Futebol
Ex-Flamengo, goleiro Bruno defende 2 pênaltis e marca gol em estreia na Copa do Brasil
20 Fev 2026 | 10:18
Futebol
22 Jan 2025 | 22:45 |
Na quarta-feira (22), o Flamengo conquistou uma vitória expressiva ao derrotar o Bangu por 5 a 0, durante a quinta rodada do Campeonato Carioca. A atuação de destaque ficou por conta de Carlinhos, centroavante da equipe alternativa do Rubro-Negro, que balançou as redes duas vezes e se tornou o artilheiro da competição.
Com 27 anos, Carlinhos mostrou porque é o destaque da equipe. O primeiro gol do atacante veio aos 14 minutos do segundo tempo, após receber um passe preciso de Guilherme e finalizar com habilidade para o fundo do gol.
Aos 35 minutos, o jogador voltou a marcar. Após um rebote dentro da área, Carlinhos disparou uma finalização certeira, selando a goleada por 5 a 0 no Castelão. A performance sólida do atacante reforçou sua importância no elenco e consolidou seu lugar como artilheiro do Campeonato Carioca, com três gols marcados em quatro rodadas.
ARTILHARIA DO CAMPEONATO CARIOCA
3 gols – Carlinhos (Flamengo)
2 gols – Denilson (Maricá)
2 gols – Wallace Yan (Flamengo)
2 gols – Zé Vitor (Boavista)
2 gols – Renato Henrique (Madureira)
2 gols – Walber (Maricá)
EQUIPE ALTERNATIVA DO FLAMENGO SE DESPEDE DO ESTADUAL
Com a atuação contra o Bangu, o time alternativo do Flamengo encerra sua participação no Estadual, abrindo espaço para a entrada do elenco principal na próxima rodada. A equipe principal do Mengão estreia na temporada no sábado (25), enfrentando o Volta Redonda, em Brasília, no estádio Mané Garrincha.
Após derrota na Recopa, técnico do Mengão comenta episódio envolvendo Prestianni, elogia a Argentina e adota cautela ao analisar a denúncia
20 Fev 2026 | 11:25 |
Após o revés do Flamengo diante do Lanús no jogo de ida da Recopa Sul-Americana, na noite desta quinta-feira (19), o técnico Filipe Luís foi questionado sobre um tema que transcendeu as quatro linhas: a recente denúncia de racismo feita por Vinicius Junior. O atacante do Real Madrid acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de chamá-lo de "macaco" durante duelo pela Champions League.
Em sua coletiva de imprensa na Argentina, o treinador rubro-negro adotou um tom conciliador em relação ao país anfitrião e cauteloso quanto ao mérito da acusação, classificando o evento como um episódio pontual que não reflete a nação vizinha.
Filipe Luís fez questão de separar o incidente ocorrido na Europa de sua experiência pessoal e profissional em solo argentino. O comandante do Flamengo reforçou que sempre foi bem acolhido no país e que sua percepção sobre o local permanece positiva, independentemente da polêmica envolvendo seu ex-companheiro de Seleção Brasileira.
"Sobre isso, sempre fui muito bem tratado, a Argentina me encanta. Sou muito feliz aqui, muito bem recebido. Só tenho boas palavras para a Argentina. Um caso isolado como esse não influencia em nada do que penso sobre este país, que é tão lindo", declarou o treinador durante a entrevista coletiva.
Além da fala oficial aos jornalistas, o técnico de 40 anos também abordou o assunto em conversa com uma TV local. Ao aprofundar sua análise, Filipe Luís optou por não tomar partido imediato, destacando a complexidade de julgar o caso sem provas cabais, uma vez que o jogador do Benfica cobriu a boca no momento da suposta ofensa.
"Bom, é um tema muito mais delicado do que pensamos, é um assunto que envolve muitas coisas e, para mim, é simples. O rapaz (Prestianni) tapou a boca, não deveria ter tapado a boca para dizer o que precisava dizer, e isso gera toda essa comoção", disse o técnico do Flamengo.
A polêmica citada por Filipe Luís ocorreu após Vini Jr. marcar um gol no Estádio da Luz, em Portugal. A celebração do brasileiro, próxima à bandeira de escanteio, desencadeou uma série de hostilidades. Segundo a denúncia do atacante, Prestianni teria proferido a palavra "mono" ("macaco" em espanhol) enquanto falava com a mão cobrindo os lábios.
Meia não esconde insatisfação com a derrota do Mengão diante do Lanús e admite fase física abaixo, além de enxergar mudanças necessárias
20 Fev 2026 | 11:23 |
O meia Giorgian De Arrascaeta foi direto ao analisar a derrota do Flamengo por 1 a 0 para o Lanús, na quinta-feira, pelo jogo de ida da Recopa Sul-Americana. O camisa 10 reconheceu a atuação abaixo do esperado e pediu mudança significativa de postura para a partida decisiva no Rio de Janeiro.
Arrascaeta após derrota do Flamengo: "Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta..."
Em entrevista à ESPN, o uruguaio foi enfático ao afirmar que o desempenho não esteve à altura da importância do confronto: "Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta, hoje não deu nada certo, mas não é hora de falar, é hora de trabalhar e dar a resposta em casa. Viemos para ganhar a partida, infelizmente não conseguimos o resultado. Temos que admitir que foram melhores que nós em muitos aspectos. Manter a humildade para a partida de volta e reverter o resultado..
Eleito Rei da América em 2025, Arrascaeta vive início de 2026 mais discreto. Até aqui, marcou apenas um gol no Campeonato Brasileiro, no empate diante do Internacional, e ainda não distribuiu assistências na temporada. O duelo contra o Colorado, inclusive, foi o único em que atuou durante os 90 minutos.
O próprio jogador mencionou a questão física como parte do processo atual. Segundo ele, o retorno gradual faz parte do planejamento da comissão técnica, em meio a um calendário apertado. Ainda assim, reforçou que a maratona de jogos não serve como justificativa para o desempenho apresentado.
O Lanús abriu vantagem com gol de Rodrigo Castillo e joga por empate na volta. As equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. Para conquistar o título no tempo normal, o Flamengo precisará vencer por dois gols de diferença.
Caso triunfe por apenas um, a decisão irá para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis. Um novo empate ou vitória argentina garante a taça ao Lanús. Diante do cenário, a cobrança interna aumenta, e a resposta exigida por Arrascaeta passa a ser determinante para o desfecho da decisão continental.
Kompany respalda denúncia do brasileiro contra o Benfica e questiona duramente o uso da imagem de Eusébio pelo treinador português
20 Fev 2026 | 10:40 |
O técnico do Bayern de Munique, Vincent Kompany, posicionou-se firmemente nesta sexta-feira a favor de Vinicius Junior. Em entrevista coletiva, o comandante belga abordou a grave acusação de racismo feita pelo atacante do Real Madrid durante a partida contra o Benfica, realizada na última terça-feira, em Portugal, válida pelos playoffs da Champions League. Na ocasião, o brasileiro relatou ter sido chamado de "macaco" pelo argentino Gianluca Prestianni.
Kompany, ex-zagueiro de sucesso e uma das vozes ativas no futebol europeu, não apenas apoiou a atitude de Vini Jr. como também teceu duras críticas à postura de José Mourinho, atual treinador do clube português, após o incidente.
Ao analisar o ocorrido, o treinador do Bayern refutou qualquer possibilidade de simulação por parte do camisa 7 do Real Madrid. Para o belga, a resposta emocional do ex-Flamengo, foi genuína e justificável diante da ofensa relatada.
"Quando se observa a jogada e a maneira como o Vini reagiu, fica claro que aquilo não pode ser fingido. É perceptível que foi uma reação puramente emocional. Eu não enxergo qual seria o benefício para ele em confrontar o árbitro e atrair toda a atenção para si naquele instante. Naquele momento, ele sentiu que era a atitude correta a ser tomada", avaliou Kompany.
O ponto mais contundente da fala de Kompany foi direcionado a José Mourinho. Após o jogo, o técnico português havia criticado a celebração de Vini Jr. no gol da vitória e utilizado a figura de Eusébio, lenda do Benfica, para defender que o clube não poderia ser associado a atos racistas.
Para Kompany, a tentativa de Mourinho de deslegitimar a dor do brasileiro foi equivocada. "Para mim, o que aconteceu depois é ainda pior. José Mourinho basicamente atacou o caráter de Vini ao mencionar o tipo de comemoração dele para desmerecer o que ele estava fazendo naquele momento. Foi um erro enorme em termos de liderança", disparou.
O belga também questionou o argumento histórico utilizado pelo português. "Ele disse que o Benfica não pode ser racista porque o seu maior jogador de todos os tempos foi Eusébio. Ele sabe o que os jogadores negros tiveram que passar na década de 1960? Ele estava lá viajando com Eusébio para todos os jogos fora de casa para ver o que ele sofreu? Usar o nome dele hoje para discutir com o Vini...", completou.