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Flamengo inicia venda de ingressos para jogo contra Fluminense; saiba como comprar
22 Jan 2026 | 11:23
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08 Jul 2024 | 16:40 |
Coach Dorival Júnior emphasized that he is not in the middle of the circle of players before penalty decisions. The coach defended himself from the controversy created with the elimination of the Brazilian team in the Copa América. After the defeat on penalties against Uruguay, a clip from the game broadcast went viral on social media showing the commander outside the athletes' circle, apparently "sidelined".
Dorival explained that he does not participate in the circles because He doesn't want to bother the players. He stated that he intervenes if he deems it necessary in the face of heightened nervousness or tranquility, but stressed that this was not the case. The squad had been practicing penalties in the days before the knockout duel.
The coach also highlighted that he had already spoken to some athletes privately and that he likes to make the group comfortable. He also said that he was called by the fourth umpire to remove a name from the list of batsmen, as Uruguay had one less player due to expulsion.
Finally, Dorival regretted the criticism that he considered to be malicious towards his stance due to the impact of the scene. The Brazilian commander asked for respect and cited cowardice in comments without "listening to the other side".
In the two-time Copa do Brasil campaigns, the 62-year-old coach did not participate in the players' circle in two penalty decisions when He was in charge of clubs. He adopted a certain distance both in the final of the 2022 edition against Corinthians, leading Flamengo, and in the round of 16 duel last year against Sport, managing São Paulo — both teams would become champions.
What did Dorival say about the topic?
"It's regretful because people evaluate a photo, a gesture, a word, an attitude ... I just ask that there is respect for all professionals. I think I have always understood that journalism has to hear both sides, I was taken by surprise in the interview [when asked about the topic], I didn't know what had happened as an athlete. , I always participated in some penalty decisions, I was always a little away, but together with the group, I listened to that initial debate but tried to concentrate, I had trained to take shots, I wanted to be concentrated and above all calm.
I've never participated in circles because I don't want to disturb players at a time like this. If I feel that the group is nervous or very calm, naturally I have to intervene. That wasn't the case, they were very focused, I had already said something to players in particular, I was looking for Alisson to have a more detailed conversation.
The 4th referee had called me, asking me to make the cut of an athlete because Uruguay had had one sent off. I came back because I didn't know Arana's shirt number, I wasn't sure, I was trying to find him to see the number, but I don't participate in circles. I never did this in other clubs, I want them to feel comfortable, confident, calm, focused and do what they did in training. It wasn't just the day before, we came often.
Unfortunately, the positions taken, the comments that were made, malicious, frivolous, without any connection and without knowing the other side of the coin. I'm really sorry about all this, you're not worthy of professionals, respect us from here, it's the least you can have. They were frivolous to the extreme and even used a certain amount of cowardice, but I'll overlook it, I'm looking ahead and thinking what we can do to improve for the Qualifiers"
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Treinador cruzmaltino afirmou que o Mais Querido não criou chances contundentes no Maracanã, apesar das dez defesas difíceis de Léo Jardim
22 Jan 2026 | 13:15 |
A vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco, na última quarta-feira (21), no Maracanã, continua repercutindo, mas não apenas pelo resultado em campo. Após o apito final, a entrevista coletiva concedida pelo técnico Fernando Diniz tornou-se o centro das atenções. O comandante cruzmaltino minimizou a atuação do rival e contestou a superioridade rubro-negra, gerando revolta entre os próprios torcedores vascaínos nas redes sociais.
Ao ser questionado pelos jornalistas sobre o controle exercido pelo Flamengo na etapa final, especialmente após o cartão vermelho recebido pelo volante Cauan Barros, Fernando Diniz discordou da premissa. Para o treinador, não houve um abismo técnico entre as equipes durante o período em questão.
"Acho que, no primeiro tempo, o Flamengo foi superior, mas eu não acho que voltou superior à gente. Se a gente pegar os cinco minutos do segundo tempo para assistir (antes da expulsão), você vai ver que não foi isso que você (jornalista) está falando", declarou o técnico, defendendo a postura de sua equipe antes de ficar com um jogador a menos.
O ponto mais polêmico da entrevista, no entanto, foi a análise sobre as oportunidades de gol. Apesar de o goleiro Léo Jardim ter realizado dez defesas ao longo do clássico, muitas delas consideradas difíceis, Diniz sustentou a tese de que o Flamengo não produziu lances de perigo real.
"O Léo Jardim fez algumas defesas, mas não teve chances contundentes. Por mais que eu tenha a impressão de que tomaríamos o gol, o jogo podia ter terminado 0 a 0. Não teve chance na cara do Léo", argumentou.
Segundo a visão do treinador, o volume de jogo do rival foi "natural" devido à vantagem numérica, mas pouco efetivo. "A maioria dos chutes do Flamengo foi cabeçada, chute fora da área, um ou outro jogador levou vantagem ali na área e chutou, mas chance criada eu não vi", concluiu Diniz, em uma fala que contrastou com a percepção da arquibancada e da crítica esportiva.
Treinador explica decisão de antecipar volta dos titulares contra o Vasco e comenta mágoa com críticas recebidas durante negociação de novo contrato
22 Jan 2026 | 12:08 |
Após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, nesta quarta-feira (21), no Maracanã, o técnico Filipe Luís utilizou a entrevista coletiva para esclarecer os bastidores da mudança de estratégia do Flamengo e desabafar sobre sua renovação contratual. O triunfo, válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca, marcou a estreia antecipada do elenco principal, uma medida adotada para tirar o clube da lanterna do Grupo B da Taça Guanabara.
O comandante rubro-negro justificou a escolha de deixar o time Sub-20 de lado neste momento, para optar pelos jogadores titulares, enfatizando que as necessidades do clube se sobrepõem a qualquer cronograma pré-estabelecido no Flamengo.
Ao ser questionado sobre a alteração no planejamento, que previa o retorno das estrelas apenas mais à frente, Filipe Luís detalhou que a decisão foi fruto de reuniões constantes com a diretoria. Segundo ele, o momento exigia uma atitude firme para recuperar o time na competição.
"Reunião que acontece todas as semanas, seja via telefone ou presencial, conversamos sempre. Os interesses da instituição estão sempre acima de qualquer planejamento. O clube entendeu que era o melhor, nós temos sempre que seguir o melhor para o clube", explicou o treinador.
Filipe também ressaltou a postura da cúpula rubro-negra, citando nominalmente o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) e o diretor José Boto. "Eu sempre fiz isso desde que cheguei, o Bap também, o Boto também, somos pessoas com muita coragem porque tomar decisões desse nível requer muita coragem. Uma decisão onde todos tomamos todos, assumimos todos os riscos e bola para frente", completou o treinador do Flamengo.
Diretor de futebol do Mais Querido explica exigência por características específicas para o modelo de jogo e nega busca por apenas um reserva para Pedro
22 Jan 2026 | 11:43 |
Após enfrentar dificuldades e frustrações nas tentativas recentes de reforçar o setor ofensivo, o Flamengo adotou uma postura de cautela e exigência máxima no mercado. O clube segue monitorando nomes para a posição de centroavante, mas o diretor de futebol José Boto foi enfático ao afirmar que a diretoria não fará movimentos precipitados apenas para dar uma resposta à torcida ou preencher lacunas no elenco.
Em declaração concedida na última quarta-feira (21), o dirigente esclareceu que o foco não é trazer qualquer jogador, mas sim um atleta que eleve o patamar da equipe e ofereça valências distintas das que o plantel já possui.
A filosofia adotada pelo departamento de futebol é clara: a qualidade técnica e o encaixe tático são inegociáveis. Boto destacou que a busca não se resume a encontrar um simples substituto para Pedro, mas sim alguém que agregue novas dinâmicas ao time comandado por Filipe Luís.
— Não queremos um atacante, mas sim o atacante. Tem que ter determinadas características, se encaixar no modelo de jogo… não é só um atacante para ser o substituto do Pedro — pontuou o diretor, complementando sobre a dificuldade da busca: — Mas com características diferentes e não é fácil encontrar. E se não encontramos, não vamos buscar só para dizer que temos um matador.
A cautela no discurso vem após o Rubro-Negro esbarrar em obstáculos nas suas principais investidas. O "Plano A" da diretoria era Kaio Jorge, destaque do Cruzeiro. O Flamengo chegou a realizar três propostas oficiais, mas o clube mineiro optou por renovar o contrato do atleta justamente para blindá-lo do assédio carioca.