Futebol
31 Mar 2025 | 10:54 |
Apesar de ainda não ter conquistado a titularidade no Real Madrid, Endrick segue sendo elogiado por Carlo Ancelotti. O técnico italiano afirmou estar "encantado" com o jovem atacante de 18 anos e destacou que a adaptação gradual ao time titular é algo comum no clube merengue, usando Vini Jr, ex-Flamengo como exemplo.
"É um problema de concorrência. Jogadores de extrema qualidade. A história deste clube mostra que muitos dos titulares ficaram no banco por muito tempo. Vinicius, alguns anos, Rodrygo, Valverde, Camavinga. Se você quer estar no Real Madrid, é costume ficar um pouco no banco", explicou Ancelotti em coletiva antes da semifinal da Copa do Rei.
Destaque na Copa do Rei
Real Madrid e Real Sociedad se enfrentam nesta terça-feira pelo jogo de volta da semifinal da Copa do Rei. Na ida, Endrick marcou o gol da vitória merengue por 1 a 0, fora de casa. Na competição nacional, é onde ele tem tido mais minutos em campo.
Nesta temporada, o atacante soma 28 partidas pelo Real Madrid, com seis gols marcados e 496 minutos jogados, o que resulta em uma média de um gol a cada 82 minutos. Na Copa do Rei, divide a vice-artilharia do torneio, com quatro gols em quatro jogos.
A tendência é que Endrick seja titular nesta terça-feira ou entre em campo ainda no segundo tempo.
"Estou encantado com ele. Quando posso, tenho dado minutos e ele sempre aproveitou", destacou Ancelotti.
Foco no Real Madrid, apesar de menos minutos
A baixa minutagem do atacante nos últimos meses foi um dos fatores que levaram Dorival Júnior a não convocá-lo para as últimas listas da Seleção Brasileira. No entanto, Endrick ganhou chance nos jogos contra Colômbia e Argentina, em março, após Neymar ser cortado devido a um edema na coxa esquerda.
Na última janela de transferências, o West Ham demonstrou interesse em contar com o brasileiro, visando oferecer mais tempo de jogo. No entanto, conforme apurado pelo Estadão, Endrick optou por permanecer no Real Madrid, acreditando que terá mais oportunidades com Ancelotti.
Após vencer o primeiro jogo por 1 a 0, o Real Madrid precisa apenas de um empate no Santiago Bernabéu para garantir vaga na final da Copa do Rei. Do outro lado da chave, Atlético de Madrid e Barcelona se enfrentam nesta quarta-feira, após um empate eletrizante por 4 a 4 na ida.
Diretor de futebol do Mais Querido explica exigência por características específicas para o modelo de jogo e nega busca por apenas um reserva para Pedro
22 Jan 2026 | 11:43 |
Após enfrentar dificuldades e frustrações nas tentativas recentes de reforçar o setor ofensivo, o Flamengo adotou uma postura de cautela e exigência máxima no mercado. O clube segue monitorando nomes para a posição de centroavante, mas o diretor de futebol José Boto foi enfático ao afirmar que a diretoria não fará movimentos precipitados apenas para dar uma resposta à torcida ou preencher lacunas no elenco.
Em declaração concedida na última quarta-feira (21), o dirigente esclareceu que o foco não é trazer qualquer jogador, mas sim um atleta que eleve o patamar da equipe e ofereça valências distintas das que o plantel já possui.
A filosofia adotada pelo departamento de futebol é clara: a qualidade técnica e o encaixe tático são inegociáveis. Boto destacou que a busca não se resume a encontrar um simples substituto para Pedro, mas sim alguém que agregue novas dinâmicas ao time comandado por Filipe Luís.
— Não queremos um atacante, mas sim o atacante. Tem que ter determinadas características, se encaixar no modelo de jogo… não é só um atacante para ser o substituto do Pedro — pontuou o diretor, complementando sobre a dificuldade da busca: — Mas com características diferentes e não é fácil encontrar. E se não encontramos, não vamos buscar só para dizer que temos um matador.
A cautela no discurso vem após o Rubro-Negro esbarrar em obstáculos nas suas principais investidas. O "Plano A" da diretoria era Kaio Jorge, destaque do Cruzeiro. O Flamengo chegou a realizar três propostas oficiais, mas o clube mineiro optou por renovar o contrato do atleta justamente para blindá-lo do assédio carioca.
O duelo válido pela quarta rodada do Campeonato Carioca acontece no dia 25 e os bilhetes para a torcida rubro-negra já têm data e horário definidos
22 Jan 2026 | 11:23 |
Em busca de mais um triunfo rumo ao título do Campeonato Carioca, o Flamengo se prepara para enfrentar o Fluminense no próximo domingo (25). O clássico, válido pela quarta rodada do Estadual, está marcado para as 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã. Com o mando de campo pertencente ao rival tricolor, o clube da Gávea divulgou os detalhes operacionais para a aquisição de entradas por parte de sua torcida.
A operação de venda terá início nesta sexta-feira (16), a partir das 16h (horário de Brasília). O horário vale tanto para a abertura da comercialização para sócios-torcedores e público geral quanto para o começo da retirada de gratuidades previstas por lei.
Os torcedores rubro-negros que desejam comparecer ao estádio deverão adquirir seus bilhetes exclusivamente através do site flamengovisitante.futebolcard.com. Não haverá venda física para a torcida visitante neste primeiro momento. A comercialização online permanecerá aberta até o encerramento do primeiro tempo do clássico no domingo (25).
Os valores dos ingressos variam de acordo com o setor escolhido e a categoria do torcedor (sócio-torcedor ou público geral). A torcida do Flamengo ocupará o Setor Norte, mas também haverá disponibilidade nos setores mistos (Leste, Oeste e Maracanã Mais).
Setor Norte (Exclusivo Flamengo)
Público Geral: R$ 100,00 (meia-entrada: R$ 50,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 50,00
Setor Leste Superior (Misto)
Público Geral: R$ 120,00 (meia-entrada: R$ 60,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 60,00
Setor Leste Inferior (Misto)
Público Geral: R$ 140,00 (meia-entrada: R$ 70,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 70,00
Setor Oeste Inferior (Misto)
Público Geral: R$ 180,00 (meia-entrada: R$ 90,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 90,00
Setor Maracanã Mais (Misto)
Público Geral: R$ 700,00 (meia-entrada: R$ 387,50)
Sócio-torcedor titular: R$ 700,00
O clube carioca aceitou chegar ao montante exigido pelos ingleses, porém a divergência sobre parcelamento e pagamento à vista impede o desfecho imediato
22 Jan 2026 | 10:57 |
A novela envolvendo o retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo ganhou novos contornos decisivos nesta quarta-feira (21). Após semanas de tratativas, as conversas entre a diretoria rubro-negra e o West Ham avançaram em um ponto crucial: o valor final da operação. No entanto, a assinatura do contrato ainda esbarra na engenharia financeira necessária para viabilizar a transferência.
Segundo apuração da reportagem, o principal obstáculo deixou de ser o montante total e passou a ser o cronograma de desembolso. O Flamengo deu um passo importante ao concordar com a cifra de 40 milhões de euros, atingindo o preço estipulado pelos europeus. Contudo, o modelo de pagamento proposto por cada lado segue distante de um consenso.
O avanço nas negociações ocorreu após uma sinalização de flexibilidade por parte do clube londrino. Inicialmente irredutível na pedida de 57 milhões de euros (aproximadamente R$ 359,5 milhões), o West Ham aceitou baixar a exigência para a casa dos 40 milhões de euros. A condição imposta pelos ingleses, porém, é rigorosa: desejam o valor fixo, sem a inclusão de metas variáveis, e preferencialmente com pagamento à vista.
Do outro lado, a estratégia do Flamengo para arcar com o alto investimento envolve parcelamento. A proposta rubro-negra, embora aceite o valor total de 40 milhões, tenta diluir parte dessa quantia em bônus e metas consideradas acessíveis, além de estender o prazo de pagamento. Com o "sim" garantido em relação ao preço, o foco das reuniões agora é exclusivamente o fluxo de caixa.
Diante da repercussão do caso, o diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, quebrou o silêncio. O dirigente ressaltou que aquela seria a "primeira e última vez" que trataria publicamente do tema enquanto a negociação estivesse em curso, pregando transparência sobre a complexidade do negócio.
Boto confirmou a vontade de Lucas Paquetá em retornar ao Ninho do Urubu, mas foi cauteloso ao citar a resistência do West Ham: “Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil (...), disse o treinador.