Futebol
Flamengo já prepara contratações para reforçar time de Leonardo Jardim
13 Mar 2026 | 09:15
Futebol
04 Jul 2024 | 19:02 |
A advogada, professora, ex-vereadora e representante da Federação de Associações de Moradores (FAM-Rio) no Conselho de Política Urbana do Rio Sonia Rabello escreveu um artigo no Diário do Rio afirmando que a desapropriação do terreno do Gasômetro pela Prefeitura do Rio para a construção do estádio do Flamengo “não é legítima nem constitucional”.
O argumento básico usado por Sonia para justificar esse ponto de vista, entretanto, parte de uma premissa falsa: de que o terreno desapropriado por Paes pertence à Caixa Econômica Federal. Na realidade, o terreno pertence a um fundo privado que somente é administrado pela Caixa, como comprovam os documentos de Registro Geral do Imóvel.
“Um ponto que deve ficar claro desde o início, conforme explicitado diretamente pelo Prefeito do Rio, é que ele está usando seu maior poder estatal, como chefe do Executivo municipal, para retirar da CEF, um banco público federal, o direito de propriedade de um terreno de 88 mil metros quadrados para destinar este bem especificamente a um ente/empresa privada; ou seja, para que esta pessoa jurídica privada, o clube do Flamengo, realize o seu negócio e atividade privada – um clube/estádio de futebol com outras atrações sociais”, escreve ela logo no início do artigo.
Ocorre que não só o terreno não é propriedade da Caixa, como Paes não o está destinando especificamente ao Flamengo. O imóvel será levado a leilão e outras empresas e clubes poderão fazer propostas caso estejam interessadas em cumprir as condições que serão estabelecidas no edital para compra e uso do terreno.
Partindo desse falso argumento que é repetido diversas vezes no texto, no qual o imóvel que será desapropriado é referido como “terreno da Caixa Econômica Federal” e “bem da Caixa”, a ex-vereadora argumenta que só a União teria o poder de desapropriar o terreno. Ela também questiona os argumentos da prefeitura para a desapropriação e o direito do Flamengo de construir seu estádio no terreno.
“Ressalte-se que para esta análise jurídico-conceitual é de somenos importância se o clube é grande, médio, ou pequeno, amado ou não, com muitos ou poucos fãs, ou se merece ou não tal benesse. Existem inúmeros entes privados na cidade e no mundo, empresas, comércios, fábricas, escolas, hospitais, habitações, áreas de shows que, na visão de cada um, podem merecer ou não a oferta de igual benefício”, afirmou.
Mengão entra em campo neste sábado (14) diante do Alvinegro pela 6ª rodada do campeonato, mas sintético do Engenhão tira importante jogador
13 Mar 2026 | 10:30 |
O Flamengo volta a campo neste sábado (14) para enfrentar o Botafogo, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Para o clássico no Estádio Nilton Santos, o técnico Leonardo Jardim pode ter um novo desfalque: o meia De La Cruz.
De acordo com o jornalista Venê Casagrande, De La Cruz deve ser preservado da partida por causa do gramado sintético do Estádio Nilton Santos. A comissão técnica tem adotado cautela com o uruguaio em jogos nesse tipo de superfície. A situação não seria inédita na temporada. Nas quartas de final do Campeonato Carioca, quando Flamengo e Botafogo se enfrentaram, o meio-campista também não foi relacionado.
Além da possível ausência de De La Cruz, o Flamengo já possui dois desfalques confirmados para o clássico. O meio-campista Saúl Ñíguez segue em recuperação após passar por cirurgia no calcanhar esquerdo e ainda não foi liberado para retornar aos gramados. Já Bruno Henrique continua em tratamento de uma pubalgia.
Mesmo com possíveis baixas, o Flamengo chega embalado para o confronto. No último domingo (08), a equipe comandada por Leonardo Jardim conquistou o título do Campeonato Carioca após vencer o Fluminense na disputa por pênaltis. Na sequência, o Rubro-Negro também superou o Cruzeiro por 2 a 0, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
O clássico entre Botafogo e Flamengo acontece neste sábado (14), às 20h30 (horário de Brasília), no Estádio Nilton Santos, em jogo válido pela sexta rodada do Brasileirão. O confronto terá transmissão da Amazon Prime Video.
Defensor do Mengão é uma dos principais peças na inclusão do treinador no dia a dia do Ninho do Urubu devido a sua grande experiência
13 Mar 2026 | 10:00 |
Herói na conquista recente da Libertadores, o zagueiro Danilo tem desempenhado um papel relevante na adaptação de Leonardo Jardim ao comando do Flamengo. Mesmo com pouco mais de uma semana de trabalho, o defensor de 34 anos se tornou uma peça importante na aproximação entre o treinador português e o elenco rubro-negro.
Nos bastidores do Ninho do Urubu, Danilo tem ajudado Leonardo Jardim a compreender melhor o contexto atual do clube, compartilhando informações sobre o ambiente do grupo e a forma de pensamento dos jogadores. Ao mesmo tempo, o zagueiro também atua no sentido inverso: auxilia o elenco a assimilar a filosofia de trabalho do novo comandante. Essa troca constante tem facilitado o processo de adaptação da equipe às ideias do treinador.
O relacionamento entre Danilo e Leonardo Jardim tem sido considerado positivo dentro do clube. A capacidade de comunicação e a percepção tática do jogador são vistas como fatores que contribuem para essa aproximação. Com perfil de liderança consolidado ao longo da carreira, o defensor costuma manter conversas frequentes com o treinador, inclusive durante as partidas. Esse diálogo também foi percebido em momentos decisivos, como antes da disputa de pênaltis na final do Campeonato Carioca.
Leonardo Jardim já conhecia o trabalho de Danilo desde o período em que o defensor atuava pelo Porto. Segundo o portal Uol, essa referência ao estilo de formação do futebol português é vista internamente como um facilitador na relação entre os dois. A diretoria do Flamengo valoriza a presença do jogador dentro do grupo e entende que sua experiência pode ser útil para a comissão técnica, mesmo que ele não esteja entre os titulares.
Nos dois primeiros jogos sob o comando de Leonardo Jardim, Danilo permaneceu no banco de reservas. O treinador manteve a dupla de zaga formada por Léo Ortiz e Léo Pereira, que já era a preferência do antigo técnico Filipe Luís. Ainda assim, a participação do defensor segue sendo considerada importante no processo de transição vivido pelo Flamengo neste início de trabalho da nova comissão técnica.
Uruguaio é peça fundamental no Mengão desde sua chegada em 2019 e utilização pelo porutuguês revela como o novo treinador pretende liderar a equipe
13 Mar 2026 | 09:45 |
Nos últimos anos, o torcedor do Flamengo se acostumou a ver Arrascaeta atuando em uma posição mais avançada, muitas vezes próximo dos atacantes. Foi justamente nesse papel que o camisa 10 viveu a melhor temporada da carreira em 2025, somando 45 participações diretas em gols, com 25 tentos e 20 assistências. Ao mesmo tempo, esse posicionamento também gerou debates sobre a intensidade da equipe.
Com pouco mais de uma semana no comando do Flamengo, Leonardo Jardim começou a testar novos encaixes dentro da equipe. Nos dois primeiros jogos à frente do time, o treinador escalou juntos Arrascaeta e Pedro como titulares e, diante do Cruzeiro, também colocou Lucas Paquetá entre os onze iniciais.
Na vitória por 2 a 0 no Maracanã, chamou atenção o papel exercido pelo camisa 10 dentro da estrutura pensada pelo técnico português. Arrascaeta passou a atuar em uma função um pouco mais recuada na organização ofensiva, participando mais da construção das jogadas.
Mesmo com a nova dinâmica, o uruguaio não deixou de aparecer em situações de finalização. Durante a partida contra o Cruzeiro, Arrascaeta teve duas oportunidades claras para marcar. Na primeira etapa, conseguiu tirar do goleiro Cássio, mas viu