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CBF define árbitro do clássico entre Flamengo e Botafogo pelo Brasileirão
12 Mar 2026 | 19:08
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09 Out 2024 | 18:44 |
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (9) o julgamento do caso que envolve a permanência de Ednaldo Rodrigues na presidência da CBF.
O caso não foi concluído. Depois das sustentações orais de três advogados, inclusive o da CBF, só houve o voto do ministro Gilmar Mendes, relator do caso. Como era esperado, Gilmar defendeu os termos da decisão liminar dada por ele mesmo, que está em vigor atualmente. Ou seja, a permanência de Ednaldo no cargo.
O ministro Flávio Dino pediu vistas, e com isso não é possível prever quando o caso voltará ao Plenário. Os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Fux se declararam impedidos. Inicialmente, o julgamento serviria para referendar ou não a liminar que Gilmar deu em janeiro. Mas o voto do ministro foi pela análise final do mérito do caso, o que traz uma perspectiva mais ampla à matéria.
Qual foi a discussão?
O centro da questão está a legitimidade do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a CBF. Esse TAC foi alicerce para a realização da eleição que levou Ednaldo Rodrigues ao poder.
A Justiça do Rio tinha derrubado a validade do TAC e da atuação do MP no caso. Com isso, chacoalhou as estruturas da CBF, nomeando o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) como gestor temporário da entidade. Só que o caso foi parar no STF, após ação do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Então, veio a liminar de Gilmar.
O relator Gilmar Mendes defendeu que, sim, o MP poderia ter assinado o TAC com a CBF. No voto, ele ainda criticou a condução do processo por parte do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ).
"São coisas extravagantes nos processos e que precisam ser anotados", disse ele, no momento em que descrevia o trâmite e os fatos ocorridos enquanto o processo estava a caminho da 19ª Câmara Cível.
Uma das "extravagâncias" citadas por Gilmar foi:
"As apelações da CBF permaneceram pendentes de julgamento até novembro de 2023, quando o processo foi incluído em pauta na sessão da 19ª Câmara Cível, em 28/11. Pouco menos de uma semana da sessão de julgamento, o desembargador que era relator determinou a retirada de pauta. E assinou a suspeição por razões de foro íntimo. É isso mesmo o que os senhores ouviram. Dois dias depois, o novo relator do feito, de forma particularmente expedita, determinou reinclusão de pauta. Estava pronto para julgar. O processo estava incluído na sessão de 7/12/23".
Gilmar ainda pontuou que as decisões do TJ-RJ é que caracterizaram intervenção na CBF.
"A persistência de soluções como a que chegou o TJ-RJ inequivocamente implicará em violação ainda mais acentuada à autonomia da entidade. Um tribunal designando interventor, que designa diretores que passam a fazer a gestão da entidade desportiva".
Como a CBF se posicionou?
A CBF foi uma das partes que fizeram sustentação no processo. Ela foi representada pelo advogado Floriano Azevedo Marques.
"Venho aqui reiterando a necessidade de se ratificar a cautelar para evitar que, uma vez havendo a intervenção, a entidade é retirada da ordem esportiva internacional. O MP entrou com ação discutindo uma questão de governança. Criou-se uma incerteza que pode trazer danos. Diante da incerteza, o ente autônomo, resolve pacificar a questão travando um TAC com o MP. No exercício de competência constitucional. Fazia com que o conflito fosse resolvido em definitivo", disse ele, defendendo a validade do termo assinado pela entidade com o MP.
A questão técnica sobre o MP
A linha de raciocínio do voto do relator Gilmar Mendes foi apontar que o esporte é um direito social, previsto na constituição. Por isso, é legítimo que o MP atue em matérias ligadas a entidades esportivas.
"A atuação do MP o coloca em uma zona de comunicação entre o sistema de Estado e o sistema social. Há uma relação dúplice no desempenho de suas funções. (...) A legitimidade deve ser reconhecida de forma ampla", disse Gilmar, citando posteriormente a atividade da própria CBF:
"É dever do estado o fomento de prática esportiva formais e não formais. O que bem demonstra o interesse social subjacente às atividades da CBF. E, portanto, a presença do interesse público necessário a legitimar a atuação fiscalizatória".
Invictas, as Meninas da Gávea visitam as Gloriosas no Estádio Nilton Santos pela terceira rodada da competição nacional com transmissão exclusiva na TV
12 Mar 2026 | 22:31 |
A noite desta sexta-feira (13) reserva fortes emoções para os amantes do futebol feminino. A partir das 19h (horário de Brasília), Botafogo e Flamengo Feminino medem forças no gramado do Estádio Nilton Santos, localizado no Rio de Janeiro. O aguardado clássico estadual é um dos grandes destaques da terceira rodada da elite do Campeonato Brasileiro da modalidade.
Os torcedores que não puderem comparecer às arquibancadas do estádio alvinegro terão a opção de acompanhar todos os lances do confronto através da televisão. A partida terá cobertura ao vivo e exclusiva pelo canal fechado Sportv.
O momento das duas equipes na tabela de classificação é distinto. Vindo de um acesso conquistado na temporada anterior, o objetivo principal do Botafogo é garantir a sua permanência na Série A1. As alvinegros ocupam atualmente a décima colocação do torneio, acumulando uma vitória na estreia contra o Juventude (2 a 1) e um revés pelo mesmo placar diante da Ferroviária na jornada seguinte.
Do outro lado, o Flamengo vive uma fase iluminada neste início de campeonato. O time rubro-negro é uma das três equipes que ainda não sentiram o amargor da derrota na competição, dividindo essa marca com Palmeiras e São Paulo. As Meninas da Gávea chegam embaladas por dois triunfos consistentes: uma vitória magra por 1 a 0 sobre o Mixto e uma goleada por 4 a 2 aplicada sobre o Red Bull Bragantino na última rodada.
Provável escalação do Botafogo: Michelle; Fran Bonfanti, Thaiane, Yasmin Cosmann e Natane; Rita Bove, Bebê e Tailane; Sasha, Rebeca e Tipa. Técnico: Léo Goulart.
Provável escalação do Flamengo: Vivi Holzel; Monalisa, Núbia, Layza e Jucinara; Djeni, Letícia e Fernanda; Mariana, Laysa e Cristiane. Técnico: Celso Silva.
Em entrevista a um podcast, o atacante do Mais Querido detalhou a oferta milionária que rejeitou em 2023 e reforçou seu carinho pelo clube carioca
12 Mar 2026 | 21:22 |
Bruno Henrique abriu o jogo sobre as negociações que quase selaram sua saída do Flamengo há três temporadas. Participando recentemente do "Barbacast", o ídolo rubro-negro comentou sobre a forte aproximação do Palmeiras em 2023.
O jogador classificou a proposta enviada pela gestão da presidente Leila Pereira como extremamente tentadora, mas destacou que a sua profunda identificação com a torcida e o respeito pela instituição carioca foram determinantes para declinar a transferência.
Durante a conversa, o camisa 27 detalhou como a ligação emocional com o clube pesou em sua escolha final. Em um tom bem-humorado, o atleta admitiu que as cifras envolvidas na operação eram praticamente irrecusáveis, mas que, mesmo assim, optou por recusar a investida alviverde para continuar escrevendo a sua história com a camisa do clube da Gávea.
"Sempre que eu entro em campo é para dar o meu melhor, dar raça e amor por essa camisa. Também pela minha família. Esse é o fator primordial que me fez ficar no Flamengo. A proposta (do Palmeiras) era irrecusável, e eu recusei para seguir no Flamengo", acrescentou o ídolo do Flamengo, em entrevista ao ‘Barbacast’.
Naquele período, o time paulista acenou com um contrato longo, com duração de quatro anos, e vencimentos compatíveis com a elite do futebol sul-americano. Em contrapartida, a diretoria flamenguista enfrentava entraves internos nas tratativas de renovação, hesitando principalmente quanto ao tempo do novo vínculo.
Contudo, o atacante pontuou que o calor humano recebido diariamente no Ninho do Urubu superou o lado financeiro. Bruno Henrique frisou que o fator primordial sempre foi a sua vontade de entrar em campo com dedicação e amor pelo time carioca.
O técnico italiano prepara a lista final para o Mundial e conta com nomes de peso do Rubro-Negro, como Danilo, Alex Sandro e Lucas Paquetá
12 Mar 2026 | 20:35 |
A comissão técnica da Seleção Brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, está nos ajustes finais para definir o elenco que disputará a Copa do Mundo de 2026. Nesse cenário de avaliações decisivas, o Flamengo consolida-se como um dos principais fornecedores de talentos para representar o país no torneio mundial, comprovando a força de seu atual plantel.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Marcel Rizzo, do jornal Estadão, o comandante europeu possui uma relação restrita de 13 atletas considerados absolutos. Nesta categoria de "intocáveis", na qual apenas lesões físicas poderiam causar um corte inesperado, figuram os laterais Danilo e Alex Sandro.
Correndo logo atrás, no grupo dos atletas com o passaporte praticamente carimbado, encontra-se Lucas Paquetá. O meio-campista rubro-negro, que recentemente apresentou um grande futebol na vitória sobre o Cruzeiro sob as orientações de Leonardo Jardim, goza da total confiança da atual comissão técnica.
O peso da equipe carioca como base da Seleção ficará ainda mais evidente na próxima segunda-feira (16), data em que ocorrerá a última convocação para testes, visando os duelos amistosos contra a França e a Croácia ainda neste mês de maio.
Além do trio já consolidado, o treinador italiano e sua equipe seguem monitorando de perto outras peças do setor defensivo da Gávea. O zagueiro Léo Ortiz, que já possui histórico de convocações, e o defensor Léo Pereira continuam na disputa direta por uma vaga e são avaliados constantemente para integrar o grupo definitivo.