Futebol
04 Mai 2025 | 19:58 |
O Flamengo entrou em campo no início da noite deste domingo no Mineirão, em Belo Horizonte. O adversário era o Cruzeiro e marcava o reencontro de Gabigol com o rubro-negro, que deixou no fim de 2024. O objetivo de time de Filipe Luis era se manter na liderança da competição, já que o Palmeiras venceu o Vasco mais cedo na rodada. Entretanto, a lei do ex reinou novamente e com gol de Pênalti no fim, Gabigol deu a vitória a Raposa por 2x1, tirando o Fla da liderança do Brasileiro.
O Cruzeiro entrou em campo com o objetivo de neutralizar a forte transição do Flamengo e desde o início fez uma marcação implacável no campo de ataque. O time da casa, porém, demorou para encaixar seu jogo ofensivo. Até que, aos 14, Kaio Jorge recebeu no 1x1 com Léo Pereira, limpou o zagueiro e soltou uma bomba para abrir o placar. O Flamengo manteve a maior posse de bola, mas carecia de inspiração para agredir a defesa da Raposa. Por duas vezes, a equipe de Léo Jardim se aproximou de ampliar. Primeiro com Kaio Jorge, de novo ele. O atacante recebeu novamente com espaço e deu outro chutaço, que Rossi espalmou para o travessão. Christian teve oportunidade na frente da área e também parou no goleiro argentino. O Flamengo chegou a ameaçar o empate em cabeçada de Ortiz e, só na reta final, conseguiu fazer uma boa trama, que terminou com bela batida de Arrascaeta no ângulo de Cássio, para levar o jogo empatado ao intervalo.
Já no Início de segundo tempo, tivemos um ritmo mais lento. Equipes são menos agressivas na marcação e estudam mais o jogo. Porém, o Cruzeiro, jogando em casa, tem mais ações ofensivas, mesmo com o Flamengo tentanto controlar a posse de bola. O time Mineiro passa a dominar mais o meio campo, fazendo com o que o time mineiro dê mais trabalho a defesa e ao goleiro Rossi. Nesse sentido, o arqueiro rubro-negro teve que fazer pelo menos duas boas defesas para evitar o gol cruzeirense. Ja Cássio, teve trabalho de fato somente aos 41 min, com linda defesa após boa cabeçada de Bruno Henrique.
Em suma, o golpe final estava reservado para o fim, isso porque já nos acréscimos, Leo Pereira comete Pênalti e Gabigol vai para a cobrança. Rossi chega a defender, mas no rebote, o ex-Flamengo da números finais ao duelo.
Com o resultado, o Flamengo cai para a segunda colocação no Campeonato Brasileiro, com 14 pontos, dois a menos que o Palmeiras, que chegou a 16. Agora, o time comandado por Filipe Luís, precisa virar a chave, pois no meio de semana, tem Libertadores. Nesse sentido, o time carioca viaja até a Argentina, para encarar o Central Córdoba. O duelo acontece na próxima quarta-feira, às 21h30.
Mengão conta com a força do Maracanã para reverter o resultado do jogo de ida na Argentina e entidade escolhe o responsável por comandar a partida
21 Fev 2026 | 11:07 |
O Flamengo já sabe quem será o responsável por comandar a decisão da Recopa Sul-Americana no Maracanã. Após a derrota por 1 a 0 no jogo de ida, com gol de Castillo, a equipe de Filipe Luís terá arbitragem majoritariamente uruguaia na partida de volta. A definição foi oficializada pela Conmebol, que escalou um quadro quase inteiramente formado por profissionais do Uruguai, país natal de Arrascaeta.
O árbitro principal será Gustavo Tejera. Ele contará com Nicolas Tarán e Carlos Barreiro como assistentes. O quarto árbitro será José Burgos, enquanto Andres Nievas atuará como quinto árbitro. No comando do VAR estará Andres Cunha, também uruguaio, auxiliado pelo chileno Miguel Araos e pelos uruguaios Richard Trinidad e José Cabero.
FLAMENGO BUSCA VIRADA INÉDITA
O duelo decisivo entre Flamengo e Lanús acontece na quinta-feira (26), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. Para conquistar o título no tempo normal, o Rubro-Negro precisará vencer por dois gols de diferença. Caso triunfe por um gol, a decisão irá para os pênaltis. O retrospecto recente na competição impõe cautela. Em 2020, o Flamengo conquistou a Recopa após empatar fora de casa com o Independiente del Valle e confirmar o título no Maracanã.
Já em 2023, contra o mesmo adversário, perdeu a ida por 1 a 0, venceu por 1 a 0 na volta, com gol decisivo de Arrascaeta nos minutos finais, mas acabou superado nas penalidades. Agora, diante do Lanús, o desafio é superar um cenário adverso e buscar um feito inédito na história recente do clube na competição continental.
Discussão sobre quem é o campeão brasileiro no ano segue à todo o vapor após parecer da PGR favorável ao Mengão e comentarista aborda o tema
21 Fev 2026 | 10:51 |
A polêmica sobre o Campeonato Brasileiro de 1987 voltou ao centro do debate. Desta vez, quem se manifestou foi o ex-jogador Zinho, ídolo do Flamengo e atualmente comentarista. Em vídeo publicado pela R10, o ex-atleta contestou a versão que reconhece o Sport como campeão brasileiro daquele ano e afirmou que, do ponto de vista esportivo, o título pertence ao clube carioca.
Zinho define o Flamengo como campeão brasileiro de 1987: "O Sport foi rebaixado em 1986..."
Zinho argumentou que o Sport havia sido rebaixado em 1986 e questionou a lógica esportiva de considerá-lo campeão da primeira divisão no ano seguinte. “Como um time é rebaixado em um ano e no seguinte já campeão da primeira divisão? Isso não existe. O Sport foi rebaixado em 1986”, afirmou.
Na sequência, o ex-jogador explicou que, em 1987, dois torneios distintos ocorreram simultaneamente: um organizado pelo Clube dos 13, reunindo as principais equipes do país, e outro estruturado pela CBF. “Teoricamente, Sport e Guarani fizeram uma final, mas o jogo nunca acabou. Foram tantos pênaltis que o presidente do adversário propôs que os dois fossem campeões. Olha que várzea”, criticou.
Naquele ano, a Confederação Brasileira de Futebol alegou dificuldades financeiras para organizar o campeonato nacional. Diante disso, autorizou o Clube dos 13 a promover a Copa União, competição que reuniu 16 dos principais clubes do país, incluindo o Flamengo. Paralelamente, a CBF estruturou outro módulo e, posteriormente, exigiu a realização de um quadrangular final envolvendo os campeões e vice-campeões de cada chave para definir o campeão brasileiro. O Clube dos 13 não aceitou a imposição, o que deu início à disputa que se estende até hoje.
O Flamengo venceu o Módulo Verde da Copa União e se declarou campeão brasileiro de 1987. Já o Sport, vencedor do Módulo Amarelo, foi reconhecido como campeão após decisões judiciais posteriores. Décadas depois, o impasse segue em discussão nas esferas esportiva e jurídica. Enquanto o debate continua nos tribunais, personagens históricos como Zinho reforçam publicamente a posição rubro-negra sobre um dos capítulos mais controversos do futebol brasileiro.
Leão afirma que decisão do procurador ‘causa estranheza’ devido à decisões já tomadas pelos tribunais sobre o tema; Mengão aguarda prosseguimento
21 Fev 2026 | 10:42 |
O Flamengo ganhou um reforço de peso na disputa judicial pelo reconhecimento do título brasileiro de 1987. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um parecer favorável à ação movida pelo clube carioca. O documento reacende uma das maiores controvérsias da história do futebol nacional e provocou reação imediata do Sport Club do Recife.
Em nota oficial, o clube pernambucano afirmou acompanhar o caso “com serenidade” e destacou que o mérito da questão já teria sido amplamente analisado por instâncias judiciais competentes, com decisões reiteradas reconhecendo o Sport como único campeão brasileiro de 1987. A manifestação também ressaltou que houve posicionamentos anteriores do próprio STF nesse sentido.
O Sport argumenta que o reconhecimento simultâneo de dois campeões para a mesma competição contraria a lógica do direito desportivo e a segurança jurídica. Para os pernambucanos, a tentativa de rediscutir o tema quase quatro décadas depois causa “estranheza” e afronta decisões já consolidadas pela Justiça.
Em 2011, a Confederação Brasileira de Futebol editou resolução reconhecendo Flamengo e Sport como campeões de 1987. Posteriormente, porém, o clube recifense obteve decisão na Justiça Comum que invalidou o ato administrativo da entidade, retirando o reconhecimento compartilhado.
O parecer da Procuradoria-Geral da República sustenta que o acórdão que declarou nula a resolução da CBF deve ser rescindido. Segundo Paulo Gonet, é necessário afastar a nulidade da resolução nº 02/2011, preservando o reconhecimento do Sport nos limites da decisão transitada em julgado, mas sem impedir a possibilidade de titulação dividida.
Ao se posicionar, o procurador-geral concordou com a tese apresentada pelo Flamengo de que a Primeira Turma do STF teria cometido equívoco ao entender que a CBF não poderia, com base em critérios desportivos, reconhecer outro clube como campeão daquela edição.
O novo parecer não encerra a disputa, mas recoloca o debate em pauta no mais alto nível do Judiciário brasileiro. Para o Flamengo, trata-se de uma oportunidade de reverter um entendimento que se arrasta há décadas. Para o Sport, a batalha é pela manutenção de uma decisão que considera definitiva.
Conmebol define data para sorteio da Libertadores; Flamengo está no pote 1
21 Fev 2026 | 09:40