Futebol
Flamengo mapeia alternativas no mercado com características de Kaio Jorge
04 Jan 2026 | 16:42
Futebol
10 Fev 2024 | 11:09 |
O Flamengo delineou sua formação inicial para o embate contra o Boca Juniors, em um duelo que promete elevar a temperatura nas quadras. Com Franco Balbi liderando o comando, acompanhado por Gui Deodato e Gabriel Jaú, a equipe busca uma vitória decisiva diante do adversário argentino. A presença de Kayo Gonçalves e Devon Scott adiciona uma camada de poder e versatilidade ao time, que se prepara para enfrentar um dos desafios mais formidáveis da temporada.
O confronto entre Boca Juniors e Flamengo transcende as fronteiras do esporte, mergulhando em rivalidades históricas e rivalidades acirradas. Para o Flamengo, o desafio é duplo: não apenas assegurar a vitória para consolidar sua posição na tabela, mas também superar um oponente cuja reputação precede seu nome. Sob a liderança de Balbi, o time busca não apenas a glória do triunfo, mas também a afirmação de sua superioridade diante de um dos adversários mais respeitados do continente.
Franco Balbi, com sua habilidade inigualável de controlar o ritmo do jogo, emerge como uma peça fundamental na estratégia do Flamengo. Sua visão de jogo aguçada e habilidades de passe são a espinha dorsal que mantém a equipe coesa e ágil em momentos cruciais. Ao seu lado, Gui Deodato e Gabriel Jaú adicionam uma ameaça constante aos aros adversários, com sua capacidade de converter cestas de longa distância e criar jogadas oportunas.
No entanto, a presença de Kayo Gonçalves e Devon Scott não pode ser subestimada. Com sua estatura imponente e habilidades tanto defensivas quanto ofensivas, os dois jogadores fornecem ao Flamengo uma presença dominante dentro do garrafão, tornando a equipe uma força a ser reconhecida em todas as áreas da quadra. Seja bloqueando arremessos cruciais ou convertendo rebotes ofensivos em pontos, Gonçalves e Scott representam a essência da determinação e da perseverança da equipe.
Do outro lado, o Boca Juniors se apresenta como um adversário formidável. Com uma história rica em tradição e um legado de sucesso nas competições sul-americanas, a equipe argentina representa um desafio considerável para o Flamengo. Sua defesa implacável e habilidades ofensivas bem arquitetadas testarão os limites da resistência e da habilidade do time brasileiro.
No entanto, para o Flamengo, a batalha transcende as estatísticas e os registros históricos. É uma questão de orgulho e determinação, uma prova de sua capacidade de triunfar sob pressão e superar adversidades. À medida que as luzes da quadra se acendem e os jogadores se preparam para entrar em ação, o que está em jogo é mais do que apenas uma partida de basquete - é a chance de fazer história e afirmar sua posição como uma potência no cenário esportivo internacional.
Atacante busca protagonismo na Vila Belmiro para entrar no radar da Seleção Brasileira; reencontro com Tite e reserva na Raposa pesaram na decisão
04 Jan 2026 | 21:00 |
A transferência de Gabigo,ex-Flamengo, do Cruzeiro para o Santos tem um objetivo claro além da identificação com o clube: a disputa da Copa do Mundo deste ano. Segundo apuração da Rádio Itatiaia, o atacante vê no retorno à Vila Belmiro a oportunidade ideal para recuperar seu melhor futebol e entrar no radar do técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de ciclo para o Mundial.
O jogador entende que precisa de visibilidade e minutos em campo para convencer o treinador italiano, algo que estaria ameaçado caso permanecesse em Belo Horizonte para a temporada de 2026.
A permanência no Cruzeiro apresentava obstáculos claros para as ambições do camisa 99. O atacante encerrou 2025 em baixa, marcada pelo pênalti perdido na eliminação da Copa do Brasil contra o Corinthians, enquanto viu o concorrente Kaio Jorge se consolidar como titular absoluto e viver grande fase técnica.
Além da questão esportiva, o fator comando técnico foi decisivo. O reencontro com Tite, treinador com quem Gabigol teve desavenças públicas durante a passagem pelo Flamengo, indicava uma redução natural de sua minutagem. Ciente de que seria uma opção no banco de reservas, o atleta optou pela mudança de ares.
No Santos, o cenário se inverte. Revelado nas categorias de base do clube, Gabigol chega com status de estrela e a confiança de que terá o ambiente favorável para brilhar. Outros fatores extracampo também influenciaram a escolha, como a proximidade da família e a possibilidade real de atuar novamente ao lado de Neymar. Assim como Gabriel, o camisa 10 também nutre o desejo de retornar à Seleção Brasileira.
Lateral uruguaio perdeu espaço no elenco rubro-negro e busca sequência na Argentina para garantir convocação para o Mundial de 2026
04 Jan 2026 | 19:19 |
Após uma temporada histórica em 2025, na qual conquistou seis títulos,inc luindo o nono Campeonato Brasileiro e a quarta Libertadores, o Flamengo iniciou o processo de ajustes no elenco para manter a hegemonia. Nesse cenário de reformulação, uma das saídas confirmadas é a do lateral-esquerdo Matías Viña. O jogador será emprestado ao River Plate, da Argentina, pelo período de um ano.
A transferência, no entanto, vai além das quatro linhas e envolve uma preocupação direta com o futuro do atleta na seleção de seu país. A decisão de deixar o Rio de Janeiro foi impulsionada por um recado direto de Marcelo Bielsa, técnico da Seleção Uruguaia. Visando a Copa do Mundo que será disputada em junho no Canadá, Estados Unidos e México, o treinador foi enfático sobre os critérios de convocação.
Segundo informações do jornal argentino Olé, Bielsa deixou claro para Viña que sua presença no Mundial de 2026 está condicionada à regularidade em campo. O comandante da Celeste avisou que só levará para o torneio atletas que estiverem atuando frequentemente e em alto nível por grandes clubes.
No Flamengo, a situação do lateral havia se complicado. Viña tornou-se apenas a terceira opção para o setor, ficando atrás de Alex Sandro e Ayrton Lucas na hierarquia da comissão técnica. Sem minutos suficientes no Brasil, o risco de ficar fora da lista final do Uruguai tornou-se real, motivando a busca por novos ares.
A ida para o River Plate contou com o aval de Marcelo Gallardo. O treinador dos Millonarios foi peça-chave na negociação, mas manteve a transparência com o reforço: não haverá cadeira cativa. Gallardo comunicou a Viña que ele terá que disputar posição com o experiente Marcos Acuña, mas garantiu que dará todo o suporte necessário para sua adaptação.
Peixe abre conversas com o Al Sadd do Catar para repatriar o meia revelado na Vila Belmiro; jogador manifesta desejo de retornar ao clube paulista
04 Jan 2026 | 18:00 |
O Santos iniciou uma ofensiva no mercado para repatriar o meia Claudinho visando a temporada de 2026. Após o jogador ter sido alvo recorrente do Flamengo em janelas anteriores, é o time da Vila Belmiro que agora surge como o provável destino do atleta. Atualmente defendendo o Al Sadd, do Catar, o meio-campista pode retornar ao futebol brasileiro para vestir a camisa do clube que o revelou.
A diretoria santista trabalha nos bastidores para viabilizar a chegada do reforço, apostando na identificação do jogador com a equipe e na oportunidade de mercado para elevar o nível técnico do elenco.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Ricardo Martins, o modelo de negócio discutido é um empréstimo. O Santos já iniciou os contatos com o Al Sadd e conta com um trunfo importante nas tratativas: a vontade do próprio atleta. Claudinho vê com bons olhos o retorno ao Brasil e, especificamente, ao Peixe, onde iniciou sua trajetória no futebol.
O jogador foi negociado com o time catariano em janeiro deste ano, após deixar o Zenit, da Rússia. No entanto, a possibilidade de atuar novamente na Série A pelo seu clube formador motiva o staff e o meia a buscarem um acordo amigável para a liberação temporária.
Antes de entrar na mira do Santos, Claudinho foi protagonista de longas novelas envolvendo o Flamengo. O Rubro-Negro tentou a contratação do jogador em duas temporadas consecutivas quando ele ainda estava na Rússia. Na primeira investida frustrada, o clube carioca acabou optando pela contratação de Nicolás de la Cruz. Na segunda tentativa, o Flamengo voltou à carga, mas novamente não conseguiu superar as exigências do Zenit.