Futebol
Flamengo inicia venda de ingressos para jogo contra Fluminense; saiba como comprar
22 Jan 2026 | 11:23
Futebol
08 Set 2024 | 13:04 |
O Flamengo, reconhecido historicamente por sua forte base de formação de jogadores, tem enfrentado uma realidade frequente no futebol: a saída de jovens atletas para clubes rivais. As categorias de base do clube, amplamente disputadas e com uma constante renovação de talentos, fazem com que nem todos os jogadores consigam seguir carreira no Rubro-Negro. Isso gera uma rotatividade significativa, com alguns jogadores se transferindo para outros times, em busca de mais oportunidades.
Um dos casos mais recentes dessa movimentação é o de Levy Benjamin, um atleta que fazia parte do Sub-13 do Flamengo, mas que, há cerca de cinco semanas, foi anunciado como reforço do Botafogo. O jovem jogador é uma promessa do futebol carioca e atua em duas posições: meia-atacante e lateral-esquerdo. A versatilidade do atleta chamou a atenção do Alvinegro, que o integrou ao seu elenco de base.
O CLUBE TEM NOVOS RUMOS
Esse cenário, no entanto, não é uma exceção. Ao todo, seis jogadores que estavam nas categorias de base do Flamengo migraram recentemente para o Botafogo. A lista inclui atletas de diferentes faixas etárias e posições. João Gabriel, lateral-direito do Sub-11, Lorran Egon, zagueiro do Sub-12, Pietro França, meia-atacante do Sub-12, Gustavo, zagueiro do Sub-13, Levy Benjamin, lateral-esquerdo e meia-atacante do Sub-13, e Miguel Ramiro, atacante do Sub-13, são os nomes que deixaram o Flamengo e agora integram o Botafogo.
A saída desses jovens atletas desperta um alerta para o Flamengo, principalmente em relação à concorrência no desenvolvimento de promessas do futebol carioca. O Botafogo, assim como outros clubes do Rio de Janeiro, tem investido na captação de talentos que, por algum motivo, não se fixam na base rubro-negra. Esse fenômeno é comum, especialmente em clubes que possuem uma grande quantidade de atletas na base, o que dificulta a retenção de todos os jogadores que apresentam potencial.
Treinador cruzmaltino afirmou que o Mais Querido não criou chances contundentes no Maracanã, apesar das dez defesas difíceis de Léo Jardim
22 Jan 2026 | 13:15 |
A vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco, na última quarta-feira (21), no Maracanã, continua repercutindo, mas não apenas pelo resultado em campo. Após o apito final, a entrevista coletiva concedida pelo técnico Fernando Diniz tornou-se o centro das atenções. O comandante cruzmaltino minimizou a atuação do rival e contestou a superioridade rubro-negra, gerando revolta entre os próprios torcedores vascaínos nas redes sociais.
Ao ser questionado pelos jornalistas sobre o controle exercido pelo Flamengo na etapa final, especialmente após o cartão vermelho recebido pelo volante Cauan Barros, Fernando Diniz discordou da premissa. Para o treinador, não houve um abismo técnico entre as equipes durante o período em questão.
"Acho que, no primeiro tempo, o Flamengo foi superior, mas eu não acho que voltou superior à gente. Se a gente pegar os cinco minutos do segundo tempo para assistir (antes da expulsão), você vai ver que não foi isso que você (jornalista) está falando", declarou o técnico, defendendo a postura de sua equipe antes de ficar com um jogador a menos.
O ponto mais polêmico da entrevista, no entanto, foi a análise sobre as oportunidades de gol. Apesar de o goleiro Léo Jardim ter realizado dez defesas ao longo do clássico, muitas delas consideradas difíceis, Diniz sustentou a tese de que o Flamengo não produziu lances de perigo real.
"O Léo Jardim fez algumas defesas, mas não teve chances contundentes. Por mais que eu tenha a impressão de que tomaríamos o gol, o jogo podia ter terminado 0 a 0. Não teve chance na cara do Léo", argumentou.
Segundo a visão do treinador, o volume de jogo do rival foi "natural" devido à vantagem numérica, mas pouco efetivo. "A maioria dos chutes do Flamengo foi cabeçada, chute fora da área, um ou outro jogador levou vantagem ali na área e chutou, mas chance criada eu não vi", concluiu Diniz, em uma fala que contrastou com a percepção da arquibancada e da crítica esportiva.
Treinador explica decisão de antecipar volta dos titulares contra o Vasco e comenta mágoa com críticas recebidas durante negociação de novo contrato
22 Jan 2026 | 12:08 |
Após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, nesta quarta-feira (21), no Maracanã, o técnico Filipe Luís utilizou a entrevista coletiva para esclarecer os bastidores da mudança de estratégia do Flamengo e desabafar sobre sua renovação contratual. O triunfo, válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca, marcou a estreia antecipada do elenco principal, uma medida adotada para tirar o clube da lanterna do Grupo B da Taça Guanabara.
O comandante rubro-negro justificou a escolha de deixar o time Sub-20 de lado neste momento, para optar pelos jogadores titulares, enfatizando que as necessidades do clube se sobrepõem a qualquer cronograma pré-estabelecido no Flamengo.
Ao ser questionado sobre a alteração no planejamento, que previa o retorno das estrelas apenas mais à frente, Filipe Luís detalhou que a decisão foi fruto de reuniões constantes com a diretoria. Segundo ele, o momento exigia uma atitude firme para recuperar o time na competição.
"Reunião que acontece todas as semanas, seja via telefone ou presencial, conversamos sempre. Os interesses da instituição estão sempre acima de qualquer planejamento. O clube entendeu que era o melhor, nós temos sempre que seguir o melhor para o clube", explicou o treinador.
Filipe também ressaltou a postura da cúpula rubro-negra, citando nominalmente o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) e o diretor José Boto. "Eu sempre fiz isso desde que cheguei, o Bap também, o Boto também, somos pessoas com muita coragem porque tomar decisões desse nível requer muita coragem. Uma decisão onde todos tomamos todos, assumimos todos os riscos e bola para frente", completou o treinador do Flamengo.
Diretor de futebol do Mais Querido explica exigência por características específicas para o modelo de jogo e nega busca por apenas um reserva para Pedro
22 Jan 2026 | 11:43 |
Após enfrentar dificuldades e frustrações nas tentativas recentes de reforçar o setor ofensivo, o Flamengo adotou uma postura de cautela e exigência máxima no mercado. O clube segue monitorando nomes para a posição de centroavante, mas o diretor de futebol José Boto foi enfático ao afirmar que a diretoria não fará movimentos precipitados apenas para dar uma resposta à torcida ou preencher lacunas no elenco.
Em declaração concedida na última quarta-feira (21), o dirigente esclareceu que o foco não é trazer qualquer jogador, mas sim um atleta que eleve o patamar da equipe e ofereça valências distintas das que o plantel já possui.
A filosofia adotada pelo departamento de futebol é clara: a qualidade técnica e o encaixe tático são inegociáveis. Boto destacou que a busca não se resume a encontrar um simples substituto para Pedro, mas sim alguém que agregue novas dinâmicas ao time comandado por Filipe Luís.
— Não queremos um atacante, mas sim o atacante. Tem que ter determinadas características, se encaixar no modelo de jogo… não é só um atacante para ser o substituto do Pedro — pontuou o diretor, complementando sobre a dificuldade da busca: — Mas com características diferentes e não é fácil encontrar. E se não encontramos, não vamos buscar só para dizer que temos um matador.
A cautela no discurso vem após o Rubro-Negro esbarrar em obstáculos nas suas principais investidas. O "Plano A" da diretoria era Kaio Jorge, destaque do Cruzeiro. O Flamengo chegou a realizar três propostas oficiais, mas o clube mineiro optou por renovar o contrato do atleta justamente para blindá-lo do assédio carioca.