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Futebol
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O Flamengo está prestes a fechar a contratação de Carlos Alcaraz, meio-campista do Southampton, em uma negociação que envolve a divisão dos direitos econômicos do jogador. De acordo com informações do jornalista Mauro Cezar, publicadas no UOL Esporte, o Flamengo ficará com 80% dos direitos de Alcaraz, enquanto o Southampton manterá os 20% restantes. Essa configuração de divisão dos direitos é uma prática comum no futebol, onde o clube vendedor mantém uma fatia do passe do jogador, visando lucrar em uma possível venda futura.
O processo de negociação foi longo e envolveu diversos aspectos, incluindo o valor da transferência e as condições de pagamento. A decisão de o Flamengo adquirir 80% dos direitos de Alcaraz demonstra a confiança do clube carioca no potencial de valorização do atleta, além de seu desejo de integrar o jogador ao elenco principal de maneira imediata.
FLAMENGO TEM VALORES DE ALCARAZ BEM ESPECIFICADOS
Essa aquisição é vista como estratégica para o Flamengo, que busca reforçar seu meio-campo com um atleta jovem, mas já com experiência no futebol europeu. Carlos Alcaraz, apesar de jovem, teve passagens marcantes pelo Southampton, o que despertou o interesse do Flamengo, que está em busca de atletas com esse perfil para compor o elenco.
Manter 20% dos direitos econômicos é uma estratégia comum para clubes que vendem jovens promissores, como é o caso do Southampton. O clube inglês, ao manter uma parte dos direitos, aposta na valorização futura do jogador, o que pode render um bom retorno financeiro em caso de uma venda futura. Esse modelo de negócio é especialmente interessante para times que estão em processo de reconstrução ou que precisam equilibrar suas finanças, sem perder a possibilidade de lucrar com a venda de jogadores no futuro.
Treinador lembrou de sua passagem pelo clube em 2011 onde tinha o desejo de trazer o Imperador de volta, mas arrepende-se de não tê-lo feito
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Em 2009, Adriano Imperador voltou ao Flamengo para fazer história, conquistando o Campeonato Brasileiro e se consolidando como ídolo rubro-negro. No entanto, sua passagem poderia ter sido ainda mais longa. Vanderlei Luxemburgo revelou que tentou convencer a diretoria a trazer o atacante de volta após o jogador ter deixado a Roma, da Itália, em 2011.
“Quando eu estava no Flamengo, queria trazer o Adriano de volta. Ele parou muito cedo. Jogava demais. É uma das coisas das quais mais me arrependo na minha vida, por não ter feito. Eu queria trazê-lo, mas a Patrícia Amorim, então presidente, disse que ele criava muitos problemas. Eu falei: ‘Deixa o problema comigo, eu resolvo’”, contou Luxemburgo nesta terça-feira (25), em entrevista ao PodeMais.
O técnico ainda explicou a estratégia que usaria para ajudar Adriano a manter o foco no futebol:
“Sabe o que eu ia fazer? Lá é perto de onde fui criado. Ia subir no morro e dizer: ‘Quando ele chegar aqui, mandem ele para baixo, para eu cuidar dele’. Acho que ele teria tido mais longevidade na carreira e disputado mais uma Copa do Mundo, o que era importante. É algo que eu queria ter feito, ajudá-lo, assim como ajudei muitos outros”, completou.
Adriano brilhou no Flamengo
Na sua volta ao Flamengo em 2009, Adriano foi peça-chave na conquista do hexacampeonato brasileiro, registrando 30 jogos, 19 gols e quatro assistências. Já em 2010, antes de deixar a Gávea, balançou as redes 15 vezes e deu seis passes para gol em 18 partidas.
Despedida dos gramados
Em dezembro de 2024, Adriano finalmente teve sua partida de despedida, reunindo ex-companheiros da Internazionale (ITA) e ex-jogadores do Flamengo no Maracanã. No fim do evento, foi surpreendido com uma emocionante homenagem: uma mensagem de seu pai, recriada por inteligência artificial, projetada nos telões do estádio.
Recentemente, o Zenit, da Rússia, fez uma proposta de 30 milhões de euros (cerca de R$ 182 milhões) pelo lateral, mas o Flamengo recusou o valor
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O Barcelona está confiante de que conseguirá contratar o lateral-direito Wesley, do Flamengo, na próxima janela de transferências. O jogador colocou o clube espanhol como preferência, em caso de saída do Rubro-Negro.
Apesar do interesse do Barcelona, o Flamengo não pretende vender Wesley antes do Mundial de Clubes da Fifa. No entanto, a diretoria do Mengão sabe que será difícil segurar o jogador no meio do ano, especialmente diante das propostas que estão surgindo. Uma oferta de 35 milhões de euros (aproximadamente R$ 211 milhões) seria suficiente para tirar Wesley da Gávea.
Recentemente, o Zenit, da Rússia, fez uma proposta de 30 milhões de euros (cerca de R$ 182 milhões) pelo lateral, mas o Flamengo recusou o valor.
A situação segue em aberto, mas, com o interesse do Barcelona e o valor das ofertas, Wesley dificilmente terminará a temporada de 2025 vestindo a camisa rubro-negra. O defensor, inclusive, deve ser convocado para a Seleção Brasileira na próxima Data Fifa de março.
Treinador do CRF aponta necessidade de investimento e compara situação com padrão europeu para elevar qualidade dos campos para a temporada
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O técnico do Flamengo, Filipe Luís, voltou a abordar um tema recorrente e de extrema relevância para o futebol brasileiro: a qualidade dos gramados. Após a vitória contra o Maricá no último sábado (22), o treinador destacou que a má conservação dos campos impacta diretamente no desempenho dos atletas. Segundo ele, é necessário um planejamento mais eficiente e medidas rigorosas para evitar que os estádios fiquem em condições precárias ao longo da temporada.
PLANEJAMENTO PARA PRESERVAR O MARACANÃ
Durante a entrevista, Filipe Luís detalhou a estratégia para manter o gramado do Maracanã em boas condições, ressaltando que o estádio foi palco de um número excessivo de jogos no último ano. O treinador defendeu que o problema poderia ser resolvido com decisões firmes, incluindo a adoção de um cronograma adequado para minimizar o desgaste do campo. Entre as alternativas sugeridas, está o remanejamento de partidas para outros estádios quando o gramado atingir um nível crítico de deterioração.
REGULAMENTAÇÃO PARA GARANTIR PADRÃO DE QUALIDADE
Com vasta experiência no futebol europeu, Filipe Luís comparou a realidade dos gramados brasileiros com o que vivenciou na Espanha, enquanto defendia o Atlético de Madrid. O treinador afirmou que a falta de investimentos e coragem para impor regras mais rígidas são os principais entraves para a melhoria da qualidade dos campos no Brasil. Ele defendeu que a Série A tenha regulamentação específica para garantir gramados naturais de alto padrão, com sanções financeiras para os clubes que não cumprirem as exigências.
O treinador citou a Espanha como um caso de sucesso, explicando que La Liga implementou normas rigorosas para assegurar campos em condições ideais. Filipe Luís relembrou que, em sua passagem pelo futebol espanhol, presenciou a evolução dos gramados graças às medidas impostas pela organização. Segundo ele, a obrigatoriedade de manter gramados de qualidade e garantir estádios cheios ajudou a elevar o nível do futebol no país.
Outro ponto abordado pelo comandante do CRF foi o argumento recorrente de que o clima brasileiro dificulta a manutenção dos gramados. Filipe Luís discordou dessa justificativa e citou o exemplo da Arábia Saudita, onde, apesar das altas temperaturas, os estádios possuem gramados de excelente qualidade. Para ele, o diferencial está no investimento e na gestão eficiente dos recursos para a conservação dos campos.