQUITETO PROPÕE CONCURSO MUNDIAL DE PROJETOS PARA ESTÁDIO DO FLAMENGO

Arquiteto e especialista em estádios, Fabrício Chicca defende que Mengão construa um 'caldeirão mortal' para times adversários

Estádio novo do Flamengo / Divulgação
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A torcida do Flamengo viveu os últimos dias já pensando em como será o estádio do clube no terreno do Gasômetro. Desde a publicação do decreto de desapropriação da área de 88 mil metros quadrados, torcedores debatem o melhor estilo para que o Rubro-Negro tenha uma casa que traduza toda a grandeza e imponência do Fla e da sua Nação.

O arquiteto e pesquisador especialista em estádios Fabrício Chicca, que foi um dos mais ativos debatedores da questão do estádio do Flamengo desde 2017, deu uma ideia que pode tornar a construção do campo de jogo rubro-negro algo ainda mais global. Em live no Canal Mundo na Bola, nesta terça (25), Chicca propôs um concurso internacional entre escritórios de arquitetura.


Para o especialista, o Flamengo deveria abrir para escritórios ao redor do mundo a chance de projetar um estádio que atendesse as necessidades e os desejos do clube e da Nação Rubro-Negra. Para Chicca, o novo estádio do Fla precisa ser um “caldeirão mortal” para os adversários. O arquiteto, que também é rubro-negro, considera que o stress visual e o stress sonoro devem ser pensados na hora de se desenhar o novo equipamento.


A notícia de que a prefeitura do Rio de Janeiro publicou o decreto que desapropria o terreno do Gasômetro foi importante para o Flamengo, mas representa apenas o primeiro passo em um longo caminho. Agora, o clube precisa comprar a área e realizar todos os estudos de viabilidade para a realização das obras.

Outra questão é o custo do estádio. Com ideia de construir uma praça de esportes para 80 mil pessoas, o Flamengo sabe que vai gastar entre R$ 1,5 bi e R$ 2 bi. Os meios de financiar tal esforço já preocupa os rubro-negros mais atentos. O Fla precisa achar as soluções para construir o estádio sem prejudicar as outras áreas do clube, principalmente o departamento de futebol.




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